Estudar nos Estados Unidos representa não apenas a chance de conhecer novas pessoas e culturas, mas também a oportunidade de garantir um dos ensinos mais qualificados do planeta. Afinal, o país conta com universidades frequentemente listadas entre as melhores do mundo, como as que integram o seleto grupo da Ivy League.
Além da qualidade de ensino, as faculdades americanas oferecem uma experiência universitária rica, possibilitando a expansão de horizontes, desenvolvimento pessoal e o acesso ao mercado de trabalho.
Naturalmente, frequentar uma dessas instituições requer algum investimento, tanto de tempo quanto de dinheiro. Contudo, com foco, planejamento e ajuda dos pais, trata-se de um projeto totalmente realizável.
Se você considera a ideia de estudar nos Estados Unidos, este artigo é para você. Nele, vamos passar dicas valiosas para possibilitar essa jornada, desde os documentos necessários até os gastos envolvidos. Falaremos ainda sobre a escolha da universidade, funcionamento do processo seletivo e mais. Continue a leitura!
Entenda se você está pronto para estudar nos Estados Unidos
Adquirir fluência em uma nova língua, visitar lugares incríveis, fazer novas amizades, estudar em campus que são referências no mundo inteiro… os motivos para investir em uma faculdade nos Estados Unidos são muitos. Não adianta, porém, se precipitar e iniciar o processo sem estar devidamente preparado.
Ao tomar medidas inteligentes para o planejamento desse grande passo, você evita ser surpreendido com as peculiaridades do processo. Por isso, antes de qualquer coisa, é essencial entender se você está realmente preparado para se tornar um estudante internacional nos EUA.
É natural que, ao pensar profundamente sobre o assunto, preocupações venham a surgir. Viver fora do país representa tomar para si uma parcela maior de responsabilidade, já que grande parte da experiência se dará com a distância de pais, amigos e familiares.
Contudo, não é preciso se assustar. A forma como o ano letivo é organizado nos Estados Unidos possibilita diversas oportunidades para visitas.
Além das férias de meio e fim de ano, períodos como o Spring Break e o Thanksgiving costumam ser reservados pelos estudantes americanos para visitar os parentes e matar a saudade de casa.
Fora isso, tecnologias como o Skype e as chamadas de vídeo do WhatsApp diminuem bastante os efeitos da distância.
Vale lembrar também que as faculdades americanas contam com um processo seletivo holístico que, embora não envolva a realização de um vestibular, exige o cumprimento de diversas etapas.
Além de preparar os documentos de forma certeira para obter o visto de estudante, você vai precisar de um planejamento financeiro organizado e seguir os passos do processo de aplicação.
Ao final desse texto, você terá maior conhecimento sobre o processo e entenderá como ele pode ser realizado. No fim das contas, as vantagens envolvidas nessa empreitada se sobressaem aos desafios existentes.
Como escolher a cidade dos Estados Unidos para estudar
A escolha da sua região de moradia nos Estados Unidos durante seus estudos é um ponto fundamental. O país conta com mais de 4.000 instituições que oferecem curso superior, o que faz com que as opções do aluno sejam praticamente inacabáveis.
Além disso, por se tratar de um dos maiores territórios nacionais do planeta, cada região conta com particularidades que as diferenciam de outras.
Sendo assim, a escolha da cidade é determinante para a experiência. É possível, por exemplo, morar em uma cidade em que a neve é algo comum e o tempo frio predomina.
Ao mesmo tempo, estados como a Flórida e a Califórnia se destacam por seu clima mais quente que, por lembrar temperaturas do nosso país, acabam atraindo muitos brasileiros.
Como sabemos, o clima não deve ser o único parâmetro considerado para a definição da melhor região para você. Algo que deve ser levado em conta são as atrações de entretenimento disponíveis para os estudantes.
Afinal, além do estudo qualificado, a experiência de estudar nos Estados Unidos abre espaço para turismo, diversão e atividades culturais.
Portanto, se você é um fã de cinema, cidades como Los Angeles, San Francisco e Nova York podem ser mais atrativas para o seu perfil.
Da mesma forma, alguém que é fã de esportes americanos pode procurar por regiões que contem com times e ligas competitivas. Jogos de campeonatos como a MLS, NBA ou NFL são uma atração que movimentam toda a cidade.
Mais um ponto que pode entrar nessa conta é a proximidade com comunidades brasileiras. Por meio de uma rápida pesquisa, você pode levantar informações sobre os locais com maior concentração de brasileiros.
Morar em uma dessas regiões pode facilitar a adaptação de alguns, já que permite o contato com pessoas em situações semelhantes e facilita a identificação cultural.
Por outro lado, algumas pessoas podem preferir cidades que não contam com tantos imigrantes. O motivo para isso é potencializar o contato com a língua inglesa e imergir de forma mais completa na cultura americana. Na maioria dos casos, esses locais são situados mais para o meio do mapa dos EUA.
É melhor morar em cidade grande ou pequena?
Uma discussão muito comum até mesmo entre estudantes americanos é a diferença entre as experiências em cidades grandes e pequenas.
Isso acontece porque a maior parte das grandes faculdades dos Estados Unidos está localizada em regiões consideradas pequenas, atraindo diversos estudantes de todas as áreas do país.
Dessa forma, as comunidades acabam se desenvolvendo em torno da universidade, criando um ambiente intensamente acadêmico e estudantil.
Além do ambiente escolar, uma grande vantagem de cidades de menor porte é o custo de vida, que costuma ser bastante reduzido.
Além disso, por contarem com as pesquisas realizadas na faculdade, essas cidades costumam oferecer uma enorme qualidade para seus moradores.
A escolha de buscar uma cidade grande também é justificável. Com maior facilidade para o uso de transportes públicos e mais opções de entretenimento, as metrópoles proporcionam um cotidiano mais agitado, além de estarem mais próximas das grandes empresas. Um meio-termo para essas duas opções são as áreas situadas ao redor dos centros urbanos.
Como escolher a universidade para estudar nos Estados Unidos
Bem como na escolha da região, o tamanho também tem um papel importante na maioria das ponderações sobre qual universidade escolher.
É verdade que a maioria dos universitários internacionais se matriculam em instituições de maior porte, já que essas costumam contar com um investimento mais robusto por parte do governo estadunidense e a vida no campus pode ser mais chamativa.
Porém, é importante não descartar por completo as faculdades de menor porte. Com menos estudantes, os professores que lecionam nesses estabelecimentos conseguem dar maior atenção a cada um de seus alunos.
Isso é essencial não apenas para o processo acadêmico, mas também para a preparação para a fase que vem depois da obtenção do diploma.
Quando falamos em estudantes estrangeiros, essa característica se torna ainda mais relevante. Com a barreira natural imposta pela língua e pela diferença cultural, contar com maior atenção por parte de professores e staff pode ser um diferencial na adaptação do aluno.
Contudo, não existe uma regra quando o assunto é a escolha da faculdade. É importante que você e seus familiares busquem conhecer os serviços oferecidos pela instituição.
Algumas delas, inclusive, oferecem bolsas para pessoas vindas de certas partes do mundo. Analise, também, a estrutura da faculdade e a modernidade dos métodos e equipamentos utilizados pelo corpo docente.
Por fim, é essencial verificar se a opção escolhida é devidamente credenciada nos Estados Unidos. No país, não existe um órgão específico que seja responsável pela definição dos padrões acadêmicos das escolas.
Em vez disso, elas se juntam e formam associações que determinam o requisito mínimo para um estabelecimento ser credenciado.
Confira 4 dicas para calcular o custo de vida ao estudar nos Estados Unidos
Agora que você tem uma noção maior sobre os fatores que influenciam a escolha da cidade e da universidade, vamos focar no lado financeiro do projeto.
Naturalmente, as definições citadas anteriormente serão essenciais para você calcular o custo de estudar nos EUA, uma vez que isso varia de acordo com a localidade e até a personalidade de cada um.
Neste tópico, vamos abordar 4 fatores que devem ser considerados para você estimar quanto será necessário para levar uma vida tranquila no seu período acadêmico. Confira!
1. Moradia
Se não o maior, a moradia costuma representar um dos maiores gastos que precisam ser feitos por um estudante internacional. É verdade que muitas universidades oferecem quartos nos dormitórios dos campus, mas, ainda assim, exigem um investimento considerável. A boa notícia, porém, é que esse é um gasto que pode ser dividido com outras pessoas.
O custo do aluguel de um apartamento, como já mencionado, varia de cidade para cidade. Em centros mais populosos, como San Francisco, esse valor costuma ser mais elevado, já que a procura por apartamentos é maior do que a oferta.
No entanto, em áreas mais espaçosas, como o estado do Kansas, é viável encontrar diversas boas opções de aluguel por um preço menor.
Para elucidar essa questão, basta uma rápida busca no Craiglist, site que funciona como um classificado de imóveis nos Estados Unidos. Na capital do Kansas, a média de preço para um apartamento de 80 metros quadrados e um quarto é de $950. Um imóvel com o mesmo tamanho em San Francisco não sai por menos de $2200 por mês.
Sendo assim, observamos que a localidade da universidade escolhida é determinante para o custo da moradia. Naturalmente, grandes centros urbanos apresentam opções mais custosas, embora possam compensar com as características da vida na cidade.
2. Contas a pagar
Uma vez definida a moradia, é importante dar atenção às contas que são naturais em qualquer residência. Para gastos relacionados à eletricidade, ao processamento do lixo, ao gás e ao uso da água, você deve estar preparado para desembolsar algo entre $100 e $150. Esse valor não é absoluto, mas sua variação de região para região não costuma ser muito grande.
Além desses gastos básicos, é crucial assinar um serviço de internet. Uma conexão rápida e eficiente é muito importante não apenas para a comunicação do aluno com as pessoas queridas que ficaram no Brasil, mas também para fins de pesquisa e estudo.
Por sorte, a intensa competição entre os provedores de internet nos Estados Unidos garante diversas opções qualificadas e preços justos. Nesse quesito, as marcas Comcast, AT&T e Cox Communications se destacam, sendo as mais populares entre o público americano.
Dito isso, basta verificar a disponibilidade dos serviços em sua região e escolher o melhor para você. Embora o valor varie, ele costuma ficar entre $65 e $100.
Outro custo que deve ser levado em conta é o pagamento de um seguro de saúde, obrigatório no país, pois os Estados Unidos não contam com um serviço de atendimento médico público, fazendo com que a assinatura do seguro seja essencial para garantir tratamento em caso de necessidade.
O valor desse tipo de serviço fica entre $150 e $300 mensais, mas opções mais acessíveis podem ser oferecidas para estudantes internacionais.
3. Transporte
Se a sua universidade não fica a uma distância curta do seu alojamento, é essencial incluir o transporte na estimativa dos gastos. Os preços para viagens unitárias em ônibus circulares não passam de $2.75 e é possível, ainda, comprar um passe mensal, que permite um número ilimitado de viagens por um custo que varia de local para local. A média, contudo, costuma ser de $100.
4. Extras
É extremamente recomendado reservar uma quantia para gastos extras, que podem incluir desde atividades de entretenimento até o serviço de lavagem de roupas.
Com o mercado extremamente movimentado, a estadia nos Estados Unidos representa uma chance de adquirir roupas, dispositivos e acessórios da moda.
Além disso, as vastas opções de museus, cinemas e parques indicam que algum dinheiro deve ser reservado para que a experiência possa ser completa. O setor de restaurantes também é bastante chamativo, o que demanda certo planejamento para conciliar os gastos com uma alimentação saudável.
Como fazer o planejamento financeiro para estudar nos Estados Unidos
Mesmo que a família esteja preparada para realizar o investimento de enviar o aluno para estudar nos Estados Unidos, um planejamento financeiro bem-estruturado é necessário para garantir a segurança e estabilidade da jornada. Para começar, a primeira atitude deve ser buscar uma relação com os gastos previstos junto à instituição de ensino.
Sendo assim, durante o processo de aplicação, seja franco com os profissionais do departamento de admissão e peça uma estimativa dos gastos. Isso pode ser observado em uma das seções do I-20, documento geralmente enviado pela instituição para viabilizar a retirada do visto.
Com essas informações em mente, é possível se programar para o pagamento das tuition-fees, que são as taxas administrativas das faculdades.
Em muitos casos, é possível elaborar um plano de pagamento, o qual permite que a taxa seja paga de forma parcelada. Uma dica para facilitar esse planejamento financeiro é sempre buscar possibilidades de bolsas de estudo.
As escolas americanas distribuem diversos tipos de incentivos, alguns destinados a estudantes com bons resultados acadêmicos ou necessidade financeira, entre outros. Ao obter uma dessas bolsas, você abate uma parte do valor da tuition-fee, facilitando o investimento.
Fique por dentro da cultura local antes de estudar nos Estados Unidos
Um dos desafios que fazem a experiência ainda mais interessante está nos contrastes culturais entre Brasil e Estados Unidos. Sendo assim, esteja preparado para diferenças sutis no modo de vida e até mesmo de relacionamento do povo americano.
Algo que você vai notar de primeira é o tamanho das refeições, que costumam ser mais robustas que as brasileiras. Sendo assim, acostume-se com porções maiores de refrigerante e petiscos em restaurantes.
Além disso, muitos estabelecimentos contam com a política de refil, permitindo que você repita quantas vezes quiser uma porção de acompanhamento ou bebida.
A forma como a tecnologia é utilizada por lá também é um pouco diferente. Um dos grandes polos de inovação do mundo, o país proporciona a seus moradores acesso mais fácil a novidades tecnológicas.
Por isso, a digitalização dos processos é algo muito mais comum por lá, dispensando o uso de papel para atividades corriqueiras, como a apresentação de ingressos para um evento.
No modo como lidam com outras pessoas, os americanos costumam ser mais reservados em um primeiro momento. Então, não se surpreenda se o aperto de mão for mais frequente do que abraços e beijos na bochecha na hora dos cumprimentos, pelo menos até que a relação se torne menos formal.
Essa formalidade nas relações se reflete no vocabulário utilizado para conversas. Em vez de utilizar o primeiro nome, é comum, em um ambiente mais profissional, que as pessoas se refiram umas às outras com um pronome de tratamento acompanhado pelo sobrenome.
Além disso, professores costumam ser tratados com títulos mais formais, como “Sir” para homens ou “Miss” para mulheres.
Informe-se sobre o processo seletivo das universidades nos Estados Unidos
O processo seletivo para iniciar os estudos em uma faculdade americana é diferente do que conhecemos no Brasil. Para começar, o sistema de vestibular não impera por lá, embora o resultado em determinados exames possa ser fundamental para uma aplicação de sucesso. Os requisitos mínimos, porém, dependem da universidade.
O processo é holístico e avalia o candidato como um todo. Uma das primeiras etapas de avaliação são as notas escolares, especialmente as dos quatro últimos anos do colégio.
Na maioria dos casos, eles solicitam também uma redação escrita à mão e uma carta de recomendação de diretores ou professores. O objetivo é conhecer melhor o aplicante e identificar se o perfil é compatível com o da universidade.
O estudante terá que prestar também provas como o SAT ou o ACT, exames internacionais que poderiam ser chamados de “ENEM americano”. Os testes têm uma dinâmica específica e muito diferente das provas brasileiras, por isso é importante se preparar adequadamente para realizar um deles.
Além disso, é preciso prestar o TOEFL, um exame que mede o seu nível na língua inglesa. Cada instituição define uma nota que precisa ser alcançada pelo aluno para que ele seja considerado apto.
É necessário também ter boas atividades extracurriculares, feitas durante esses quatros últimos anos, que são muito analisadas pelas equipes de admissão.
Por fim, em alguns casos, pode ser que um representante da instituição realize uma entrevista com o aplicante a fim de definir os últimos detalhes da aplicação. Se tudo correr bem, a faculdade vai enviar os documentos e orientações necessárias para a retirada do visto de estudante.
Verifique qual é a documentação necessária para estudar nos Estados Unidos
Durante o processo de aplicação em uma universidade, a equipe de admissão vai solicitar o envio de alguns documentos a fim de verificar a aptidão do candidato para ingressar na instituição. Assim, esteja preparado para enviar o histórico escolar e o diploma de conclusão, caso seja aplicável.
Com tudo resolvido com a universidade após a admissão, é preciso se preparar para a retirada do visto de estudante. Para isso, é crucial que você esteja em posse de um passaporte válido. Para essa etapa, tenha todos os seus documentos disponíveis e atualizados. A lista de documentos requeridos é a seguinte:
- I-20 enviado pela universidade;
- Passaporte;
- Fotos 2X2;
- Recibos das taxas MRV e SEVIS;
- Formulário DS-160 preenchido.
Além dos citados, o consulado pode exigir transcrições de diplomas obtidos anteriormente, resultados de testes padronizados e comprovantes financeiros de que você é capaz de se sustentar nos EUA.
Descubra a importância de uma consultoria ao estudar nos Estados Unidos
Estudar nos Estados Unidos só é possível caso o processo descrito ao longo desse texto seja realizado com eficiência. Sendo assim, é essencial contar com uma agência de consultoria especializada nesse tipo de operação.
Uma empresa com experiência no mercado conhece cada detalhe do procedimento e, por isso, costuma indicar os caminhos mais seguros, além de proporcionar que o aluno foque sua energia onde realmente importa.
Além de assessorar o planejamento de cada etapa, uma consultoria de confiança prepara o aluno para que ele mostre às universidades todo o seu potencial, facilita a comunicação com as instituições e apresenta dicas para você tomar as decisões mais inteligentes.
Estudar nos Estado Unidos representa um crescimento não apenas profissional, mas também pessoal. Além da excelência acadêmica, a vivência em outra cultura é fundamental para preparar o jovem para o futuro.
Embora se trate de um procedimento complexo, o objetivo pode ser atingido com um bom planejamento e o acompanhamento adequado.
E aí, gostou de ficar por dentro das informações apresentadas no texto? A Daqui Pra Fora trabalha para trazer conteúdos relacionados ao assunto para você.
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Veja 5 dicas de como fazer amigos nos Estados Unidos
/47 Comentários/em Dicas, Estados Unidos /por Daqui pra ForaQuando você pensa em estudar em universidades americanas, certamente imagina o impacto que a experiência e o diploma em uma instituição americana vão causar em seu currículo. De fato, a educação no país que conta com algumas das melhores faculdades do mundo é um diferencial, mas como fazer amigos nos Estados Unidos?
A distância das pessoas queridas e familiares pode causar receio sobre a vida social durante o intercâmbio, mas é possível superá-la. As diferenças culturais que você encontrará são fatores positivos, que vão enriquecer a experiência. No fim das contas, é bem possível que você volte de lá com mais amigos.
Neste texto, vamos falar mais sobre a vida social de estudantes estrangeiros nos EUA e passar 5 dicas valiosas para você saber como fazer amigos nos Estados Unidos.
Continue a leitura e confira!
1. Não se preocupe com a fluência
Um dos maiores entraves encontrados por brasileiros quando se comunicam com estrangeiros é a pronúncia de palavras e o domínio geral da língua. Naturalmente, mesmo para pessoas com nível avançado em inglês, compreender o sotaque nativo pode se mostrar um desafio e tanto.
Da mesma forma, é comum que, ao tentar falar, você não tenha certeza sobre a pronúncia correta de uma palavra ou mesmo não se lembre como estruturar a frase que você quer da maneira certa.
Bem, não se preocupe! Os americanos são acostumados a lidar com pessoas vindas de fora do país, já que se trata de uma região com um enorme volume de imigrantes.
Sendo assim, eles sabem que seria injusto esperar fluência de alguém que não tem o inglês como primeira língua. Portanto, comunique-se sem medo de errar.
Assim, mesmo que você cometa alguns deslizes, os interlocutores vão se esforçar para entender o que você quer expressar. No fim das contas, o que vale mesmo é a sua autoconfiança.
Ao adotar essa dica e perder o medo na hora de se relacionar com americanos, você notará que, com o tempo, sua fluência vai melhorar naturalmente. Essa interação é, inclusive, essencial para garantir o aprimoramento do seu inglês em níveis que nenhum cursinho pode alcançar.
2. Participe de organizações estudantis
Os americanos são grandes entusiastas das organizações estudantis. Elas são excelentes meios de reunir pessoas com interesses ou desempenhos semelhantes em um mesmo espaço.
Suas características variam: existem desde grupos para estudantes que se destacam academicamente até organizações que se reúnem semanalmente para praticar algum esporte.
O fato é que essas organizações são excelentes para alunos estrangeiros, especialmente por dois motivos.
Primeiro, elas possibilitam o networking, ou seja, ao entrar em uma delas, você tem a oportunidade de se relacionar com pessoas que podem ser importantes para o seu desenvolvimento estudantil ou mesmo profissional. Segundo, a relação constante com essas pessoas é primordial para aperfeiçoar o seu nível de inglês.
Então, uma prática recomendada para fazer amigos nos Estados Unidos é buscar por organizações estudantis que sejam de seu interesse. Se você curte praticar basquete, por exemplo, pode ir até o ginásio da faculdade e procurar saber sobre os grupos que se reúnem ali para a prática do esporte. Pode ter certeza que existem opções para todos os níveis.
Se você quer saber mais sobre essas organizações, contate o departamento de Student Life da instituição. Normalmente, eles têm informações sobre as fraternidades e demais grupos que você pode frequentar para criar e estreitar laços com os americanos.
3. Esteja aberto aos convites
Embora o foco deste texto seja como fazer amigos nos Estados Unidos, essa dica pode ser utilizada em toda sua vida social, concorda? Aceitar convites é, muitas vezes, o passo que precede a criação de uma nova relação. Portanto, durante seu intercâmbio, não hesite em responder ao chamado de pessoas interessadas na sua companhia.
É claro que o choque cultural pode ser um pequeno obstáculo aqui. Afinal, é bem provável que os convites que você receberá nos EUA sejam diferentes dos que você está habituado a receber, já que os hobbies americanos são mais variados.
Contudo, quebre essa barreira o quanto antes. Conhecer o que os nativos gostam de fazer é uma oportunidade única para facilitar sua adaptação ao país, além de possibilitar que você encontre novas atividades preferidas.
4. Busque atividades recreativas
É importante que sua vida social não se restrinja às atividades da instituição de ensino que você frequenta, de modo a expandir sua interação cultural.
Portanto, procure conhecer os arredores da sua cidade e encontre atividades extracurriculares que lhe interessem. Vá até o shopping, coma em restaurantes diferentes, faça uma caminhada no parque etc. O importante é não ficar trancado em seu dormitório.
Com o tempo, você vai criar uma espécie de rotina com suas atividades preferidas e conhecer pessoas que compartilham dos mesmos interesses. Com isso, a construção de laços acontecerá de forma natural.
5. Apresente a cultura brasileira
Se você está interessado na cultura americana, lembre-se que seus amigos americanos também se interessam pela sua. A curiosidade é comum a todos os seres humanos e pode ser utilizada como ferramenta para iniciar conversas e criar relações até mesmo duradouras. Portanto, tome a iniciativa de compartilhar as características de seu país com seus colegas.
Além de gerar o interesse na outra parte, essa prática se mostra uma excelente forma de matar um pouco da saudade de casa. Por exemplo, você sabia que poucos americanos conhecem o brigadeiro, doce característico do Brasil? Que tal confeccionar alguns e apresentar a guloseima a essas pessoas?
Além da culinária, outro aspecto cultural que pode servir como ponto de partida para amizades é a arte. Estamos acostumados a conhecer as músicas e filmes criados pela indústria americana, mas o inverso não acontece.
Sendo assim, apresentar obras do cinema e da música brasileira pode criar uma curiosidade nos americanos, o que tornará sua relação com eles excelente.
As vantagens de realizar um intercâmbio são inúmeras mas, para aproveitá-las, é essencial contar com uma boa rede de amigos.
A companhia, além de servir como remédio para aliviar as saudades de casa, ainda é uma forma de praticar seu inglês continuamente, o que torna a experiência mais valiosa.
Gostou das dicas sobre como fazer amigos nos Estados Unidos e quer continuar aprendendo? Confira mais um de nossos posts e saiba como é a vida no campus em um faculdade nos Estados Unidos!
Como funciona o ano letivo nos EUA?
/109 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaComo você deve imaginar, o ano letivo nos EUA é bem diferente do que estamos acostumados no Brasil. Fatores como a duração das aulas, o calendário de férias e até a aplicação de provas são encarados de forma diferente nos Estados Unidos. Além disso, durante o ensino regular, o aluno tem maior flexibilidade para montar sua grade de horários.
Uma boa notícia para os interessados em estudar no país é que as férias não são os únicos momentos de relaxamento no ano. Existem feriados prolongados e pausas nas atividades acadêmicas que modificam a experiência do estudante. Outra diferença importante é a forma como as notas são definidas no boletim.
Curioso para saber mais sobre essas diferenças? Neste texto, vamos falar sobre as características mais marcantes do ano letivo nos EUA e deixar claro sua diferença para o que acontece no Brasil. Confira!
Como funciona o ano letivo nos EUA?
Sendo um estudante brasileiro, você deve estar acostumado com longas férias que se iniciam em dezembro e vão até o final de janeiro, no mínimo.
Ao retornar desse período, a escola inicia um novo ano letivo, que se estende até as férias de meio do ano, iniciadas em julho.
Bem, nos Estados Unidos, as coisas são diferentes. Para começar, por mais contraditório que pareça, o ano letivo não começa no início do ano. Os estudantes americanos têm seu primeiro dia de aula no fim de julho ou início de agosto, quando terminam as famosas férias de verão.
Esse período é conhecido por lá como summer break e representa as férias mais longas do calendário. O motivo dessa diferença para o calendário brasileiro pode ser entendida pelo nome, que indica que elas ocorrem no verão.
Por essa razão, as escolas e universidades americanas preferem que o intervalo mais longo seja na época mais quente, e não no gelado dezembro.
Além das férias que estamos acostumados no Brasil, existem duas outras pausas no ano letivo nos EUA que chamam atenção. A primeira é o Thanksgiving, que ocorre toda última semana de novembro.
Trata-se de um feriado religioso em que o país praticamente para, dando uma excelente oportunidade para alunos viajarem e reencontrarem familiares ou conhecerem mais o país.
Durante o segundo semestre do ano letivo, que se inicia em novembro, as universidades têm uma pausa de uma semana conhecida como Spring Break.
Como o nome sugere, esse break ocorre na primavera, mas a data exata varia de acordo com a instituição. Na maioria dos casos, porém, as aulas são paralisadas por uma semana no mês de março.
Como são as provas e o boletim?
A forma de avaliação em uma classe nos Estados Unidos pode variar de acordo com o professor e o objetivo do curso. É comum que alguns orientadores passem projetos semanais ou mensais que, ao fim do ano letivo, serão responsáveis por compor a nota do estudante e que atividades fora de sala de aula contem muito.
Normalmente, além de projetos e pesquisas periódicos, são aplicados dois períodos de provas: o midterm e as finals. O primeiro, acontece mais ou menos na metade do ano letivo enquanto o segundo ocorre nas últimas semanas de aula.
Por mais que os exames finais sejam determinantes para saber se o aluno vai ou não passar na matéria, dar valor aos dois períodos é fundamental.
Isso porque o midterm é muito importante para a formação da nota final. Em geral, seu valor é inferior ao das provas finais, já que aborda temas menos abrangentes.
Se o midterm é aplicado em abril, por exemplo, ele vai tocar apenas nos assuntos já discutidos em classe até ali. Já nas finals, o conteúdo inclui tudo o que foi passado pelo professor, desde o início do ano letivo.
Quem define o exato peso que cada exame vai ter para a formulação da nota final é o professor responsável pelo curso.
Tudo isso é discutido e esclarecido nos primeiros dias de aula, quando os alunos recebem um documento chamado syllabus. Ele serve como um guia para o aluno entender o método que será utilizado para calcular a sua nota.
É importante lembrar que, diferentemente do que ocorre no Brasil, as notas não seguem o padrão de 10 a 100. Em vez disso, as pontuações são dadas em letras. Elas podem, contudo, ser convertidas em uma escala de 10 a 100, conforme mostraremos a seguir:
Para calcular a média geral de todas as classes, utiliza-se o GPA, que é sigla para Grading Point Avarage, ou pontuação média.
O GPA varia entre 1 e 4 e, para defini-lo, é preciso converter as letras de volta para um valor numérico. Confira:
Como é a transição entre escola e universidade?
No Brasil, temos o ensino médio, que representa os três anos finais de estudo em um colégio regular. Durante esse período, os alunos brasileiros têm disciplinas obrigatórias pré-definidas, baseadas nas exigências dos vestibulares. Com isso, resta pouca liberdade para os estudantes montarem suas grades.
Nos Estados Unidos, esse período é representado pela High School, mas apresenta diferenças estruturais. Para começar, são 4 anos, em que os alunos são classificados como Freshman, Sophomore, Junior e Senior.
Essa classificação é a mesma que ocorre em universidades, o que ajuda o jovem a se habituar ao que vem pela frente.
Nos EUA, os últimos quatro anos contam com apenas quatro disciplinas obrigatórias: inglês, história, matemática e política. As outras aulas podem ser escolhidas de acordo com a vocação da pessoa e de seus objetivos profissionais.
Contudo, o peso da nota obtida nessas aulas é ainda maior nos Estados Unidos. Isso porque as universidades analisam o boletim do aluno durante o processo seletivo.
Apesar das diferenças, a adaptação acontece naturalmente e o país conta com algumas das melhores universidades do mundo, garantindo uma experiência qualificada aos seus estudantes.
E aí, ficaram claras as diferenças entre o ano letivo americano e o brasileiro? Se tiver alguma dúvida ou quiser acrescentar alguma coisa, deixe seu comentário para a gente!
Por que fazer faculdade no exterior?
/117 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaA busca por vagas em universidades no exterior vem crescendo ano a ano no Brasil. Segundo dados publicados pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, em 2018 50,4 mil brasileiros procuraram por graduação no exterior, contra 36,6 mil em 2017, o que representa um aumento de 37,7%.
A preocupação com o futuro e novas carreiras é certamente um dos fatores que mais impulsionam estes números. Mas fazer faculdade no exterior não é apenas frequentar as aulas. A experiência de estudar fora vai muito além e os benefícios aparecem bem antes de o aluno ir atrás do primeiro emprego.
Vantagens de fazer faculdade no exterior
O ambiente internacional de uma universidade nos EUA, Canadá e Reino Unido é por si só uma experiência única e muito rica.
O networking multicultural e a rápida evolução da fluência no idioma são percebidos logo no início da experiência. Mas há outros aspectos, constantemente mencionados por pais e alunos, que passaram pela Daqui pra Fora nesses 18 anos de trabalho, que reforçam os benefícios de cursar uma faculdade no exterior.
Excelência Acadêmica
Não há dúvida que, academicamente, as melhores universidades do mundo estão, em sua maioria, no exterior. Segundo o ranking 2024 da Times Higher Education, 57 das 100 melhores universidades do mundo estão nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá.
O ranking, bastante prestigiado no meio acadêmico internacional, leva em conta vários aspectos, entre eles pesquisa, ensino, citações em publicações científicas e empregabilidade.
Entre as 10 melhores, 7 estão nos Estados Unidos e 3 no Reino Unido (entre elas, as duas primeiras colocadas). O Canadá tem 7 instituições entre as 50 primeiras do ranking.
Entre as 300 melhores do mundo, 98 são americanas, 38 britânicas e 14 canadenses. A universidade brasileira mais bem colocada é a USP, entre as posições 250 e 300.
Oportunidades
A experiência em universidades no exterior traz inúmeras oportunidades dentro e fora da sala de aula. A variedade de cursos é enorme e a estrutura do ensino favorece demais o aluno nesse sentido.
Primeiro, caso ele saia do Brasil ainda indeciso em relação à carreira que pretende seguir, não tem problema. Nos Estados Unidos, por exemplo, utiliza-se a metodologia de General Education, onde os dois primeiros anos são mais básicos. O estudante só precisa decidir realmente o foco da carreira quando vai para o junior year (terceiro ano).
Além disso, há a possibilidade de dupla graduação (muito comum), ou seja, o aluno pode optar por fazer duas faculdades ao mesmo tempo. E são tantas alternativas atraentes que é provável que a dificuldade passe a ser escolher só dois cursos.
Mas a vida de quem vai estudar fora não se resume a aulas e tarefas. Ao contrário, todas as universidades incentivam e valorizam uma série de atividades extracurriculares e a própria estrutura delas facilita uma vivência inesquecível fora da sala de aula.
Essas atividades são oferecidas em forma de “clubs”, e são tantas opções que ninguém fica de fora. Tem para todos os gostos e preferências. Cinema, política, fotografia teatro, artes plásticas, dança, religião, TV, rádio, esportes, música, videogame, idiomas, newspaper, voluntariado na comunidade, associações estudantis e muito mais.
E tanto para as aulas quanto para os clubs o que não falta é estrutura para que tudo aconteça em alto nível. Desde salas de aula confortáveis e tecnológicas até refeitórios, teatro, salas de projeção, laboratórios, bibliotecas, estúdios… tudo muito bem equipado, com material de ponta. Enfim, não falta nada para o aluno ter as melhores experiências dentro daquilo que ele escolher fazer.
Mais vantagens para fazer faculdade no exterior você encontra nesse vídeo:
Desenvolvimento pessoal
Tudo é novo para quem vai estudar fora e “adaptação” é a palavra-chave. Este já é o pontapé inicial no crescimento pessoal que a jornada em uma universidade no exterior proporciona.
Morar longe dos pais, organizar suas coisas e seus horários, ter disciplina, escolher os cursos e atividades, ter que cuidar de contas, alimentação, deslocamentos, saúde, tomar decisões… é o caminho rumo à independência, à autonomia. E com elas vêm a maturidade.
O cenário multicultural onde tudo isso acontece ainda ajuda a desenvolver a tolerância, a flexibilidade, as interações pessoais, itens cada vez mais valorizados tanto socialmente quanto no mundo corporativo. Fazer faculdade no exterior envolve muito autoconhecimento, crescimento e aprendizado.
Carreira Profissional
O conjunto de vantagens que a formação em uma universidade no exterior traz, desde a excelência acadêmica até a formação pessoal, é o que tem chamado a atenção de grandes empresas, nacionais e multinacionais.
Muitas delas, como Ambev, Itaú, J.P.Morgan e Red Bull, já têm programas específicos para quem se formou no exterior.
Além disso, são enormes as possibilidades de estágio durante as férias de verão, a melhor maneira de o aluno aprender e colocar em prática o que está estudando na faculdade e, ao mesmo tempo, incrementar o currículo.
Só aqui no Brasil, quem procurar por Summer Internship no LinkedIn deve encontrar mais de 300 vagas para alunos que foram estudar fora em grandes empresas ou startups, entre elas Nokia, City Group, Liv Up, Avenues, McKinsey & Company, HP, Disney e o próprio LinkedIn.
Bolsas de estudo
Muitos alunos que aplicam para faculdades no exterior têm interesse em bolsas de estudos. A boa notícia é que as universidades dos Estados Unidos, por exemplo, são reconhecidamente as que mais oferecem esse tipo de incentivo aos alunos, que pode variar de 5 % a 100%.
São basicamente três tipos de bolsas de estudos: por mérito acadêmico, por necessidade financeira e por talento artístico.
As bolsas por mérito acadêmico são oferecidas a alunos que têm médias (notas) superiores às dos que estão entrando sem bolsa. São levadas em consideração as notas do Ensino Médio (desde o 9º ano), as notas do SAT ou ACT e TOEFL (proficiência em inglês).
As bolsas por necessidade financeira também levam em consideração o desempenho acadêmico e para a ajuda financeira, a universidade analisa vários documentos, entre eles o imposto de renda da família.
As bolsas artísticas são dadas a quem vai estudar Artes (teatro, música, dança, artes plásticas) na faculdade. O processo inclui audições ou portfólio.
Para conquistar algum tipo de bolsa é essencial identificar as instituições que oferecem o benefício e aplicar de maneira estratégica para consegui-las.
Como Fazer Faculdade No Exterior
O processo seletivo para fazer faculdade no exterior, especialmente nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido , é bem diferente daquele que acontece no Brasil.
Não é uma única prova que define quem entra ou não em uma faculdade lá fora. As instituições estrangeiras olham o aluno como um todo, desde suas notas até suas atividades extracurriculares.
Inicialmente, são levadas em consideração as notas do Ensino Médio (do 9º ano do Fundamental ao 3º do Médio), as notas das provas direcionadas ao próprio processo (SAT ou ACT e TOEFL ou IELTS) e ainda participação em atividades extracurriculares (artes, esporte, trabalho comunitário, atividades de liderança etc).
Um dos itens mais importantes do processo é a Redação ou Essay. Com temas bem pessoais, a redação vai mostrar muito do que o aluno é para a universidade, desde como ele escreve até o que ele pensa e como ele age. Isso ajuda a própria universidade a definir se este aluno combina ou não com o perfil da instituição.
Além disso, as universidades ainda pedem cartas de recomendação de pessoas que conhecem a fundo a personalidade e a trajetória do aluno, geralmente professores, coordenadores ou tutores.
Se você tem interesse sobre o processo de candidatura para faculdades no exterior e quer saber mais como uma consultoria educacional pode te ajudar nessa jornada, acompanhe nossos conteúdos recebendo-os por e-mail em nossa newsletter.
Vale a pena estudar em Boston? Descubra agora!
/102 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaCidade mais populosa do estado americano de Massachusetts, Boston é um dos destinos mais procurados por brasileiros que decidem ir para os Estados Unidos. A receptividade da cidade aos estrangeiros não é de hoje. Sua fundação, em 1630, foi realizada por recém-chegados imigrantes ingleses.
De lá para cá, a cidade recebeu uma enorme quantidade de pessoas vindas de todo o mundo, o que acelerou seu desenvolvimento. Hoje, Boston é conhecida pelo estilo de vida ativo, diversas atrações culturais e, principalmente, pela excelência das universidades localizadas na cidade e nos seus arredores.
E aí, será que vale a pena estudar em Boston? Neste texto, você vai conhecer mais sobre a vida na capital de Massachusetts e sobre as melhores universidades localizadas por lá. Além disso, vamos falar sobre como tal experiência pode significar uma verdadeira vantagem profissional. Confira!
Como é a vida em Boston?
Viver em uma cidade como Boston é uma experiência rara para qualquer pessoa. Isso porque sua arquitetura, que interage diretamente com cenários naturais, cria um ambiente único. O contraste das águas do Rio Charles, sempre repletas de veleiros, com a estrutura espelhada dos prédios que o cercam é uma visão para não ser esquecida.
Essa união entre natureza e civilização, aliás, é o que dá o tom à vida em Boston. Repleta de parques e jardins urbanos, a cidade oferece aos cidadãos opções de entretenimento que contemplam todos os gostos. Naturalmente, as atrações podem mudar conforme a estação do ano. O clima na cidade não é dos mais quentes, podendo atingir níveis abaixo de zero durante o inverno.
Independentemente da época do ano, porém, uma coisa não muda na cidade: a paixão por eventos esportivos. A maratona de Boston, por exemplo, é uma referência mundial de corridas em longa distância. Apenas um ano mais nova que os primeiros jogos olímpicos, o evento acontece, sem interrupções, desde o ano de 1897.
O artigo “A Maratona de Boston: Uma Tradição Centenária”, publicado no site oficial da maratona, destaca “como o evento se tornou uma parte integrante da identidade de Boston ao longo dos anos, atraindo não apenas atletas, mas também turistas e espectadores de todo o mundo”.
Além do clima, arquitetura e eventos esportivos, Boston é conhecida por ser um dos maiores polos intelectuais e estudantis da América. Uma ponte separa a cidade de Cambridge, onde fica localizada a Universidade de Harvard. No próximo tópico, falaremos sobre as melhores instituições de ensino da região. Continue a leitura.
Conheça as melhores universidades para estudar em Boston
Já pensou em estudar nas melhores universidades do planeta? Se sim, Boston pode ser uma boa opção para você. Além das instituições que ficam em sua área metropolitana, outras que ficam em seus arredores contam com transporte e acesso facilitado. A seguir, falaremos das principais.
Boston University
Com mais de 3.900 membros acadêmicos e aproximadamente 33.000 estudantes, a Boston University fica localizada no coração da cidade. A universidade é reconhecida por investir na vida estudantil, proporcionando aos alunos diversas atrações esportivas e culturais: são mais de 500 shows e concertos recebidos no campus a cada ano.
No quesito excelência acadêmica a BU, como é conhecida, também se destaca. A instituição é considerada uma das líderes globais em pesquisas, o que atrai investimentos pesados que possibilitam a constante melhoria da estrutura. A universidade, que abrange 250 campos de estudo, conta com 17 escolas e 23 livrarias.
Entre os intelectuais graduados na Boston University estão sete vencedores do Prêmio Nobel. O mais notório foi o ativista pelos direitos humanos Martin Luther King que, antes de se tornar famoso pela luta contra o preconceito racial, obteve um PhD em teologia na instituição.
Harvard University
Lembra que falamos que uma ponte separa Boston de Cambridge, casa da Universidade de Harvard? Pois é, são apenas 15 minutos a bordo de um transporte para ir do centro da cidade até a sede da instituição, que é considerada pelo Times Higher Education Ranking a quarta melhor universidade do mundo.
A mais antiga universidade dos Estados Unidos é quase um mundo à parte. Em seu extenso campus, estão localizados nada menos que dois teatros e cinco museus, além da maior biblioteca acadêmica do mundo, que reúne mais de vinte milhões de volumes.
Com mais de 3.700 cursos oferecidos em 50 campos de estudos diferentes, não é surpresa constatar o sucesso alcançado por antigos alunos de Harvard. A universidade, membro da famosa Ivy League, produziu mais de 45 vencedores do Prêmio Nobel, diversos ganhadores do prêmio Pulitzer e mais de 30 chefes de Estado, incluindo o ex-presidente americano George W. Bush.
Massachusetts Institute of Technology
Classificada como a terceira melhor universidade do mundo no ranking Times Higher Education, o Massachusetts Institute of Technology é localizado à beira do Rio Charles. Focada em pesquisas, a instituição conta com 32 departamentos acadêmicos, distribuídos em cinco áreas: arquitetura, engenharia, humanas, artes e ciência.
Fundada em 1861, o MIT, como é conhecido, adotou um slogan que reflete bem sua visão e seus valores: “Mens et Manus”. Traduzido do latim, o termo significa “mentes e mãos”, refletindo a abordagem científica da universidade, que dá extremo valor não apenas à teoria, mas também à aplicação da prática.
Entre os diversos edifícios dentro dos domínios do MIT estão 18 instalações estudantis, que servem para acomodar alguns dos mais de 11.000 estudantes vindos de todas as partes do planeta. Entre aqueles que já se formaram, estão 85 vencedores do Prêmio Nobel. Além disso, a instituição estima que seus antigos alunos sejam responsáveis por 30.000 companhias e 4,6 milhões de empregos.
Partiu Boston?
Estudar em Boston representa uma oportunidade única para aprimorar seu inglês, conhecer outra cultura e, acima de tudo, ganhar uma vantagem considerável no mercado de trabalho.
Além de contar com um dos polos intelectuais mais famosos do mundo, a cidade é repleta de empresas e pessoas que podem servir como impulso para sua carreira profissional.
E aí, ficou com vontade de saber como é possível estudar em Boston? Preencha o formulário abaixo para começar uma conversa com o nosso time de especialistas!
Por que contratar uma consultoria para estudar no exterior?
/52 Comentários/em Daqui pra Fora, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEnviar o seu filho para estudar no exterior é uma decisão enorme, que abre o caminho para um desenvolvimento acadêmico e profissional qualificado. Para facilitar esse processo, contratar uma consultoria especializada pode ser uma boa ideia.
Se a ideia é estudar fora do Brasil, existem países como a Inglaterra, Canadá e os Estados Unidos que reúnem as melhores universidades do planeta, segundo o ranking da Times Higher Education.
Às vezes pode parecer que o período entre a preparação para o processo seletivo e o início dos estudos é longo e complicado demais, mas sua execução é completamente viável.
Com a ajuda de uma consultoria para estudar no exterior, você tem chance de focar nos pontos mais relevantes da jornada, deixando que a empresa resolva os pormenores.
Neste artigo, vamos citar algumas vantagens que a contratação de uma agência especializada pode trazer para você e sua família. Confira!
Para que serve a consultoria especializada?
Como acontece no Brasil, os alunos interessados em ingressar em uma universidade precisam passar por um processo seletivo. Acontece que, para o estudante internacional, esse procedimento não é nem um pouco parecido com os vestibulares realizados por aqui.
Para começar, existem provas específicas que precisam ser realizadas para comprovar o nível de domínio da língua inglesa.
Nos Estados Unidos, por exemplo, existe o exame TOEFL, composto por testes de interpretação de texto, redação, compreensão de áudio e habilidades orais.
Além do exame de proficiência na língua do país de destino, algumas instituições exigem avaliações mais amplas, como o SAT ou o ACT.
Aí sim, a abordagem é mais similar com o ENEM brasileiro, já que a prova inclui áreas como matemática, história e gramática.
Outro item crítico para garantir a aprovação em uma universidade estrangeira é o histórico do ensino fundamental e médio. Não é preciso que o aluno seja o melhor da turma, mas boas notas facilitam bastante o processo.
Vale ressaltar que não há uma padronização de critérios para aprovação, fato que permite que cada instituição estabeleça os próprios parâmetros. É aí que entra a consultoria.
Com o acompanhamento de uma empresa especializada, você conta com maior segurança para conduzir o processo.
Será feito um planejamento individual com o aluno e família para construir o melhor currículo possível, se preparar para os testes exigidos, reunir os documentos corretos e cumprir todos os requisitos para admissão, além de identificar a universidade que mais combina com o perfil de cada um. Dessa forma, as chances de aprovação dão um salto significativo.
Veja neste vídeo informações importantes sobre o programa de preparação para a aplicação em uma universidade do exterior:
Acesso a um atendimento personalizado e especializado
Já falamos que o procedimento para seguir a vida acadêmica fora do país envolve muitas variáveis, como as exigências apresentadas por cada instituição.
Além delas, fatores como o desejo pessoal do aluno, a área de estudo desejada e o orçamento disponível para investimento por parte dos responsáveis podem alterar o processo.
Por isso, é fundamental contar com uma consultoria para estudar no exterior. Uma empresa que conte com profissionais experientes tem maior facilidade em visualizar a melhor abordagem para cada situação, buscar caminhos alternativos de acordo com as características da família e identificar as instituições mais adequadas.
Suponhamos, por exemplo, que você esteja disposto a gastar apenas um certo montante durante a jornada.
Com isso em mente, é fundamental conhecer as universidades que cobrem anuidades que caibam no seu bolso, ou que ofereçam bolsas de estudos no valor necessário, e que ao mesmo tempo sejam compatíveis com o perfil do aluno. Contudo, é preciso ter cuidado.
Mesmo que você tenha condições de pagar a anuidade, esse não é o único gasto envolvido. É preciso ter um conhecimento mais amplo sobre a experiência para apontar, por exemplo, as cidades que têm um custo de vida mais acessível e aquelas que requerem uma situação financeira mais adequada.
Com o apoio da consultoria, você não precisa se desgastar tanto com esses detalhes, que serão simplificados pelos profissionais envolvidos na parceria.
Maior agilidade na documentação
No primeiro tópico, mencionamos que a posse da documentação correta é essencial para possibilitar a aprovação pela faculdade desejada.
Mais do que isso, os documentos são fatores imprescindíveis na obtenção do visto de estudante, cuja ausência impossibilita todo o processo.
Como você deve saber, a aplicação para um visto é algo que pode ser um tanto complexo, já que as embaixadas responsáveis pela emissão do documento não toleram nenhum tipo de erro. Por isso, antes de tudo, você deve ter uma lista de tudo o que precisa para o dia da entrevista.
Fazer isso tudo sozinho pode ser uma ideia desestimulante, mas a boa notícia é que o caminho se torna muito mais fácil com a ajuda de uma consultoria.
Graças a experiência de atuação na área, a empresa pode te orientar quanto aos detalhes burocráticos da operação, deixando o processo mais assertivo.
Além disso, os profissionais em sua maioria são brasileiros que também estudaram fora e conhecem os procedimentos de entrevistas que precedem a aprovação do visto, o que os torna uma fonte excelente de dicas para obter sucesso na aplicação.
Prevenção de erros no processo
Não é só o órgão responsável pela emissão de vistos que é intolerante com falhas e erros. Durante o processo de aplicação, a equipe de admissão da universidade avalia cada ficha, selecionando aqueles que estão aptos e cumprem os requisitos estabelecidos.
Portanto, é crucial garantir que os documentos, redações e cartas sejam enviados sem qualquer tipo de erro ou atraso. É preciso, por exemplo, ficar atento às datas marcadas como limite para a conclusão de cada etapa do processo seletivo. Com o apoio de uma consultoria, você não precisa ocupar sua mente com questões como essa.
Mediação na comunicação com a universidade
Ao longo do processo, será preciso manter contato constante com os profissionais da instituição em questão. É preciso saber, por exemplo, se a instituição oferece algum tipo de dormitório, planos para refeição ou até mesmo transporte entre residência e faculdade.
Além disso, casos específicos como a transferência de um curso no Brasil para um curso no exterior podem exigir comunicações mais complexas e específicas.
Se você conta com um serviço de consultoria, a empresa vai agir como mediadora das partes, garantindo o alinhamento necessário para a conclusão da jornada.
Uma experiência acadêmica nas melhores universidades do mundo é um diferencial e tanto para o currículo do seu filho. Então, por que não tomar medidas para garantir que o processo seja realizado da melhor forma possível?
Ao contratar uma consultoria para estudar no exterior, você se preocupa menos com detalhes burocráticos e foca suas energias no que é realmente relevante para a admissão.
E aí, viu como uma consultoria especializada pode ser importante no processo para estudar no exterior? Quer saber como podemos ajudar? Preencha o formulário abaixo para começarmos uma conversa.
Por que deixar seu filho estudar e morar fora do Brasil?
/113 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaAtualmente, estudar e morar fora do Brasil é o sonho de muitos estudantes. Enquanto a promessa de liberdade e um mundo novo cheio de possibilidades se oferecem aos jovens, pais e responsáveis se voltam às questões práticas desse processo e se veem em um mar de dúvidas e inseguranças.
Não se preocupe: você não está nessa sozinho. Cercar-se de informação é a primeira medida para reduzir as interrogações sobre como tornar esse sonho possível para seu filho.
Outra boa saída é conhecer as vantagens que essa experiência pode trazer a um jovem. Quer saber mais sobre elas? Então acompanhe este texto até o fim!
Desenvolver a autonomia e a responsabilidade
Abrir mão do conforto da casa dos pais não é uma decisão que todos os jovens estão dispostos a tomar, mas que cedo ou tarde precisam enfrentar.
Independentemente da modalidade de moradia escolhida no exterior (homestay, dormitório na faculdade etc.), isso implica assumir novas responsabilidades — que podem ir de pagar as próprias contas a lavar as próprias roupas, por exemplo.
Por mais que seu filho ainda não desempenhe essas atividades na sua casa, esse é justamente um bom momento de treinar a independência dele e de prepará-lo para a vida adulta.
Além disso, as novas responsabilidades podem não vir apenas na forma de atividades domésticas. Existe também a oportunidade de trabalhar algumas lições financeiras.
Afinal, como ele vai se sustentar no exterior? Ele terá uma bolsa, uma mesada ou precisará trabalhar durante o período?
A gente sabe que é dever dos pais se preocupar, mas pode ser mais interessante deixar que o jovem administre seus recursos durante essa experiência. Certamente ele retornará com diferentes noções e valores acerca do dinheiro.
Trabalhar o autoconhecimento
Morar fora do Brasil e longe da família é uma experiência que pode ser enriquecedora. Sair de casa pode significar a perda de alguns mimos e confortos. Porém, é uma forma de o jovem se conhecer mais e até mesmo amadurecer.
Diferenças culturais, dificuldades de comunicação e outros fatores influenciam (e podem dificultar) a socialização no exterior. A saudade de casa e a distância dos amigos e dos familiares que ficaram em solo brasileiro também não deixam essa situação mais confortável.
Assim, alguns momentos de solidão acabam sendo comuns — mas isso não deve ser encarado como algo inteiramente negativo.
A cobrança e a influência dos familiares diminui e o jovem pode, finalmente, tomar as próprias decisões. Em contrapartida, terá de lidar sozinho com as consequências de seus atos.
Outra vantagem é a possibilidade de conhecer pessoas com outros tipos de repertórios e experiências, que talvez não cruzassem seu caminho no Brasil.
Aperfeiçoar um idioma
Em muitos casos, o principal objetivo de morar no exterior é justamente o de aperfeiçoar um segundo idioma — mais comumente o inglês. Apesar de termos grande acesso a produções musicais, cinematográficas e de outras formas de entretenimento internacionais, estar em um país que fala inglês de forma nativa é decisivo na aquisição da fluência.
Isso acontece especialmente por conta da utilização da língua em diferentes domínios. Ao sair do país, você não usa o idioma apenas para escutar música ou ver um filme, que são as utilizações mais comuns da língua no Brasil.
Ao contrário, o contato com o inglês se dá nas mais diferentes esferas da vida cotidiana — algo semelhante com o que ocorre quando se aprende uma língua nativa, mesmo que ninguém realmente se dê conta disso.
Desde pedir um pão na padaria a perguntar por informações para pegar um ônibus ou assistir às aulas na faculdade: toda a comunicação é feita em inglês, o que certamente traz grandes vantagens no desenvolvimento do idioma.
Investir na carreira nacional e internacional
Nem todo mundo tem a oportunidade de estudar ou morar fora do país. Assim, quem faz isso com pretensões profissionais certamente se destaca da concorrência ao retornar ao Brasil.
Em 2018, mais de 50 mil universitários brasileiros iniciaram uma graduação internacional, e a busca por esse tipo de especialização tem crescido. E o investimento vale a pena: o salário de quem tem inglês fluente chega a ser 61% maior do que o de quem não domina a segunda língua.
Existem diversas empresas com recrutamento focado em estudantes que se formaram no exterior e oferecem carreiras promissoras.
Quanto mais elevado o cargo em uma empresa, maior é a exigência com relação a um segundo idioma, visto que são os altos executivos que costumam negociar com o mercado externo.
Assim, o quanto antes seu filho dominar uma segunda língua — de forma realmente fluente — melhores as chances de ser bem-sucedido no mercado.
Existe ainda a possibilidade de seu filho almejar uma carreira acadêmica. A experiência em uma universidade no exterior pode abrir novas portas e permitir o contato com tecnologias e pesquisas ainda não disponíveis no Brasil, também tornando-o valioso ao mercado interno.
Ou ainda, abrir a mente para novos negócios e se tornar empreendedor. Muitos alunos da Daqui pra Fora voltaram ao Brasil com grandes ideias e fundaram startups que estão revolucionando o mercado nacional.
Aumenta a bagagem cultural
Falamos brevemente sobre o contato com pessoas (e até pesquisas) diferenciadas — situações que não aconteceriam no Brasil. Podemos entender todas essas situações com o aumento da bagagem cultural do seu filho.
Estudar no exterior, especialmente em escolas que já têm tradição em receber estudantes internacionais, permite o contato com pessoas de outras nacionalidades. Essa experiência garante maior conhecimento acerca de outras culturas e costumes.
Esse contato com a diversidade é um divisor de águas não só no desenvolvimento da empatia — soft skill cada vez mais cobiçado por grandes empresas —, mas pode ser entendido também como uma lição sobre a vida adulta. Afinal, frequentemente somos obrigados a lidar com o que é diferente ou “estranho” aos nossos olhos.
Mas, como você deve saber, uma experiência no exterior não se resume apenas à dedicação aos estudos ou a uma futura carreira. Assim, pontuamos também a possibilidade de seu filho realizar passeios a lazer. Imagine a quantidade de lugares que ele poderá visitar e criar memórias incríveis!
As vantagens de morar fora do Brasil vão desde aspectos pessoais a profissionais e acadêmicos. Seu filho pode almejar novas oportunidades ao regressar ao Brasil, como também já dar início a uma possível carreira internacional de sucesso.
Ainda tem dúvidas se você deve realmente investir nessa experiência ou o que fazer para garantir que ela seja a melhor possível para seu filho? Inscreva-se em nossa newsletter e receba mais conteúdos sobre o assunto. Estamos aqui para ajudá-lo!
Guia completo para estudar nos Estados Unidos
/71 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEstudar nos Estados Unidos representa não apenas a chance de conhecer novas pessoas e culturas, mas também a oportunidade de garantir um dos ensinos mais qualificados do planeta. Afinal, o país conta com universidades frequentemente listadas entre as melhores do mundo, como as que integram o seleto grupo da Ivy League.
Além da qualidade de ensino, as faculdades americanas oferecem uma experiência universitária rica, possibilitando a expansão de horizontes, desenvolvimento pessoal e o acesso ao mercado de trabalho.
Naturalmente, frequentar uma dessas instituições requer algum investimento, tanto de tempo quanto de dinheiro. Contudo, com foco, planejamento e ajuda dos pais, trata-se de um projeto totalmente realizável.
Se você considera a ideia de estudar nos Estados Unidos, este artigo é para você. Nele, vamos passar dicas valiosas para possibilitar essa jornada, desde os documentos necessários até os gastos envolvidos. Falaremos ainda sobre a escolha da universidade, funcionamento do processo seletivo e mais. Continue a leitura!
Entenda se você está pronto para estudar nos Estados Unidos
Adquirir fluência em uma nova língua, visitar lugares incríveis, fazer novas amizades, estudar em campus que são referências no mundo inteiro… os motivos para investir em uma faculdade nos Estados Unidos são muitos. Não adianta, porém, se precipitar e iniciar o processo sem estar devidamente preparado.
Ao tomar medidas inteligentes para o planejamento desse grande passo, você evita ser surpreendido com as peculiaridades do processo. Por isso, antes de qualquer coisa, é essencial entender se você está realmente preparado para se tornar um estudante internacional nos EUA.
É natural que, ao pensar profundamente sobre o assunto, preocupações venham a surgir. Viver fora do país representa tomar para si uma parcela maior de responsabilidade, já que grande parte da experiência se dará com a distância de pais, amigos e familiares.
Contudo, não é preciso se assustar. A forma como o ano letivo é organizado nos Estados Unidos possibilita diversas oportunidades para visitas.
Além das férias de meio e fim de ano, períodos como o Spring Break e o Thanksgiving costumam ser reservados pelos estudantes americanos para visitar os parentes e matar a saudade de casa.
Fora isso, tecnologias como o Skype e as chamadas de vídeo do WhatsApp diminuem bastante os efeitos da distância.
Vale lembrar também que as faculdades americanas contam com um processo seletivo holístico que, embora não envolva a realização de um vestibular, exige o cumprimento de diversas etapas.
Além de preparar os documentos de forma certeira para obter o visto de estudante, você vai precisar de um planejamento financeiro organizado e seguir os passos do processo de aplicação.
Ao final desse texto, você terá maior conhecimento sobre o processo e entenderá como ele pode ser realizado. No fim das contas, as vantagens envolvidas nessa empreitada se sobressaem aos desafios existentes.
Como escolher a cidade dos Estados Unidos para estudar
A escolha da sua região de moradia nos Estados Unidos durante seus estudos é um ponto fundamental. O país conta com mais de 4.000 instituições que oferecem curso superior, o que faz com que as opções do aluno sejam praticamente inacabáveis.
Além disso, por se tratar de um dos maiores territórios nacionais do planeta, cada região conta com particularidades que as diferenciam de outras.
Sendo assim, a escolha da cidade é determinante para a experiência. É possível, por exemplo, morar em uma cidade em que a neve é algo comum e o tempo frio predomina.
Ao mesmo tempo, estados como a Flórida e a Califórnia se destacam por seu clima mais quente que, por lembrar temperaturas do nosso país, acabam atraindo muitos brasileiros.
Como sabemos, o clima não deve ser o único parâmetro considerado para a definição da melhor região para você. Algo que deve ser levado em conta são as atrações de entretenimento disponíveis para os estudantes.
Afinal, além do estudo qualificado, a experiência de estudar nos Estados Unidos abre espaço para turismo, diversão e atividades culturais.
Portanto, se você é um fã de cinema, cidades como Los Angeles, San Francisco e Nova York podem ser mais atrativas para o seu perfil.
Da mesma forma, alguém que é fã de esportes americanos pode procurar por regiões que contem com times e ligas competitivas. Jogos de campeonatos como a MLS, NBA ou NFL são uma atração que movimentam toda a cidade.
Mais um ponto que pode entrar nessa conta é a proximidade com comunidades brasileiras. Por meio de uma rápida pesquisa, você pode levantar informações sobre os locais com maior concentração de brasileiros.
Morar em uma dessas regiões pode facilitar a adaptação de alguns, já que permite o contato com pessoas em situações semelhantes e facilita a identificação cultural.
Por outro lado, algumas pessoas podem preferir cidades que não contam com tantos imigrantes. O motivo para isso é potencializar o contato com a língua inglesa e imergir de forma mais completa na cultura americana. Na maioria dos casos, esses locais são situados mais para o meio do mapa dos EUA.
É melhor morar em cidade grande ou pequena?
Uma discussão muito comum até mesmo entre estudantes americanos é a diferença entre as experiências em cidades grandes e pequenas.
Isso acontece porque a maior parte das grandes faculdades dos Estados Unidos está localizada em regiões consideradas pequenas, atraindo diversos estudantes de todas as áreas do país.
Dessa forma, as comunidades acabam se desenvolvendo em torno da universidade, criando um ambiente intensamente acadêmico e estudantil.
Além do ambiente escolar, uma grande vantagem de cidades de menor porte é o custo de vida, que costuma ser bastante reduzido.
Além disso, por contarem com as pesquisas realizadas na faculdade, essas cidades costumam oferecer uma enorme qualidade para seus moradores.
A escolha de buscar uma cidade grande também é justificável. Com maior facilidade para o uso de transportes públicos e mais opções de entretenimento, as metrópoles proporcionam um cotidiano mais agitado, além de estarem mais próximas das grandes empresas. Um meio-termo para essas duas opções são as áreas situadas ao redor dos centros urbanos.
Como escolher a universidade para estudar nos Estados Unidos
Bem como na escolha da região, o tamanho também tem um papel importante na maioria das ponderações sobre qual universidade escolher.
É verdade que a maioria dos universitários internacionais se matriculam em instituições de maior porte, já que essas costumam contar com um investimento mais robusto por parte do governo estadunidense e a vida no campus pode ser mais chamativa.
Porém, é importante não descartar por completo as faculdades de menor porte. Com menos estudantes, os professores que lecionam nesses estabelecimentos conseguem dar maior atenção a cada um de seus alunos.
Isso é essencial não apenas para o processo acadêmico, mas também para a preparação para a fase que vem depois da obtenção do diploma.
Quando falamos em estudantes estrangeiros, essa característica se torna ainda mais relevante. Com a barreira natural imposta pela língua e pela diferença cultural, contar com maior atenção por parte de professores e staff pode ser um diferencial na adaptação do aluno.
Contudo, não existe uma regra quando o assunto é a escolha da faculdade. É importante que você e seus familiares busquem conhecer os serviços oferecidos pela instituição.
Algumas delas, inclusive, oferecem bolsas para pessoas vindas de certas partes do mundo. Analise, também, a estrutura da faculdade e a modernidade dos métodos e equipamentos utilizados pelo corpo docente.
Por fim, é essencial verificar se a opção escolhida é devidamente credenciada nos Estados Unidos. No país, não existe um órgão específico que seja responsável pela definição dos padrões acadêmicos das escolas.
Em vez disso, elas se juntam e formam associações que determinam o requisito mínimo para um estabelecimento ser credenciado.
Confira 4 dicas para calcular o custo de vida ao estudar nos Estados Unidos
Agora que você tem uma noção maior sobre os fatores que influenciam a escolha da cidade e da universidade, vamos focar no lado financeiro do projeto.
Naturalmente, as definições citadas anteriormente serão essenciais para você calcular o custo de estudar nos EUA, uma vez que isso varia de acordo com a localidade e até a personalidade de cada um.
Neste tópico, vamos abordar 4 fatores que devem ser considerados para você estimar quanto será necessário para levar uma vida tranquila no seu período acadêmico. Confira!
1. Moradia
Se não o maior, a moradia costuma representar um dos maiores gastos que precisam ser feitos por um estudante internacional. É verdade que muitas universidades oferecem quartos nos dormitórios dos campus, mas, ainda assim, exigem um investimento considerável. A boa notícia, porém, é que esse é um gasto que pode ser dividido com outras pessoas.
O custo do aluguel de um apartamento, como já mencionado, varia de cidade para cidade. Em centros mais populosos, como San Francisco, esse valor costuma ser mais elevado, já que a procura por apartamentos é maior do que a oferta.
No entanto, em áreas mais espaçosas, como o estado do Kansas, é viável encontrar diversas boas opções de aluguel por um preço menor.
Para elucidar essa questão, basta uma rápida busca no Craiglist, site que funciona como um classificado de imóveis nos Estados Unidos. Na capital do Kansas, a média de preço para um apartamento de 80 metros quadrados e um quarto é de $950. Um imóvel com o mesmo tamanho em San Francisco não sai por menos de $2200 por mês.
Sendo assim, observamos que a localidade da universidade escolhida é determinante para o custo da moradia. Naturalmente, grandes centros urbanos apresentam opções mais custosas, embora possam compensar com as características da vida na cidade.
2. Contas a pagar
Uma vez definida a moradia, é importante dar atenção às contas que são naturais em qualquer residência. Para gastos relacionados à eletricidade, ao processamento do lixo, ao gás e ao uso da água, você deve estar preparado para desembolsar algo entre $100 e $150. Esse valor não é absoluto, mas sua variação de região para região não costuma ser muito grande.
Além desses gastos básicos, é crucial assinar um serviço de internet. Uma conexão rápida e eficiente é muito importante não apenas para a comunicação do aluno com as pessoas queridas que ficaram no Brasil, mas também para fins de pesquisa e estudo.
Por sorte, a intensa competição entre os provedores de internet nos Estados Unidos garante diversas opções qualificadas e preços justos. Nesse quesito, as marcas Comcast, AT&T e Cox Communications se destacam, sendo as mais populares entre o público americano.
Dito isso, basta verificar a disponibilidade dos serviços em sua região e escolher o melhor para você. Embora o valor varie, ele costuma ficar entre $65 e $100.
Outro custo que deve ser levado em conta é o pagamento de um seguro de saúde, obrigatório no país, pois os Estados Unidos não contam com um serviço de atendimento médico público, fazendo com que a assinatura do seguro seja essencial para garantir tratamento em caso de necessidade.
O valor desse tipo de serviço fica entre $150 e $300 mensais, mas opções mais acessíveis podem ser oferecidas para estudantes internacionais.
3. Transporte
Se a sua universidade não fica a uma distância curta do seu alojamento, é essencial incluir o transporte na estimativa dos gastos. Os preços para viagens unitárias em ônibus circulares não passam de $2.75 e é possível, ainda, comprar um passe mensal, que permite um número ilimitado de viagens por um custo que varia de local para local. A média, contudo, costuma ser de $100.
4. Extras
É extremamente recomendado reservar uma quantia para gastos extras, que podem incluir desde atividades de entretenimento até o serviço de lavagem de roupas.
Com o mercado extremamente movimentado, a estadia nos Estados Unidos representa uma chance de adquirir roupas, dispositivos e acessórios da moda.
Além disso, as vastas opções de museus, cinemas e parques indicam que algum dinheiro deve ser reservado para que a experiência possa ser completa. O setor de restaurantes também é bastante chamativo, o que demanda certo planejamento para conciliar os gastos com uma alimentação saudável.
Como fazer o planejamento financeiro para estudar nos Estados Unidos
Mesmo que a família esteja preparada para realizar o investimento de enviar o aluno para estudar nos Estados Unidos, um planejamento financeiro bem-estruturado é necessário para garantir a segurança e estabilidade da jornada. Para começar, a primeira atitude deve ser buscar uma relação com os gastos previstos junto à instituição de ensino.
Sendo assim, durante o processo de aplicação, seja franco com os profissionais do departamento de admissão e peça uma estimativa dos gastos. Isso pode ser observado em uma das seções do I-20, documento geralmente enviado pela instituição para viabilizar a retirada do visto.
Com essas informações em mente, é possível se programar para o pagamento das tuition-fees, que são as taxas administrativas das faculdades.
Em muitos casos, é possível elaborar um plano de pagamento, o qual permite que a taxa seja paga de forma parcelada. Uma dica para facilitar esse planejamento financeiro é sempre buscar possibilidades de bolsas de estudo.
As escolas americanas distribuem diversos tipos de incentivos, alguns destinados a estudantes com bons resultados acadêmicos ou necessidade financeira, entre outros. Ao obter uma dessas bolsas, você abate uma parte do valor da tuition-fee, facilitando o investimento.
Fique por dentro da cultura local antes de estudar nos Estados Unidos
Um dos desafios que fazem a experiência ainda mais interessante está nos contrastes culturais entre Brasil e Estados Unidos. Sendo assim, esteja preparado para diferenças sutis no modo de vida e até mesmo de relacionamento do povo americano.
Algo que você vai notar de primeira é o tamanho das refeições, que costumam ser mais robustas que as brasileiras. Sendo assim, acostume-se com porções maiores de refrigerante e petiscos em restaurantes.
Além disso, muitos estabelecimentos contam com a política de refil, permitindo que você repita quantas vezes quiser uma porção de acompanhamento ou bebida.
A forma como a tecnologia é utilizada por lá também é um pouco diferente. Um dos grandes polos de inovação do mundo, o país proporciona a seus moradores acesso mais fácil a novidades tecnológicas.
Por isso, a digitalização dos processos é algo muito mais comum por lá, dispensando o uso de papel para atividades corriqueiras, como a apresentação de ingressos para um evento.
No modo como lidam com outras pessoas, os americanos costumam ser mais reservados em um primeiro momento. Então, não se surpreenda se o aperto de mão for mais frequente do que abraços e beijos na bochecha na hora dos cumprimentos, pelo menos até que a relação se torne menos formal.
Essa formalidade nas relações se reflete no vocabulário utilizado para conversas. Em vez de utilizar o primeiro nome, é comum, em um ambiente mais profissional, que as pessoas se refiram umas às outras com um pronome de tratamento acompanhado pelo sobrenome.
Além disso, professores costumam ser tratados com títulos mais formais, como “Sir” para homens ou “Miss” para mulheres.
Informe-se sobre o processo seletivo das universidades nos Estados Unidos
O processo seletivo para iniciar os estudos em uma faculdade americana é diferente do que conhecemos no Brasil. Para começar, o sistema de vestibular não impera por lá, embora o resultado em determinados exames possa ser fundamental para uma aplicação de sucesso. Os requisitos mínimos, porém, dependem da universidade.
O processo é holístico e avalia o candidato como um todo. Uma das primeiras etapas de avaliação são as notas escolares, especialmente as dos quatro últimos anos do colégio.
Na maioria dos casos, eles solicitam também uma redação escrita à mão e uma carta de recomendação de diretores ou professores. O objetivo é conhecer melhor o aplicante e identificar se o perfil é compatível com o da universidade.
O estudante terá que prestar também provas como o SAT ou o ACT, exames internacionais que poderiam ser chamados de “ENEM americano”. Os testes têm uma dinâmica específica e muito diferente das provas brasileiras, por isso é importante se preparar adequadamente para realizar um deles.
Além disso, é preciso prestar o TOEFL, um exame que mede o seu nível na língua inglesa. Cada instituição define uma nota que precisa ser alcançada pelo aluno para que ele seja considerado apto.
É necessário também ter boas atividades extracurriculares, feitas durante esses quatros últimos anos, que são muito analisadas pelas equipes de admissão.
Por fim, em alguns casos, pode ser que um representante da instituição realize uma entrevista com o aplicante a fim de definir os últimos detalhes da aplicação. Se tudo correr bem, a faculdade vai enviar os documentos e orientações necessárias para a retirada do visto de estudante.
Verifique qual é a documentação necessária para estudar nos Estados Unidos
Durante o processo de aplicação em uma universidade, a equipe de admissão vai solicitar o envio de alguns documentos a fim de verificar a aptidão do candidato para ingressar na instituição. Assim, esteja preparado para enviar o histórico escolar e o diploma de conclusão, caso seja aplicável.
Com tudo resolvido com a universidade após a admissão, é preciso se preparar para a retirada do visto de estudante. Para isso, é crucial que você esteja em posse de um passaporte válido. Para essa etapa, tenha todos os seus documentos disponíveis e atualizados. A lista de documentos requeridos é a seguinte:
Além dos citados, o consulado pode exigir transcrições de diplomas obtidos anteriormente, resultados de testes padronizados e comprovantes financeiros de que você é capaz de se sustentar nos EUA.
Descubra a importância de uma consultoria ao estudar nos Estados Unidos
Estudar nos Estados Unidos só é possível caso o processo descrito ao longo desse texto seja realizado com eficiência. Sendo assim, é essencial contar com uma agência de consultoria especializada nesse tipo de operação.
Uma empresa com experiência no mercado conhece cada detalhe do procedimento e, por isso, costuma indicar os caminhos mais seguros, além de proporcionar que o aluno foque sua energia onde realmente importa.
Além de assessorar o planejamento de cada etapa, uma consultoria de confiança prepara o aluno para que ele mostre às universidades todo o seu potencial, facilita a comunicação com as instituições e apresenta dicas para você tomar as decisões mais inteligentes.
Estudar nos Estado Unidos representa um crescimento não apenas profissional, mas também pessoal. Além da excelência acadêmica, a vivência em outra cultura é fundamental para preparar o jovem para o futuro.
Embora se trate de um procedimento complexo, o objetivo pode ser atingido com um bom planejamento e o acompanhamento adequado.
E aí, gostou de ficar por dentro das informações apresentadas no texto? A Daqui Pra Fora trabalha para trazer conteúdos relacionados ao assunto para você.
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É possível um brasileiro estudar e trabalhar no Canadá?
/118 Comentários/em Canadá, Carreira /por Daqui pra ForaMuitas pessoas buscam por uma oportunidade de estudar e trabalhar no Canadá, uma vez que morar no exterior é uma experiência que não só proporciona benefícios profissionais, mas também pessoais, especialmente em um país que é considerado um dos locais com maior qualidade de vida do mundo.
Morar em outra localidade possibilita o convívio com outras línguas e imersão em uma nova cultura, com diferentes hábitos e costumes, além de permitir o contato com empresas e instituições de ensino estrangeiras, itens muito úteis para a construção de uma carreira profissional de sucesso.
Se você deseja conhecer mais sobre o tema, acompanhe o post para descobrir tudo sobre o Canadá, vamos mostrar para você todos os detalhes. Confira!
Quais são os benefícios de morar no Canadá?
O Canadá é o segundo maior país em extensão territorial, um dos mais seguros do mundo e repleto por uma diversidade cultural incrível.
Por ser um local tão grande, há a possibilidade de morar em grandes centros como Toronto e Vancouver, em cidades mais pacatas e interioranas como a moderna Calgary ou até mesmo em locais que remetem a cultura europeia, como Montreal. Assim, existem opções para todos os gostos!
O local que proporciona uma excelente qualidade de vida aos moradores do país, é também um dos mais receptivos a jovens imigrantes, o que faz com que diversas pessoas o escolham como destino.
Não faltam motivos para que tantas pessoas queiram morar, estudar e trabalhar no Canadá, pois além das questões já mencionadas, o país ainda conta com transporte público acessível, infraestrutura de primeiro mundo, belezas naturais estonteantes, inúmeras opções de lazer e diversas oportunidades de trabalho.
No quesito clima, as estações do ano são bem definidas, com muito frio no inverno e temperaturas que podem chegar a números negativos. Já no verão é possível atingir facilmente os 33 ºC.
No Canadá ainda há a possibilidade de aprender dois idiomas, pois o país conta com mais de uma língua oficial — o inglês e o francês.
Por fim, o custo de vida costuma ser mais em conta do que em outras localidades, o que possibilita viajar por todo o país durante os estudos ou permanência no país.
Como um brasileiro pode estudar e trabalhar no Canadá?
Há algumas possibilidades para os estudantes brasileiros que desejam estudar e trabalhar no país. Confira!
Sistema de ensino
Inicialmente é preciso entender o sistema educacional canadense, que é diferente do que estamos acostumados no Brasil.
Para cursos com menos de 6 meses de duração não é preciso ter o visto de estudante. Nesse caso, é possível contar somente com o visto de visitante, contudo, não há a permissão para trabalhar.
Para poder estudar e trabalhar no país o estudante deve escolher um curso em período integral, com duração de no mínimo 6 meses (não pode ser um programa de aprendizado de idiomas) e a instituição de ensino escolhida deve estar na lista de Designated Learning Institutions.,
Ou seja, a escola precisa ter autorização do governo para oferecer cursos que exigem o visto de estudo (requisito obrigatório para os cursos com mais de 6 meses de duração).
Existem dois tipos de instituições que oferecem os programas: Colleges e Universities. Os Colleges oferecem cursos mais técnicos voltados para uma preparação para o mercado de trabalho, com menor duração (em geral, de 6 meses a 2 anos) e não oferecem diploma de bacharel.
Já a University oferece cursos de maior duração, como bacharelados, mestrados e doutorados, oferecendo diploma de graduação ao final dos, em média, 4 anos de curso.
As universidades canadenses estão no ranking das melhores do mundo e são conhecidas como instituições de prestígio em todos os locais.
Em ambas as instituições (Colleges e Universities), as aulas, em geral, se iniciam em janeiro ou setembro, sendo que em algumas escolas ainda há a opção de ingresso no mês de maio.
Mercado de trabalho
Após ser aprovado no processo seletivo e ingressar em uma instituição de ensino o aluno deve solicitar uma Letter of Acceptance (LOA) — carta fornecida pela escola para os alunos que estão matriculados em um curso — para dar início ao processo do visto de estudos com permissão de trabalho.
Com o visto em mãos, os alunos brasileiros (tanto de Colleges, quanto de Universidades) podem trabalhar 20 horas semanais — os estudantes que têm o direito à permissão de trabalho devem respeitar rigorosamente o período máximo de trabalho semanal.
A única exceção é durante o período em que as instituições de ensino entram de férias e os alunos podem trabalhar até 40 horas por semana, enquanto as aulas não retornam.
Os estudantes internacionais que concluem o seu curso em uma instituição de ensino canadense credenciada pelo governo podem permanecer e trabalhar no país com o Post Graduation Work Permit (PGWP) — um visto de trabalho em tempo integral que tem validade de 1 a 3 anos.
Para obter a aprovação do PGWP é preciso solicitá-lo em até 90 dias após a conclusão dos estudos, ainda com o visto de estudante válido. Caso contrário, se perde o benefício e não há mais a possibilidade de requisitá-lo.
No Canadá, o estudante é responsável por buscar por um emprego nos programas de estudo e trabalho.
É comum encontrar emprego na área de serviços, hotelaria e atendimento ao público, e o salário-mínimo no país é por volta de 10,85 dólares canadenses por hora.
Também é possível que o estudante realize estágios em sua área de estudo — o que possibilita que ele arrume um emprego após a formatura de maneira mais fácil.
Como vimos, os brasileiros podem estudar e trabalhar no Canadá de maneira simples, uma vez que o país facilita esse processo. Além disso, o país conta com diversos benefícios, como qualidade de vida, oportunidades no mercado de trabalho e sistema de ensino com excelência.
Assim, o destino se torna uma excelente opção para as pessoas que desejam morar no exterior!
Se você se interessou sobre o tema, continue a visita no blog e descubra como é a vida de um estudante em uma universidade do Canadá!
Como funciona o mercado de trabalho nos Estados Unidos?
/107 Comentários/em Carreira, Estados Unidos /por Daqui pra ForaEstudar e morar nos Estados Unidos tem diversas vantagens, afinal, não é à toa que esse é o desejo de muitos brasileiros. O país proporciona segurança, qualidade de ensino, de vida e ainda conta com um avançado desenvolvimento tecnológico.
No entanto, é comum surgir a seguinte dúvida quando se pensa em mudar de país: como é o mercado de trabalho nos Estados Unidos? É possível continuar no país após a graduação?
Assim, se você quer saber mais sobre o tema, acompanhe o post que explicaremos as possibilidades de trabalhos para brasileiros nos Estados Unidos. Confira!
Quais são as principais áreas de trabalho nos Estados Unidos?
Os ramos mais atrativos no mercado de trabalho nos Estados Unidos e que precisam de profissionais qualificados são aqueles ligados à tecnologia da informação, desenvolvimento de software, ciência de dados, engenharia de operação de sistemas, redes de computadores, entre outros.
Mas fora da área tecnológica, também há muitas outras que empregam brasileiros, como marketing, recursos humanos, turismo, gestão de tributos, engenharia, contabilidade, terapia ocupacional, auditoria, automação e mercado financeiro.
Além disso, fazer um curso no país aumenta as chances de conseguir um trabalho. Por isso, se o seu objetivo é morar nos Estados Unidos, é interessante cursar uma graduação em território norte-americano.
Com um diploma local em mãos, o processo é menos complexo, uma vez que dessa maneira você tem o mesmo preparo e mesma qualificação acadêmica que os americanos.
Há a possibilidade de trabalhar durante a graduação?
Durante os estudos há a possibilidade de realizar um estágio — o que posteriormente auxilia o estudante a entrar no mercado de trabalho —, e para tanto é preciso ter o visto F-1 ou J-1 e verificar as regras de sua universidade.
Dessa maneira, é possível trabalhar como voluntário por até 20 horas semanais durante o período de aulas ou aceitar estágios não remunerados em algumas ocasiões, como:
Assim, a maioria dos vistos americanos exige que os alunos aceitem apenas trabalhos dentro da universidade ou relacionados ao seu curso. Portanto, a melhor forma de encontrar um trabalho é consultando diretamente a sua instituição de ensino superior.
Cada universidade americana tem departamentos distintos com sites e serviços de carreiras próprios, que os alunos devem aproveitar. Os serviços estudantis costumam auxiliar os jovens a se inscreverem em programas de treinamento conforme as limitações do seu visto.
Até mesmo para realizar trabalhos voluntários e estágios externamente (desde que dentro da sua área de estudos), é preciso ter a autorização da sua universidade.
Por fim, os estudantes com visto F-1 que concluírem o primeiro ano da graduação em uma faculdade americana podem buscar por vagas utilizando agências de emprego ou bancos de dados externos.
Como entrar no mercado de trabalho nos Estados Unidos após concluir a universidade?
Após o término da faculdade é comum que os estudantes brasileiros queiram continuar morando nos Estados Unidos e, nesse momento, eles têm o objetivo de ingressar de fato no mercado de trabalho.
Por isso, é importante saber que, após o término da universidade, o aluno pode permanecer no país pelo prazo de carência para trocar o seu visto ou programar o seu retorno ao Brasil.
A duração do período varia conforme o visto do estudante, aqueles que têm o F-1 podem ficar até 60 dias, já os que têm o visto M-1 ou J-1 contam com um prazo de 30 dias.
Durante essa etapa, o estudante deve procurar por um trabalho em sua área de formação, caso não tenha saído empregado da faculdade.
Após estar empregado (tanto para os estudantes que já saem da graduação empregados quanto para os que encontram um trabalho durante o prazo de carência), o visto de estudante F1 por meio do programa OPT (Optional Practical Training) pode ser estendido por até 1 ano para o profissional adquirir experiência no mercado de trabalho, sendo que o emprego deve estar diretamente relacionado à área de formação.
Para adquirir esse visto é preciso enviar para a secretaria de sua universidade uma solicitação de OPT I-20. Se o pedido for aceito, a instituição encaminha os dados do estudante para o Student and Exchange Visitor System (SEVIS), que recebe os documentos de imigração necessários para completar a sua inscrição no OPT e que devem ser enviados ao Departamento de Imigração dos EUA.
Como trabalhar nos Estados Unidos após a conclusão da faculdade?
Passado o período de 1 ano concedido para os estudantes, aqueles que estiverem empregados devem solicitar um visto de trabalho americano.
Existem diversos tipos de vistos de trabalho, mas os estudantes internacionais recém-formados no país, em geral, recebem o visto temporário de trabalho (H-1B). Com ele é possível permanecer no país por 3 anos, com possibilidade de estender o período para 6 anos.
No entanto, é válido ressaltar que os graduados estrangeiros não podem fazer a solicitação do visto do trabalho por conta própria, quem deve preencher o requerimento em seu nome é o próprio empregador.
Para realizar a troca do visto de estudante para o de trabalho, é preciso ter uma qualificação acadêmica, como um bacharelado ou outro diploma.
Por fim, para ficar permanentemente nos Estados Unidos é preciso de um Green Card. Para requerê-lo é preciso estar no país com um visto de trabalho temporário e, assim como no caso anterior, é o empregador que preenche os formulários em seu nome.
Fazer uma faculdade no exterior proporciona inúmeras vantagens, pois além da vivência em outro local e os benefícios citados, o mercado de trabalho nos Estados Unidos conta com diversas oportunidades —especialmente para os profissionais que concluem uma graduação no país.
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Como as universidades do Canadá selecionam estudantes
/110 Comentários/em Canadá, Processo Seletivo /por Daqui pra ForaQuando pensamos em conciliar qualidade de ensino e qualidade de vida, o Canadá é um dos primeiros países a serem considerados. Algumas das melhores universidades do mundo, segundo o Ranking Times Higher Education, ficam no Canadá, como a University of Toronto, University of British Columbia ou ainda a McGill University.
Quer saber mais sobre as universidades canadenses e como é processo seletivo para entrar em uma delas? Continue a leitura.
Por que fazer faculdade no Canadá?
A qualidade do ensino canadense é mundialmente conhecida. Além disso, as universidades do Canadá têm muitos alunos estrangeiros em suas turmas, por isso, se preocupam com a igualdade de acesso. Isso torna o ambiente mais receptivo aos estudantes internacionais, e não apenas nas salas de aula.
Os estudantes que pretendem ficar no país após a graduação conseguem a permissão de maneira mais fácil que em outros países. Em até 90 dias após a conclusão dos estudos, basta o estudante solicitar o Post Graduation Work Permit (PGWP).
Essa é uma permissão de trabalho que pode te dar permanência entre um e três anos no Canadá, dependendo da duração total da sua graduação.
Outro atrativo são os custos que, em geral, são mais baixos se comparados à outras opções no exterior, como por exemplo, universidades nos Estados Unidos. O país ainda é um dos mais seguros para se viver e em algumas regiões é possível praticar não só o inglês, mas também o francês.
Como fazer então para estudar no Canadá? Conheça as etapas do processo seletivo.
Como funciona o processo seletivo das universidades no Canadá?
É muito comum que cada universidade canadense defina seus próprios critérios de avaliação, por isso não há um processo padrão para todas. A seguir você vai encontrar todas as etapas que podem aparecer em uma candidatura para estudar nas instituições do país, mas é sempre importante consultar o que a instituição, para onde você deseja se candidatar, solicita.
Notas Escolares
As universidades canadenses avaliarão as suas notas durante os últimos 4 anos na escola – o histórico escolar – a fim de verificar seu grau de dedicação com os estudos, ou seja, quanto maior for suas notas, maior a chance de você ser aprovado nessa primeira etapa.
Existe um sistema para converter as notas em uma média final que sirva de referência, o GPA (Grade Point Average). Essa é uma das principais diferenças do sistema brasileiro, já que por aqui os alunos deixam para focar nos estudos apenas quando se preparam para o vestibular.
Nota do TOEFL
Você precisará realizar também o TOEFL (Test of English as a Foreign Language), que é o exame que comprova sua proficiência em ler, escrever, entender e falar inglês. Isso mostrar às universidades que você está apto para frequentar as aulas e acompanhar o conteúdo no idioma.
Cada instituição define uma nota mínima exigida para que o candidato possa concorrer à vaga no curso desejado, e esse costuma ser um pré-requisito para quase todas as universidades no Canadá. As faculdades mais competitivas pedem notas acima de 80 ou 90 pontos e o aluno não pode tirar menos que 20 pontos em nenhuma das quatro partes da prova.
Nota do Enem e do SAT/ACT
Além das notas escolares, a maioria das universidades canadenses aceitam a nota do ENEM como um dos critérios de avaliação do processo.
Ou seja, ao prestar o Exame Nacional do Ensino Médio no Brasil, você pode aproveitar essa nota e utilizá-la para sua candidatura no Canadá. A nota utilizada no application deve ser a nota do ano anterior à candidatura.
Algumas universidades também podem exigir que o estudante realize um dos exames padronizados — chamados de SAT ou ACT. Não são todas as universidades do Canadá que exigem as notas desses testes, mas é bom conhecê-los, pois são como um “vestibular”, utilizados na avaliação da admissão. E se suas notas forem boas, pode ser um diferencial positivo.
O SAT é composto por três partes, sendo elas: redação, matemática e leitura/interpretação de textos. Também há uma outra versão, o SAT Subjects, que testa conhecimentos específicos do candidato em áreas como línguas, história, física e química, sendo essa uma exigência de determinadas faculdades ou cursos.
O ACT nada mais é do que um teste semelhante ao SAT, mas que apresenta questões de múltipla escolha de áreas como matemática, inglês, ciências e interpretação de textos. Algumas universidades também exigem uma redação dos candidatos feita dentro deste exame.
As notas de todos esses exames podem te ajudar também a conseguir uma bolsa de estudos, dependendo de seu desempenho.
Outras Etapas
Embora menos comum, é possível que algumas universidades ainda solicitem como avaliação o envio de algumas redações, cartas de recomendação e queiram avaliar suas atividades extracurriculares. Se sua universidade dos sonhos tem esses pré-requisitos, entenda como eles serão analisados.
Redações
A redação normalmente é solicitada somente pelas universidades mais fortes do país. São utilizadas para conhecer mais sobre quem é o estudante e auxiliar a universidade a selecionar candidatos academicamente parecidos.
Afinal, elas buscam alunos com perfil semelhante ao delas. Por isso, essa é a oportunidade de demonstrar sua personalidade, realizações e, especialmente, os projetos que participou e que ajudaram no seu desenvolvimento como pessoa.
Cartas de Recomendação
As cartas de recomendação também servem para a instituição conhecer um pouco mais sobre o perfil do aluno e suas experiências acadêmicas. Elas devem ser feitas por professores e coordenadores do colégio do estudante.
Atividades Extracurriculares
Atividades extracurriculares são todas as atividades que você faz fora de sala de aula que auxiliam no desenvolvimento pessoal, demonstrem liderança e engajamento com a comunidade ao seu redor.
Alguns exemplos de atividades são trabalhos voluntários, participar de olimpíadas acadêmicas, organizar eventos beneficentes, entre outras possibilidades que façam sentido para o perfil do aluno.
Portfólio
Quando os cursos são voltados para artes, moda, design, fotografia, cinema entre outros do segmento artístico, a maioria das faculdades exige que o estudante envie um portfólio com os seus melhores trabalhos. Essa é uma maneira de avaliar se os requisitos técnicos demandados pelo curso são atendidos ou não.
Quer saber mais?
Uma de nossas alunas, Ana Letícia, contou como está sendo a jornada dela em Mount Royal, confira o depoimento dela.
Se animou em fazer uma faculdade no exterior? Assine nossa newsletter e continue acompanhando conteúdos sobre o tema para aumentar suas chances de aprovação.