Para estudar no exterior, é necessário saber que o processo seletivo não é composto apenas de uma prova, mas é holístico e envolve aspectos acadêmicos e pessoais do candidato. As instituições levam em conta tudo que o aluno faz do 9º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio, dentro e fora da sala de aula.
Por isso, para fazer faculdade no exterior é fundamental construir uma candidatura forte. É preciso pensar nas diferentes exigências das universidades, trabalhar cada uma delas desde cedo para na hora H, a hora de finalmente aplicar, o aluno poder apresentar às universidades a melhor versão de si mesmo.
A Importância da Preparação
Como são avaliados os quatro últimos anos do colégio, a preparação para entrar em uma faculdade no exterior não pode se resumir a estudar para ir bem em uma prova, como acontece no vestibular.
Além de levar em conta o desempenho acadêmico nesse período, as universidades no exterior se preocupam bastante com o perfil do aluno. Querem saber como ele é, do que ele gosta e o que ele faz fora da sala de aula para identificar se combinam com elas.
Então, para poder apresentar uma boa candidatura, o ideal é o aluno começar a se preparar cedo e cuidar de todos os aspectos (notas escolares, preparação para as provas padronizadas, redações, atividades extracurriculares, cartas de recomendação, portfólio) da forma mais eficiente possível.
Essa preparação pode começar no 9º ano, mas nada impede que ela aconteça depois disso, até mesmo dois anos antes de começar a faculdade.
Como é o Programa de Preparação da Daqui pra Fora
O Programa de Preparação da Daqui pra Fora trabalha na construção do currículo do candidato.
Durante todo o processo o aluno é orientado individualmente por um mentor. Esse profissional acompanha de perto todos os passos do candidato e dá a direção correta para que ele não perca tempo, nem energia, durante a jornada.
Entenda como funciona o nosso Programa de Preparação:
1. Planejamento
Nessa fase, o mentor avalia as características do candidato, define estratégias, metas, prioridades e traça um plano de ação.
A preparação para o processo seletivo das universidades no exterior é trabalhosa e exige que o aluno “equilibre vários pratos ao mesmo tempo”: o dos estudos para a escola, o das atividades extracurriculares, o das redações, o da preparação para as provas padronizadas… Por isso, um bom planejamento é fundamental.
O mentor é responsável por manter a rota traçada. Em sessões individuais, ele ajuda o aluno a checar sua agenda semanal e ver o que está funcionando e o que não está. Assim, é possível reprogramar as ações para que ele consiga usar o tempo da forma mais eficiente.
Como parte do planejamento, o mentor ainda indica leituras semanais e mensais, de acordo com o perfil do aluno, que vão ajudar lá na frente nas provas e nas redações.
2. Atividades Extracurriculares
Parte importante do processo seletivo, as atividades extracurriculares ajudam a universidade a conhecer melhor o candidato e ver o quanto ele pode contribuir para o ambiente daquela instituição.
Nas sessões individuais com o aluno, o mentor descobre seus interesses, suas preferências, os problemas que gosta de resolver, e baseado nisso, faz o aluno refletir sobre atividades em que ele possa se engajar e que vão enriquecer sua candidatura.
São atividades diversas, que podem estar ligadas a artes, esporte, pesquisa, experiência profissional, voluntariado ou outras áreas. O aluno traz suas sugestões e depois de definidas as atividades, o mentor o ajuda a se organizar para colocar em prática cada uma delas.
3. Performance Acadêmica
Como essa é a primeira etapa de avaliações das universidades, o mentor acompanha de perto, durante toda a preparação, a performance do aluno na escola e define um plano de melhoria de notas, estabelecendo prazos e ajudando o candidato na sua organização, caso seja necessário.
4. Planejamento para Provas
O processo seletivo para estudar no exterior inclui provas padronizadas, como o SAT e o ACT, que medem o conhecimento acadêmico, e o TOEFL, que avalia a proficiência no inglês.
Para que o aluno tenha uma boa performance nesses exames, o mentor orienta quando é melhor ele começar a se preparar e também se ele deve ou não fazer isso com a ajuda de um tutor. O mentor ainda estabelece um cronograma de provas e auxilia o aluno a definir quais provas ele deve fazer.
5. A Experiência Universitária
Todos os nossos mentores são formados em excelentes universidades no exterior. Durante as sessões individuais, eles passam para os alunos aspectos importantes dessa experiência.
Falam sobre a vida social e cultural do campus, sobre modelos de ensino e sobre a infraestrutura que as universidades oferecem em diferentes áreas. Mostram que, assim como há diferentes perfis de alunos, o mesmo acontece com as universidades. Cada uma tem características próprias. As diferenças podem estar no tamanho, na localização, nos cursos, no foco, e até no perfil dos professores e dos alunos.
Tudo isso ajuda o aluno a direcionar a candidatura e diminui a possibilidade de surpresas no ingresso.
Quando a Preparação Deve Começar
Quem pensa desde cedo em fazer faculdade fora pode começar o Programa de Preparação no 9º ano do Ensino Fundamental. Quanto antes o aluno iniciar a preparação, melhor. Ele terá mais tempo para trabalhar, se desenvolver e fazer tudo que é preciso para cumprir os requisitos exigidos pelas universidades.
Mas não é necessário começar no 9º ano. Muita gente só decide que quer estudar no exterior mais para frente.
Quem inicia o programa na 1ª ou na 2ª série do Ensino Médio tem o mesmo acompanhamento personalizado. O tempo é um pouco mais curto, mas é suficiente para que todas as orientações sejam dadas e todas as fases da Preparação sejam completadas com sucesso.
Para quem inicia na 3ª série ou já concluiu o Ensino Médio, o Programa de Candidatura é o mais indicado.
Os benefícios de ter o suporte da consultoria educacional Daqui pra Fora na preparação para estudar no exterior
Um processo seletivo holístico e trabalhoso, como é o das universidades americanas, precisa ser bem planejado. Muitos aspectos são levados em conta e não é simples saber onde focar os esforços .
A Consultoria Educacional conhece a fundo todas as etapas desse processo. Acompanha e orienta todos os passos do aluno. Passa todas as informações necessárias, ajuda o candidato a se organizar com prazos e a estabelecer prioridades.
Quer saber mais sobre o nosso Programa de Preparação? Assista ao depoimento de nosso aluno Pietro, que fez o programa e hoje estuda em Harvard.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2019-10-14 00:00:002020-12-07 15:39:03Quando começar a se preparar para fazer faculdade no exterior?
O processo seletivo das universidades no exterior não se resume a uma prova que mede os conhecimentos do aluno. Ele é longo e holístico. Aborda vários aspectos da vida pessoal e da trajetória acadêmica do candidato.
Por isso, muitas vezes é difícil saber onde focar os esforços, o que é fundamental para alcançar bons resultados nesse processo.
Uma consultoria educacional é essencial para maximizar as chances de aprovação do candidato. Mas como funciona esse trabalho? Vamos te explicar.
Como uma Consultoria Educacional funciona
O estudante pode começar a se preparar desde o 9º ano do Ensino Fundamental ou em qualquer série do Ensino Médio. Mas quanto antes, melhor, já que o processo seletivo leva em conta tudo o que o candidato fez nos quatro últimos anos do colégio, incluindo, entre outros aspectos, notas e atividades extracurriculares.
Como são muitos os fatores avaliados para a admissão nas universidades, é importante ter foco e dividir o tempo da preparação com eficiência.
A consultoria educacionalvaiorientar o candidato quanto a tudo que é importante no processo:
Enfim, tudo que é exigido pelas universidades no exterior, direcionando os esforços e fazendo com que o aluno não perca tempo nem energia fugindo da rota.
As Etapas do Trabalho de uma Consultoria Educacional
Na Daqui Pra Fora, a consultoria envolve três etapas. A primeira é a Preparação, direcionada para alunos do 9º ano à 2ª série do Ensino Médio. Depois vem a Candidatura, que acontece no ano que antecede o início do curso universitário.
E, por fim, o Apoio e Desenvolvimento, que dá suporte ao aluno e família durante o período de graduação no exterior.
Os alunos podem iniciar a consultoria em qualquer momento dos últimos quatro anos de colégio. Mas vale lembrar que quanto mais tarde, menos tempo o aluno tem para fortalecer sua candidatura e jovens do mundo todo estão começando a se preparar cada vez mais cedo.
Conheça melhor cada uma das etapas:
1. Preparação
Durante toda essa etapa, o aluno é orientado individualmentepor ummentor. Este profissional estimula o candidato a se tornar a melhor versão dele mesmo, de acordo com as exigências do processo seletivo para construir uma candidatura forte e com mais chances de admissão.
Parte fundamental no processo, as atividades extracurriculares recebem atenção especial do mentor. Ele identifica os interesses do aluno, e busca encontrar junto com o estudante atividades em que ele pode se engajar. Em seguida, é hora de se organizar para colocar essas atividades em prática.
No quesito acadêmico, que envolve as notas que vão compor o histórico escolar, o mentor auxilia com um plano de melhoria, se necessário, ou de manutenção, estabelecendo prazos e ajudando o aluno a se organizar.
Com relação às provas (tanto as de conhecimento quanto as de proficiência em inglês), a orientação foca no planejamento, prazos, escolha de quais prestar, treino com simulados e curso específico de preparação para as provas.
Este atendimento individualizado envolve ainda sessões de planejamento. O mentor auxilia o aluno no cumprimento da sua agenda semanal e mensal.
Juntos, eles identificam o que está funcionando e o que não está. Assim, conforme a necessidade, é feito um replanejamento para que o aluno aproveite o seu tempo da maneira mais eficiente possível.
Todos os mentores da Daqui pra Fora estudaram em excelentes universidades no exterior. Durante a preparação, eles passam ao aluno informações importantes sobre a experiência universitária.
Falam sobre a vida social e cultural no campus, sobre a infraestrutura das instituições, o modelo de ensino e sobre os diferentes perfis de universidades.
Dessa forma, o candidato entende como é a vida lá fora, o mentor conhece mais o aluno e juntos eles vão direcionando as escolhas.
2. Candidatura
Esta etapa acontece, em geral, no ano anterior ao início do curso universitário e a consultoria guia todos os passos que o candidato precisa cumprir durante este período.
O acompanhamento também é individual e personalizado, desta vez feito por uma equipe multidisciplinar. O trabalho inicia com o Estrategista, que definirá as estratégias, metas, prioridades e universidades adequadas para a candidatura de acordo com o perfil do aluno e investimento previsto pela família.
Para isso, leva em conta vários fatores, entre eles as chances de ser aceito, possibilidade de bolsa de estudos, a localização do campus e o tipo de faculdade (modelo de ensino, tamanho, perfil dos alunos, dos professores etc.).
O aluno será apresentado aos tipos de provas internacionais existentes, qual é o mais recomendado para ele, como praticar com simulados e que notas são esperadas de acordo com as universidades selecionadas.
A Daqui pra Fora oferece ainda Orientadores de Redações que darão suporte no desenvolvimento dos textos, com um método próprio da DpF, e revisa tudo várias vezes, até que estejam no nível esperado pelas universidades.
A equipe ainda orienta sobre as cartas de recomendação, feitas por professores e coordenadores do candidato. Dá dicas e revisa todas elas de acordo com a estratégia traçada inicialmente.
Quando tudo está pronto, os Orientadores de Applications não deixarão que o aluno perca nenhum prazo e guiarão quanto aos pré-requisitos e como preencher os documentos solicitados por cada universidade.
E após a admissão, a Daqui pra Fora apoia e orienta em tudo que é necessário para o aluno ir para a faculdade, desde escolher a universidade entre as admissões recebidas pelo aluno, documentação médica, visto, moradia, alimentação, até a efetivação da matrícula.
3. Apoio e Desenvolvimento
Depois que o aluno já alcançou seu objetivo e está estudando no exterior, a Daqui pra Fora mantém um canal aberto e os alunos podem entrar em contato para pedir ajuda em caso de qualquer dúvida, problema ou imprevisto.
Uma psicóloga especializada em experiências interculturais está sempre à disposição para atender pais e estudantes e oferecer todo o suporte necessário para esse período de adaptação de quem vai e também de quem fica no Brasil.
Nossa equipe também auxilia na conexão dos estudantes com o mercado de trabalho, quando necessário.
Bolsas de Estudos
Nos Estados Unidos as universidades oferecem basicamente três tipos de bolsas de estudos:
A bolsa por mérito acadêmico;
A bolsa por necessidade financeira;
A bolsa por talentos específicos.
Para aumentar as chances de conseguir uma delas, é importante, antes de mais nada, saber quais universidades oferecem esse auxílio e entre elas, quais têm o perfil que combina com o do aluno.
Além de ajudar a criar este “match”, a Daqui pra Fora ainda orienta o aluno no preenchimento estratégico de documentos complexos, que fazem parte do processo da requisição de bolsa.
Quer saber mais sobre como a consultoria educacional Daqui pra Fora pode ser importante nessa jornada? Teremos o prazer de tirar todas as suas dúvidas.
Agende uma conversa com nossos especialistas pelo Whatsapp!
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-3.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2019-10-10 00:00:002024-03-19 21:29:17Como uma Consultoria Educacional prepara estudantes para fazer faculdade no exterior?
As pessoas que desejam estudar no exterior, especialmente em locais como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, precisam escrever uma carta de motivação, também conhecida como Essay, ou ainda Personal Statement, durante o processo seletivo explicando por que está se candidatando àquela determinada instituição de ensino.
Ocorre que, muitas vezes, o candidato, por falta de costume, não sabe como redigir sua carta, uma vez que no Brasil essa prática não é muito comum, e o documento exige que o estudante pense em itens desafiadores, como suas expectativas para o futuro e seu plano de carreira.
E ainda existe o desafio de escrever uma carta de motivação ou carta de apresentação que não apresente erros ortográficos e esteja escrita de maneira objetiva.
Por isso, separamos algumas dicas para escrever uma carta de motivação: vamos apresentar todos os detalhes!
O que é a carta de motivação?
A maior parte dos processos seletivos para universidades fora do Brasil exige a apresentação de uma carta de motivação, que deve ser escrita pelo próprio estudante e entregue para a universidade que ele deseja ingressar.
As cartas de motivação, um dos itens mais personalizados da candidatura, podem ser solicitadas tanto para o ingresso em uma graduação como em uma pós-graduação e é uma oportunidade que o estudante tem de apresentar aos avaliadores quem ele é e sua personalidade.
Ou seja, itens que vão além do histórico escolar, de suas notas e de seu currículo e como seu perfil combina com a instituição.
Quando o aluno deseja solicitar uma bolsa de estudos, a carta de motivação é ainda mais importante, pois é por meio dela que ele deve provar porque merece, entre os demais candidatos, receber o desconto. Assim, trata-se de uma oportunidade que o estudante tem para provar que é a pessoa certa para aquela vaga.
Como escrever uma carta de motivação?
A primeira coisa que o estudante deve saber é que, apesar de ser possível encontrar modelos de cartas de motivação, é preciso que ele escreva uma carta personalizada e de acordo com as suas vontades e interesses, pois de nada adianta copiar a carta de outra pessoa que conta com uma história diferente da sua.
No entanto, há algumas dicas sobre como a carta deve ser escrita. Confira a seguir.
Pesquise sobre a instituição de ensino
Para escrever uma boa carta, é preciso, inicialmente, pesquisar quais são os requisitos e a filosofia da universidade e suas expectativas com relação aos candidatos e projetos.
Com isso, é possível saber o que a instituição espera de seus estudantes. Isso permite que o candidato seja mais específico na sua carta de motivação.
Em geral, esses itens podem ser encontrados com facilidade nos sites das instituições de ensino, que costumam apresentar informações claras sobre a grade de matérias, os professores do curso e até mesmo acerca dos pré-requisitos e expectativas com relação aos candidatos.
Compartilhe experiências coerentes
Uma boa carta de motivação deve ser objetiva e concisa, não pode conter erros de ortografia, digitação ou abreviações, deve informar de maneira direta os contatos do candidato e, principalmente, precisa justificar os motivos pelos quais escolheu se candidatar àquela universidade.
Além disso, é preciso apresentar importantes informações sobre o próprio candidato, como:
Conhecimentos;
Habilidades;
Experiências;
Atitudes;
Idiomas que domina.
O estudante deve sempre se lembrar de que a carta de motivação é um artigo pessoal, portanto, não é preciso ter medo de se colocar no texto, pois o intuito é justamente apresentar-se à instituição. Assim, é relevante falar sobre quem você é, quais são seus valores e do que você gosta, por exemplo.
Contudo, é válido ressaltar que não é preciso contar todos os detalhes da sua vida, afinal, o objetivo é que a carta seja direta, objetiva e realista. É preciso ser autêntico, honesto e narrar apenas as experiências que são coerentes com a vaga — como as motivações que levaram à escolha daquele curso.
Explique por que escolheu a vaga
É importante deixar claro para a universidade quais foram os motivos que fizeram você escolher pelo curso que está pleiteando, de forma honesta e original, para não ficar parecendo cópia de alguma outra carta.
Para isso, destaque os pontos que lhe chamaram atenção no programa da universidade, como os seus objetivos profissionais se encaixam no que é ensinado e como você pode contribuir para o avanço da pesquisa na universidade.
Evite usar jargões e frases prontas que denotam pouca profundidade de reflexão sobre o tema e podem fazer você perder pontos importantes na avaliação da banca examinadora.
Revise o seu texto e conte com ajuda
Antes de enviar sua carta, revise o texto quantas vezes for necessário e peça ajuda para outras pessoas sempre que possível.
Dependendo da universidade em que o estudante pretende estudar, a carta de motivação deve ser feita em inglês e, nesses casos, é preciso evitar o uso de tradutores online, por exemplo, pois o texto não pode conter erros ortográficos ou gramaticais.
Nesse momento, também é importante verificar se a carta não está semelhante a um currículo, pois, como dissemos, o objetivo é apresentar informações pessoais acerca do candidato que tenham relação com a vaga almejada e não pode ser frio.
Além disso, as cartas devem ser específicas para cada instituição de ensino. Dessa maneira, os candidatos que pretendem se candidatar a mais de uma universidade não devem utilizar o mesmo documento para diferentes instituições.
Por fim, não tenha medo de procurar por uma mentoriae pedir dicas de pessoas que já passaram pelo mesmo processo, inclusive para a revisão do texto.
Afinal, é muito importante utilizar todos os recursos que aumentam as chances de sua candidatura ter sucesso e, ao apresentá-lo para outras pessoas, é possível observar o impacto que o texto tem sobre o leitor, o que permite a identificação de possíveis melhorias.
Como vimos, a carta de motivação deve conter aspectos da vida pessoal do estudante que vão além do seu currículo — afinal, essa informação é possível encontrar em seu histórico escolar —, a fim de demonstrar para a instituição de ensino que você é o candidato adequado para ocupar a vaga disponível.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-2.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2019-10-10 00:00:002023-12-13 21:01:14Como fazer uma carta de motivação para a faculdade?
Estudar fora do país — especialmente nos EUA — é o desejo de muitos brasileiros e um dos passos para que esse sonho se torne realidade é obter o visto de estudante para os Estados Unidos.
No entanto, existem muitas modalidades diferentes de vistos que podem confundir o estudante.
Se você deseja conhecer mais sobre o assunto, acompanhe o post que vamos apresentar como é possível tirar o visto de estudante para os EUA e todos os seus detalhes. Confira!
Tipos de vistos de estudante para os EUA
O visto é uma autorização de entrada em algum país e deve ser solicitado antes da visita ao local. Em geral, os vistos costumam contar com data de validade, atividades que o indivíduo pode exercer, território que pode percorrer e duração da estadia no país, por exemplo.
Os EUA contam com diferentes tipos de vistos, assim, os brasileiros que desejam apenas visitar o país devem obter o visto B2, já quem vai trabalhar precisa ter o visto H-1B, H-2B ou H-3, por exemplo.
O visto de estudante para os Estados Unidos pode ser:
o F-1 para quem deseja estudar inglês ou realizar um curso em uma universidade americana;
o M-1 para os alunos que forem realizar a matrícula em um programa profissionalizante ou não acadêmico.
O visto para estudantes pode ter duração de até 4 anos e quem deve fornecer os documentos que são necessários para a comprovação do vínculo estudantil é a própria universidade ou escola de inglês que o estudante realizar a sua matrícula.
Assim, o primeiro passo de quem deseja obter o visto de estudante para os Estados Unidos é ter a aceitação em uma instituição de ensino americana.
Isso porque, como vimos, o curso que será realizado determina o tipo de visto que o estudante deve solicitar, além de ser preciso apresentar na embaixada americana uma documentação fornecida pela escola.
Como tirar o visto de estudante para os EUA?
Após ser aceito em uma instituição de ensino, o estudante deve preencher e apresentar alguns formulários, como o DS-160, que deve ser feito por todas as pessoas que solicitam um visto americano.
Além disso, também é preciso fornecer outro formulário chamado I-20, que é enviado ao estudante pela própria instituição de ensino em até 4 semanas após a sua matrícula.
Depois de receber o documento, é fundamental conferir itens como nome e demais dados pessoais — se tiver alguma irregularidade, é preciso entrar em contato com a escola imediatamente para evitar problemas —, pois é preciso estar com o formulário em mãos no dia da entrevista e informações divergentes podem dificultar o processo.
A instituição de ensino em que o estudante realizar a sua matrícula ainda é responsável por cadastrá-lo em um sistema dos Estados Unidos chamado SEVIS e para que o cadastro seja efetivado é preciso pagar uma taxa que varia de US$ 180 a US$ 200, a depender do curso que será realizado.
Após seguir todos os referidos procedimentos o aluno, finalmente, pode se cadastrar no site de solicitação de vistos da embaixada dos EUA e requerer o seu visto de estudante.
Para dar continuidade ao processo é preciso seguir os passos indicados, respondendo às perguntas realizadas com sinceridade e informando os dados solicitados.
Por fim, para finalmente obter o visto de estudante, é preciso marcar uma entrevista no consulado americano. Na data agendada, o estudante deve comparecer ao local com todos os documentos necessários, como recibo de pagamento da taxa SEVIS, formulário DS-160, passaporte válido, formulário I-20, dentre outros.
Além disso, no momento da entrevista, é fundamental responder com sinceridade todos os questionamentos para que o visto não seja negado.
É comum que sejam realizadas perguntas como “em qual local você vai morar durante os seus estudos?” e “por qual razão você pretende estudar em determinada escola?” e o estudante deve estar preparado para respondê-las de maneira objetiva e verdadeira.
Também é essencial que o estudante tenha na data da entrevista:
Os documentos que comprovem a sua intenção de voltar ao Brasil depois do término do curso;
Sua condição de se sustentar financeiramente no país durante o período de estudos;
Os documentos que comprovem os seus planos de estudar nos EUA.
Depois da entrevista, nos casos em que há a aprovação do visto, o consulado americano retém o passaporte e o devolve em até 10 dias úteis, sendo que é possível recebê-lo em casa ou retirar no local em dia e horário agendados.
O processo para obter o visto conta com diversas etapas e por essa razão é fundamental realizar todo o procedimento com antecedência.
Além disso, o tempo de espera para as entrevistas pode variar de acordo com a demanda do consulado americano (presente em diversas cidades do Brasil), assim como o prazo para a emissão de vistos pode ser maior.
Dessa maneira, como os vistos de estudantes só podem ser emitidos em até 120 dias antes do início de seu curso, o ideal é iniciar o procedimento assim que for possível.
Como evitar que o visto de estudante seja negado?
A negação do visto de estudante, em geral, está ligada ao perfil do solicitante, uma vez que é preciso justificar por qual razão a pessoa deseja estudar nos Estados Unidos.
Dessa maneira, a estratégia adotada para justificar o visto de estudante é fundamental no processo e, portanto, é preciso ir para a entrevista muito bem embasado, a fim de não deixar dúvidas no oficial consular.
Existem alguns outros fatores que podem levar a uma negação do visto, como quando o estudante não comprova que tem condições de se manter durante o período no país, pois nesses casos o Consulado pode entender que ele pretende trabalhar ilegalmente nos Estados Unidos para custear os seus estudos.
Outro ponto negativo que leva à reprovação é opreenchimento do DS com poucas informações, pois tal documento é fundamental e deve conter todos os dados solicitados, bem como as suas reais intenções no país.
Além disso, é importante que as informações estejam sempre de acordo com o I-20 para que não ocorram problemas na entrevista.
Por fim, outro fator que desfavorece o estudante é o nervosismo, pois em alguns casos o oficial consular pode entender que o indivíduo está tenso porque está mentindo e por essa razão negar o visto. Assim, é importante manter a calma e responder a todas as perguntas tranquilamente.
A fim de evitar problemas (como ter o visto negado), é fundamental contar com uma consultoria especializada nesse tipo de serviço para auxiliar o estudante durante todo o processo.
Se você ainda tem dúvidas acerca do tema, nós podemos auxiliá-lo. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Como-obter-o-visto-de-estudante-para-os-Estados-Unidos.jpg6891024Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2019-10-07 00:00:002024-03-06 14:40:33Como obter o visto de estudante para os Estados Unidos
Quando você pensa em estudar em universidades americanas, certamente imagina o impacto que a experiência e o diploma em uma instituição americana vão causar em seu currículo. De fato, a educação no país que conta com algumas das melhores faculdades do mundo é um diferencial, mas como fazer amigos nos Estados Unidos?
A distância das pessoas queridas e familiares pode causar receio sobre a vida social durante o intercâmbio, mas é possível superá-la. As diferenças culturais que você encontrará são fatores positivos, que vão enriquecer a experiência. No fim das contas, é bem possível que você volte de lá com mais amigos.
Neste texto, vamos falar mais sobre a vida social de estudantes estrangeiros nos EUA e passar 5 dicas valiosas para você saber como fazer amigos nos Estados Unidos.
Continue a leitura e confira!
1. Não se preocupe com a fluência
Um dos maiores entraves encontrados por brasileiros quando se comunicam com estrangeiros é a pronúncia de palavras e o domínio geral da língua. Naturalmente, mesmo para pessoas com nível avançado em inglês, compreender o sotaque nativo pode se mostrar um desafio e tanto.
Da mesma forma, é comum que, ao tentar falar, você não tenha certeza sobre a pronúncia correta de uma palavra ou mesmo não se lembre como estruturar a frase que você quer da maneira certa.
Bem, não se preocupe! Os americanos são acostumados a lidar com pessoas vindas de fora do país, já que se trata de uma região com um enorme volume de imigrantes.
Sendo assim, eles sabem que seria injusto esperar fluência de alguém que não tem o inglês como primeira língua. Portanto, comunique-se sem medo de errar.
Assim, mesmo que você cometa alguns deslizes, os interlocutores vão se esforçar para entender o que você quer expressar. No fim das contas, o que vale mesmo é a sua autoconfiança.
Ao adotar essa dica e perder o medo na hora de se relacionar com americanos, você notará que, com o tempo, sua fluência vai melhorar naturalmente. Essa interação é, inclusive, essencial para garantir o aprimoramento do seu inglês em níveis que nenhum cursinho pode alcançar.
2. Participe de organizações estudantis
Os americanos são grandes entusiastas das organizações estudantis. Elas são excelentes meios de reunir pessoas com interesses ou desempenhos semelhantes em um mesmo espaço.
Suas características variam: existem desde grupos para estudantes que se destacam academicamente até organizações que se reúnem semanalmente para praticar algum esporte.
O fato é que essas organizações são excelentes para alunos estrangeiros, especialmente por dois motivos.
Primeiro, elas possibilitam o networking, ou seja, ao entrar em uma delas, você tem a oportunidade de se relacionar com pessoas que podem ser importantes para o seu desenvolvimento estudantil ou mesmo profissional. Segundo, a relação constante com essas pessoas é primordial para aperfeiçoar o seu nível de inglês.
Então, uma prática recomendada para fazer amigos nos Estados Unidos é buscar por organizações estudantis que sejam de seu interesse. Se você curte praticar basquete, por exemplo, pode ir até o ginásio da faculdade e procurar saber sobre os grupos que se reúnem ali para a prática do esporte. Pode ter certeza que existem opções para todos os níveis.
Se você quer saber mais sobre essas organizações, contate o departamento de Student Life da instituição. Normalmente, eles têm informações sobre as fraternidades e demais grupos que você pode frequentar para criar e estreitar laços com os americanos.
3. Esteja aberto aos convites
Embora o foco deste texto seja como fazer amigos nos Estados Unidos, essa dica pode ser utilizada em toda sua vida social, concorda? Aceitar convites é, muitas vezes, o passo que precede a criação de uma nova relação. Portanto, durante seu intercâmbio, não hesite em responder ao chamado de pessoas interessadas na sua companhia.
É claro que o choque cultural pode ser um pequeno obstáculo aqui. Afinal, é bem provável que os convites que você receberá nos EUA sejam diferentes dos que você está habituado a receber, já que os hobbies americanos são mais variados.
Contudo, quebre essa barreira o quanto antes. Conhecer o que os nativos gostam de fazer é uma oportunidade única para facilitar sua adaptação ao país, além de possibilitar que você encontre novas atividades preferidas.
4. Busque atividades recreativas
É importante que sua vida social não se restrinja às atividades da instituição de ensino que você frequenta, de modo a expandir sua interação cultural.
Portanto, procure conhecer os arredores da sua cidade e encontre atividades extracurriculares que lhe interessem. Vá até o shopping, coma em restaurantes diferentes, faça uma caminhada no parque etc. O importante é não ficar trancado em seu dormitório.
Com o tempo, você vai criar uma espécie de rotina com suas atividades preferidas e conhecer pessoas que compartilham dos mesmos interesses. Com isso, a construção de laços acontecerá de forma natural.
5. Apresente a cultura brasileira
Se você está interessado na cultura americana, lembre-se que seus amigos americanos também se interessam pela sua. A curiosidade é comum a todos os seres humanos e pode ser utilizada como ferramenta para iniciar conversas e criar relações até mesmo duradouras. Portanto, tome a iniciativa de compartilhar as características de seu país com seus colegas.
Além de gerar o interesse na outra parte, essa prática se mostra uma excelente forma de matar um pouco da saudade de casa. Por exemplo, você sabia que poucos americanos conhecem o brigadeiro, doce característico do Brasil? Que tal confeccionar alguns e apresentar a guloseima a essas pessoas?
Além da culinária, outro aspecto cultural que pode servir como ponto de partida para amizades é a arte. Estamos acostumados a conhecer as músicas e filmes criados pela indústria americana, mas o inverso não acontece.
Sendo assim, apresentar obras do cinema e da música brasileira pode criar uma curiosidade nos americanos, o que tornará sua relação com eles excelente.
As vantagens de realizar um intercâmbio são inúmeras mas, para aproveitá-las, é essencial contar com uma boa rede de amigos.
A companhia, além de servir como remédio para aliviar as saudades de casa, ainda é uma forma de praticar seu inglês continuamente, o que torna a experiência mais valiosa.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Veja-5-dicas-de-como-fazer-amigos-nos-Estados-Unidos.jpg6831024Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2019-10-04 00:00:002023-12-15 18:12:37Veja 5 dicas de como fazer amigos nos Estados Unidos
Como você deve imaginar, o ano letivo nos EUA é bem diferente do que estamos acostumados no Brasil. Fatores como a duração das aulas, o calendário de férias e até a aplicação de provas são encarados de forma diferente nos Estados Unidos. Além disso, durante o ensino regular, o aluno tem maior flexibilidade para montar sua grade de horários.
Uma boa notícia para os interessados em estudar no país é que as férias não são os únicos momentos de relaxamento no ano. Existem feriados prolongados e pausas nas atividades acadêmicas que modificam a experiência do estudante. Outra diferença importante é a forma como as notas são definidas no boletim.
Curioso para saber mais sobre essas diferenças? Neste texto, vamos falar sobre as características mais marcantes do ano letivo nos EUA e deixar claro sua diferença para o que acontece no Brasil. Confira!
Como funciona o ano letivo nos EUA?
Sendo um estudante brasileiro, você deve estar acostumado com longas férias que se iniciam em dezembro e vão até o final de janeiro, no mínimo.
Ao retornar desse período, a escola inicia um novo ano letivo, que se estende até as férias de meio do ano, iniciadas em julho.
Bem, nos Estados Unidos, as coisas são diferentes. Para começar, por mais contraditório que pareça, o ano letivo não começa no início do ano. Os estudantes americanos têm seu primeiro dia de aula no fim de julho ou início de agosto, quando terminam as famosas férias de verão.
Esse período é conhecido por lá como summer break e representa as férias mais longas do calendário. O motivo dessa diferença para o calendário brasileiro pode ser entendida pelo nome, que indica que elas ocorrem no verão.
Por essa razão, as escolas e universidades americanas preferem que o intervalo mais longo seja na época mais quente, e não no gelado dezembro.
Além das férias que estamos acostumados no Brasil, existem duas outras pausas no ano letivo nos EUA que chamam atenção. A primeira é o Thanksgiving, que ocorre toda última semana de novembro.
Trata-se de um feriado religioso em que o país praticamente para, dando uma excelente oportunidade para alunos viajarem e reencontrarem familiares ou conhecerem mais o país.
Durante o segundo semestre do ano letivo, que se inicia em novembro, as universidades têm uma pausa de uma semana conhecida como Spring Break.
Como o nome sugere, esse break ocorre na primavera, mas a data exata varia de acordo com a instituição. Na maioria dos casos, porém, as aulas são paralisadas por uma semana no mês de março.
Como são as provas e o boletim?
A forma de avaliação em uma classe nos Estados Unidos pode variar de acordo com o professor e o objetivo do curso. É comum que alguns orientadores passem projetos semanais ou mensais que, ao fim do ano letivo, serão responsáveis por compor a nota do estudante e que atividades fora de sala de aula contem muito.
Normalmente, além de projetos e pesquisas periódicos, são aplicados dois períodos de provas: omidterme asfinals. O primeiro, acontece mais ou menos na metade do ano letivo enquanto o segundo ocorre nas últimas semanas de aula.
Por mais que os exames finais sejam determinantes para saber se o aluno vai ou não passar na matéria, dar valor aos dois períodos é fundamental.
Isso porque o midterm é muito importante para a formação da nota final. Em geral, seu valor é inferior ao das provas finais, já que aborda temas menos abrangentes.
Se o midterm é aplicado em abril, por exemplo, ele vai tocar apenas nos assuntos já discutidos em classe até ali. Já nasfinals, o conteúdo inclui tudo o que foi passado pelo professor, desde o início do ano letivo.
Quem define o exato peso que cada exame vai ter para a formulação da nota final é o professor responsável pelo curso.
Tudo isso é discutido e esclarecido nos primeiros dias de aula, quando os alunos recebem um documento chamado syllabus. Ele serve como um guia para o aluno entender o método que será utilizado para calcular a sua nota.
É importante lembrar que, diferentemente do que ocorre no Brasil, as notas não seguem o padrão de 10 a 100. Em vez disso, as pontuações são dadas em letras. Elas podem, contudo, ser convertidas em uma escala de 10 a 100, conforme mostraremos a seguir:
A: 93 – 100;
A-: 90 – 92;
B+: 87 – 89;
B: 83 – 86;
B-: 80 – 82;
C+: 77 – 79;
C: 73 – 76;
C-: 70 – 72;
D+: 67 – 69;
D: 63 – 66;
D-: 60 – 62;
F: Menor que 60.
Para calcular a média geral de todas as classes, utiliza-se o GPA, que é sigla para Grading Point Avarage, ou pontuação média.
O GPA varia entre 1 e 4 e, para defini-lo, é preciso converter as letras de volta para um valor numérico. Confira:
A: 4.0;
A-: 3.7;
B+ 3.3;
B: 3.0;
B-: 2.7;
C+: 2.3;
C: 2.0;
C-: 1.7;
D+: 1.3;
D: 1.0
D-: 0.7
F: 0.0.
Como é a transição entre escola e universidade?
No Brasil, temos o ensino médio, que representa os três anos finais de estudo em um colégio regular. Durante esse período, os alunos brasileiros têm disciplinas obrigatórias pré-definidas, baseadas nas exigências dos vestibulares. Com isso, resta pouca liberdade para os estudantes montarem suas grades.
Nos Estados Unidos, esse período é representado pela High School, mas apresenta diferenças estruturais. Para começar, são 4 anos, em que os alunos são classificados como Freshman, Sophomore, Junior e Senior.
Essa classificação é a mesma que ocorre em universidades, o que ajuda o jovem a se habituar ao que vem pela frente.
Nos EUA, os últimos quatro anos contam com apenas quatro disciplinas obrigatórias: inglês, história, matemática e política. As outras aulas podem ser escolhidas de acordo com a vocação da pessoa e de seus objetivos profissionais.
Contudo, o peso da nota obtida nessas aulas é ainda maior nos Estados Unidos. Isso porque as universidades analisam o boletim do aluno durante o processo seletivo.
Apesar das diferenças, a adaptação acontece naturalmente e o país conta com algumas das melhores universidades do mundo, garantindo uma experiência qualificada aos seus estudantes.
E aí, ficaram claras as diferenças entre o ano letivo americano e o brasileiro? Se tiver alguma dúvida ou quiser acrescentar alguma coisa, deixe seu comentário para a gente!
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ano-letivo-nos-EUA-qual-a-diferença-para-o-do-Brasil.jpg6831024Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2019-10-01 00:00:002023-12-27 20:40:47Como funciona o ano letivo nos EUA?
A busca por vagas em universidades no exterior vem crescendo ano a ano no Brasil. Segundo dados publicados pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, em 2018 50,4 mil brasileiros procuraram por graduação no exterior, contra 36,6 mil em 2017, o que representa um aumento de 37,7%.
A preocupação com o futuro e novas carreiras é certamente um dos fatores que mais impulsionam estes números. Mas fazer faculdade no exterior não é apenas frequentar as aulas. A experiência de estudar fora vai muito além e os benefícios aparecem bem antes de o aluno ir atrás do primeiro emprego.
Vantagens de fazer faculdade no exterior
O ambiente internacional de uma universidade nos EUA, Canadá e Reino Unido é por si só uma experiência única e muito rica.
O networking multicultural e a rápida evolução da fluência no idioma são percebidos logo no início da experiência. Mas há outros aspectos, constantemente mencionados por pais e alunos, que passaram pela Daqui pra Fora nesses 18 anos de trabalho, que reforçam os benefícios de cursar uma faculdade no exterior.
Excelência Acadêmica
Não há dúvida que, academicamente, as melhores universidades do mundo estão, em sua maioria, no exterior. Segundo o ranking 2024 da Times Higher Education, 57 das 100 melhores universidades do mundo estão nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá.
O ranking, bastante prestigiado no meio acadêmico internacional, leva em conta vários aspectos, entre eles pesquisa, ensino, citações em publicações científicas e empregabilidade.
Entre as 10 melhores, 7 estão nos Estados Unidos e 3 no Reino Unido (entre elas, as duas primeiras colocadas). O Canadá tem 7 instituições entre as 50 primeiras do ranking.
Entre as 300 melhores do mundo, 98 são americanas, 38 britânicas e 14 canadenses. A universidade brasileira mais bem colocada é a USP, entre as posições 250 e 300.
Oportunidades
A experiência em universidades no exterior traz inúmeras oportunidades dentro e fora da sala de aula. A variedade de cursos é enorme e a estrutura do ensino favorece demais o aluno nesse sentido.
Primeiro, caso ele saia do Brasil ainda indeciso em relação à carreira que pretende seguir, não tem problema. Nos Estados Unidos, por exemplo, utiliza-se a metodologia de General Education, onde os dois primeiros anos são mais básicos. O estudante só precisa decidir realmente o foco da carreira quando vai para o junior year (terceiro ano).
Além disso, há a possibilidade de dupla graduação (muito comum), ou seja, o aluno pode optar por fazer duas faculdades ao mesmo tempo. E são tantas alternativas atraentes que é provável que a dificuldade passe a ser escolher só dois cursos.
Mas a vida de quem vai estudar fora não se resume a aulas e tarefas. Ao contrário, todas as universidades incentivam e valorizam uma série de atividades extracurriculares e a própria estrutura delas facilita uma vivência inesquecível fora da sala de aula.
Essas atividades são oferecidas em forma de “clubs”, e são tantas opções que ninguém fica de fora. Tem para todos os gostos e preferências. Cinema, política, fotografia teatro, artes plásticas, dança, religião, TV, rádio, esportes, música, videogame, idiomas, newspaper, voluntariado na comunidade, associações estudantis e muito mais.
E tanto para as aulas quanto para os clubs o que não falta é estrutura para que tudo aconteça em alto nível. Desde salas de aula confortáveis e tecnológicas até refeitórios, teatro, salas de projeção, laboratórios, bibliotecas, estúdios… tudo muito bem equipado, com material de ponta. Enfim, não falta nada para o aluno ter as melhores experiências dentro daquilo que ele escolher fazer.
Mais vantagens para fazer faculdade no exterior você encontra nesse vídeo:
Desenvolvimento pessoal
Tudo é novo para quem vai estudar fora e “adaptação” é a palavra-chave. Este já é o pontapé inicial no crescimento pessoal que a jornada em uma universidade no exterior proporciona.
Morar longe dos pais, organizar suas coisas e seus horários, ter disciplina, escolher os cursos e atividades, ter que cuidar de contas, alimentação, deslocamentos, saúde, tomar decisões… é o caminho rumo à independência, à autonomia. E com elas vêm a maturidade.
O cenário multicultural onde tudo isso acontece ainda ajuda a desenvolver a tolerância, a flexibilidade, as interações pessoais, itens cada vez mais valorizados tanto socialmente quanto no mundo corporativo. Fazer faculdade no exterior envolve muito autoconhecimento, crescimento e aprendizado.
Carreira Profissional
O conjunto de vantagens que a formação em uma universidade no exterior traz, desde a excelência acadêmica até a formação pessoal, é o que tem chamado a atenção de grandes empresas, nacionais e multinacionais.
Muitas delas, como Ambev, Itaú, J.P.Morgan e Red Bull, já têm programas específicos para quem se formou no exterior.
Além disso, são enormes as possibilidades de estágio durante as férias de verão, a melhor maneira de o aluno aprender e colocar em prática o que está estudando na faculdade e, ao mesmo tempo, incrementar o currículo.
Só aqui no Brasil, quem procurar por Summer Internship no LinkedIn deve encontrar mais de 300 vagas para alunos que foram estudar fora em grandes empresas ou startups, entre elas Nokia, City Group, Liv Up, Avenues, McKinsey & Company, HP, Disney e o próprio LinkedIn.
Bolsas de estudo
Muitos alunos que aplicam para faculdades no exterior têm interesse em bolsas de estudos. A boa notícia é que as universidades dos Estados Unidos, por exemplo, são reconhecidamente as que mais oferecem esse tipo de incentivo aos alunos, que pode variar de 5 % a 100%.
São basicamente três tipos de bolsas de estudos: por mérito acadêmico, por necessidade financeira e por talento artístico.
As bolsas por mérito acadêmico são oferecidas a alunos que têm médias (notas) superiores às dos que estão entrando sem bolsa. São levadas em consideração as notas do Ensino Médio (desde o 9º ano), as notas do SAT ou ACT e TOEFL (proficiência em inglês).
As bolsas por necessidade financeira também levam em consideração o desempenho acadêmico e para a ajuda financeira, a universidade analisa vários documentos, entre eles o imposto de renda da família.
As bolsas artísticas são dadas a quem vai estudar Artes (teatro, música, dança, artes plásticas) na faculdade. O processo inclui audições ou portfólio.
Para conquistar algum tipo de bolsa é essencial identificar as instituições que oferecem o benefício e aplicar de maneira estratégica para consegui-las.
Como Fazer Faculdade No Exterior
O processo seletivo para fazer faculdade no exterior, especialmente nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido , é bem diferente daquele que acontece no Brasil.
Não é uma única prova que define quem entra ou não em uma faculdade lá fora. As instituições estrangeiras olham o aluno como um todo, desde suas notas até suas atividades extracurriculares.
Inicialmente, são levadas em consideração as notas do Ensino Médio (do 9º ano do Fundamental ao 3º do Médio), as notas das provas direcionadas ao próprio processo (SAT ou ACT e TOEFL ou IELTS) e ainda participação em atividades extracurriculares (artes, esporte, trabalho comunitário, atividades de liderança etc).
Um dos itens mais importantes do processo é a Redação ou Essay. Com temas bem pessoais, a redação vai mostrar muito do que o aluno é para a universidade, desde como ele escreve até o que ele pensa e como ele age. Isso ajuda a própria universidade a definir se este aluno combina ou não com o perfil da instituição.
Além disso, as universidades ainda pedem cartas de recomendação de pessoas que conhecem a fundo a personalidade e a trajetória do aluno, geralmente professores, coordenadores ou tutores.
Se você tem interesse sobre o processo de candidatura para faculdades no exterior e quer saber mais como uma consultoria educacional pode te ajudar nessa jornada, acompanhe nossos conteúdos recebendo-os por e-mail em nossa newsletter.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-03.png6671000Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2019-09-29 00:00:002024-03-15 16:57:02Por que fazer faculdade no exterior?
Cidade mais populosa do estado americano de Massachusetts, Boston é um dos destinos mais procurados por brasileiros que decidem ir para os Estados Unidos. A receptividade da cidade aos estrangeiros não é de hoje. Sua fundação, em 1630, foi realizada por recém-chegados imigrantes ingleses.
De lá para cá, a cidade recebeu uma enorme quantidade de pessoas vindas de todo o mundo, o que acelerou seu desenvolvimento. Hoje, Boston é conhecida pelo estilo de vida ativo, diversas atrações culturais e, principalmente, pela excelência das universidades localizadas na cidade e nos seus arredores.
E aí, será que vale a pena estudar em Boston? Neste texto, você vai conhecer mais sobre a vida na capital de Massachusetts e sobre as melhores universidades localizadas por lá. Além disso, vamos falar sobre como tal experiência pode significar uma verdadeira vantagem profissional. Confira!
Como é a vida em Boston?
Viver em uma cidade como Boston é uma experiência rara para qualquer pessoa. Isso porque sua arquitetura, que interage diretamente com cenários naturais, cria um ambiente único. O contraste das águas do Rio Charles, sempre repletas de veleiros, com a estrutura espelhada dos prédios que o cercam é uma visão para não ser esquecida.
Essa união entre natureza e civilização, aliás, é o que dá o tom à vida em Boston. Repleta de parques e jardins urbanos, a cidade oferece aos cidadãos opções de entretenimento que contemplam todos os gostos. Naturalmente, as atrações podem mudar conforme a estação do ano. O clima na cidade não é dos mais quentes, podendo atingir níveis abaixo de zero durante o inverno.
Independentemente da época do ano, porém, uma coisa não muda na cidade: a paixão por eventos esportivos. A maratona de Boston, por exemplo, é uma referência mundial de corridas em longa distância. Apenas um ano mais nova que os primeiros jogos olímpicos, o evento acontece, sem interrupções, desde o ano de 1897.
O artigo “A Maratona de Boston: Uma Tradição Centenária”, publicado no site oficial da maratona, destaca “como o evento se tornou uma parte integrante da identidade de Boston ao longo dos anos, atraindo não apenas atletas, mas também turistas e espectadores de todo o mundo”.
Além do clima, arquitetura e eventos esportivos, Boston é conhecida por ser um dos maiores polos intelectuais e estudantis da América. Uma ponte separa a cidade de Cambridge, onde fica localizada a Universidade de Harvard. No próximo tópico, falaremos sobre as melhores instituições de ensino da região. Continue a leitura.
Conheça as melhores universidades para estudar em Boston
Já pensou em estudar nas melhores universidades do planeta? Se sim, Boston pode ser uma boa opção para você. Além das instituições que ficam em sua área metropolitana, outras que ficam em seus arredores contam com transporte e acesso facilitado. A seguir, falaremos das principais.
Boston University
Com mais de 3.900 membros acadêmicos e aproximadamente 33.000 estudantes, a Boston University fica localizada no coração da cidade. A universidade é reconhecida por investir na vida estudantil, proporcionando aos alunos diversas atrações esportivas e culturais: são mais de 500 shows e concertos recebidos no campus a cada ano.
No quesito excelência acadêmica a BU, como é conhecida, também se destaca. A instituição é considerada uma das líderes globais em pesquisas, o que atrai investimentos pesados que possibilitam a constante melhoria da estrutura. A universidade, que abrange 250 campos de estudo, conta com 17 escolas e 23 livrarias.
Entre os intelectuais graduados na Boston University estão sete vencedores do Prêmio Nobel. O mais notório foi o ativista pelos direitos humanos Martin Luther King que, antes de se tornar famoso pela luta contra o preconceito racial, obteve um PhD em teologia na instituição.
Harvard University
Lembra que falamos que uma ponte separa Boston de Cambridge, casa da Universidade de Harvard? Pois é, são apenas 15 minutos a bordo de um transporte para ir do centro da cidade até a sede da instituição, que é considerada pelo Times Higher Education Ranking a quarta melhor universidade do mundo.
A mais antiga universidade dos Estados Unidos é quase um mundo à parte. Em seu extenso campus, estão localizados nada menos que dois teatros e cinco museus, além da maior biblioteca acadêmica do mundo, que reúne mais de vinte milhões de volumes.
Com mais de 3.700 cursos oferecidos em 50 campos de estudos diferentes, não é surpresa constatar o sucesso alcançado por antigos alunos de Harvard. A universidade, membro da famosa Ivy League, produziu mais de 45 vencedores do Prêmio Nobel, diversos ganhadores do prêmio Pulitzer e mais de 30 chefes de Estado, incluindo o ex-presidente americano George W. Bush.
Massachusetts Institute of Technology
Classificada como a terceira melhor universidade do mundo no ranking Times Higher Education, o Massachusetts Institute of Technology é localizado à beira do Rio Charles. Focada em pesquisas, a instituição conta com 32 departamentos acadêmicos, distribuídos em cinco áreas: arquitetura, engenharia, humanas, artes e ciência.
Fundada em 1861, o MIT, como é conhecido, adotou um slogan que reflete bem sua visão e seus valores: “Mens et Manus”. Traduzido do latim, o termo significa “mentes e mãos”, refletindo a abordagem científica da universidade, que dá extremo valor não apenas à teoria, mas também à aplicação da prática.
Entre os diversos edifícios dentro dos domínios do MIT estão 18 instalações estudantis, que servem para acomodar alguns dos mais de 11.000 estudantes vindos de todas as partes do planeta. Entre aqueles que já se formaram, estão 85 vencedores do Prêmio Nobel. Além disso, a instituição estima que seus antigos alunos sejam responsáveis por 30.000 companhias e 4,6 milhões de empregos.
Partiu Boston?
Estudar em Boston representa uma oportunidade única para aprimorar seu inglês, conhecer outra cultura e, acima de tudo, ganhar uma vantagem considerável no mercado de trabalho.
Além de contar com um dos polos intelectuais mais famosos do mundo, a cidade é repleta de empresas e pessoas que podem servir como impulso para sua carreira profissional.
E aí, ficou com vontade de saber como é possível estudar em Boston? Preencha o formulário abaixo para começar uma conversa com o nosso time de especialistas!
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-02.png6671000Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2019-09-26 00:00:002024-03-14 20:14:04Vale a pena estudar em Boston? Descubra agora!
Enviar o seu filho para estudar no exterior é uma decisão enorme, que abre o caminho para um desenvolvimento acadêmico e profissional qualificado. Para facilitar esse processo, contratar uma consultoria especializada pode ser uma boa ideia.
Se a ideia é estudar fora do Brasil, existem países como a Inglaterra, Canadá e os Estados Unidos que reúnem as melhores universidades do planeta, segundo o ranking da Times Higher Education.
Às vezes pode parecer que o período entre a preparação para o processo seletivo e o início dos estudos é longo e complicado demais, mas sua execução é completamente viável.
Com a ajuda de uma consultoria para estudar no exterior, você tem chance de focar nos pontos mais relevantes da jornada, deixando que a empresa resolva os pormenores.
Neste artigo, vamos citar algumas vantagens que a contratação de uma agência especializada pode trazer para você e sua família. Confira!
Para que serve a consultoria especializada?
Como acontece no Brasil, os alunos interessados em ingressar em uma universidade precisam passar por um processo seletivo. Acontece que, para o estudante internacional, esse procedimento não é nem um pouco parecido com os vestibulares realizados por aqui.
Para começar, existem provas específicas que precisam ser realizadas para comprovar o nível de domínio da língua inglesa.
Nos Estados Unidos, por exemplo, existe o exame TOEFL, composto por testes de interpretação de texto, redação, compreensão de áudio e habilidades orais.
Além do exame de proficiência na língua do país de destino, algumas instituições exigem avaliações mais amplas, como o SAT ou o ACT.
Aí sim, a abordagem é mais similar com o ENEM brasileiro, já que a prova inclui áreas como matemática, história e gramática.
Outro item crítico para garantir a aprovação em uma universidade estrangeira é o histórico do ensino fundamental e médio. Não é preciso que o aluno seja o melhor da turma, mas boas notas facilitam bastante o processo.
Vale ressaltar que não há uma padronização de critérios para aprovação, fato que permite que cada instituição estabeleça os próprios parâmetros. É aí que entra a consultoria.
Com o acompanhamento de uma empresa especializada, você conta com maior segurança para conduzir o processo.
Será feito um planejamento individual com o aluno e família para construir o melhor currículo possível, se preparar para os testes exigidos, reunir os documentos corretos e cumprir todos os requisitos para admissão, além de identificar a universidade que mais combina com o perfil de cada um. Dessa forma, as chances de aprovação dão um salto significativo.
Veja neste vídeo informações importantes sobre o programa de preparação para a aplicação em uma universidade do exterior:
Acesso a um atendimento personalizado e especializado
Já falamos que o procedimento para seguir a vida acadêmica fora do país envolve muitas variáveis, como as exigências apresentadas por cada instituição.
Além delas, fatores como o desejo pessoal do aluno, a área de estudo desejada e o orçamento disponível para investimento por parte dos responsáveis podem alterar o processo.
Por isso, é fundamental contar com uma consultoria para estudar no exterior. Uma empresa que conte com profissionais experientes tem maior facilidade em visualizar a melhor abordagem para cada situação, buscar caminhos alternativos de acordo com as características da família e identificar as instituições mais adequadas.
Suponhamos, por exemplo, que você esteja disposto a gastar apenas um certo montante durante a jornada.
Com isso em mente, é fundamental conhecer as universidades que cobrem anuidades que caibam no seu bolso, ou que ofereçam bolsas de estudos no valor necessário, e que ao mesmo tempo sejam compatíveis com o perfil do aluno. Contudo, é preciso ter cuidado.
Mesmo que você tenha condições de pagar a anuidade, esse não é o único gasto envolvido. É preciso ter um conhecimento mais amplo sobre a experiência para apontar, por exemplo, as cidades que têm um custo de vida mais acessível e aquelas que requerem uma situação financeira mais adequada.
Com o apoio da consultoria, você não precisa se desgastar tanto com esses detalhes, que serão simplificados pelos profissionais envolvidos na parceria.
Maior agilidade na documentação
No primeiro tópico, mencionamos que a posse da documentação correta é essencial para possibilitar a aprovação pela faculdade desejada.
Mais do que isso, os documentos são fatores imprescindíveis na obtenção do visto de estudante, cuja ausência impossibilita todo o processo.
Como você deve saber, a aplicação para um visto é algo que pode ser um tanto complexo, já que as embaixadas responsáveis pela emissão do documento não toleram nenhum tipo de erro. Por isso, antes de tudo, você deve ter uma lista de tudo o que precisa para o dia da entrevista.
Fazer isso tudo sozinho pode ser uma ideia desestimulante, mas a boa notícia é que o caminho se torna muito mais fácil com a ajuda de uma consultoria.
Graças a experiência de atuação na área, a empresa pode te orientar quanto aos detalhes burocráticos da operação, deixando o processo mais assertivo.
Além disso, os profissionais em sua maioria são brasileiros que também estudaram fora e conhecem os procedimentos de entrevistas que precedem a aprovação do visto, o que os torna uma fonte excelente de dicas para obter sucesso na aplicação.
Prevenção de erros no processo
Não é só o órgão responsável pela emissão de vistos que é intolerante com falhas e erros. Durante o processo de aplicação, a equipe de admissão da universidade avalia cada ficha, selecionando aqueles que estão aptos e cumprem os requisitos estabelecidos.
Portanto, é crucial garantir que os documentos, redações e cartas sejam enviados sem qualquer tipo de erro ou atraso. É preciso, por exemplo, ficar atento às datas marcadas como limite para a conclusão de cada etapa do processo seletivo. Com o apoio de uma consultoria, você não precisa ocupar sua mente com questões como essa.
Mediação na comunicação com a universidade
Ao longo do processo, será preciso manter contato constante com os profissionais da instituição em questão. É preciso saber, por exemplo, se a instituição oferece algum tipo de dormitório, planos para refeição ou até mesmo transporte entre residência e faculdade.
Além disso, casos específicos como a transferência de um curso no Brasil para um curso no exterior podem exigir comunicações mais complexas e específicas.
Se você conta com um serviço de consultoria, a empresa vai agir como mediadora das partes, garantindo o alinhamento necessário para a conclusão da jornada.
Uma experiência acadêmica nas melhores universidades do mundo é um diferencial e tanto para o currículo do seu filho. Então, por que não tomar medidas para garantir que o processo seja realizado da melhor forma possível?
Ao contratar uma consultoria para estudar no exterior, você se preocupa menos com detalhes burocráticos e foca suas energias no que é realmente relevante para a admissão.
E aí, viu como uma consultoria especializada pode ser importante no processo para estudar no exterior? Quer saber como podemos ajudar? Preencha o formulário abaixo para começarmos uma conversa.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-01.png6671000Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2019-09-23 00:00:002023-12-19 14:09:45Por que contratar uma consultoria para estudar no exterior?
Atualmente, estudar e morar fora do Brasil é o sonho de muitos estudantes. Enquanto a promessa de liberdade e um mundo novo cheio de possibilidades se oferecem aos jovens, pais e responsáveis se voltam às questões práticas desse processo e se veem em um mar de dúvidas e inseguranças.
Não se preocupe: você não está nessa sozinho. Cercar-se de informação é a primeira medida para reduzir as interrogações sobre como tornar esse sonho possível para seu filho.
Outra boa saída é conhecer as vantagens que essa experiência pode trazer a um jovem. Quer saber mais sobre elas? Então acompanhe este texto até o fim!
Desenvolver a autonomia e a responsabilidade
Abrir mão do conforto da casa dos pais não é uma decisão que todos os jovens estão dispostos a tomar, mas que cedo ou tarde precisam enfrentar.
Independentemente da modalidade de moradia escolhida no exterior (homestay, dormitório na faculdade etc.), isso implica assumir novas responsabilidades — que podem ir de pagar as próprias contas a lavar as próprias roupas, por exemplo.
Por mais que seu filho ainda não desempenhe essas atividades na sua casa, esse é justamente um bom momento de treinar a independência dele e de prepará-lo para a vida adulta.
Além disso, as novas responsabilidades podem não vir apenas na forma de atividades domésticas. Existe também a oportunidade de trabalhar algumas lições financeiras.
Afinal, como ele vai se sustentar no exterior? Ele terá uma bolsa, uma mesada ou precisará trabalhar durante o período?
A gente sabe que é dever dos pais se preocupar, mas pode ser mais interessante deixar que o jovem administre seus recursos durante essa experiência. Certamente ele retornará com diferentes noções e valores acerca do dinheiro.
Trabalhar o autoconhecimento
Morar fora do Brasil e longe da família é uma experiência que pode ser enriquecedora. Sair de casa pode significar a perda de alguns mimos e confortos. Porém, é uma forma de o jovem se conhecer mais e até mesmo amadurecer.
Diferenças culturais, dificuldades de comunicação e outros fatores influenciam (e podem dificultar) a socialização no exterior. A saudade de casa e a distância dos amigos e dos familiares que ficaram em solo brasileiro também não deixam essa situação mais confortável.
Assim, alguns momentos de solidão acabam sendo comuns — mas isso não deve ser encarado como algo inteiramente negativo.
A cobrança e a influência dos familiares diminui e o jovem pode, finalmente, tomar as próprias decisões. Em contrapartida, terá de lidar sozinho com as consequências de seus atos.
Outra vantagem é a possibilidade de conhecer pessoas com outros tipos de repertórios e experiências, que talvez não cruzassem seu caminho no Brasil.
Aperfeiçoar um idioma
Em muitos casos, o principal objetivo de morar no exterior é justamente o de aperfeiçoar um segundo idioma — mais comumente o inglês. Apesar de termos grande acesso a produções musicais, cinematográficas e de outras formas de entretenimento internacionais, estar em um país que fala inglês de forma nativa é decisivo na aquisição da fluência.
Isso acontece especialmente por conta da utilização da língua em diferentes domínios. Ao sair do país, você não usa o idioma apenas para escutar música ou ver um filme, que são as utilizações mais comuns da língua no Brasil.
Ao contrário, o contato com o inglês se dá nas mais diferentes esferas da vida cotidiana — algo semelhante com o que ocorre quando se aprende uma língua nativa, mesmo que ninguém realmente se dê conta disso.
Desde pedir um pão na padaria a perguntar por informações para pegar um ônibus ou assistir às aulas na faculdade: toda a comunicação é feita em inglês, o que certamente traz grandes vantagens no desenvolvimento do idioma.
Investir na carreira nacional e internacional
Nem todo mundo tem a oportunidade de estudar ou morar fora do país. Assim, quem faz isso com pretensões profissionais certamente se destaca da concorrência ao retornar ao Brasil.
Em 2018, mais de 50 mil universitários brasileiros iniciaram uma graduação internacional, e a busca por esse tipo de especialização tem crescido. E o investimento vale a pena: o salário de quem tem inglês fluente chega a ser 61% maior do que o de quem não domina a segunda língua.
Existem diversas empresas com recrutamento focado em estudantes que se formaram no exterior e oferecem carreiras promissoras.
Quanto mais elevado o cargo em uma empresa, maior é a exigência com relação a um segundo idioma, visto que são os altos executivos que costumam negociar com o mercado externo.
Assim, o quanto antes seu filho dominar uma segunda língua — de forma realmente fluente — melhores as chances de ser bem-sucedido no mercado.
Existe ainda a possibilidade de seu filho almejar uma carreira acadêmica. A experiência em uma universidade no exterior pode abrir novas portas e permitir o contato com tecnologias e pesquisas ainda não disponíveis no Brasil, também tornando-o valioso ao mercado interno.
Ou ainda, abrir a mente para novos negócios e se tornar empreendedor. Muitos alunos da Daqui pra Fora voltaram ao Brasil com grandes ideias e fundaram startups que estão revolucionando o mercado nacional.
Aumenta a bagagem cultural
Falamos brevemente sobre o contato com pessoas (e até pesquisas) diferenciadas — situações que não aconteceriam no Brasil. Podemos entender todas essas situações com o aumento da bagagem cultural do seu filho.
Estudar no exterior, especialmente em escolas que já têm tradição em receber estudantes internacionais, permite o contato com pessoas de outras nacionalidades. Essa experiência garante maior conhecimento acerca de outras culturas e costumes.
Esse contato com a diversidade é um divisor de águas não só no desenvolvimento da empatia — soft skill cada vez mais cobiçado por grandes empresas —, mas pode ser entendido também como uma lição sobre a vida adulta. Afinal, frequentemente somos obrigados a lidar com o que é diferente ou “estranho” aos nossos olhos.
Mas, como você deve saber, uma experiência no exterior não se resume apenas à dedicação aos estudos ou a uma futura carreira. Assim, pontuamos também a possibilidade de seu filho realizar passeios a lazer. Imagine a quantidade de lugares que ele poderá visitar e criar memórias incríveis!
As vantagens de morar fora do Brasil vão desdeaspectos pessoais a profissionais e acadêmicos. Seu filho pode almejar novas oportunidades ao regressar ao Brasil, como também já dar início a uma possível carreira internacional de sucesso.
Ainda tem dúvidas se você deve realmente investir nessa experiência ou o que fazer para garantir que ela seja a melhor possível para seu filho? Inscreva-se em nossa newsletter e receba mais conteúdos sobre o assunto. Estamos aqui para ajudá-lo!
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-03.png6671000Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2019-09-17 00:00:002024-03-04 10:51:07Por que deixar seu filho estudar e morar fora do Brasil?
Quando começar a se preparar para fazer faculdade no exterior?
/119 Comentários/em Processo Seletivo, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaPara estudar no exterior, é necessário saber que o processo seletivo não é composto apenas de uma prova, mas é holístico e envolve aspectos acadêmicos e pessoais do candidato. As instituições levam em conta tudo que o aluno faz do 9º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio, dentro e fora da sala de aula.
Por isso, para fazer faculdade no exterior é fundamental construir uma candidatura forte. É preciso pensar nas diferentes exigências das universidades, trabalhar cada uma delas desde cedo para na hora H, a hora de finalmente aplicar, o aluno poder apresentar às universidades a melhor versão de si mesmo.
A Importância da Preparação
Como são avaliados os quatro últimos anos do colégio, a preparação para entrar em uma faculdade no exterior não pode se resumir a estudar para ir bem em uma prova, como acontece no vestibular.
Além de levar em conta o desempenho acadêmico nesse período, as universidades no exterior se preocupam bastante com o perfil do aluno. Querem saber como ele é, do que ele gosta e o que ele faz fora da sala de aula para identificar se combinam com elas.
Então, para poder apresentar uma boa candidatura, o ideal é o aluno começar a se preparar cedo e cuidar de todos os aspectos (notas escolares, preparação para as provas padronizadas, redações, atividades extracurriculares, cartas de recomendação, portfólio) da forma mais eficiente possível.
Essa preparação pode começar no 9º ano, mas nada impede que ela aconteça depois disso, até mesmo dois anos antes de começar a faculdade.
Como é o Programa de Preparação da Daqui pra Fora
O Programa de Preparação da Daqui pra Fora trabalha na construção do currículo do candidato.
Durante todo o processo o aluno é orientado individualmente por um mentor. Esse profissional acompanha de perto todos os passos do candidato e dá a direção correta para que ele não perca tempo, nem energia, durante a jornada.
Entenda como funciona o nosso Programa de Preparação:
1. Planejamento
Nessa fase, o mentor avalia as características do candidato, define estratégias, metas, prioridades e traça um plano de ação.
A preparação para o processo seletivo das universidades no exterior é trabalhosa e exige que o aluno “equilibre vários pratos ao mesmo tempo”: o dos estudos para a escola, o das atividades extracurriculares, o das redações, o da preparação para as provas padronizadas… Por isso, um bom planejamento é fundamental.
O mentor é responsável por manter a rota traçada. Em sessões individuais, ele ajuda o aluno a checar sua agenda semanal e ver o que está funcionando e o que não está. Assim, é possível reprogramar as ações para que ele consiga usar o tempo da forma mais eficiente.
Como parte do planejamento, o mentor ainda indica leituras semanais e mensais, de acordo com o perfil do aluno, que vão ajudar lá na frente nas provas e nas redações.
2. Atividades Extracurriculares
Parte importante do processo seletivo, as atividades extracurriculares ajudam a universidade a conhecer melhor o candidato e ver o quanto ele pode contribuir para o ambiente daquela instituição.
Nas sessões individuais com o aluno, o mentor descobre seus interesses, suas preferências, os problemas que gosta de resolver, e baseado nisso, faz o aluno refletir sobre atividades em que ele possa se engajar e que vão enriquecer sua candidatura.
São atividades diversas, que podem estar ligadas a artes, esporte, pesquisa, experiência profissional, voluntariado ou outras áreas. O aluno traz suas sugestões e depois de definidas as atividades, o mentor o ajuda a se organizar para colocar em prática cada uma delas.
3. Performance Acadêmica
Como essa é a primeira etapa de avaliações das universidades, o mentor acompanha de perto, durante toda a preparação, a performance do aluno na escola e define um plano de melhoria de notas, estabelecendo prazos e ajudando o candidato na sua organização, caso seja necessário.
4. Planejamento para Provas
O processo seletivo para estudar no exterior inclui provas padronizadas, como o SAT e o ACT, que medem o conhecimento acadêmico, e o TOEFL, que avalia a proficiência no inglês.
Para que o aluno tenha uma boa performance nesses exames, o mentor orienta quando é melhor ele começar a se preparar e também se ele deve ou não fazer isso com a ajuda de um tutor. O mentor ainda estabelece um cronograma de provas e auxilia o aluno a definir quais provas ele deve fazer.
5. A Experiência Universitária
Todos os nossos mentores são formados em excelentes universidades no exterior. Durante as sessões individuais, eles passam para os alunos aspectos importantes dessa experiência.
Falam sobre a vida social e cultural do campus, sobre modelos de ensino e sobre a infraestrutura que as universidades oferecem em diferentes áreas. Mostram que, assim como há diferentes perfis de alunos, o mesmo acontece com as universidades. Cada uma tem características próprias. As diferenças podem estar no tamanho, na localização, nos cursos, no foco, e até no perfil dos professores e dos alunos.
Tudo isso ajuda o aluno a direcionar a candidatura e diminui a possibilidade de surpresas no ingresso.
Quando a Preparação Deve Começar
Quem pensa desde cedo em fazer faculdade fora pode começar o Programa de Preparação no 9º ano do Ensino Fundamental. Quanto antes o aluno iniciar a preparação, melhor. Ele terá mais tempo para trabalhar, se desenvolver e fazer tudo que é preciso para cumprir os requisitos exigidos pelas universidades.
Mas não é necessário começar no 9º ano. Muita gente só decide que quer estudar no exterior mais para frente.
Quem inicia o programa na 1ª ou na 2ª série do Ensino Médio tem o mesmo acompanhamento personalizado. O tempo é um pouco mais curto, mas é suficiente para que todas as orientações sejam dadas e todas as fases da Preparação sejam completadas com sucesso.
Para quem inicia na 3ª série ou já concluiu o Ensino Médio, o Programa de Candidatura é o mais indicado.
Os benefícios de ter o suporte da consultoria educacional Daqui pra Fora na preparação para estudar no exterior
Um processo seletivo holístico e trabalhoso, como é o das universidades americanas, precisa ser bem planejado. Muitos aspectos são levados em conta e não é simples saber onde focar os esforços .
A Consultoria Educacional conhece a fundo todas as etapas desse processo. Acompanha e orienta todos os passos do aluno. Passa todas as informações necessárias, ajuda o candidato a se organizar com prazos e a estabelecer prioridades.
Quer saber mais sobre o nosso Programa de Preparação? Assista ao depoimento de nosso aluno Pietro, que fez o programa e hoje estuda em Harvard.
Para tirar suas dúvidas, entre em contato conosco!
Como uma Consultoria Educacional prepara estudantes para fazer faculdade no exterior?
/184 Comentários/em Daqui pra Fora, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaO processo seletivo das universidades no exterior não se resume a uma prova que mede os conhecimentos do aluno. Ele é longo e holístico. Aborda vários aspectos da vida pessoal e da trajetória acadêmica do candidato.
Por isso, muitas vezes é difícil saber onde focar os esforços, o que é fundamental para alcançar bons resultados nesse processo.
Uma consultoria educacional é essencial para maximizar as chances de aprovação do candidato. Mas como funciona esse trabalho? Vamos te explicar.
Como uma Consultoria Educacional funciona
O estudante pode começar a se preparar desde o 9º ano do Ensino Fundamental ou em qualquer série do Ensino Médio. Mas quanto antes, melhor, já que o processo seletivo leva em conta tudo o que o candidato fez nos quatro últimos anos do colégio, incluindo, entre outros aspectos, notas e atividades extracurriculares.
Como são muitos os fatores avaliados para a admissão nas universidades, é importante ter foco e dividir o tempo da preparação com eficiência.
A consultoria educacional vai orientar o candidato quanto a tudo que é importante no processo:
Enfim, tudo que é exigido pelas universidades no exterior, direcionando os esforços e fazendo com que o aluno não perca tempo nem energia fugindo da rota.
As Etapas do Trabalho de uma Consultoria Educacional
Na Daqui Pra Fora, a consultoria envolve três etapas. A primeira é a Preparação, direcionada para alunos do 9º ano à 2ª série do Ensino Médio. Depois vem a Candidatura, que acontece no ano que antecede o início do curso universitário.
E, por fim, o Apoio e Desenvolvimento, que dá suporte ao aluno e família durante o período de graduação no exterior.
Os alunos podem iniciar a consultoria em qualquer momento dos últimos quatro anos de colégio. Mas vale lembrar que quanto mais tarde, menos tempo o aluno tem para fortalecer sua candidatura e jovens do mundo todo estão começando a se preparar cada vez mais cedo.
Conheça melhor cada uma das etapas:
1. Preparação
Durante toda essa etapa, o aluno é orientado individualmente por um mentor. Este profissional estimula o candidato a se tornar a melhor versão dele mesmo, de acordo com as exigências do processo seletivo para construir uma candidatura forte e com mais chances de admissão.
Parte fundamental no processo, as atividades extracurriculares recebem atenção especial do mentor. Ele identifica os interesses do aluno, e busca encontrar junto com o estudante atividades em que ele pode se engajar. Em seguida, é hora de se organizar para colocar essas atividades em prática.
No quesito acadêmico, que envolve as notas que vão compor o histórico escolar, o mentor auxilia com um plano de melhoria, se necessário, ou de manutenção, estabelecendo prazos e ajudando o aluno a se organizar.
Com relação às provas (tanto as de conhecimento quanto as de proficiência em inglês), a orientação foca no planejamento, prazos, escolha de quais prestar, treino com simulados e curso específico de preparação para as provas.
Este atendimento individualizado envolve ainda sessões de planejamento. O mentor auxilia o aluno no cumprimento da sua agenda semanal e mensal.
Juntos, eles identificam o que está funcionando e o que não está. Assim, conforme a necessidade, é feito um replanejamento para que o aluno aproveite o seu tempo da maneira mais eficiente possível.
Todos os mentores da Daqui pra Fora estudaram em excelentes universidades no exterior. Durante a preparação, eles passam ao aluno informações importantes sobre a experiência universitária.
Falam sobre a vida social e cultural no campus, sobre a infraestrutura das instituições, o modelo de ensino e sobre os diferentes perfis de universidades.
Dessa forma, o candidato entende como é a vida lá fora, o mentor conhece mais o aluno e juntos eles vão direcionando as escolhas.
2. Candidatura
Esta etapa acontece, em geral, no ano anterior ao início do curso universitário e a consultoria guia todos os passos que o candidato precisa cumprir durante este período.
O acompanhamento também é individual e personalizado, desta vez feito por uma equipe multidisciplinar. O trabalho inicia com o Estrategista, que definirá as estratégias, metas, prioridades e universidades adequadas para a candidatura de acordo com o perfil do aluno e investimento previsto pela família.
Para isso, leva em conta vários fatores, entre eles as chances de ser aceito, possibilidade de bolsa de estudos, a localização do campus e o tipo de faculdade (modelo de ensino, tamanho, perfil dos alunos, dos professores etc.).
O aluno será apresentado aos tipos de provas internacionais existentes, qual é o mais recomendado para ele, como praticar com simulados e que notas são esperadas de acordo com as universidades selecionadas.
A Daqui pra Fora oferece ainda Orientadores de Redações que darão suporte no desenvolvimento dos textos, com um método próprio da DpF, e revisa tudo várias vezes, até que estejam no nível esperado pelas universidades.
A equipe ainda orienta sobre as cartas de recomendação, feitas por professores e coordenadores do candidato. Dá dicas e revisa todas elas de acordo com a estratégia traçada inicialmente.
Quando tudo está pronto, os Orientadores de Applications não deixarão que o aluno perca nenhum prazo e guiarão quanto aos pré-requisitos e como preencher os documentos solicitados por cada universidade.
E após a admissão, a Daqui pra Fora apoia e orienta em tudo que é necessário para o aluno ir para a faculdade, desde escolher a universidade entre as admissões recebidas pelo aluno, documentação médica, visto, moradia, alimentação, até a efetivação da matrícula.
3. Apoio e Desenvolvimento
Depois que o aluno já alcançou seu objetivo e está estudando no exterior, a Daqui pra Fora mantém um canal aberto e os alunos podem entrar em contato para pedir ajuda em caso de qualquer dúvida, problema ou imprevisto.
Uma psicóloga especializada em experiências interculturais está sempre à disposição para atender pais e estudantes e oferecer todo o suporte necessário para esse período de adaptação de quem vai e também de quem fica no Brasil.
Nossa equipe também auxilia na conexão dos estudantes com o mercado de trabalho, quando necessário.
Bolsas de Estudos
Nos Estados Unidos as universidades oferecem basicamente três tipos de bolsas de estudos:
Para aumentar as chances de conseguir uma delas, é importante, antes de mais nada, saber quais universidades oferecem esse auxílio e entre elas, quais têm o perfil que combina com o do aluno.
Além de ajudar a criar este “match”, a Daqui pra Fora ainda orienta o aluno no preenchimento estratégico de documentos complexos, que fazem parte do processo da requisição de bolsa.
Quer saber mais sobre como a consultoria educacional Daqui pra Fora pode ser importante nessa jornada? Teremos o prazer de tirar todas as suas dúvidas.
Agende uma conversa com nossos especialistas pelo Whatsapp!
Como fazer uma carta de motivação para a faculdade?
/64 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaAs pessoas que desejam estudar no exterior, especialmente em locais como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido, precisam escrever uma carta de motivação, também conhecida como Essay, ou ainda Personal Statement, durante o processo seletivo explicando por que está se candidatando àquela determinada instituição de ensino.
Ocorre que, muitas vezes, o candidato, por falta de costume, não sabe como redigir sua carta, uma vez que no Brasil essa prática não é muito comum, e o documento exige que o estudante pense em itens desafiadores, como suas expectativas para o futuro e seu plano de carreira.
E ainda existe o desafio de escrever uma carta de motivação ou carta de apresentação que não apresente erros ortográficos e esteja escrita de maneira objetiva.
Por isso, separamos algumas dicas para escrever uma carta de motivação: vamos apresentar todos os detalhes!
O que é a carta de motivação?
A maior parte dos processos seletivos para universidades fora do Brasil exige a apresentação de uma carta de motivação, que deve ser escrita pelo próprio estudante e entregue para a universidade que ele deseja ingressar.
As cartas de motivação, um dos itens mais personalizados da candidatura, podem ser solicitadas tanto para o ingresso em uma graduação como em uma pós-graduação e é uma oportunidade que o estudante tem de apresentar aos avaliadores quem ele é e sua personalidade.
Ou seja, itens que vão além do histórico escolar, de suas notas e de seu currículo e como seu perfil combina com a instituição.
Quando o aluno deseja solicitar uma bolsa de estudos, a carta de motivação é ainda mais importante, pois é por meio dela que ele deve provar porque merece, entre os demais candidatos, receber o desconto. Assim, trata-se de uma oportunidade que o estudante tem para provar que é a pessoa certa para aquela vaga.
Como escrever uma carta de motivação?
A primeira coisa que o estudante deve saber é que, apesar de ser possível encontrar modelos de cartas de motivação, é preciso que ele escreva uma carta personalizada e de acordo com as suas vontades e interesses, pois de nada adianta copiar a carta de outra pessoa que conta com uma história diferente da sua.
No entanto, há algumas dicas sobre como a carta deve ser escrita. Confira a seguir.
Pesquise sobre a instituição de ensino
Para escrever uma boa carta, é preciso, inicialmente, pesquisar quais são os requisitos e a filosofia da universidade e suas expectativas com relação aos candidatos e projetos.
Com isso, é possível saber o que a instituição espera de seus estudantes. Isso permite que o candidato seja mais específico na sua carta de motivação.
Em geral, esses itens podem ser encontrados com facilidade nos sites das instituições de ensino, que costumam apresentar informações claras sobre a grade de matérias, os professores do curso e até mesmo acerca dos pré-requisitos e expectativas com relação aos candidatos.
Compartilhe experiências coerentes
Uma boa carta de motivação deve ser objetiva e concisa, não pode conter erros de ortografia, digitação ou abreviações, deve informar de maneira direta os contatos do candidato e, principalmente, precisa justificar os motivos pelos quais escolheu se candidatar àquela universidade.
Além disso, é preciso apresentar importantes informações sobre o próprio candidato, como:
O estudante deve sempre se lembrar de que a carta de motivação é um artigo pessoal, portanto, não é preciso ter medo de se colocar no texto, pois o intuito é justamente apresentar-se à instituição. Assim, é relevante falar sobre quem você é, quais são seus valores e do que você gosta, por exemplo.
Contudo, é válido ressaltar que não é preciso contar todos os detalhes da sua vida, afinal, o objetivo é que a carta seja direta, objetiva e realista. É preciso ser autêntico, honesto e narrar apenas as experiências que são coerentes com a vaga — como as motivações que levaram à escolha daquele curso.
Explique por que escolheu a vaga
É importante deixar claro para a universidade quais foram os motivos que fizeram você escolher pelo curso que está pleiteando, de forma honesta e original, para não ficar parecendo cópia de alguma outra carta.
Para isso, destaque os pontos que lhe chamaram atenção no programa da universidade, como os seus objetivos profissionais se encaixam no que é ensinado e como você pode contribuir para o avanço da pesquisa na universidade.
Evite usar jargões e frases prontas que denotam pouca profundidade de reflexão sobre o tema e podem fazer você perder pontos importantes na avaliação da banca examinadora.
Revise o seu texto e conte com ajuda
Antes de enviar sua carta, revise o texto quantas vezes for necessário e peça ajuda para outras pessoas sempre que possível.
Dependendo da universidade em que o estudante pretende estudar, a carta de motivação deve ser feita em inglês e, nesses casos, é preciso evitar o uso de tradutores online, por exemplo, pois o texto não pode conter erros ortográficos ou gramaticais.
Nesse momento, também é importante verificar se a carta não está semelhante a um currículo, pois, como dissemos, o objetivo é apresentar informações pessoais acerca do candidato que tenham relação com a vaga almejada e não pode ser frio.
Além disso, as cartas devem ser específicas para cada instituição de ensino. Dessa maneira, os candidatos que pretendem se candidatar a mais de uma universidade não devem utilizar o mesmo documento para diferentes instituições.
Por fim, não tenha medo de procurar por uma mentoriae pedir dicas de pessoas que já passaram pelo mesmo processo, inclusive para a revisão do texto.
Afinal, é muito importante utilizar todos os recursos que aumentam as chances de sua candidatura ter sucesso e, ao apresentá-lo para outras pessoas, é possível observar o impacto que o texto tem sobre o leitor, o que permite a identificação de possíveis melhorias.
Como vimos, a carta de motivação deve conter aspectos da vida pessoal do estudante que vão além do seu currículo — afinal, essa informação é possível encontrar em seu histórico escolar —, a fim de demonstrar para a instituição de ensino que você é o candidato adequado para ocupar a vaga disponível.
Se você se interessou sobre o tema e deseja estudar fora do Brasil, continue a visita no nosso blog e veja como os pais podem se planejar para arcar com os custos de uma faculdade no exterior!
Como obter o visto de estudante para os Estados Unidos
/61 Comentários/em Estados Unidos /por Daqui pra ForaEstudar fora do país — especialmente nos EUA — é o desejo de muitos brasileiros e um dos passos para que esse sonho se torne realidade é obter o visto de estudante para os Estados Unidos.
No entanto, existem muitas modalidades diferentes de vistos que podem confundir o estudante.
Se você deseja conhecer mais sobre o assunto, acompanhe o post que vamos apresentar como é possível tirar o visto de estudante para os EUA e todos os seus detalhes. Confira!
Tipos de vistos de estudante para os EUA
O visto é uma autorização de entrada em algum país e deve ser solicitado antes da visita ao local. Em geral, os vistos costumam contar com data de validade, atividades que o indivíduo pode exercer, território que pode percorrer e duração da estadia no país, por exemplo.
Os EUA contam com diferentes tipos de vistos, assim, os brasileiros que desejam apenas visitar o país devem obter o visto B2, já quem vai trabalhar precisa ter o visto H-1B, H-2B ou H-3, por exemplo.
O visto de estudante para os Estados Unidos pode ser:
O visto para estudantes pode ter duração de até 4 anos e quem deve fornecer os documentos que são necessários para a comprovação do vínculo estudantil é a própria universidade ou escola de inglês que o estudante realizar a sua matrícula.
Assim, o primeiro passo de quem deseja obter o visto de estudante para os Estados Unidos é ter a aceitação em uma instituição de ensino americana.
Isso porque, como vimos, o curso que será realizado determina o tipo de visto que o estudante deve solicitar, além de ser preciso apresentar na embaixada americana uma documentação fornecida pela escola.
Como tirar o visto de estudante para os EUA?
Após ser aceito em uma instituição de ensino, o estudante deve preencher e apresentar alguns formulários, como o DS-160, que deve ser feito por todas as pessoas que solicitam um visto americano.
Além disso, também é preciso fornecer outro formulário chamado I-20, que é enviado ao estudante pela própria instituição de ensino em até 4 semanas após a sua matrícula.
Depois de receber o documento, é fundamental conferir itens como nome e demais dados pessoais — se tiver alguma irregularidade, é preciso entrar em contato com a escola imediatamente para evitar problemas —, pois é preciso estar com o formulário em mãos no dia da entrevista e informações divergentes podem dificultar o processo.
A instituição de ensino em que o estudante realizar a sua matrícula ainda é responsável por cadastrá-lo em um sistema dos Estados Unidos chamado SEVIS e para que o cadastro seja efetivado é preciso pagar uma taxa que varia de US$ 180 a US$ 200, a depender do curso que será realizado.
Após seguir todos os referidos procedimentos o aluno, finalmente, pode se cadastrar no site de solicitação de vistos da embaixada dos EUA e requerer o seu visto de estudante.
Para dar continuidade ao processo é preciso seguir os passos indicados, respondendo às perguntas realizadas com sinceridade e informando os dados solicitados.
Por fim, para finalmente obter o visto de estudante, é preciso marcar uma entrevista no consulado americano. Na data agendada, o estudante deve comparecer ao local com todos os documentos necessários, como recibo de pagamento da taxa SEVIS, formulário DS-160, passaporte válido, formulário I-20, dentre outros.
Além disso, no momento da entrevista, é fundamental responder com sinceridade todos os questionamentos para que o visto não seja negado.
É comum que sejam realizadas perguntas como “em qual local você vai morar durante os seus estudos?” e “por qual razão você pretende estudar em determinada escola?” e o estudante deve estar preparado para respondê-las de maneira objetiva e verdadeira.
Também é essencial que o estudante tenha na data da entrevista:
Depois da entrevista, nos casos em que há a aprovação do visto, o consulado americano retém o passaporte e o devolve em até 10 dias úteis, sendo que é possível recebê-lo em casa ou retirar no local em dia e horário agendados.
O processo para obter o visto conta com diversas etapas e por essa razão é fundamental realizar todo o procedimento com antecedência.
Além disso, o tempo de espera para as entrevistas pode variar de acordo com a demanda do consulado americano (presente em diversas cidades do Brasil), assim como o prazo para a emissão de vistos pode ser maior.
Dessa maneira, como os vistos de estudantes só podem ser emitidos em até 120 dias antes do início de seu curso, o ideal é iniciar o procedimento assim que for possível.
Como evitar que o visto de estudante seja negado?
A negação do visto de estudante, em geral, está ligada ao perfil do solicitante, uma vez que é preciso justificar por qual razão a pessoa deseja estudar nos Estados Unidos.
Dessa maneira, a estratégia adotada para justificar o visto de estudante é fundamental no processo e, portanto, é preciso ir para a entrevista muito bem embasado, a fim de não deixar dúvidas no oficial consular.
Existem alguns outros fatores que podem levar a uma negação do visto, como quando o estudante não comprova que tem condições de se manter durante o período no país, pois nesses casos o Consulado pode entender que ele pretende trabalhar ilegalmente nos Estados Unidos para custear os seus estudos.
Outro ponto negativo que leva à reprovação é o preenchimento do DS com poucas informações, pois tal documento é fundamental e deve conter todos os dados solicitados, bem como as suas reais intenções no país.
Além disso, é importante que as informações estejam sempre de acordo com o I-20 para que não ocorram problemas na entrevista.
Por fim, outro fator que desfavorece o estudante é o nervosismo, pois em alguns casos o oficial consular pode entender que o indivíduo está tenso porque está mentindo e por essa razão negar o visto. Assim, é importante manter a calma e responder a todas as perguntas tranquilamente.
A fim de evitar problemas (como ter o visto negado), é fundamental contar com uma consultoria especializada nesse tipo de serviço para auxiliar o estudante durante todo o processo.
Se você ainda tem dúvidas acerca do tema, nós podemos auxiliá-lo. Preencha o formulário abaixo e vamos conversar.
Veja 5 dicas de como fazer amigos nos Estados Unidos
/47 Comentários/em Dicas, Estados Unidos /por Daqui pra ForaQuando você pensa em estudar em universidades americanas, certamente imagina o impacto que a experiência e o diploma em uma instituição americana vão causar em seu currículo. De fato, a educação no país que conta com algumas das melhores faculdades do mundo é um diferencial, mas como fazer amigos nos Estados Unidos?
A distância das pessoas queridas e familiares pode causar receio sobre a vida social durante o intercâmbio, mas é possível superá-la. As diferenças culturais que você encontrará são fatores positivos, que vão enriquecer a experiência. No fim das contas, é bem possível que você volte de lá com mais amigos.
Neste texto, vamos falar mais sobre a vida social de estudantes estrangeiros nos EUA e passar 5 dicas valiosas para você saber como fazer amigos nos Estados Unidos.
Continue a leitura e confira!
1. Não se preocupe com a fluência
Um dos maiores entraves encontrados por brasileiros quando se comunicam com estrangeiros é a pronúncia de palavras e o domínio geral da língua. Naturalmente, mesmo para pessoas com nível avançado em inglês, compreender o sotaque nativo pode se mostrar um desafio e tanto.
Da mesma forma, é comum que, ao tentar falar, você não tenha certeza sobre a pronúncia correta de uma palavra ou mesmo não se lembre como estruturar a frase que você quer da maneira certa.
Bem, não se preocupe! Os americanos são acostumados a lidar com pessoas vindas de fora do país, já que se trata de uma região com um enorme volume de imigrantes.
Sendo assim, eles sabem que seria injusto esperar fluência de alguém que não tem o inglês como primeira língua. Portanto, comunique-se sem medo de errar.
Assim, mesmo que você cometa alguns deslizes, os interlocutores vão se esforçar para entender o que você quer expressar. No fim das contas, o que vale mesmo é a sua autoconfiança.
Ao adotar essa dica e perder o medo na hora de se relacionar com americanos, você notará que, com o tempo, sua fluência vai melhorar naturalmente. Essa interação é, inclusive, essencial para garantir o aprimoramento do seu inglês em níveis que nenhum cursinho pode alcançar.
2. Participe de organizações estudantis
Os americanos são grandes entusiastas das organizações estudantis. Elas são excelentes meios de reunir pessoas com interesses ou desempenhos semelhantes em um mesmo espaço.
Suas características variam: existem desde grupos para estudantes que se destacam academicamente até organizações que se reúnem semanalmente para praticar algum esporte.
O fato é que essas organizações são excelentes para alunos estrangeiros, especialmente por dois motivos.
Primeiro, elas possibilitam o networking, ou seja, ao entrar em uma delas, você tem a oportunidade de se relacionar com pessoas que podem ser importantes para o seu desenvolvimento estudantil ou mesmo profissional. Segundo, a relação constante com essas pessoas é primordial para aperfeiçoar o seu nível de inglês.
Então, uma prática recomendada para fazer amigos nos Estados Unidos é buscar por organizações estudantis que sejam de seu interesse. Se você curte praticar basquete, por exemplo, pode ir até o ginásio da faculdade e procurar saber sobre os grupos que se reúnem ali para a prática do esporte. Pode ter certeza que existem opções para todos os níveis.
Se você quer saber mais sobre essas organizações, contate o departamento de Student Life da instituição. Normalmente, eles têm informações sobre as fraternidades e demais grupos que você pode frequentar para criar e estreitar laços com os americanos.
3. Esteja aberto aos convites
Embora o foco deste texto seja como fazer amigos nos Estados Unidos, essa dica pode ser utilizada em toda sua vida social, concorda? Aceitar convites é, muitas vezes, o passo que precede a criação de uma nova relação. Portanto, durante seu intercâmbio, não hesite em responder ao chamado de pessoas interessadas na sua companhia.
É claro que o choque cultural pode ser um pequeno obstáculo aqui. Afinal, é bem provável que os convites que você receberá nos EUA sejam diferentes dos que você está habituado a receber, já que os hobbies americanos são mais variados.
Contudo, quebre essa barreira o quanto antes. Conhecer o que os nativos gostam de fazer é uma oportunidade única para facilitar sua adaptação ao país, além de possibilitar que você encontre novas atividades preferidas.
4. Busque atividades recreativas
É importante que sua vida social não se restrinja às atividades da instituição de ensino que você frequenta, de modo a expandir sua interação cultural.
Portanto, procure conhecer os arredores da sua cidade e encontre atividades extracurriculares que lhe interessem. Vá até o shopping, coma em restaurantes diferentes, faça uma caminhada no parque etc. O importante é não ficar trancado em seu dormitório.
Com o tempo, você vai criar uma espécie de rotina com suas atividades preferidas e conhecer pessoas que compartilham dos mesmos interesses. Com isso, a construção de laços acontecerá de forma natural.
5. Apresente a cultura brasileira
Se você está interessado na cultura americana, lembre-se que seus amigos americanos também se interessam pela sua. A curiosidade é comum a todos os seres humanos e pode ser utilizada como ferramenta para iniciar conversas e criar relações até mesmo duradouras. Portanto, tome a iniciativa de compartilhar as características de seu país com seus colegas.
Além de gerar o interesse na outra parte, essa prática se mostra uma excelente forma de matar um pouco da saudade de casa. Por exemplo, você sabia que poucos americanos conhecem o brigadeiro, doce característico do Brasil? Que tal confeccionar alguns e apresentar a guloseima a essas pessoas?
Além da culinária, outro aspecto cultural que pode servir como ponto de partida para amizades é a arte. Estamos acostumados a conhecer as músicas e filmes criados pela indústria americana, mas o inverso não acontece.
Sendo assim, apresentar obras do cinema e da música brasileira pode criar uma curiosidade nos americanos, o que tornará sua relação com eles excelente.
As vantagens de realizar um intercâmbio são inúmeras mas, para aproveitá-las, é essencial contar com uma boa rede de amigos.
A companhia, além de servir como remédio para aliviar as saudades de casa, ainda é uma forma de praticar seu inglês continuamente, o que torna a experiência mais valiosa.
Gostou das dicas sobre como fazer amigos nos Estados Unidos e quer continuar aprendendo? Confira mais um de nossos posts e saiba como é a vida no campus em um faculdade nos Estados Unidos!
Como funciona o ano letivo nos EUA?
/109 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaComo você deve imaginar, o ano letivo nos EUA é bem diferente do que estamos acostumados no Brasil. Fatores como a duração das aulas, o calendário de férias e até a aplicação de provas são encarados de forma diferente nos Estados Unidos. Além disso, durante o ensino regular, o aluno tem maior flexibilidade para montar sua grade de horários.
Uma boa notícia para os interessados em estudar no país é que as férias não são os únicos momentos de relaxamento no ano. Existem feriados prolongados e pausas nas atividades acadêmicas que modificam a experiência do estudante. Outra diferença importante é a forma como as notas são definidas no boletim.
Curioso para saber mais sobre essas diferenças? Neste texto, vamos falar sobre as características mais marcantes do ano letivo nos EUA e deixar claro sua diferença para o que acontece no Brasil. Confira!
Como funciona o ano letivo nos EUA?
Sendo um estudante brasileiro, você deve estar acostumado com longas férias que se iniciam em dezembro e vão até o final de janeiro, no mínimo.
Ao retornar desse período, a escola inicia um novo ano letivo, que se estende até as férias de meio do ano, iniciadas em julho.
Bem, nos Estados Unidos, as coisas são diferentes. Para começar, por mais contraditório que pareça, o ano letivo não começa no início do ano. Os estudantes americanos têm seu primeiro dia de aula no fim de julho ou início de agosto, quando terminam as famosas férias de verão.
Esse período é conhecido por lá como summer break e representa as férias mais longas do calendário. O motivo dessa diferença para o calendário brasileiro pode ser entendida pelo nome, que indica que elas ocorrem no verão.
Por essa razão, as escolas e universidades americanas preferem que o intervalo mais longo seja na época mais quente, e não no gelado dezembro.
Além das férias que estamos acostumados no Brasil, existem duas outras pausas no ano letivo nos EUA que chamam atenção. A primeira é o Thanksgiving, que ocorre toda última semana de novembro.
Trata-se de um feriado religioso em que o país praticamente para, dando uma excelente oportunidade para alunos viajarem e reencontrarem familiares ou conhecerem mais o país.
Durante o segundo semestre do ano letivo, que se inicia em novembro, as universidades têm uma pausa de uma semana conhecida como Spring Break.
Como o nome sugere, esse break ocorre na primavera, mas a data exata varia de acordo com a instituição. Na maioria dos casos, porém, as aulas são paralisadas por uma semana no mês de março.
Como são as provas e o boletim?
A forma de avaliação em uma classe nos Estados Unidos pode variar de acordo com o professor e o objetivo do curso. É comum que alguns orientadores passem projetos semanais ou mensais que, ao fim do ano letivo, serão responsáveis por compor a nota do estudante e que atividades fora de sala de aula contem muito.
Normalmente, além de projetos e pesquisas periódicos, são aplicados dois períodos de provas: o midterm e as finals. O primeiro, acontece mais ou menos na metade do ano letivo enquanto o segundo ocorre nas últimas semanas de aula.
Por mais que os exames finais sejam determinantes para saber se o aluno vai ou não passar na matéria, dar valor aos dois períodos é fundamental.
Isso porque o midterm é muito importante para a formação da nota final. Em geral, seu valor é inferior ao das provas finais, já que aborda temas menos abrangentes.
Se o midterm é aplicado em abril, por exemplo, ele vai tocar apenas nos assuntos já discutidos em classe até ali. Já nas finals, o conteúdo inclui tudo o que foi passado pelo professor, desde o início do ano letivo.
Quem define o exato peso que cada exame vai ter para a formulação da nota final é o professor responsável pelo curso.
Tudo isso é discutido e esclarecido nos primeiros dias de aula, quando os alunos recebem um documento chamado syllabus. Ele serve como um guia para o aluno entender o método que será utilizado para calcular a sua nota.
É importante lembrar que, diferentemente do que ocorre no Brasil, as notas não seguem o padrão de 10 a 100. Em vez disso, as pontuações são dadas em letras. Elas podem, contudo, ser convertidas em uma escala de 10 a 100, conforme mostraremos a seguir:
Para calcular a média geral de todas as classes, utiliza-se o GPA, que é sigla para Grading Point Avarage, ou pontuação média.
O GPA varia entre 1 e 4 e, para defini-lo, é preciso converter as letras de volta para um valor numérico. Confira:
Como é a transição entre escola e universidade?
No Brasil, temos o ensino médio, que representa os três anos finais de estudo em um colégio regular. Durante esse período, os alunos brasileiros têm disciplinas obrigatórias pré-definidas, baseadas nas exigências dos vestibulares. Com isso, resta pouca liberdade para os estudantes montarem suas grades.
Nos Estados Unidos, esse período é representado pela High School, mas apresenta diferenças estruturais. Para começar, são 4 anos, em que os alunos são classificados como Freshman, Sophomore, Junior e Senior.
Essa classificação é a mesma que ocorre em universidades, o que ajuda o jovem a se habituar ao que vem pela frente.
Nos EUA, os últimos quatro anos contam com apenas quatro disciplinas obrigatórias: inglês, história, matemática e política. As outras aulas podem ser escolhidas de acordo com a vocação da pessoa e de seus objetivos profissionais.
Contudo, o peso da nota obtida nessas aulas é ainda maior nos Estados Unidos. Isso porque as universidades analisam o boletim do aluno durante o processo seletivo.
Apesar das diferenças, a adaptação acontece naturalmente e o país conta com algumas das melhores universidades do mundo, garantindo uma experiência qualificada aos seus estudantes.
E aí, ficaram claras as diferenças entre o ano letivo americano e o brasileiro? Se tiver alguma dúvida ou quiser acrescentar alguma coisa, deixe seu comentário para a gente!
Por que fazer faculdade no exterior?
/117 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaA busca por vagas em universidades no exterior vem crescendo ano a ano no Brasil. Segundo dados publicados pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, em 2018 50,4 mil brasileiros procuraram por graduação no exterior, contra 36,6 mil em 2017, o que representa um aumento de 37,7%.
A preocupação com o futuro e novas carreiras é certamente um dos fatores que mais impulsionam estes números. Mas fazer faculdade no exterior não é apenas frequentar as aulas. A experiência de estudar fora vai muito além e os benefícios aparecem bem antes de o aluno ir atrás do primeiro emprego.
Vantagens de fazer faculdade no exterior
O ambiente internacional de uma universidade nos EUA, Canadá e Reino Unido é por si só uma experiência única e muito rica.
O networking multicultural e a rápida evolução da fluência no idioma são percebidos logo no início da experiência. Mas há outros aspectos, constantemente mencionados por pais e alunos, que passaram pela Daqui pra Fora nesses 18 anos de trabalho, que reforçam os benefícios de cursar uma faculdade no exterior.
Excelência Acadêmica
Não há dúvida que, academicamente, as melhores universidades do mundo estão, em sua maioria, no exterior. Segundo o ranking 2024 da Times Higher Education, 57 das 100 melhores universidades do mundo estão nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá.
O ranking, bastante prestigiado no meio acadêmico internacional, leva em conta vários aspectos, entre eles pesquisa, ensino, citações em publicações científicas e empregabilidade.
Entre as 10 melhores, 7 estão nos Estados Unidos e 3 no Reino Unido (entre elas, as duas primeiras colocadas). O Canadá tem 7 instituições entre as 50 primeiras do ranking.
Entre as 300 melhores do mundo, 98 são americanas, 38 britânicas e 14 canadenses. A universidade brasileira mais bem colocada é a USP, entre as posições 250 e 300.
Oportunidades
A experiência em universidades no exterior traz inúmeras oportunidades dentro e fora da sala de aula. A variedade de cursos é enorme e a estrutura do ensino favorece demais o aluno nesse sentido.
Primeiro, caso ele saia do Brasil ainda indeciso em relação à carreira que pretende seguir, não tem problema. Nos Estados Unidos, por exemplo, utiliza-se a metodologia de General Education, onde os dois primeiros anos são mais básicos. O estudante só precisa decidir realmente o foco da carreira quando vai para o junior year (terceiro ano).
Além disso, há a possibilidade de dupla graduação (muito comum), ou seja, o aluno pode optar por fazer duas faculdades ao mesmo tempo. E são tantas alternativas atraentes que é provável que a dificuldade passe a ser escolher só dois cursos.
Mas a vida de quem vai estudar fora não se resume a aulas e tarefas. Ao contrário, todas as universidades incentivam e valorizam uma série de atividades extracurriculares e a própria estrutura delas facilita uma vivência inesquecível fora da sala de aula.
Essas atividades são oferecidas em forma de “clubs”, e são tantas opções que ninguém fica de fora. Tem para todos os gostos e preferências. Cinema, política, fotografia teatro, artes plásticas, dança, religião, TV, rádio, esportes, música, videogame, idiomas, newspaper, voluntariado na comunidade, associações estudantis e muito mais.
E tanto para as aulas quanto para os clubs o que não falta é estrutura para que tudo aconteça em alto nível. Desde salas de aula confortáveis e tecnológicas até refeitórios, teatro, salas de projeção, laboratórios, bibliotecas, estúdios… tudo muito bem equipado, com material de ponta. Enfim, não falta nada para o aluno ter as melhores experiências dentro daquilo que ele escolher fazer.
Mais vantagens para fazer faculdade no exterior você encontra nesse vídeo:
Desenvolvimento pessoal
Tudo é novo para quem vai estudar fora e “adaptação” é a palavra-chave. Este já é o pontapé inicial no crescimento pessoal que a jornada em uma universidade no exterior proporciona.
Morar longe dos pais, organizar suas coisas e seus horários, ter disciplina, escolher os cursos e atividades, ter que cuidar de contas, alimentação, deslocamentos, saúde, tomar decisões… é o caminho rumo à independência, à autonomia. E com elas vêm a maturidade.
O cenário multicultural onde tudo isso acontece ainda ajuda a desenvolver a tolerância, a flexibilidade, as interações pessoais, itens cada vez mais valorizados tanto socialmente quanto no mundo corporativo. Fazer faculdade no exterior envolve muito autoconhecimento, crescimento e aprendizado.
Carreira Profissional
O conjunto de vantagens que a formação em uma universidade no exterior traz, desde a excelência acadêmica até a formação pessoal, é o que tem chamado a atenção de grandes empresas, nacionais e multinacionais.
Muitas delas, como Ambev, Itaú, J.P.Morgan e Red Bull, já têm programas específicos para quem se formou no exterior.
Além disso, são enormes as possibilidades de estágio durante as férias de verão, a melhor maneira de o aluno aprender e colocar em prática o que está estudando na faculdade e, ao mesmo tempo, incrementar o currículo.
Só aqui no Brasil, quem procurar por Summer Internship no LinkedIn deve encontrar mais de 300 vagas para alunos que foram estudar fora em grandes empresas ou startups, entre elas Nokia, City Group, Liv Up, Avenues, McKinsey & Company, HP, Disney e o próprio LinkedIn.
Bolsas de estudo
Muitos alunos que aplicam para faculdades no exterior têm interesse em bolsas de estudos. A boa notícia é que as universidades dos Estados Unidos, por exemplo, são reconhecidamente as que mais oferecem esse tipo de incentivo aos alunos, que pode variar de 5 % a 100%.
São basicamente três tipos de bolsas de estudos: por mérito acadêmico, por necessidade financeira e por talento artístico.
As bolsas por mérito acadêmico são oferecidas a alunos que têm médias (notas) superiores às dos que estão entrando sem bolsa. São levadas em consideração as notas do Ensino Médio (desde o 9º ano), as notas do SAT ou ACT e TOEFL (proficiência em inglês).
As bolsas por necessidade financeira também levam em consideração o desempenho acadêmico e para a ajuda financeira, a universidade analisa vários documentos, entre eles o imposto de renda da família.
As bolsas artísticas são dadas a quem vai estudar Artes (teatro, música, dança, artes plásticas) na faculdade. O processo inclui audições ou portfólio.
Para conquistar algum tipo de bolsa é essencial identificar as instituições que oferecem o benefício e aplicar de maneira estratégica para consegui-las.
Como Fazer Faculdade No Exterior
O processo seletivo para fazer faculdade no exterior, especialmente nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido , é bem diferente daquele que acontece no Brasil.
Não é uma única prova que define quem entra ou não em uma faculdade lá fora. As instituições estrangeiras olham o aluno como um todo, desde suas notas até suas atividades extracurriculares.
Inicialmente, são levadas em consideração as notas do Ensino Médio (do 9º ano do Fundamental ao 3º do Médio), as notas das provas direcionadas ao próprio processo (SAT ou ACT e TOEFL ou IELTS) e ainda participação em atividades extracurriculares (artes, esporte, trabalho comunitário, atividades de liderança etc).
Um dos itens mais importantes do processo é a Redação ou Essay. Com temas bem pessoais, a redação vai mostrar muito do que o aluno é para a universidade, desde como ele escreve até o que ele pensa e como ele age. Isso ajuda a própria universidade a definir se este aluno combina ou não com o perfil da instituição.
Além disso, as universidades ainda pedem cartas de recomendação de pessoas que conhecem a fundo a personalidade e a trajetória do aluno, geralmente professores, coordenadores ou tutores.
Se você tem interesse sobre o processo de candidatura para faculdades no exterior e quer saber mais como uma consultoria educacional pode te ajudar nessa jornada, acompanhe nossos conteúdos recebendo-os por e-mail em nossa newsletter.
Vale a pena estudar em Boston? Descubra agora!
/102 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaCidade mais populosa do estado americano de Massachusetts, Boston é um dos destinos mais procurados por brasileiros que decidem ir para os Estados Unidos. A receptividade da cidade aos estrangeiros não é de hoje. Sua fundação, em 1630, foi realizada por recém-chegados imigrantes ingleses.
De lá para cá, a cidade recebeu uma enorme quantidade de pessoas vindas de todo o mundo, o que acelerou seu desenvolvimento. Hoje, Boston é conhecida pelo estilo de vida ativo, diversas atrações culturais e, principalmente, pela excelência das universidades localizadas na cidade e nos seus arredores.
E aí, será que vale a pena estudar em Boston? Neste texto, você vai conhecer mais sobre a vida na capital de Massachusetts e sobre as melhores universidades localizadas por lá. Além disso, vamos falar sobre como tal experiência pode significar uma verdadeira vantagem profissional. Confira!
Como é a vida em Boston?
Viver em uma cidade como Boston é uma experiência rara para qualquer pessoa. Isso porque sua arquitetura, que interage diretamente com cenários naturais, cria um ambiente único. O contraste das águas do Rio Charles, sempre repletas de veleiros, com a estrutura espelhada dos prédios que o cercam é uma visão para não ser esquecida.
Essa união entre natureza e civilização, aliás, é o que dá o tom à vida em Boston. Repleta de parques e jardins urbanos, a cidade oferece aos cidadãos opções de entretenimento que contemplam todos os gostos. Naturalmente, as atrações podem mudar conforme a estação do ano. O clima na cidade não é dos mais quentes, podendo atingir níveis abaixo de zero durante o inverno.
Independentemente da época do ano, porém, uma coisa não muda na cidade: a paixão por eventos esportivos. A maratona de Boston, por exemplo, é uma referência mundial de corridas em longa distância. Apenas um ano mais nova que os primeiros jogos olímpicos, o evento acontece, sem interrupções, desde o ano de 1897.
O artigo “A Maratona de Boston: Uma Tradição Centenária”, publicado no site oficial da maratona, destaca “como o evento se tornou uma parte integrante da identidade de Boston ao longo dos anos, atraindo não apenas atletas, mas também turistas e espectadores de todo o mundo”.
Além do clima, arquitetura e eventos esportivos, Boston é conhecida por ser um dos maiores polos intelectuais e estudantis da América. Uma ponte separa a cidade de Cambridge, onde fica localizada a Universidade de Harvard. No próximo tópico, falaremos sobre as melhores instituições de ensino da região. Continue a leitura.
Conheça as melhores universidades para estudar em Boston
Já pensou em estudar nas melhores universidades do planeta? Se sim, Boston pode ser uma boa opção para você. Além das instituições que ficam em sua área metropolitana, outras que ficam em seus arredores contam com transporte e acesso facilitado. A seguir, falaremos das principais.
Boston University
Com mais de 3.900 membros acadêmicos e aproximadamente 33.000 estudantes, a Boston University fica localizada no coração da cidade. A universidade é reconhecida por investir na vida estudantil, proporcionando aos alunos diversas atrações esportivas e culturais: são mais de 500 shows e concertos recebidos no campus a cada ano.
No quesito excelência acadêmica a BU, como é conhecida, também se destaca. A instituição é considerada uma das líderes globais em pesquisas, o que atrai investimentos pesados que possibilitam a constante melhoria da estrutura. A universidade, que abrange 250 campos de estudo, conta com 17 escolas e 23 livrarias.
Entre os intelectuais graduados na Boston University estão sete vencedores do Prêmio Nobel. O mais notório foi o ativista pelos direitos humanos Martin Luther King que, antes de se tornar famoso pela luta contra o preconceito racial, obteve um PhD em teologia na instituição.
Harvard University
Lembra que falamos que uma ponte separa Boston de Cambridge, casa da Universidade de Harvard? Pois é, são apenas 15 minutos a bordo de um transporte para ir do centro da cidade até a sede da instituição, que é considerada pelo Times Higher Education Ranking a quarta melhor universidade do mundo.
A mais antiga universidade dos Estados Unidos é quase um mundo à parte. Em seu extenso campus, estão localizados nada menos que dois teatros e cinco museus, além da maior biblioteca acadêmica do mundo, que reúne mais de vinte milhões de volumes.
Com mais de 3.700 cursos oferecidos em 50 campos de estudos diferentes, não é surpresa constatar o sucesso alcançado por antigos alunos de Harvard. A universidade, membro da famosa Ivy League, produziu mais de 45 vencedores do Prêmio Nobel, diversos ganhadores do prêmio Pulitzer e mais de 30 chefes de Estado, incluindo o ex-presidente americano George W. Bush.
Massachusetts Institute of Technology
Classificada como a terceira melhor universidade do mundo no ranking Times Higher Education, o Massachusetts Institute of Technology é localizado à beira do Rio Charles. Focada em pesquisas, a instituição conta com 32 departamentos acadêmicos, distribuídos em cinco áreas: arquitetura, engenharia, humanas, artes e ciência.
Fundada em 1861, o MIT, como é conhecido, adotou um slogan que reflete bem sua visão e seus valores: “Mens et Manus”. Traduzido do latim, o termo significa “mentes e mãos”, refletindo a abordagem científica da universidade, que dá extremo valor não apenas à teoria, mas também à aplicação da prática.
Entre os diversos edifícios dentro dos domínios do MIT estão 18 instalações estudantis, que servem para acomodar alguns dos mais de 11.000 estudantes vindos de todas as partes do planeta. Entre aqueles que já se formaram, estão 85 vencedores do Prêmio Nobel. Além disso, a instituição estima que seus antigos alunos sejam responsáveis por 30.000 companhias e 4,6 milhões de empregos.
Partiu Boston?
Estudar em Boston representa uma oportunidade única para aprimorar seu inglês, conhecer outra cultura e, acima de tudo, ganhar uma vantagem considerável no mercado de trabalho.
Além de contar com um dos polos intelectuais mais famosos do mundo, a cidade é repleta de empresas e pessoas que podem servir como impulso para sua carreira profissional.
E aí, ficou com vontade de saber como é possível estudar em Boston? Preencha o formulário abaixo para começar uma conversa com o nosso time de especialistas!
Por que contratar uma consultoria para estudar no exterior?
/52 Comentários/em Daqui pra Fora, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEnviar o seu filho para estudar no exterior é uma decisão enorme, que abre o caminho para um desenvolvimento acadêmico e profissional qualificado. Para facilitar esse processo, contratar uma consultoria especializada pode ser uma boa ideia.
Se a ideia é estudar fora do Brasil, existem países como a Inglaterra, Canadá e os Estados Unidos que reúnem as melhores universidades do planeta, segundo o ranking da Times Higher Education.
Às vezes pode parecer que o período entre a preparação para o processo seletivo e o início dos estudos é longo e complicado demais, mas sua execução é completamente viável.
Com a ajuda de uma consultoria para estudar no exterior, você tem chance de focar nos pontos mais relevantes da jornada, deixando que a empresa resolva os pormenores.
Neste artigo, vamos citar algumas vantagens que a contratação de uma agência especializada pode trazer para você e sua família. Confira!
Para que serve a consultoria especializada?
Como acontece no Brasil, os alunos interessados em ingressar em uma universidade precisam passar por um processo seletivo. Acontece que, para o estudante internacional, esse procedimento não é nem um pouco parecido com os vestibulares realizados por aqui.
Para começar, existem provas específicas que precisam ser realizadas para comprovar o nível de domínio da língua inglesa.
Nos Estados Unidos, por exemplo, existe o exame TOEFL, composto por testes de interpretação de texto, redação, compreensão de áudio e habilidades orais.
Além do exame de proficiência na língua do país de destino, algumas instituições exigem avaliações mais amplas, como o SAT ou o ACT.
Aí sim, a abordagem é mais similar com o ENEM brasileiro, já que a prova inclui áreas como matemática, história e gramática.
Outro item crítico para garantir a aprovação em uma universidade estrangeira é o histórico do ensino fundamental e médio. Não é preciso que o aluno seja o melhor da turma, mas boas notas facilitam bastante o processo.
Vale ressaltar que não há uma padronização de critérios para aprovação, fato que permite que cada instituição estabeleça os próprios parâmetros. É aí que entra a consultoria.
Com o acompanhamento de uma empresa especializada, você conta com maior segurança para conduzir o processo.
Será feito um planejamento individual com o aluno e família para construir o melhor currículo possível, se preparar para os testes exigidos, reunir os documentos corretos e cumprir todos os requisitos para admissão, além de identificar a universidade que mais combina com o perfil de cada um. Dessa forma, as chances de aprovação dão um salto significativo.
Veja neste vídeo informações importantes sobre o programa de preparação para a aplicação em uma universidade do exterior:
Acesso a um atendimento personalizado e especializado
Já falamos que o procedimento para seguir a vida acadêmica fora do país envolve muitas variáveis, como as exigências apresentadas por cada instituição.
Além delas, fatores como o desejo pessoal do aluno, a área de estudo desejada e o orçamento disponível para investimento por parte dos responsáveis podem alterar o processo.
Por isso, é fundamental contar com uma consultoria para estudar no exterior. Uma empresa que conte com profissionais experientes tem maior facilidade em visualizar a melhor abordagem para cada situação, buscar caminhos alternativos de acordo com as características da família e identificar as instituições mais adequadas.
Suponhamos, por exemplo, que você esteja disposto a gastar apenas um certo montante durante a jornada.
Com isso em mente, é fundamental conhecer as universidades que cobrem anuidades que caibam no seu bolso, ou que ofereçam bolsas de estudos no valor necessário, e que ao mesmo tempo sejam compatíveis com o perfil do aluno. Contudo, é preciso ter cuidado.
Mesmo que você tenha condições de pagar a anuidade, esse não é o único gasto envolvido. É preciso ter um conhecimento mais amplo sobre a experiência para apontar, por exemplo, as cidades que têm um custo de vida mais acessível e aquelas que requerem uma situação financeira mais adequada.
Com o apoio da consultoria, você não precisa se desgastar tanto com esses detalhes, que serão simplificados pelos profissionais envolvidos na parceria.
Maior agilidade na documentação
No primeiro tópico, mencionamos que a posse da documentação correta é essencial para possibilitar a aprovação pela faculdade desejada.
Mais do que isso, os documentos são fatores imprescindíveis na obtenção do visto de estudante, cuja ausência impossibilita todo o processo.
Como você deve saber, a aplicação para um visto é algo que pode ser um tanto complexo, já que as embaixadas responsáveis pela emissão do documento não toleram nenhum tipo de erro. Por isso, antes de tudo, você deve ter uma lista de tudo o que precisa para o dia da entrevista.
Fazer isso tudo sozinho pode ser uma ideia desestimulante, mas a boa notícia é que o caminho se torna muito mais fácil com a ajuda de uma consultoria.
Graças a experiência de atuação na área, a empresa pode te orientar quanto aos detalhes burocráticos da operação, deixando o processo mais assertivo.
Além disso, os profissionais em sua maioria são brasileiros que também estudaram fora e conhecem os procedimentos de entrevistas que precedem a aprovação do visto, o que os torna uma fonte excelente de dicas para obter sucesso na aplicação.
Prevenção de erros no processo
Não é só o órgão responsável pela emissão de vistos que é intolerante com falhas e erros. Durante o processo de aplicação, a equipe de admissão da universidade avalia cada ficha, selecionando aqueles que estão aptos e cumprem os requisitos estabelecidos.
Portanto, é crucial garantir que os documentos, redações e cartas sejam enviados sem qualquer tipo de erro ou atraso. É preciso, por exemplo, ficar atento às datas marcadas como limite para a conclusão de cada etapa do processo seletivo. Com o apoio de uma consultoria, você não precisa ocupar sua mente com questões como essa.
Mediação na comunicação com a universidade
Ao longo do processo, será preciso manter contato constante com os profissionais da instituição em questão. É preciso saber, por exemplo, se a instituição oferece algum tipo de dormitório, planos para refeição ou até mesmo transporte entre residência e faculdade.
Além disso, casos específicos como a transferência de um curso no Brasil para um curso no exterior podem exigir comunicações mais complexas e específicas.
Se você conta com um serviço de consultoria, a empresa vai agir como mediadora das partes, garantindo o alinhamento necessário para a conclusão da jornada.
Uma experiência acadêmica nas melhores universidades do mundo é um diferencial e tanto para o currículo do seu filho. Então, por que não tomar medidas para garantir que o processo seja realizado da melhor forma possível?
Ao contratar uma consultoria para estudar no exterior, você se preocupa menos com detalhes burocráticos e foca suas energias no que é realmente relevante para a admissão.
E aí, viu como uma consultoria especializada pode ser importante no processo para estudar no exterior? Quer saber como podemos ajudar? Preencha o formulário abaixo para começarmos uma conversa.
Por que deixar seu filho estudar e morar fora do Brasil?
/113 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaAtualmente, estudar e morar fora do Brasil é o sonho de muitos estudantes. Enquanto a promessa de liberdade e um mundo novo cheio de possibilidades se oferecem aos jovens, pais e responsáveis se voltam às questões práticas desse processo e se veem em um mar de dúvidas e inseguranças.
Não se preocupe: você não está nessa sozinho. Cercar-se de informação é a primeira medida para reduzir as interrogações sobre como tornar esse sonho possível para seu filho.
Outra boa saída é conhecer as vantagens que essa experiência pode trazer a um jovem. Quer saber mais sobre elas? Então acompanhe este texto até o fim!
Desenvolver a autonomia e a responsabilidade
Abrir mão do conforto da casa dos pais não é uma decisão que todos os jovens estão dispostos a tomar, mas que cedo ou tarde precisam enfrentar.
Independentemente da modalidade de moradia escolhida no exterior (homestay, dormitório na faculdade etc.), isso implica assumir novas responsabilidades — que podem ir de pagar as próprias contas a lavar as próprias roupas, por exemplo.
Por mais que seu filho ainda não desempenhe essas atividades na sua casa, esse é justamente um bom momento de treinar a independência dele e de prepará-lo para a vida adulta.
Além disso, as novas responsabilidades podem não vir apenas na forma de atividades domésticas. Existe também a oportunidade de trabalhar algumas lições financeiras.
Afinal, como ele vai se sustentar no exterior? Ele terá uma bolsa, uma mesada ou precisará trabalhar durante o período?
A gente sabe que é dever dos pais se preocupar, mas pode ser mais interessante deixar que o jovem administre seus recursos durante essa experiência. Certamente ele retornará com diferentes noções e valores acerca do dinheiro.
Trabalhar o autoconhecimento
Morar fora do Brasil e longe da família é uma experiência que pode ser enriquecedora. Sair de casa pode significar a perda de alguns mimos e confortos. Porém, é uma forma de o jovem se conhecer mais e até mesmo amadurecer.
Diferenças culturais, dificuldades de comunicação e outros fatores influenciam (e podem dificultar) a socialização no exterior. A saudade de casa e a distância dos amigos e dos familiares que ficaram em solo brasileiro também não deixam essa situação mais confortável.
Assim, alguns momentos de solidão acabam sendo comuns — mas isso não deve ser encarado como algo inteiramente negativo.
A cobrança e a influência dos familiares diminui e o jovem pode, finalmente, tomar as próprias decisões. Em contrapartida, terá de lidar sozinho com as consequências de seus atos.
Outra vantagem é a possibilidade de conhecer pessoas com outros tipos de repertórios e experiências, que talvez não cruzassem seu caminho no Brasil.
Aperfeiçoar um idioma
Em muitos casos, o principal objetivo de morar no exterior é justamente o de aperfeiçoar um segundo idioma — mais comumente o inglês. Apesar de termos grande acesso a produções musicais, cinematográficas e de outras formas de entretenimento internacionais, estar em um país que fala inglês de forma nativa é decisivo na aquisição da fluência.
Isso acontece especialmente por conta da utilização da língua em diferentes domínios. Ao sair do país, você não usa o idioma apenas para escutar música ou ver um filme, que são as utilizações mais comuns da língua no Brasil.
Ao contrário, o contato com o inglês se dá nas mais diferentes esferas da vida cotidiana — algo semelhante com o que ocorre quando se aprende uma língua nativa, mesmo que ninguém realmente se dê conta disso.
Desde pedir um pão na padaria a perguntar por informações para pegar um ônibus ou assistir às aulas na faculdade: toda a comunicação é feita em inglês, o que certamente traz grandes vantagens no desenvolvimento do idioma.
Investir na carreira nacional e internacional
Nem todo mundo tem a oportunidade de estudar ou morar fora do país. Assim, quem faz isso com pretensões profissionais certamente se destaca da concorrência ao retornar ao Brasil.
Em 2018, mais de 50 mil universitários brasileiros iniciaram uma graduação internacional, e a busca por esse tipo de especialização tem crescido. E o investimento vale a pena: o salário de quem tem inglês fluente chega a ser 61% maior do que o de quem não domina a segunda língua.
Existem diversas empresas com recrutamento focado em estudantes que se formaram no exterior e oferecem carreiras promissoras.
Quanto mais elevado o cargo em uma empresa, maior é a exigência com relação a um segundo idioma, visto que são os altos executivos que costumam negociar com o mercado externo.
Assim, o quanto antes seu filho dominar uma segunda língua — de forma realmente fluente — melhores as chances de ser bem-sucedido no mercado.
Existe ainda a possibilidade de seu filho almejar uma carreira acadêmica. A experiência em uma universidade no exterior pode abrir novas portas e permitir o contato com tecnologias e pesquisas ainda não disponíveis no Brasil, também tornando-o valioso ao mercado interno.
Ou ainda, abrir a mente para novos negócios e se tornar empreendedor. Muitos alunos da Daqui pra Fora voltaram ao Brasil com grandes ideias e fundaram startups que estão revolucionando o mercado nacional.
Aumenta a bagagem cultural
Falamos brevemente sobre o contato com pessoas (e até pesquisas) diferenciadas — situações que não aconteceriam no Brasil. Podemos entender todas essas situações com o aumento da bagagem cultural do seu filho.
Estudar no exterior, especialmente em escolas que já têm tradição em receber estudantes internacionais, permite o contato com pessoas de outras nacionalidades. Essa experiência garante maior conhecimento acerca de outras culturas e costumes.
Esse contato com a diversidade é um divisor de águas não só no desenvolvimento da empatia — soft skill cada vez mais cobiçado por grandes empresas —, mas pode ser entendido também como uma lição sobre a vida adulta. Afinal, frequentemente somos obrigados a lidar com o que é diferente ou “estranho” aos nossos olhos.
Mas, como você deve saber, uma experiência no exterior não se resume apenas à dedicação aos estudos ou a uma futura carreira. Assim, pontuamos também a possibilidade de seu filho realizar passeios a lazer. Imagine a quantidade de lugares que ele poderá visitar e criar memórias incríveis!
As vantagens de morar fora do Brasil vão desde aspectos pessoais a profissionais e acadêmicos. Seu filho pode almejar novas oportunidades ao regressar ao Brasil, como também já dar início a uma possível carreira internacional de sucesso.
Ainda tem dúvidas se você deve realmente investir nessa experiência ou o que fazer para garantir que ela seja a melhor possível para seu filho? Inscreva-se em nossa newsletter e receba mais conteúdos sobre o assunto. Estamos aqui para ajudá-lo!