Uma das vantagens de fazer faculdade fora do Brasil é o diferencial que esse tipo de curso promove para a carreira dos jovens. Porém, é preciso elaborar um planejamento financeiro, já que os custos de estudos no exterior podem pesar no orçamento, se tudo não for bem calculado.
Mas não é impossível garantir ao seu filho uma educação de qualidade em uma instituição estrangeira. Você só precisa se organizar junto da sua família para que seja viável conciliar a formação lá fora ao seu padrão de vida.
Por isso, preparamos este artigo para te ajudar a entender como se planejar e não ter nenhuma dificuldade para organizar suas finanças durante esse período. Continue lendo e saiba o que deve ser feito para dar esse suporte tão importante ao seu filho, sem trazer impactos negativos ao orçamento.
A necessidade do planejamento financeiro
Para qualquer tipo de investimento que vamos fazer, é preciso, antes, avaliar a situação financeira para saber se de fato é possível ou não efetivá-lo. Em alguns casos, é necessário fazer um planejamento estratégico para que as metas e objetivos sejam alcançados.
Afinal, tudo aquilo que envolve somas em dinheiro precisa ser pensado de uma forma cautelosa, para que não haja imprevistos que venham interferir negativamente nos planos. E isso não muda quando o assunto são os custos de estudos no exterior.
Mesmo que a renda da família seja suficiente para arcar com as despesas durante todos esses anos, é fundamental que a situação financeira esteja muito bem programada. Isso garantirá o conforto do jovem que vai estudar fora e de quem ficará aqui no Brasil.
Fazer um planejamento financeiro para pagar uma faculdade estrangeira é muito importante para que você tenha total controle de seu orçamento. Isso te dará uma visão realista da sua renda e de como ela pode ser usada.
Afinal, precisamos considerar que se trata de um período longo no qual devem ser considerados diversos fatores diferentes que vão exigir um investimento. Esse é o caso da mensalidade, estadia, transporte, alimentação, livros e materiais acadêmicos, entre outros.
Portanto, para arcar com os custos de estudos no exterior para o seu filho, você precisa planejar-se e ter uma visão realista da sua situação financeira. E existem alguns detalhes que não podem ser esquecidos, veja-os a seguir.
Analise quanto poderá investir
Ao considerar trocar de carro, por exemplo, a primeira coisa que você deve fazer é ter em mente quanto pode aplicar no modelo novo, certo? O mesmo acontece na hora de arcar com os custos de estudo no exterior para o seu filho.
É fundamental que faça uma análise detalhada da sua situação financeira para que consiga mensurar o valor que pode dispor para esse investimento. Dessa forma, pode planejar com mais consistência os anos que o jovem ficará fora de casa.
Não há como dar um passo tão significativo sem saber onde está pisando. Então, avalie a renda da família sem esquecer nenhum detalhe. Essa é uma etapa fundamental que precisa ser feita de forma fiel à sua realidade.
Assim, vocês definirão qual faculdade pode ser custeada e planejarão os anos de estudo sem comprometer a estabilidade das finanças.
Tenha comprometimento para economizar dinheiro
Infelizmente nem sempre é possível alcançar grandes metas sem fazer alguns sacrifícios. Na verdade, na maioria das vezes é necessário um esforço conjunto para que se consiga atingir um grande objetivo.
Para que os custos de estudo no exterior não venham impactar negativamente as finanças, talvez seja necessária uma readequação da forma como o dinheiro é investido.
Apesar de falarmos em sacrifício, é mais inteligente dizer que devemos deixar de gastar com supérfluos para nos dedicarmos a algo que realmente trará bons retornos.
Pagar uma faculdade fora do Brasil para o seu filho é um dos melhores investimentos que você pode fazer a ele e também à família de um modo geral. Por isso, se ele quiser cursar uma instituição cuja mensalidade é alta, talvez seja a hora de repensar os gastos e se comprometer a economizar dinheiro.
Lembrando que esse precisa ser um esforço conjunto, portanto, deve ser debatido em família para que todos compreendam a importância de apoiar o jovem que pretende estudar fora. O sacrifício deve partir de todos para que de fato se alcance a meta.
Motivar cada um dos membros é uma medida interessante e ela pode ser feita por meio de recompensas, como um passeio. Dessa forma, embora tenham deixado de gastar com alguns supérfluos, todos poderão desfrutar desse esforço conjunto e verão que valeu a pena.
Busque alternativas para fazer economia
Ao analisar a sua situação financeira você poderá se deparar com alguns detalhes que podem ser melhorados para que se consiga fazer um pouco de economia. Esse é o caso, por exemplo, do refinanciamento de uma dívida.
Se você tem um carro que ainda não está quitado, uma opção é vendê-lo e trocar por um modelo que traga menos despesas ou então refinanciá-lo para que a dívida fique menor. Também existe a possibilidade de fazer um empréstimo oferecendo um imóvel como garantia para desfrutar dos juros, que são muito próximos daqueles de financiamentos imobiliários.
Investir um valor mensalmente também é uma excelente forma de acumular patrimônio. Você pode escolher uma opção de aplicação que ofereça bons retornos e juros compostos que favoreçam uma multiplicação atrativa do valor inicial.
Uma alternativa também bastante interessante é trabalhar com cartão de crédito e acumular milhas. Você só precisa manter o controle daquilo que é gasto para não ficar com dívidas muito altas.
No mais, em detalhes do dia a dia e nos hábitos de consumo é possível fazer pequenas economias que juntas terão um grande impacto positivo no final. Cabe a você e sua família identificarem aquilo que pode ser economizado e se comprometerem com isso.
No vídeo abaixo você encontra informações relevantes sobre como realizar o planejamento financeiro ideal para que seu filho possa fazer faculdade no exterior:
Duas estratégias que podem ajudar
Além de todas essas medidas que podem ser adotadas para você planejar as suas finanças e arcar com os custos de estudos no exterior, também existem outras duas opções. Elas podem fazer toda a diferença para que as suas estratégias sejam mais inteligentes e os impactos financeiros menores. Confira a seguir.
Considere a conquista de uma bolsa de estudos
Assim como aqui no Brasil, as universidades do exterior também oferecem bolsas de estudo atrativas aos estudantes que desejam ingressar nelas. Essa é uma excelente alternativa para reduzir os custos do curso ou até mesmo o jovem fazê-lo de graça.
Mas é claro que as bolsas precisam ser conquistadas por mérito, então, é importante se informar a respeito do processo de seleção para que seu filho possa se preparar e tentar um desses incentivos ao entrar em uma universidade estrangeira.
Conte com uma assessoria
Existem empresas que fazem a assessoria de jovens que pretendem estudar no exterior. Elas auxiliam tanto com o processo de seleção como acompanham toda a trajetória do jovem enquanto ele estiver fora.
Contar com uma delas é interessante para que você possa estar ciente de todo o processo e encontre alternativas que estejam mais adequadas a sua realidade financeira. Assim, fica mais fácil fazer esse investimento sem comprometer as finanças.
É perfeitamente possível arcar com os custos de estudos no exterior sem acumular dívidas por causa disso. Você só precisa ter consciência da sua situação financeira para planejar-se de uma forma estratégica.
Nesse momento, é interessante ter o apoio de toda a família e contar com uma assessoria especializada, pois ela faz toda a diferença ao simplificar esse processo.
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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-2.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2018-10-23 00:00:002024-03-21 21:08:36Planejamento financeiro para a faculdade no exterior
Estudar em uma universidade no exterior é abrir as portas para uma série de oportunidades. Qualidade de aprendizado, crescimento pessoal e ótima preparação para a vida profissional são só alguns dos benefícios que essa experiência traz ao aluno.
Mas, existe algo que pode dificultar os planos de quem deseja investir no estudo em outro país: o preço das universidades. É aí que as bolsas de estudo surgem como uma solução interessante.
Mais do que ajudar consideravelmente na redução de custos, uma bolsa de estudos também significa um peso a mais no futuro currículo.
Isso porque o estudante que busca e consegue a bolsa apresenta qualidades reconhecidas pelos avaliadores, como proatividade e determinação, além de mostrar bom desempenho acadêmico. Mas, como se destacar e conseguir esse desejado incentivo? Confira quais são os principais pontos a serem levados em consideração!
Pesquise as condições de bolsas das universidades
Cada universidade conta com diferentes tipos de bolsas de estudo, assim como critérios próprios para disponibilizá-las. Existem opções de bolsas por mérito acadêmico, por necessidade financeira, para atletas, entre outras.
Por isso, é importante pesquisar as condições das universidades de seu interesse. Fazendo isso, fica mais fácil comparar os requisitos necessários e voltar a atenção para as opções mais adequadas ao seu caso.
Nos próprios sites das instituições, nas páginas que falam da admissão de alunos estrangeiros, é possível obter algumas informações preciosas sobre o assunto.
Ter um ótimo desempenho escolar
O desempenho escolar é um dos principais critérios avaliados pelas universidades, tanto para admissões em geral quanto no momento de conceder a bolsa. Manter as notas altas durante o Ensino Médio e apresentar um histórico escolar caprichado são ações que pesam muito no processo de candidatura.
Vale lembrar, também, de como é importante que esse bom desempenho seja constante. Então, quanto antes você começar a se preparar para ter bons resultados no colégio, melhor será para o objetivo de estudar fora!
Melhorar a proficiência em inglês
Se você quer estudar em uma faculdade dos Estados Unidos, Reino Unido ou Canadá, estar confortável com a língua inglesa é fundamental. É ela que vai fazer com que consiga acompanhar as aulas com tranquilidade e se adaptar bem à rotina acadêmica.
Mas não é só isso: dominar o inglês também é uma exigência para conquistar a bolsa de estudos.
Para ser admitido nas universidades, o estudante estrangeiro precisa comprovar um resultado mínimo de proficiência na língua. Na maioria das vezes, esse resultado é medido pelos exames internacionais TOEFL e IELTS. Portanto, não deixe de se preparar desde já com o estudo do idioma.
Participar de atividades extracurriculares
As universidades dão grande valor a atividades que vão além da sala de aula e mostram muito da personalidade dos seus futuros alunos, destacando e valorizando habilidades.
Isso significa que participar de projetos — dentro e fora da escola — só contribui para a conquista de uma bolsa de estudos.
Olimpíadas científicas, teatro, projetos sociais na sua cidade, prática esportiva, grêmios estudantis, essas e outras ocupações fazem com que a universidade conheça melhor o perfil do estudante e seus interesses.
O mais importante é que você se envolva com atividades de que realmente gosta e se dedique a elas. E, nesse cenário, a preparação antecipada também é o ideal. Participar de algum projeto de curta duração apenas para incrementar a candidatura pode surtir o efeito contrário.
Os critérios para conseguir bolsas de estudo em universidades estrangeiras têm um ponto em comum: a excelência do aluno. Preparando-se com antecedência e buscando alcançar os melhores desempenhos possíveis, o processo se torna melhor e com mais chances de êxito. Assim como toda a trajetória universitária que virá em seguida.
E então, já está preparado para buscar a bolsa de estudos ideal para você? Para acompanhar mais conteúdos relevantes como esse, assine agora a nossa newsletter.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-3.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2018-10-19 00:00:002024-04-09 16:06:52Como conseguir bolsas em universidades estrangeiras?
Tornar-se um engenheiro é motivo de grande orgulho. A jornada até o recebimento do diploma é árdua e é preciso estudar bastante. No entanto, tudo isso vale a pena, pois essa é uma das carreiras mais tradicionais do mercado. Imagine, então, a possibilidade de fazer faculdade de engenharia nos Estados Unidos?
Bons profissionais graduados em engenharia são sempre requisitados, especialmente em uma nação tão grande quanto o Brasil. Por isso, investir em uma graduação internacional pode ser um incrível diferencial para a conquista das melhores vagas.
Gostaria de saber um pouco mais sobre o tema? Continue a leitura e descubra como esse tipo de graduação no exterior funciona e quais são as melhores universidades dos EUA para esse curso!
Como é a faculdade de Engenharia nos Estados Unidos?
No Brasil, a maior parte dos cursos de engenharia tem a duração mínima de 5 anos. Já nos Estados Unidos, os engenheiros estudam por cerca de 4 anos, mas com uma grade curricular muito mais extensa e diversificada do que a observada em território brasileiro.
Isso é uma grande vantagem, pois as inúmeras atividades extracurriculares oferecidas nos campi norte-americanos, além das disciplinas eletivas, trazem uma grande bagagem cultural e de conhecimento para os alunos que ingressam nesses cursos.
De modo geral, a abordagem estadunidense contribui para a formação de profissionais mais interdisciplinares, além de incentivar a pesquisa, os estágios e muitas outras áreas que são capazes de expandir a mente e treinar engenheiros extremamente preparados e com diferenciais para o mercado de trabalho do Brasil.
Onde estudar Engenharia nos Estados Unidos?
Os Estados Unidos abrigam algumas das melhores faculdades de Engenharia do mundo. Entre elas, podemos citar as seguintes:
Universidade de Stanford;
Universidade da Califórnia;
Universidade de Michigan;
Universidade de Purdue;
Instituto de Tecnologia da Califórnia;
Instituto de Tecnologia da Georgia.
Todas essas instituições contam com professores renomados e uma infraestrutura completíssima, capaz de atender todas as demandas de seus alunos.
Como fazer Engenharia nos Estados Unidos?
É muito comum acreditar que é difícil — ou até mesmo impossível — ingressar em uma faculdade no exterior. No entanto, seguindo alguns passos, é possível alcançar esse objetivo e dar esse incrível passo em direção a uma carreira brilhante. Dê uma olhada!
1. Faça um bom ensino médio
Caprichar no ensino médio é fundamental para ingressar em uma boa faculdade nos EUA, já que as instituições normalmente levam o histórico em consideração na hora de escolher os seus próximos alunos. Fique ligado!
2. Preste o vestibular norte-americano
Os testes de admissão dos EUA, conhecidos como ACT e SAT, devem ser prestados. Eles são o equivalente ao nosso ENEM e nivelam os alunos de acordo com os seus desempenhos nessa prova.
3. Faça os exames específicos se necessário
Além do SAT ou ACT, existem universidades que também exigem ou recomendam que o estudante mostre conhecimentos específicos em uma só área, através do exame SAT Subject.
Para engenharia, geralmente os candidatos realizam o exame de Matemática II e/ou exames relacionados a área de engenharia que escolher, como química, física, biologia etc.
4. Faça o teste de proficiência
Testes como o TOEFL não podem ficar de fora na hora do planejamento para a faculdade. Isso garante aos avaliadores que você conseguirá acompanhar as aulas e não ficará para trás na matéria.
5. Envolva-se em atividades extracurriculares
As universidades norte-americanas adoram alunos que têm várias atividades extracurriculares em seus históricos. Elas podem incluir artes cênicas, música, voluntariados, esportes ou até mesmo um emprego. Vale a pena mostrar quem você é fora da escola!
6. Providencie as cartas de recomendação
As cartas de recomendação devem ser escritas por professores e coordenadores e dirão à universidade de interesse, de modo pessoal e objetivo, quem é você na sociedade e no ambiente escolar em que está inserido.
7. Capriche na redação
Por fim, é a hora de caprichar na redação, que também deve ser bastante pessoal e mostrar quem você é, quais são as suas preferências e expectativas. Isso fará com que a faculdade selecione apenas aqueles alunos que realmente combinam com o seu estilo e que crescerão naquele ambiente.
Viu como fazer faculdade de engenharia nos Estados Unidos é possível? Com uma boa consultoria educacional, alcançar esse objetivo se torna muito mais simples e seu futuro se tornará ainda mais promissor!
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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-4.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2018-10-16 00:00:002024-01-17 14:05:087 passos para fazer faculdade de engenharia nos Estados Unidos
Um dos maiores desejos dos pais é ver seus filhos crescerem, se desenvolverem e alcançarem boas oportunidades. Mas o mercado de trabalho atual exige dos profissionais um diferencial para que se destaquem. Por isso, fazer uma faculdade no exterior é uma forma de enriquecer o currículo e oferecer esse algo mais que as empresa procuram.
Porém, muitos jovens e suas famílias têm dúvidas se isso, de fato, seria viável. Então, preparamos este artigo para mostrar algumas vantagens de fazer cursos no exterior para que você compreenda melhor de que forma isso pode contribuir para a carreira e o futuro do seu filho. Acompanhe!
O diferencial de fazer uma faculdade no exterior
O mercado de trabalho se torna mais competitivo a cada dia, exigindo que os profissionais tenham um diferencial para enriquecer o currículo e conquistar boas vagas. Por isso, somente ter uma graduação pode não ser suficiente para alcançar o destaque desejado.
Nesse contexto, muitos estudantes têm optado por fazer uma faculdade no exterior. Afinal, essa é uma excelente oportunidade para ter contato não somente com uma cultura diferente, mas também com novas tendências e tecnologias que ainda não são aplicadas aqui no Brasil.
A vivência lá fora traz um crescimento muito grande para os jovens, tanto no âmbito acadêmico como profissional e pessoal. Afinal, as cobranças são diferentes das daqui, bem como os métodos de ensino e a forma como os jovens são preparados para o mercado.
Essa experiência, além de possibilitar acumular muito conhecimento e ter uma formação diferenciada, também ajuda a desenvolver outras habilidades. É uma etapa de amadurecimento que possibilita ao estudante se preparar melhor para os desafios que enfrentarão ao longo da sua vida.
Por isso, é interessante aproveitar as chances que surgem para construir uma carreira de muito sucesso. Fazer uma faculdade no exterior é uma excelente oportunidade e faz toda a diferença para aumentar a competitividade no mercado.
As vantagens de estudar no exterior
Fazer uma faculdade no exterior realmente é uma mudança muito grande na vida dos jovens e suas famílias. Porém, essa é uma experiência extremamente positiva para todos, já que os pais estão auxiliando seus filhos a se desenvolverem tanto pessoal como profissionalmente.
Para o jovem, é o momento de aproveitar essa fase em que está se preparando para construir uma carreira sólida e de sucesso. Ao mesmo tempo, ele tem a oportunidade de conhecer pessoas diferentes, novas culturas e expandir a sua visão de mundo.
É por isso que optar por fazer uma faculdade no exterior traz diversas vantagens, como as que listamos a seguir:
Excelência acadêmica
As universidades no exterior se destacam pela sua excelência acadêmica, que possibilita a formação de profissionais com melhor preparo para entrar no mercado de trabalho.
O Brasil conta com algumas boas instituições de ensino, porém, é um diferencial de grande peso estudar em uma que esteja num país estrangeiro.
De acordo com o prestigiado ranking da Times Higher Education, 57 das 100 melhores universidades do mundo estão nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. A universidade brasileira mais bem colocada no ranking é a USP, que ocupa a posição 250-350º.
Oportunidades de desenvolvimento
O modelo de ensino das universidades estrangeiras permite que os estudantes desfrutem de diversas iniciativas que irão proporcionar um grande desenvolvimento de habilidades que irão ser importantes na carreira do estudante, tanto técnicas como interpessoais.
Por exemplo, as universidades possuem diversos clubes e associações em que os estudantes poderão ter uma experiência bem próxima de situações que são cotidianas no mercado de trabalho, como administrar um negócio, debater e falar em público.
Possibilidade de desenvolvimento pessoal
Como dito, fazer faculdade no exterior também é uma oportunidade de desenvolvimento pessoal. Isso começa com a necessidade de desenvolver a independência, já que a família estará mais distante e será necessário amadurecer para cuidar de si mesmo.
Também são necessárias muitas habilidades, como organização e disciplina, ambas essenciais para quem está começando a construir a sua carreira. Elas são indispensáveis para a construção da personalidade e do caráter, formando um cidadão consciente.
Não podemos deixar de citar que fazer uma faculdade no exterior possibilita não somente ter o contato com a cultura daquele país, como também de outros. Afinal, essas instituições recebem estudantes vindos de todo mundo, o que possibilita conhecer pessoas diferentes, com costumes e crenças aos quais o jovem não está acostumado.
Essa é uma excelente oportunidade não só para que ele amplie o seu conhecimento acadêmico e se forme profissionalmente, mas também para que conheça um mundo diferente daquele ao qual está acostumado.
Maior chance de projeção para o mercado de trabalho
Como foi dito, fazer uma faculdade no exterior é um excelente diferencial para se destacar no mercado de trabalho. Com um diploma de uma universidade renomada, as chances são maiores tanto para fazer carreira no país onde o jovem estudará, quanto no Brasil.
No segundo caso, ter um diploma de uma instituição estrangeira mostra que o jovem está muito melhor preparado por conta de toda a experiência e conhecimento que acumulou durante o seu preparo.
As portas se abrem de uma forma muito mais rápida e trazendo excelentes oportunidades para que ele consiga ocupar bons cargos e trilhar uma carreira de sucesso. Afinal, as empresas conhecem a qualidade do ensino fora do Brasil e têm interesse em reter talentos que carregam esse diferencial.
Por isso e muito mais, fazer uma faculdade no exterior é uma das melhores decisões que você pode tomar em conjunto com o seu filho.
Dessa forma, ele terá mais opções para construir a sua carreira e encontrará diversas oportunidades pelo caminho, conseguindo um grande destaque na área em que escolher atuar.
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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-6.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2018-10-11 00:00:002024-03-26 20:38:53Por que investir em uma faculdade no exterior para o seu filho?
Ingressar em uma boa instituição de ensino superior é o sonho de muitos, certo? No entanto, o que fazer quando o maior desejo de todos é estudar em uma universidade dos Estados Unidos? Pode parecer improvável, mas realizar esse feito é perfeitamente possível a partir da atenção com alguns pontos cruciais do processo seletivo.
As universidades norte-americanas funcionam de maneira muito diferente das instituições localizadas no Brasil. Enquanto por aqui o ingresso é mais direto e feito por meio de vestibulares, como é o caso do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), lá, há uma série de outros passos que envolvem o processo.
Mas, afinal, quais são esses passos? Como posso fazer para entrar em uma universidade nos Estados Unidos?
A seguir, conversaremos sobre esse assunto e responderemos às perguntas mais comuns sobre o tema, com o objetivo de deixá-lo bem informado e preparado para o processo de candidatura. Vamos lá?
Quais são os principais passos do processo seletivo?
Agora que estamos por dentro de como funciona uma consultoria especializada em momentos como esse, que tal conhecermos os principais passos envolvidos no processo seletivo para uma universidade dos Estados Unidos? Acompanhe
Fazer um bom ensino médio
A análise do histórico escolar é um dos primeiros fatores observados pelas universidades norte-americanas. Diferentemente do que ocorre no Brasil, por lá, as suas notas obtidas durante a escola importam para os avaliadores.
Na maioria das vezes, eles levam em consideração as notas do 9º ano do Ensino Fundamental e dos 3 anos do ensino médio. Bons resultados mostram que você leva os estudos a sério e que tem potencial para ser um ótimo estudante em sua nova universidade.
Prestar os exames SAT ou ACT
O SAT ou ACT é, de certa forma, o vestibular dos Estados Unidos. Esses testes funcionam como o Enem ou outras provas de avaliação que temos no Brasil.
A avaliação efetuada é padronizada, mas cada universidade atribuirá um peso e uma importância diferente a essa etapa. No entanto, é indispensável se dedicar e estudar bastante para obter uma boa nota —critério objetivo e levado muito a sério pela maioria das instituições.
Realizar os testes TOEFL ou IELTS
Os testes TOEFL e IELTS são feitos para medir a proficiência e fluência das pessoas na língua inglesa. Eles são, portanto, requisitos obrigatórios para a candidatura em universidades no exterior.
Fazer um deles e obter a nota mínima exigida pela universidade fará com que a instituição saiba que você está apto a acompanhar as aulas e se relacionar com os seus colegas, seja no ambiente acadêmico, seja nas inúmeras atividades extracurriculares oferecidas nesses locais. Cada universidade vai definir qual é a nota mínima a ser obtida na prova.
Se engajar em atividades extracurriculares
As atividades extracurriculares são aquelas feitas fora do ambiente escolar. Elas mostram para os avaliadores das universidades quem você é e quais são as suas preferências fora da escola, provando também que você é um indivíduo engajado e interessado.
Qualquer atividade pode ser incluída em uma aplicação, desde aulas de artes — música, teatro ou dança, por exemplo —, experiências profissionais e participação em esportes ou olimpíadas científicas e até voluntariados (envolvendo pessoas, animais ou qualquer outra causa relevante).
Também chamados de essays, esses textos têm um dos maiores pesos de toda a seleção, sendo fundamentais para definir se aquela faculdade combina com o seu estilo.
Vale a pena lembrar que é importante ser muito sincero, já que não há um perfil padrão procurado. Os avaliadores querem conhecê-lo de verdade!
Contar com boas cartas de recomendação
Complementares aos essays, as cartas de recomendação são feitas por pessoas que conhecem a fundo a sua personalidade. São necessárias, na maior parte das vezes, 3 cartas: duas de professores e uma de algum coordenador de sua escola.
É preciso que suas referências sejam muito sinceras e descrevam exatamente quem você é. Não há, novamente, um perfil específico procurado, mas a honestidade fará com que você encontre uma universidade que é a sua cara e que será o seu novo lar.
Participar da entrevista de seleção ou enviar portfólio
A entrevista de seleção é exigida apenas por algumas universidades — geralmente, as mais competitivas. Ela é feita em inglês por um representante da instituição (como um aluno ou ex-aluno) e, assim como a redação, tem como objetivo permitir que os avaliadores o conheçam melhor.
Para ir bem nessa etapa, é essencial conhecer bem o perfil da universidade, contar com os conselhos de um bom orientador e, o mais importante de tudo, ser você mesmo. Agir com naturalidade e confiança garantirá uma ótima impressão e lhe deixará muito mais próximo de seu sonho.
Para os cursos de arte — como moda, desenho ou cinema —, será requerido ao aluno o envio de um portfólio com os seus melhores trabalhos. Dessa forma, a universidade consegue avaliar se o estudante tem as técnicas e o talento necessários para exercer aquela determinada formação.
E aí, viu o que é preciso fazer para iniciar o processo seletivo das universidades dos Estados Unidos? Com essas dicas, fica muito mais fácil se preparar para o que está por vir!
Lembre-se de que um bom planejamento é crucial para evitar problemas e deve ser iniciado o quanto antes, ok?
Ficou com alguma dúvida? Então, nada de fechar o seu navegador antes de solucioná-la. Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa. A nossa equipe está sempre à disposição!
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-7.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2018-10-09 00:00:002024-02-15 11:04:00Processo seletivo: como entrar em uma faculdade americana?
Assim como no Brasil, o curso de Medicina em uma universidade dos Estados Unidos é bastante almejado, tornando-o muito concorrido e exigindo dos candidatos vários anos de dedicação e estudo.
Entretanto, ao contrário do Brasil, o curso de Medicina é considerado um curso de pós-graduação nos Estados Unidos, e existem diversas particularidades que dificultam bastante o ingresso de estudantes internacionais.
Pensando nisso, preparamos essa matéria com o objetivo de esclarecer o porquê do curso de Medicina nos Estados Unidos não ser recomendável para estudantes brasileiros. Acompanhe!
Como funciona a faculdade de Medicina nos EUA?
Como mencionamos, Medicina é um curso de pós-graduação nos Estados Unido. Isso significa que, para poder se candidatar, o estudante deverá ter uma graduação.
Não existe propriamente um curso específico que o candidato precisa ser graduado para poder iniciar o processo seletivo para Medicina, mas ele deverá cumprir as disciplinas obrigatórias exigidas para esse processo, chamadas de Pre-Med.
Geralmente, os candidatos que pretendem cursar medicina fazem sua graduação em cursos de biológicas, como biologia ou química.
Após concluir a graduação, o estudante iniciará um processo seletivo bem semelhante ao o que fez para a graduação, sendo necessário enviar o GPA da universidade; cartas de recomendação; TOEFL (geralmente acima de 100 em 120); as redações, que mostram quem o candidato é como pessoa e suas experiências acadêmicas e profissionais; e, principalmente, suas notas no MCAT (Medical College Admission Test, ou Teste de Admissão em Faculdades de Medicina).
Após concluir os quatro anos da graduação e ser aceito em uma Med School, o curso de medicina dura 4 anos e então o aluno pode iniciar a residência, que nos EUA dura de 3 a 7 anos.
Como é a concorrência por vagas de Medicina nos EUA?
A concorrência do curso é muito grande, já que o número de candidatos é muito superior ao número de vagas. Para ser ter uma ideia, os estudantes que pretendem fazer Medicina estão sempre entre os melhores alunos da universidade durante a graduação, porque o processo seletivo para Medicina geralmente exige que os candidatos tenham um GPA acima de 3.8 em 4.0.
Para os estudantes internacionais, a situação é ainda mais complicada: apenas uma parcela das universidades que possuem o curso de Medicina disponibiliza vagas para estudantes estrangeiros, e, quando disponibilizam, são poucas, ou até mesmo apenas uma vaga. Ou seja, estudantes do mundo inteiro concorrem por um número mínimo de vagas!
Melhores faculdades de Medicina dos EUA
Pesquisa feita pela US News mostra que as 10 melhores faculdades de Medicina dos Estados Unidos são:
Harvard University;
New York University;
Columbia University;
Johns Hopkins University;
University of California;
Duke University;
University of Pennsylvania;
Stanford University;
Washington University;
Yale University.
Como conseguir bolsa de estudos de Medicina nos EUA?
Além do processo seletivo ser altamente competitivo, as chances de o estudante internacional conseguir algum tipo de bolsa de estudo são praticamente zero.
Quase todas as oportunidades de bolsa de estudos são restritas apenas a estudantes nativos. Até mesmo os empréstimos cedidos pelo governo são permitidos apenas para americanos ou canadenses.
Sem bolsa, o custo para cursar medicina nos Estados Unidos pode chegar até 80 mil dólares por ano, e muitas universidades ainda exigem que o estudante pague o valor à vista, antes do início do curso!
É possível trabalhar legalmente nos EUA após a conclusão do curso?
Quem pensa que fazer medicina nos Estados Unidos garante um visto de residência se engana. Assim como qualquer outro curso de graduação, o país dará ao profissional o direito de permanecer no país por até um ano após a formatura.
Após esse período, será necessário que que esse profissional se inscreva para um visto de trabalho vinculado a uma empresa/instituição. Apesar de ser formado em medicina ser um diferencial na hora de conseguir um visto de moradia, não é algo 100% garantido.
Além disso, se porventura um médico brasileiro formado nos Estados Unidos decidir voltar a morar no Brasil, não poderá exercer sua profissão de imediato e terá de revalidar o seu diploma, o que pode ser extremamente difícil por se tratar um curso da área da saúde, cujas diretrizes de ensino entre os países são bem diferentes.
Viu só? Estudar Medicina nos Estados Unidos é bem diferente de seguir essa carreira no Brasil e, enquanto estudante estrangeiro, conseguir uma vaga e finalizar o curso é bastante complicado.
Contudo, os Estados Unidos possuem uma infinidade de outros cursos que estudantes que sonham em fazer faculdade no exterior podem escolher.
Neste vídeo você encontra informações importantes sobre as vantagens de fazer uma graduação no exterior:
Vale a pena avaliar todos esses pontos apresentados sobre como é cursar Medicina nos Estados Unidos e entender se faz sentido para a sua realidade.
Se entender que é esse o caminho a ser seguido, a Daqui pra Fora está à disposição para ajudar no que for preciso para a realização desse sonho. Basta acessar nossos programas e ver como podemos facilitar esse processo para você.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-8.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2018-10-04 00:00:002023-12-12 15:37:02Como funciona o curso de Medicina nos EUA?
Escolher a instituição de curso superior ideal nem sempre é uma tarefa fácil. Em meio a tantos fatores, fica complicado tomar uma decisão tão importante quanto essa, especialmente quando falamos em cursar uma faculdade nos Estados Unidos, que abriga algumas das melhores universidades do mundo.
Para aqueles que sonham em cursar a graduação em terras norte-americanas, é essencial tomar alguns cuidados e ficar muito atento aos principais fatores que devem ser levados em consideração na hora de escolher a instituição de ensino que servirá como lar durante alguns anos.
Em meio a tantas dúvidas e expectativas, criamos um artigo especial para responder às principais questões sobre o tema, mostrando exatamente o que ponderar na hora dessa escolha tão importante. Boa leitura!
Defina o orçamento da família
O primeiro passo é, sem dúvidas, considerar o orçamento de sua família. Para isso, sente-se com seus pais ou responsáveis e discuta quais serão as possibilidades de investimento disponíveis.
Leve em consideração o custo das universidades (que geralmente já possuem inclusos alimentação e moradia), em seguida, pesquise sobre o custo de vida das cidades próximas ao local de que você mais gosta no país.
Veja também quais são as possibilidades de bolsa de estudo e se elas se aplicam para estudantes internacionais.
Isso garantirá um planejamento muito mais eficaz e evitará problemas futuros, como por exemplo o estudante aplicar para uma universidade que não poderá pagar, de escolher uma universidade que não tem bolsas de estudo, ou de preferir regiões que tenham um custo mais elevado e fora de suas expectativas financeiras, como Flórida, Nova Iorque ou Califórnia.
Procure os critérios de avaliação da universidade
Os critérios de avaliação das universidades são fatores determinantes na escolha. Eles são requisitos obrigatórios que as instituições colocam para decidir quem pode fazer parte do seu grupo de estudantes e as aplicações de candidatura a uma vaga devem ser enviadas seguindo todas as demandas estipuladas.
Alguns critérios mais importantes estão relacionados às notas do estudante nas escolas brasileiras no Ensino Médio, as notas no SAT ou ACT (exames semelhantes ao ENEM ou vestibulares do Brasil) e no TOEFL (teste de proficiência na língua inglesa). Além disso, algumas faculdades podem ter requisitos específicos.
Ou seja, antes de escolher as universidades, tenha uma visão muito analítica do seu perfil acadêmico e escolha universidades que você tenha ou possa ter futuramente chances realistas de admissão.
Isso evitará que você escolha aplicar para universidades muito competitivas para seu perfil acadêmico ou de ganhar uma bolsa de estudos.
Alinhe suas preferências
Escolher uma universidade nos Estados Unidos requer que o estudante tenha suas preferências muito alinhadas, afinal será o local onde ele irá estudar e viver por pelo menos quatro anos de sua vida.
As universidades americanas contam com mais de 4000 instituições de ensino superior, que irão variar nas mais diversas formas.
Entre os fatores que devem ser considerados, podemos citar:
Perfil da universidade (liberal, conservadora, religiosa);
Formato das aulas;
Localização (urbana, rural, litoral);
Clima;
Tamanho da universidade (número de alunos);
Tamanho da cidade;
Estrutura;
Vida Social,
Cursos oferecidos;
Oportunidade de estágios.
Empregabilidade após formatura.
Ou seja, tenha em mente o perfil de universidade ideal considerando esses fatores para escolher uma universidade que tenha tudo a ver com você e que ajude no seu desenvolvimento como aluno e pessoa.
Atenção aos prazos e ao preenchimento da application!
Ao definir a lista de universidades que irá se candidatar, conheça todos os prazos para cada etapa do processo de admissão, para cada uma das universidades.
Além disso, verifique se existem prazos diferentes para estudantes internacionais e aplicações para bolsas de estudo. Muitos estudantes não conseguem completar sua candidatura por não estarem atentos a essas minucias.
Além disso, confira detalhadamente todos os requisitos exigidos pelas universidades escolhidas e evite ter a candidatura recusada por conta de erros ou campos faltantes.
Conte com uma consultoria especializada
Como podemos perceber, há diversos pontos que devem ser levados em consideração na hora de escolher uma universidade fora do país. É necessário lidar com muita burocracia e particularidades muitas vezes fora da nossa realidade.
Erros podem custar aprovações e falta de conhecimento pode resultar em resultados inferiores ao que o estudante poderia ter.
Por isso, contar com a ajuda de uma consultoria especializada é uma estratégia essencial para assegurar que você terá orientação profissional em todo o processo e garantir que você tenha os melhores resultados possíveis dentro do seu perfil.
Afinal, especialistas dessa área conhecem todas as possibilidades e particularidades das universidades no exterior, garantindo que você terá as melhores opções para definir o seu futuro.
Agora que você já conhece os principais critérios que devem ser levados em consideração na hora de escolher a sua faculdade nos Estados Unidos, que tal começar a se planejar e se preparar para o processo de candidatura? Boa sorte nessa nova etapa!
Ainda ficou com alguma dúvida? Tem alguma sugestão ou comentário? Então, não feche a página! Preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa sobre o seu processo de candidatura.
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-9.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2018-10-02 00:00:002024-01-26 15:26:18Como escolher uma universidade nos Estados Unidos
A possibilidade de cursar uma faculdade no Canadá vem enchendo os olhos dos brasileiros. Entre as muitas vantagens que esse tipo de escolha oferece, duas que se destacam é a qualidade do ensino superior canadense e o custo mais baixo se comparado às outras opções no exterior, como as universidades dos Estados Unidos.
Mas, como será o dia a dia em uma universidade de lá? Apesar de ter algumas semelhanças com o sistema de ensino brasileiro, as instituições do país guardam traços capazes de surpreender os estudantes estrangeiros. Confira os principais e entenda como funciona a faculdade no Canadá!
Flexibilidade acadêmica
Algo que ainda não é tão comum no Brasil e que funciona muito bem no Canadá é a possibilidade do estudante escolher parte das aulas que deseja cursar no semestre.
Funciona assim: cada curso possui uma quantidade de disciplinas principais — que precisam ser cursadas para completar a graduação — e disciplinas eletivas, que complementam o ensino e os créditos necessários para a formação.
Dentro desse cenário e respeitando os pré-requisitos, o aluno monta sua própria grade curricular e escolhe algumas disciplinas do seu interesse para agregar e ampliar seu leque de conhecimentos.
Experiência completa de aprendizado
Cursando uma faculdade no Canadá, o aprendizado não fica limitado apenas ao que é transmitido em aula. O estudante é constantemente encorajado a continuar em contato com o conteúdo mesmo fora de sala, por meio de exercícios, leituras, atividades e trabalhos.
O resultado dessa maior aproximação com as disciplinas é um processo de ensino real e completo. Ele faz com que as horas de estudo rendam muito mais e o estudante tenha a segurança de estar assimilando de fato os assuntos.
Relacionamento mais próximo com os professores
Um dos pontos fortes das universidades canadenses é a relação que o professor mantém com a turma. Isso porque ele vai além de explicar as matérias e propor trabalhos.
O professor também estimula debates, discussões, faz perguntas questionadoras e escuta com atenção os argumentos e pontos de vista dos alunos. A sala de aula se torna um verdadeiro espaço de diálogo.
Essa imersão busca mais do que o domínio dos temas das aulas. Ela é também um exercício que desenvolve o pensamento crítico, habilidade valiosa para a vida acadêmica, social e profissional.
Clubes e organizações fora da sala de aula
Sabia que, além de estudar no curso escolhido, o aluno encontra ótimas opções de atividades extracurriculares nas universidades do Canadá? Uma delas, que faz sucesso no dia a dia universitário, é a participação em clubes e organizações estudantis.
Esses clubes são criados para reunir estudantes com gostos em comum. Os temas costumam ser os mais variados — envolvendo esportes, arte, ciência, tecnologia, política, meio ambiente, entre outros.
Uma vez no clube, o aluno tem a oportunidade de construir relacionamentos, participar de atividades, compartilhar conhecimentos e desenvolver habilidades.
Além de todas essas vantagens, é importante lembrar que estamos falando de um país acostumado a receber estudantes de várias partes do mundo. Dá para imaginar, então, quão interessante pode ser ter contato e compartilhar interesses com pessoas de diferentes lugares?
A faculdade no Canadá oferece uma experiência acadêmica de alto nível, capaz de fazer a diferença na futura carreira. Mas ela ainda consegue fazer mais do que isso, proporcionando um incrível período de troca e aprendizados para toda a vida. Uma bela combinação entre qualidade de ensino e desenvolvimento pessoal, não é?
https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2018-09-27 00:00:002024-03-01 14:59:11Como funciona a faculdade no Canadá? Entenda mais!
Fundada em 1636, a faculdade de Harvard é a mais antiga instituição de ensino superior dos Estados Unidos e uma das mais famosas e concorridas de todo o mundo.
Harvard é sinônimo de história, tradição e excelência acadêmica. Por consequência, é presença constante em livros, no cinema, na televisão e, principalmente, no imaginário popular.
Preparamos um post com dez curiosidades imperdíveis sobre a universidade mais famosa do mundo. Conheça mais sobre Harvard abaixo!
1. A instituição tem um número da sorte
A faculdade de Harvard parece ter uma conexão inusitada com o número oito, pois oito ex-alunos da instituição assinaram a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como oito ex-alunos se tornaram presidentes do país. Além disso, Harvard também faz parte da Ivy League, que conta com oito universidades.
2. Yale é a sua rival
A rivalidade entre Harvard e Yale é conhecida e teve início em 1875, especialmente em razão do futebol americano. Essa rivalidade resultou na criação do primeiro estádio de futebol americano de concreto (construído por Harvard) em 1903, que influenciou a forma como o esporte é jogado atualmente.
3. A faculdade de Harvard é mais antiga do que Cálculo
A faculdade de Harvard é tão antiga que, quando foi fundada, a matéria “Cálculo” não era oferecida pela instituição, pois ainda não tinha sido inventada — o cálculo só surgiu no fim dos anos 1600.
4. A “Estátua das Três Mentiras” está localizada no seu campus
A estátua de John Harvard localizada na universidade é a terceira estátua mais fotografada dos EUA e é conhecida como “Estátua das Três Mentiras” por causa da sua inscrição: “John Harvard, Founder, 1638”.
John Harvard não foi o fundador da universidade, que também não foi fundada em 1638 (isso ocorreu em 1636). Além disso, a pessoa que serviu como modelo para a estátua não era o próprio Harvard.
5. Há uma biblioteca subterrânea no local
A biblioteca da instituição recebeu o nome de “Widener Library” após Harry Elkins Widener doar 3,5 milhões de dólares para que Harvard construísse uma biblioteca. Mas o benfeitor fez uma exigência: a estrutura do prédio jamais poderia ser alterada.
Assim, quando a biblioteca precisou ser ampliada, os arquitetos construíram extensões no subsolo para cumprir com o acordo.
6. Os prédios têm curiosas rachaduras nas paredes
Ao andar pelo campus de Harvard, é possível observar algumas rachaduras, que seriam provenientes de balas de canhão disparadas das janelas dos dormitórios durante a Guerra Revolucionária.
7. Ivy League
Harvard é uma das oito universidades que compõem a Ivy League, conhecida pela alta qualidade acadêmica de suas instituições.
O termo “Ivy League” deriva de uma tradição dos anos 1800 em que os estudantes plantavam heras (ivy) no início do período letivo. Em algumas instituições, havia até mesmo um discurso de abertura para o evento, que ficou conhecido posteriormente como “Ivy Day”.
8. Filmagens são proibidas
Apesar de Harvard aparecer em diversos filmes e seriados, a universidade proibiu a gravação de filmes comerciais no campus em 1970. Assim, as filmagens que supostamente se passam no local precisam ser gravadas em outros campi, como UCLA, Caltech ou USC.
9. Doações bilionárias são frequentes
A faculdade de Harvard é a que acumula o maior número de doações financeiras (por volta de 46,7 bilhões de dólares!). Desse valor, aproximadamente 12,1 bilhões de dólares são provenientes de doações realizadas por ex-alunos da instituição, que são conhecidos como “alumni”.
10. O salário dos recém-formados é alto
Como Harvard é famosa por sua excelência acadêmica, o salário médio de um recém-formado pela instituição é superior a 60 mil dólares por ano!
Um engenheiro de software que se forma em Harvard ganha em média 105 mil dólares, enquanto os engenheiros elétricos recebem, em média, 97 mil dólares e um cientista de dados costuma receber 114 mil dólares anuais.
Neste vídeo você encontra mais informações importantes sobre Harvard:
Agora que você conhece as principais curiosidades da faculdade de Harvard, confira o depoimento de um aluno da Daqui pra Fora, que passou recentemente na instituição.
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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2018-09-25 00:00:002023-12-12 09:42:4110 curiosidades sobre a famosa universidade de Harvard!
Além de notas escolares, teste de proficiência em inglês, redações e cartas de recomendação, outro importante critério utilizado pelas universidades no exterior durante o processo de candidatura de seus novos alunos são as atividades extracurriculares, por isso é importante entendê-las.
Vale ressaltar que um cuidado importante é não achar que é preciso fazer muitas atividades extracurriculares para conseguir a aprovação.
O essencial é participar ativamente de atividades que façam sentido para o seu perfil e para a área de formação desejada.
Veja a seguir o que são atividades extracurriculares e quais podem ser feitas para tornar a sua application ainda mais forte.
O que são atividades extracurriculares?
Tudo o que o estudante faz fora de sala de aula pode ser considerado uma atividade extracurricular, o importante é alinhar essas atividades ao perfil do aluno e ao curso que ele pretende fazer na universidade para dar mais significado a elas.
As atividades demostram o quão engajado o estudante é fora do ambiente escolar e o quanto ele poderá se desenvolver no ambiente acadêmico oferecido pela universidade.
Quanto mais competitivas forem as universidades, mais exigentes elas serão em relação às atividades extracurriculares, já que o nível acadêmico dos candidatos que aplicarem será muito próximo e esse pode ser um fator de diferenciação.
Ainda não começou suas atividades e não sabe no que focar? Conheça os 4 tipos mais comuns de extracurricular activities que são aceitos e ajudam a fortalecer a sua candidatura.
No webinar abaixo, você encontra informações relevantes sobre as atividades extracurriculares:
1. Olimpíadas científicas
As olimpíadas de conhecimento ou científicas são competições que têm o propósito de premiar aqueles estudantes que competitivamente apresentam projetos e habilidades melhores nas áreas de física, química e biologia, por exemplo. Essa competição pode acontecer durante o ensino fundamental ou ensino médio.
As olimpíadas científicas são avaliadas a nível nacional e internacional. Nesse último caso, as universidades norte-americanas dão bastante atenção.
Isso porque para elas é importante admitir estudantes que foram valorizados internacionalmente com iniciativas do meio científico, demonstrando talento excepcional em diversas áreas do conhecimento.
2. Ações na comunidade
Essa é mais uma das atividades extracurriculares. Trata-se de participar de atividades realizadas junto a grupos da sociedade em que você vive.
Isso significa que você pode se envolver no planejamento de eventos da comunidade ao seu redor, como jantares beneficentes, ou apoiar a condução de trabalhos voluntários.
Isso demonstra que você é uma pessoa que exerce a cidadania e tem proatividade a fim de ajudar a sua comunidade. Com essa postura, você ganha pontos na sua candidatura para estudar nos Estados Unidos.
3. Clubs
Nos EUA, os clubs são muito comuns. Não se trata de lugares para praticar esporte ou lazer. Na verdade, são grupos de estudos que reúnem pessoas com os mesmos interesses.
Essa é mais uma das extracurricular activities que contam muito na hora de se candidatar a uma vaga em uma universidade americana.
Então, participe de grupos de estudo de idiomas, de robótica, química ou até mesmo faça parte de um coral. O importante é se integrar a um grupo que tem a ver tanto com o seu perfil pessoal quanto acadêmico.
4. Governança
Você gostaria de fazer parte de comissões escolares, conselhos ou grêmios estudantis, mas não consegue entender qual é a vantagem de fazer parte disso?
Saiba que essas são atividades extracurriculares valorizadas para uma candidatura em instituições de ensino nos EUA.
É muito importante apresentar esse tipo de capacidade de governança, uma vez que as instituições prezam por estudantes participativos e presentes em questões políticas.
O que fazer agora?
Esses foram apenas alguns exemplos de atividades extracurriculares, agora é importante que o aluno entenda o que faz sentido para seu perfil e com o que mais se identifica.
Vale lembrar que o essencial não é apenas qual atividade você fez, mas como a realizou. Fazer algo que tenha significado para você e que possa te levar a posições de liderança serão valorizadas pelas universidades.
Afinal, as instituições de ensino buscam alunos com perfis parecidos com os delas e ser genuíno nessa etapa da candidatura te ajudará a ser aceito nas universidades que de fato combinam com você e elevará as possibilidades de sucesso dessa jornada.
Quanto antes você se preparar e começar a pensar nas atividades extracurriculares, mais força terá sua candidatura. Que tal começar agora?
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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2018/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-2.jpg9951500Daqui pra Forahttps://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.pngDaqui pra Fora2018-09-20 00:00:002024-04-09 14:55:39Atividades Extracurriculares: o que são e quais fazer?
Planejamento financeiro para a faculdade no exterior
/65 Comentários/em Canadá, Estados Unidos, Holanda, Planejamento Financeiro, Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaUma das vantagens de fazer faculdade fora do Brasil é o diferencial que esse tipo de curso promove para a carreira dos jovens. Porém, é preciso elaborar um planejamento financeiro, já que os custos de estudos no exterior podem pesar no orçamento, se tudo não for bem calculado.
Mas não é impossível garantir ao seu filho uma educação de qualidade em uma instituição estrangeira. Você só precisa se organizar junto da sua família para que seja viável conciliar a formação lá fora ao seu padrão de vida.
Por isso, preparamos este artigo para te ajudar a entender como se planejar e não ter nenhuma dificuldade para organizar suas finanças durante esse período. Continue lendo e saiba o que deve ser feito para dar esse suporte tão importante ao seu filho, sem trazer impactos negativos ao orçamento.
A necessidade do planejamento financeiro
Para qualquer tipo de investimento que vamos fazer, é preciso, antes, avaliar a situação financeira para saber se de fato é possível ou não efetivá-lo. Em alguns casos, é necessário fazer um planejamento estratégico para que as metas e objetivos sejam alcançados.
Afinal, tudo aquilo que envolve somas em dinheiro precisa ser pensado de uma forma cautelosa, para que não haja imprevistos que venham interferir negativamente nos planos. E isso não muda quando o assunto são os custos de estudos no exterior.
Mesmo que a renda da família seja suficiente para arcar com as despesas durante todos esses anos, é fundamental que a situação financeira esteja muito bem programada. Isso garantirá o conforto do jovem que vai estudar fora e de quem ficará aqui no Brasil.
Fazer um planejamento financeiro para pagar uma faculdade estrangeira é muito importante para que você tenha total controle de seu orçamento. Isso te dará uma visão realista da sua renda e de como ela pode ser usada.
Afinal, precisamos considerar que se trata de um período longo no qual devem ser considerados diversos fatores diferentes que vão exigir um investimento. Esse é o caso da mensalidade, estadia, transporte, alimentação, livros e materiais acadêmicos, entre outros.
Portanto, para arcar com os custos de estudos no exterior para o seu filho, você precisa planejar-se e ter uma visão realista da sua situação financeira. E existem alguns detalhes que não podem ser esquecidos, veja-os a seguir.
Analise quanto poderá investir
Ao considerar trocar de carro, por exemplo, a primeira coisa que você deve fazer é ter em mente quanto pode aplicar no modelo novo, certo? O mesmo acontece na hora de arcar com os custos de estudo no exterior para o seu filho.
É fundamental que faça uma análise detalhada da sua situação financeira para que consiga mensurar o valor que pode dispor para esse investimento. Dessa forma, pode planejar com mais consistência os anos que o jovem ficará fora de casa.
Não há como dar um passo tão significativo sem saber onde está pisando. Então, avalie a renda da família sem esquecer nenhum detalhe. Essa é uma etapa fundamental que precisa ser feita de forma fiel à sua realidade.
Assim, vocês definirão qual faculdade pode ser custeada e planejarão os anos de estudo sem comprometer a estabilidade das finanças.
Tenha comprometimento para economizar dinheiro
Infelizmente nem sempre é possível alcançar grandes metas sem fazer alguns sacrifícios. Na verdade, na maioria das vezes é necessário um esforço conjunto para que se consiga atingir um grande objetivo.
Para que os custos de estudo no exterior não venham impactar negativamente as finanças, talvez seja necessária uma readequação da forma como o dinheiro é investido.
Apesar de falarmos em sacrifício, é mais inteligente dizer que devemos deixar de gastar com supérfluos para nos dedicarmos a algo que realmente trará bons retornos.
Pagar uma faculdade fora do Brasil para o seu filho é um dos melhores investimentos que você pode fazer a ele e também à família de um modo geral. Por isso, se ele quiser cursar uma instituição cuja mensalidade é alta, talvez seja a hora de repensar os gastos e se comprometer a economizar dinheiro.
Lembrando que esse precisa ser um esforço conjunto, portanto, deve ser debatido em família para que todos compreendam a importância de apoiar o jovem que pretende estudar fora. O sacrifício deve partir de todos para que de fato se alcance a meta.
Motivar cada um dos membros é uma medida interessante e ela pode ser feita por meio de recompensas, como um passeio. Dessa forma, embora tenham deixado de gastar com alguns supérfluos, todos poderão desfrutar desse esforço conjunto e verão que valeu a pena.
Busque alternativas para fazer economia
Ao analisar a sua situação financeira você poderá se deparar com alguns detalhes que podem ser melhorados para que se consiga fazer um pouco de economia. Esse é o caso, por exemplo, do refinanciamento de uma dívida.
Se você tem um carro que ainda não está quitado, uma opção é vendê-lo e trocar por um modelo que traga menos despesas ou então refinanciá-lo para que a dívida fique menor. Também existe a possibilidade de fazer um empréstimo oferecendo um imóvel como garantia para desfrutar dos juros, que são muito próximos daqueles de financiamentos imobiliários.
Investir um valor mensalmente também é uma excelente forma de acumular patrimônio. Você pode escolher uma opção de aplicação que ofereça bons retornos e juros compostos que favoreçam uma multiplicação atrativa do valor inicial.
Uma alternativa também bastante interessante é trabalhar com cartão de crédito e acumular milhas. Você só precisa manter o controle daquilo que é gasto para não ficar com dívidas muito altas.
No mais, em detalhes do dia a dia e nos hábitos de consumo é possível fazer pequenas economias que juntas terão um grande impacto positivo no final. Cabe a você e sua família identificarem aquilo que pode ser economizado e se comprometerem com isso.
No vídeo abaixo você encontra informações relevantes sobre como realizar o planejamento financeiro ideal para que seu filho possa fazer faculdade no exterior:
Duas estratégias que podem ajudar
Além de todas essas medidas que podem ser adotadas para você planejar as suas finanças e arcar com os custos de estudos no exterior, também existem outras duas opções. Elas podem fazer toda a diferença para que as suas estratégias sejam mais inteligentes e os impactos financeiros menores. Confira a seguir.
Considere a conquista de uma bolsa de estudos
Assim como aqui no Brasil, as universidades do exterior também oferecem bolsas de estudo atrativas aos estudantes que desejam ingressar nelas. Essa é uma excelente alternativa para reduzir os custos do curso ou até mesmo o jovem fazê-lo de graça.
Mas é claro que as bolsas precisam ser conquistadas por mérito, então, é importante se informar a respeito do processo de seleção para que seu filho possa se preparar e tentar um desses incentivos ao entrar em uma universidade estrangeira.
Conte com uma assessoria
Existem empresas que fazem a assessoria de jovens que pretendem estudar no exterior. Elas auxiliam tanto com o processo de seleção como acompanham toda a trajetória do jovem enquanto ele estiver fora.
Contar com uma delas é interessante para que você possa estar ciente de todo o processo e encontre alternativas que estejam mais adequadas a sua realidade financeira. Assim, fica mais fácil fazer esse investimento sem comprometer as finanças.
É perfeitamente possível arcar com os custos de estudos no exterior sem acumular dívidas por causa disso. Você só precisa ter consciência da sua situação financeira para planejar-se de uma forma estratégica.
Nesse momento, é interessante ter o apoio de toda a família e contar com uma assessoria especializada, pois ela faz toda a diferença ao simplificar esse processo.
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Como conseguir bolsas em universidades estrangeiras?
/104 Comentários/em Bolsas de Estudo, Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEstudar em uma universidade no exterior é abrir as portas para uma série de oportunidades. Qualidade de aprendizado, crescimento pessoal e ótima preparação para a vida profissional são só alguns dos benefícios que essa experiência traz ao aluno.
Mas, existe algo que pode dificultar os planos de quem deseja investir no estudo em outro país: o preço das universidades. É aí que as bolsas de estudo surgem como uma solução interessante.
Mais do que ajudar consideravelmente na redução de custos, uma bolsa de estudos também significa um peso a mais no futuro currículo.
Isso porque o estudante que busca e consegue a bolsa apresenta qualidades reconhecidas pelos avaliadores, como proatividade e determinação, além de mostrar bom desempenho acadêmico. Mas, como se destacar e conseguir esse desejado incentivo? Confira quais são os principais pontos a serem levados em consideração!
Pesquise as condições de bolsas das universidades
Cada universidade conta com diferentes tipos de bolsas de estudo, assim como critérios próprios para disponibilizá-las. Existem opções de bolsas por mérito acadêmico, por necessidade financeira, para atletas, entre outras.
Harvard, por exemplo, se compromete a cumprir todas as necessidades financeiras dos estudantes aceitos, e não avalia o quanto o estudante pode pagar, e sim o seu potencial. Contudo, poucas universidades tem condições de ajudar os estudantes dessa forma.
Por isso, é importante pesquisar as condições das universidades de seu interesse. Fazendo isso, fica mais fácil comparar os requisitos necessários e voltar a atenção para as opções mais adequadas ao seu caso.
Nos próprios sites das instituições, nas páginas que falam da admissão de alunos estrangeiros, é possível obter algumas informações preciosas sobre o assunto.
Ter um ótimo desempenho escolar
O desempenho escolar é um dos principais critérios avaliados pelas universidades, tanto para admissões em geral quanto no momento de conceder a bolsa. Manter as notas altas durante o Ensino Médio e apresentar um histórico escolar caprichado são ações que pesam muito no processo de candidatura.
Vale lembrar, também, de como é importante que esse bom desempenho seja constante. Então, quanto antes você começar a se preparar para ter bons resultados no colégio, melhor será para o objetivo de estudar fora!
Melhorar a proficiência em inglês
Se você quer estudar em uma faculdade dos Estados Unidos, Reino Unido ou Canadá, estar confortável com a língua inglesa é fundamental. É ela que vai fazer com que consiga acompanhar as aulas com tranquilidade e se adaptar bem à rotina acadêmica.
Mas não é só isso: dominar o inglês também é uma exigência para conquistar a bolsa de estudos.
Para ser admitido nas universidades, o estudante estrangeiro precisa comprovar um resultado mínimo de proficiência na língua. Na maioria das vezes, esse resultado é medido pelos exames internacionais TOEFL e IELTS. Portanto, não deixe de se preparar desde já com o estudo do idioma.
Participar de atividades extracurriculares
As universidades dão grande valor a atividades que vão além da sala de aula e mostram muito da personalidade dos seus futuros alunos, destacando e valorizando habilidades.
Isso significa que participar de projetos — dentro e fora da escola — só contribui para a conquista de uma bolsa de estudos.
Olimpíadas científicas, teatro, projetos sociais na sua cidade, prática esportiva, grêmios estudantis, essas e outras ocupações fazem com que a universidade conheça melhor o perfil do estudante e seus interesses.
O mais importante é que você se envolva com atividades de que realmente gosta e se dedique a elas. E, nesse cenário, a preparação antecipada também é o ideal. Participar de algum projeto de curta duração apenas para incrementar a candidatura pode surtir o efeito contrário.
Os critérios para conseguir bolsas de estudo em universidades estrangeiras têm um ponto em comum: a excelência do aluno. Preparando-se com antecedência e buscando alcançar os melhores desempenhos possíveis, o processo se torna melhor e com mais chances de êxito. Assim como toda a trajetória universitária que virá em seguida.
E então, já está preparado para buscar a bolsa de estudos ideal para você? Para acompanhar mais conteúdos relevantes como esse, assine agora a nossa newsletter.
7 passos para fazer faculdade de engenharia nos Estados Unidos
/101 Comentários/em Cursos, Estados Unidos /por Daqui pra ForaTornar-se um engenheiro é motivo de grande orgulho. A jornada até o recebimento do diploma é árdua e é preciso estudar bastante. No entanto, tudo isso vale a pena, pois essa é uma das carreiras mais tradicionais do mercado. Imagine, então, a possibilidade de fazer faculdade de engenharia nos Estados Unidos?
Bons profissionais graduados em engenharia são sempre requisitados, especialmente em uma nação tão grande quanto o Brasil. Por isso, investir em uma graduação internacional pode ser um incrível diferencial para a conquista das melhores vagas.
Gostaria de saber um pouco mais sobre o tema? Continue a leitura e descubra como esse tipo de graduação no exterior funciona e quais são as melhores universidades dos EUA para esse curso!
Como é a faculdade de Engenharia nos Estados Unidos?
No Brasil, a maior parte dos cursos de engenharia tem a duração mínima de 5 anos. Já nos Estados Unidos, os engenheiros estudam por cerca de 4 anos, mas com uma grade curricular muito mais extensa e diversificada do que a observada em território brasileiro.
Isso é uma grande vantagem, pois as inúmeras atividades extracurriculares oferecidas nos campi norte-americanos, além das disciplinas eletivas, trazem uma grande bagagem cultural e de conhecimento para os alunos que ingressam nesses cursos.
De modo geral, a abordagem estadunidense contribui para a formação de profissionais mais interdisciplinares, além de incentivar a pesquisa, os estágios e muitas outras áreas que são capazes de expandir a mente e treinar engenheiros extremamente preparados e com diferenciais para o mercado de trabalho do Brasil.
Onde estudar Engenharia nos Estados Unidos?
Os Estados Unidos abrigam algumas das melhores faculdades de Engenharia do mundo. Entre elas, podemos citar as seguintes:
Todas essas instituições contam com professores renomados e uma infraestrutura completíssima, capaz de atender todas as demandas de seus alunos.
Como fazer Engenharia nos Estados Unidos?
É muito comum acreditar que é difícil — ou até mesmo impossível — ingressar em uma faculdade no exterior. No entanto, seguindo alguns passos, é possível alcançar esse objetivo e dar esse incrível passo em direção a uma carreira brilhante. Dê uma olhada!
1. Faça um bom ensino médio
Caprichar no ensino médio é fundamental para ingressar em uma boa faculdade nos EUA, já que as instituições normalmente levam o histórico em consideração na hora de escolher os seus próximos alunos. Fique ligado!
2. Preste o vestibular norte-americano
Os testes de admissão dos EUA, conhecidos como ACT e SAT, devem ser prestados. Eles são o equivalente ao nosso ENEM e nivelam os alunos de acordo com os seus desempenhos nessa prova.
3. Faça os exames específicos se necessário
Além do SAT ou ACT, existem universidades que também exigem ou recomendam que o estudante mostre conhecimentos específicos em uma só área, através do exame SAT Subject.
Para engenharia, geralmente os candidatos realizam o exame de Matemática II e/ou exames relacionados a área de engenharia que escolher, como química, física, biologia etc.
4. Faça o teste de proficiência
Testes como o TOEFL não podem ficar de fora na hora do planejamento para a faculdade. Isso garante aos avaliadores que você conseguirá acompanhar as aulas e não ficará para trás na matéria.
5. Envolva-se em atividades extracurriculares
As universidades norte-americanas adoram alunos que têm várias atividades extracurriculares em seus históricos. Elas podem incluir artes cênicas, música, voluntariados, esportes ou até mesmo um emprego. Vale a pena mostrar quem você é fora da escola!
6. Providencie as cartas de recomendação
As cartas de recomendação devem ser escritas por professores e coordenadores e dirão à universidade de interesse, de modo pessoal e objetivo, quem é você na sociedade e no ambiente escolar em que está inserido.
7. Capriche na redação
Por fim, é a hora de caprichar na redação, que também deve ser bastante pessoal e mostrar quem você é, quais são as suas preferências e expectativas. Isso fará com que a faculdade selecione apenas aqueles alunos que realmente combinam com o seu estilo e que crescerão naquele ambiente.
Viu como fazer faculdade de engenharia nos Estados Unidos é possível? Com uma boa consultoria educacional, alcançar esse objetivo se torna muito mais simples e seu futuro se tornará ainda mais promissor!
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Por que investir em uma faculdade no exterior para o seu filho?
/57 Comentários/em Planejamento Financeiro, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaUm dos maiores desejos dos pais é ver seus filhos crescerem, se desenvolverem e alcançarem boas oportunidades. Mas o mercado de trabalho atual exige dos profissionais um diferencial para que se destaquem. Por isso, fazer uma faculdade no exterior é uma forma de enriquecer o currículo e oferecer esse algo mais que as empresa procuram.
Porém, muitos jovens e suas famílias têm dúvidas se isso, de fato, seria viável. Então, preparamos este artigo para mostrar algumas vantagens de fazer cursos no exterior para que você compreenda melhor de que forma isso pode contribuir para a carreira e o futuro do seu filho. Acompanhe!
O diferencial de fazer uma faculdade no exterior
O mercado de trabalho se torna mais competitivo a cada dia, exigindo que os profissionais tenham um diferencial para enriquecer o currículo e conquistar boas vagas. Por isso, somente ter uma graduação pode não ser suficiente para alcançar o destaque desejado.
Nesse contexto, muitos estudantes têm optado por fazer uma faculdade no exterior. Afinal, essa é uma excelente oportunidade para ter contato não somente com uma cultura diferente, mas também com novas tendências e tecnologias que ainda não são aplicadas aqui no Brasil.
A vivência lá fora traz um crescimento muito grande para os jovens, tanto no âmbito acadêmico como profissional e pessoal. Afinal, as cobranças são diferentes das daqui, bem como os métodos de ensino e a forma como os jovens são preparados para o mercado.
Essa experiência, além de possibilitar acumular muito conhecimento e ter uma formação diferenciada, também ajuda a desenvolver outras habilidades. É uma etapa de amadurecimento que possibilita ao estudante se preparar melhor para os desafios que enfrentarão ao longo da sua vida.
Por isso, é interessante aproveitar as chances que surgem para construir uma carreira de muito sucesso. Fazer uma faculdade no exterior é uma excelente oportunidade e faz toda a diferença para aumentar a competitividade no mercado.
As vantagens de estudar no exterior
Fazer uma faculdade no exterior realmente é uma mudança muito grande na vida dos jovens e suas famílias. Porém, essa é uma experiência extremamente positiva para todos, já que os pais estão auxiliando seus filhos a se desenvolverem tanto pessoal como profissionalmente.
Para o jovem, é o momento de aproveitar essa fase em que está se preparando para construir uma carreira sólida e de sucesso. Ao mesmo tempo, ele tem a oportunidade de conhecer pessoas diferentes, novas culturas e expandir a sua visão de mundo.
É por isso que optar por fazer uma faculdade no exterior traz diversas vantagens, como as que listamos a seguir:
Excelência acadêmica
As universidades no exterior se destacam pela sua excelência acadêmica, que possibilita a formação de profissionais com melhor preparo para entrar no mercado de trabalho.
O Brasil conta com algumas boas instituições de ensino, porém, é um diferencial de grande peso estudar em uma que esteja num país estrangeiro.
De acordo com o prestigiado ranking da Times Higher Education, 57 das 100 melhores universidades do mundo estão nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. A universidade brasileira mais bem colocada no ranking é a USP, que ocupa a posição 250-350º.
Oportunidades de desenvolvimento
O modelo de ensino das universidades estrangeiras permite que os estudantes desfrutem de diversas iniciativas que irão proporcionar um grande desenvolvimento de habilidades que irão ser importantes na carreira do estudante, tanto técnicas como interpessoais.
Por exemplo, as universidades possuem diversos clubes e associações em que os estudantes poderão ter uma experiência bem próxima de situações que são cotidianas no mercado de trabalho, como administrar um negócio, debater e falar em público.
Possibilidade de desenvolvimento pessoal
Como dito, fazer faculdade no exterior também é uma oportunidade de desenvolvimento pessoal. Isso começa com a necessidade de desenvolver a independência, já que a família estará mais distante e será necessário amadurecer para cuidar de si mesmo.
Também são necessárias muitas habilidades, como organização e disciplina, ambas essenciais para quem está começando a construir a sua carreira. Elas são indispensáveis para a construção da personalidade e do caráter, formando um cidadão consciente.
Não podemos deixar de citar que fazer uma faculdade no exterior possibilita não somente ter o contato com a cultura daquele país, como também de outros. Afinal, essas instituições recebem estudantes vindos de todo mundo, o que possibilita conhecer pessoas diferentes, com costumes e crenças aos quais o jovem não está acostumado.
Essa é uma excelente oportunidade não só para que ele amplie o seu conhecimento acadêmico e se forme profissionalmente, mas também para que conheça um mundo diferente daquele ao qual está acostumado.
Maior chance de projeção para o mercado de trabalho
Como foi dito, fazer uma faculdade no exterior é um excelente diferencial para se destacar no mercado de trabalho. Com um diploma de uma universidade renomada, as chances são maiores tanto para fazer carreira no país onde o jovem estudará, quanto no Brasil.
No segundo caso, ter um diploma de uma instituição estrangeira mostra que o jovem está muito melhor preparado por conta de toda a experiência e conhecimento que acumulou durante o seu preparo.
As portas se abrem de uma forma muito mais rápida e trazendo excelentes oportunidades para que ele consiga ocupar bons cargos e trilhar uma carreira de sucesso. Afinal, as empresas conhecem a qualidade do ensino fora do Brasil e têm interesse em reter talentos que carregam esse diferencial.
Por isso e muito mais, fazer uma faculdade no exterior é uma das melhores decisões que você pode tomar em conjunto com o seu filho.
Dessa forma, ele terá mais opções para construir a sua carreira e encontrará diversas oportunidades pelo caminho, conseguindo um grande destaque na área em que escolher atuar.
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Processo seletivo: como entrar em uma faculdade americana?
/48 Comentários/em Estados Unidos, Processo Seletivo /por Daqui pra ForaIngressar em uma boa instituição de ensino superior é o sonho de muitos, certo? No entanto, o que fazer quando o maior desejo de todos é estudar em uma universidade dos Estados Unidos? Pode parecer improvável, mas realizar esse feito é perfeitamente possível a partir da atenção com alguns pontos cruciais do processo seletivo.
As universidades norte-americanas funcionam de maneira muito diferente das instituições localizadas no Brasil. Enquanto por aqui o ingresso é mais direto e feito por meio de vestibulares, como é o caso do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), lá, há uma série de outros passos que envolvem o processo.
Mas, afinal, quais são esses passos? Como posso fazer para entrar em uma universidade nos Estados Unidos?
A seguir, conversaremos sobre esse assunto e responderemos às perguntas mais comuns sobre o tema, com o objetivo de deixá-lo bem informado e preparado para o processo de candidatura. Vamos lá?
Quais são os principais passos do processo seletivo?
Agora que estamos por dentro de como funciona uma consultoria especializada em momentos como esse, que tal conhecermos os principais passos envolvidos no processo seletivo para uma universidade dos Estados Unidos? Acompanhe
Fazer um bom ensino médio
A análise do histórico escolar é um dos primeiros fatores observados pelas universidades norte-americanas. Diferentemente do que ocorre no Brasil, por lá, as suas notas obtidas durante a escola importam para os avaliadores.
Na maioria das vezes, eles levam em consideração as notas do 9º ano do Ensino Fundamental e dos 3 anos do ensino médio. Bons resultados mostram que você leva os estudos a sério e que tem potencial para ser um ótimo estudante em sua nova universidade.
Prestar os exames SAT ou ACT
O SAT ou ACT é, de certa forma, o vestibular dos Estados Unidos. Esses testes funcionam como o Enem ou outras provas de avaliação que temos no Brasil.
A avaliação efetuada é padronizada, mas cada universidade atribuirá um peso e uma importância diferente a essa etapa. No entanto, é indispensável se dedicar e estudar bastante para obter uma boa nota —critério objetivo e levado muito a sério pela maioria das instituições.
Realizar os testes TOEFL ou IELTS
Os testes TOEFL e IELTS são feitos para medir a proficiência e fluência das pessoas na língua inglesa. Eles são, portanto, requisitos obrigatórios para a candidatura em universidades no exterior.
Fazer um deles e obter a nota mínima exigida pela universidade fará com que a instituição saiba que você está apto a acompanhar as aulas e se relacionar com os seus colegas, seja no ambiente acadêmico, seja nas inúmeras atividades extracurriculares oferecidas nesses locais. Cada universidade vai definir qual é a nota mínima a ser obtida na prova.
Se engajar em atividades extracurriculares
As atividades extracurriculares são aquelas feitas fora do ambiente escolar. Elas mostram para os avaliadores das universidades quem você é e quais são as suas preferências fora da escola, provando também que você é um indivíduo engajado e interessado.
Qualquer atividade pode ser incluída em uma aplicação, desde aulas de artes — música, teatro ou dança, por exemplo —, experiências profissionais e participação em esportes ou olimpíadas científicas e até voluntariados (envolvendo pessoas, animais ou qualquer outra causa relevante).
Ter boas redações / personal statements
Uma das principais etapas do processo seletivo é a preparação de alguns textos, sempre com temas bem pessoais e com o objetivo de mostrar à instituição um pouco mais sobre você.
Também chamados de essays, esses textos têm um dos maiores pesos de toda a seleção, sendo fundamentais para definir se aquela faculdade combina com o seu estilo.
Vale a pena lembrar que é importante ser muito sincero, já que não há um perfil padrão procurado. Os avaliadores querem conhecê-lo de verdade!
Contar com boas cartas de recomendação
Complementares aos essays, as cartas de recomendação são feitas por pessoas que conhecem a fundo a sua personalidade. São necessárias, na maior parte das vezes, 3 cartas: duas de professores e uma de algum coordenador de sua escola.
É preciso que suas referências sejam muito sinceras e descrevam exatamente quem você é. Não há, novamente, um perfil específico procurado, mas a honestidade fará com que você encontre uma universidade que é a sua cara e que será o seu novo lar.
Participar da entrevista de seleção ou enviar portfólio
A entrevista de seleção é exigida apenas por algumas universidades — geralmente, as mais competitivas. Ela é feita em inglês por um representante da instituição (como um aluno ou ex-aluno) e, assim como a redação, tem como objetivo permitir que os avaliadores o conheçam melhor.
Para ir bem nessa etapa, é essencial conhecer bem o perfil da universidade, contar com os conselhos de um bom orientador e, o mais importante de tudo, ser você mesmo. Agir com naturalidade e confiança garantirá uma ótima impressão e lhe deixará muito mais próximo de seu sonho.
Para os cursos de arte — como moda, desenho ou cinema —, será requerido ao aluno o envio de um portfólio com os seus melhores trabalhos. Dessa forma, a universidade consegue avaliar se o estudante tem as técnicas e o talento necessários para exercer aquela determinada formação.
E aí, viu o que é preciso fazer para iniciar o processo seletivo das universidades dos Estados Unidos? Com essas dicas, fica muito mais fácil se preparar para o que está por vir!
Lembre-se de que um bom planejamento é crucial para evitar problemas e deve ser iniciado o quanto antes, ok?
Ficou com alguma dúvida? Então, nada de fechar o seu navegador antes de solucioná-la. Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa. A nossa equipe está sempre à disposição!
Como funciona o curso de Medicina nos EUA?
/780 Comentários/em Cursos, Estados Unidos /por Daqui pra ForaAssim como no Brasil, o curso de Medicina em uma universidade dos Estados Unidos é bastante almejado, tornando-o muito concorrido e exigindo dos candidatos vários anos de dedicação e estudo.
Entretanto, ao contrário do Brasil, o curso de Medicina é considerado um curso de pós-graduação nos Estados Unidos, e existem diversas particularidades que dificultam bastante o ingresso de estudantes internacionais.
Pensando nisso, preparamos essa matéria com o objetivo de esclarecer o porquê do curso de Medicina nos Estados Unidos não ser recomendável para estudantes brasileiros. Acompanhe!
Como funciona a faculdade de Medicina nos EUA?
Como mencionamos, Medicina é um curso de pós-graduação nos Estados Unido. Isso significa que, para poder se candidatar, o estudante deverá ter uma graduação.
Não existe propriamente um curso específico que o candidato precisa ser graduado para poder iniciar o processo seletivo para Medicina, mas ele deverá cumprir as disciplinas obrigatórias exigidas para esse processo, chamadas de Pre-Med.
Geralmente, os candidatos que pretendem cursar medicina fazem sua graduação em cursos de biológicas, como biologia ou química.
Após concluir a graduação, o estudante iniciará um processo seletivo bem semelhante ao o que fez para a graduação, sendo necessário enviar o GPA da universidade; cartas de recomendação; TOEFL (geralmente acima de 100 em 120); as redações, que mostram quem o candidato é como pessoa e suas experiências acadêmicas e profissionais; e, principalmente, suas notas no MCAT (Medical College Admission Test, ou Teste de Admissão em Faculdades de Medicina).
Após concluir os quatro anos da graduação e ser aceito em uma Med School, o curso de medicina dura 4 anos e então o aluno pode iniciar a residência, que nos EUA dura de 3 a 7 anos.
Como é a concorrência por vagas de Medicina nos EUA?
A concorrência do curso é muito grande, já que o número de candidatos é muito superior ao número de vagas. Para ser ter uma ideia, os estudantes que pretendem fazer Medicina estão sempre entre os melhores alunos da universidade durante a graduação, porque o processo seletivo para Medicina geralmente exige que os candidatos tenham um GPA acima de 3.8 em 4.0.
Para os estudantes internacionais, a situação é ainda mais complicada: apenas uma parcela das universidades que possuem o curso de Medicina disponibiliza vagas para estudantes estrangeiros, e, quando disponibilizam, são poucas, ou até mesmo apenas uma vaga. Ou seja, estudantes do mundo inteiro concorrem por um número mínimo de vagas!
Melhores faculdades de Medicina dos EUA
Pesquisa feita pela US News mostra que as 10 melhores faculdades de Medicina dos Estados Unidos são:
Como conseguir bolsa de estudos de Medicina nos EUA?
Além do processo seletivo ser altamente competitivo, as chances de o estudante internacional conseguir algum tipo de bolsa de estudo são praticamente zero.
Quase todas as oportunidades de bolsa de estudos são restritas apenas a estudantes nativos. Até mesmo os empréstimos cedidos pelo governo são permitidos apenas para americanos ou canadenses.
Sem bolsa, o custo para cursar medicina nos Estados Unidos pode chegar até 80 mil dólares por ano, e muitas universidades ainda exigem que o estudante pague o valor à vista, antes do início do curso!
É possível trabalhar legalmente nos EUA após a conclusão do curso?
Quem pensa que fazer medicina nos Estados Unidos garante um visto de residência se engana. Assim como qualquer outro curso de graduação, o país dará ao profissional o direito de permanecer no país por até um ano após a formatura.
Após esse período, será necessário que que esse profissional se inscreva para um visto de trabalho vinculado a uma empresa/instituição. Apesar de ser formado em medicina ser um diferencial na hora de conseguir um visto de moradia, não é algo 100% garantido.
Além disso, se porventura um médico brasileiro formado nos Estados Unidos decidir voltar a morar no Brasil, não poderá exercer sua profissão de imediato e terá de revalidar o seu diploma, o que pode ser extremamente difícil por se tratar um curso da área da saúde, cujas diretrizes de ensino entre os países são bem diferentes.
Viu só? Estudar Medicina nos Estados Unidos é bem diferente de seguir essa carreira no Brasil e, enquanto estudante estrangeiro, conseguir uma vaga e finalizar o curso é bastante complicado.
Contudo, os Estados Unidos possuem uma infinidade de outros cursos que estudantes que sonham em fazer faculdade no exterior podem escolher.
Neste vídeo você encontra informações importantes sobre as vantagens de fazer uma graduação no exterior:
Vale a pena avaliar todos esses pontos apresentados sobre como é cursar Medicina nos Estados Unidos e entender se faz sentido para a sua realidade.
Se entender que é esse o caminho a ser seguido, a Daqui pra Fora está à disposição para ajudar no que for preciso para a realização desse sonho. Basta acessar nossos programas e ver como podemos facilitar esse processo para você.
Como escolher uma universidade nos Estados Unidos
/62 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEscolher a instituição de curso superior ideal nem sempre é uma tarefa fácil. Em meio a tantos fatores, fica complicado tomar uma decisão tão importante quanto essa, especialmente quando falamos em cursar uma faculdade nos Estados Unidos, que abriga algumas das melhores universidades do mundo.
Para aqueles que sonham em cursar a graduação em terras norte-americanas, é essencial tomar alguns cuidados e ficar muito atento aos principais fatores que devem ser levados em consideração na hora de escolher a instituição de ensino que servirá como lar durante alguns anos.
Em meio a tantas dúvidas e expectativas, criamos um artigo especial para responder às principais questões sobre o tema, mostrando exatamente o que ponderar na hora dessa escolha tão importante. Boa leitura!
Defina o orçamento da família
O primeiro passo é, sem dúvidas, considerar o orçamento de sua família. Para isso, sente-se com seus pais ou responsáveis e discuta quais serão as possibilidades de investimento disponíveis.
Leve em consideração o custo das universidades (que geralmente já possuem inclusos alimentação e moradia), em seguida, pesquise sobre o custo de vida das cidades próximas ao local de que você mais gosta no país.
Veja também quais são as possibilidades de bolsa de estudo e se elas se aplicam para estudantes internacionais.
Isso garantirá um planejamento muito mais eficaz e evitará problemas futuros, como por exemplo o estudante aplicar para uma universidade que não poderá pagar, de escolher uma universidade que não tem bolsas de estudo, ou de preferir regiões que tenham um custo mais elevado e fora de suas expectativas financeiras, como Flórida, Nova Iorque ou Califórnia.
Procure os critérios de avaliação da universidade
Os critérios de avaliação das universidades são fatores determinantes na escolha. Eles são requisitos obrigatórios que as instituições colocam para decidir quem pode fazer parte do seu grupo de estudantes e as aplicações de candidatura a uma vaga devem ser enviadas seguindo todas as demandas estipuladas.
Alguns critérios mais importantes estão relacionados às notas do estudante nas escolas brasileiras no Ensino Médio, as notas no SAT ou ACT (exames semelhantes ao ENEM ou vestibulares do Brasil) e no TOEFL (teste de proficiência na língua inglesa). Além disso, algumas faculdades podem ter requisitos específicos.
Ou seja, antes de escolher as universidades, tenha uma visão muito analítica do seu perfil acadêmico e escolha universidades que você tenha ou possa ter futuramente chances realistas de admissão.
Isso evitará que você escolha aplicar para universidades muito competitivas para seu perfil acadêmico ou de ganhar uma bolsa de estudos.
Alinhe suas preferências
Escolher uma universidade nos Estados Unidos requer que o estudante tenha suas preferências muito alinhadas, afinal será o local onde ele irá estudar e viver por pelo menos quatro anos de sua vida.
As universidades americanas contam com mais de 4000 instituições de ensino superior, que irão variar nas mais diversas formas.
Entre os fatores que devem ser considerados, podemos citar:
Ou seja, tenha em mente o perfil de universidade ideal considerando esses fatores para escolher uma universidade que tenha tudo a ver com você e que ajude no seu desenvolvimento como aluno e pessoa.
Atenção aos prazos e ao preenchimento da application!
Ao definir a lista de universidades que irá se candidatar, conheça todos os prazos para cada etapa do processo de admissão, para cada uma das universidades.
Além disso, verifique se existem prazos diferentes para estudantes internacionais e aplicações para bolsas de estudo. Muitos estudantes não conseguem completar sua candidatura por não estarem atentos a essas minucias.
Além disso, confira detalhadamente todos os requisitos exigidos pelas universidades escolhidas e evite ter a candidatura recusada por conta de erros ou campos faltantes.
Conte com uma consultoria especializada
Como podemos perceber, há diversos pontos que devem ser levados em consideração na hora de escolher uma universidade fora do país. É necessário lidar com muita burocracia e particularidades muitas vezes fora da nossa realidade.
Erros podem custar aprovações e falta de conhecimento pode resultar em resultados inferiores ao que o estudante poderia ter.
Por isso, contar com a ajuda de uma consultoria especializada é uma estratégia essencial para assegurar que você terá orientação profissional em todo o processo e garantir que você tenha os melhores resultados possíveis dentro do seu perfil.
Afinal, especialistas dessa área conhecem todas as possibilidades e particularidades das universidades no exterior, garantindo que você terá as melhores opções para definir o seu futuro.
Agora que você já conhece os principais critérios que devem ser levados em consideração na hora de escolher a sua faculdade nos Estados Unidos, que tal começar a se planejar e se preparar para o processo de candidatura? Boa sorte nessa nova etapa!
Ainda ficou com alguma dúvida? Tem alguma sugestão ou comentário? Então, não feche a página! Preencha o formulário abaixo e vamos começar uma conversa sobre o seu processo de candidatura.
Como funciona a faculdade no Canadá? Entenda mais!
/117 Comentários/em Canadá, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaA possibilidade de cursar uma faculdade no Canadá vem enchendo os olhos dos brasileiros. Entre as muitas vantagens que esse tipo de escolha oferece, duas que se destacam é a qualidade do ensino superior canadense e o custo mais baixo se comparado às outras opções no exterior, como as universidades dos Estados Unidos.
Mas, como será o dia a dia em uma universidade de lá? Apesar de ter algumas semelhanças com o sistema de ensino brasileiro, as instituições do país guardam traços capazes de surpreender os estudantes estrangeiros. Confira os principais e entenda como funciona a faculdade no Canadá!
Flexibilidade acadêmica
Algo que ainda não é tão comum no Brasil e que funciona muito bem no Canadá é a possibilidade do estudante escolher parte das aulas que deseja cursar no semestre.
Funciona assim: cada curso possui uma quantidade de disciplinas principais — que precisam ser cursadas para completar a graduação — e disciplinas eletivas, que complementam o ensino e os créditos necessários para a formação.
Dentro desse cenário e respeitando os pré-requisitos, o aluno monta sua própria grade curricular e escolhe algumas disciplinas do seu interesse para agregar e ampliar seu leque de conhecimentos.
Experiência completa de aprendizado
Cursando uma faculdade no Canadá, o aprendizado não fica limitado apenas ao que é transmitido em aula. O estudante é constantemente encorajado a continuar em contato com o conteúdo mesmo fora de sala, por meio de exercícios, leituras, atividades e trabalhos.
O resultado dessa maior aproximação com as disciplinas é um processo de ensino real e completo. Ele faz com que as horas de estudo rendam muito mais e o estudante tenha a segurança de estar assimilando de fato os assuntos.
Relacionamento mais próximo com os professores
Um dos pontos fortes das universidades canadenses é a relação que o professor mantém com a turma. Isso porque ele vai além de explicar as matérias e propor trabalhos.
O professor também estimula debates, discussões, faz perguntas questionadoras e escuta com atenção os argumentos e pontos de vista dos alunos. A sala de aula se torna um verdadeiro espaço de diálogo.
Essa imersão busca mais do que o domínio dos temas das aulas. Ela é também um exercício que desenvolve o pensamento crítico, habilidade valiosa para a vida acadêmica, social e profissional.
Clubes e organizações fora da sala de aula
Sabia que, além de estudar no curso escolhido, o aluno encontra ótimas opções de atividades extracurriculares nas universidades do Canadá? Uma delas, que faz sucesso no dia a dia universitário, é a participação em clubes e organizações estudantis.
Esses clubes são criados para reunir estudantes com gostos em comum. Os temas costumam ser os mais variados — envolvendo esportes, arte, ciência, tecnologia, política, meio ambiente, entre outros.
Uma vez no clube, o aluno tem a oportunidade de construir relacionamentos, participar de atividades, compartilhar conhecimentos e desenvolver habilidades.
Além de todas essas vantagens, é importante lembrar que estamos falando de um país acostumado a receber estudantes de várias partes do mundo. Dá para imaginar, então, quão interessante pode ser ter contato e compartilhar interesses com pessoas de diferentes lugares?
A faculdade no Canadá oferece uma experiência acadêmica de alto nível, capaz de fazer a diferença na futura carreira. Mas ela ainda consegue fazer mais do que isso, proporcionando um incrível período de troca e aprendizados para toda a vida. Uma bela combinação entre qualidade de ensino e desenvolvimento pessoal, não é?
O que achou do artigo? Está no processo para ir estudar no Canadá? Então veja o que fazer se você ficou na lista de espera de alguma universidade!
10 curiosidades sobre a famosa universidade de Harvard!
/106 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaHarvard é sinônimo de história, tradição e excelência acadêmica. Por consequência, é presença constante em livros, no cinema, na televisão e, principalmente, no imaginário popular.
Preparamos um post com dez curiosidades imperdíveis sobre a universidade mais famosa do mundo. Conheça mais sobre Harvard abaixo!
1. A instituição tem um número da sorte
A faculdade de Harvard parece ter uma conexão inusitada com o número oito, pois oito ex-alunos da instituição assinaram a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como oito ex-alunos se tornaram presidentes do país. Além disso, Harvard também faz parte da Ivy League, que conta com oito universidades.
2. Yale é a sua rival
A rivalidade entre Harvard e Yale é conhecida e teve início em 1875, especialmente em razão do futebol americano. Essa rivalidade resultou na criação do primeiro estádio de futebol americano de concreto (construído por Harvard) em 1903, que influenciou a forma como o esporte é jogado atualmente.
3. A faculdade de Harvard é mais antiga do que Cálculo
A faculdade de Harvard é tão antiga que, quando foi fundada, a matéria “Cálculo” não era oferecida pela instituição, pois ainda não tinha sido inventada — o cálculo só surgiu no fim dos anos 1600.
4. A “Estátua das Três Mentiras” está localizada no seu campus
A estátua de John Harvard localizada na universidade é a terceira estátua mais fotografada dos EUA e é conhecida como “Estátua das Três Mentiras” por causa da sua inscrição: “John Harvard, Founder, 1638”.
John Harvard não foi o fundador da universidade, que também não foi fundada em 1638 (isso ocorreu em 1636). Além disso, a pessoa que serviu como modelo para a estátua não era o próprio Harvard.
5. Há uma biblioteca subterrânea no local
A biblioteca da instituição recebeu o nome de “Widener Library” após Harry Elkins Widener doar 3,5 milhões de dólares para que Harvard construísse uma biblioteca. Mas o benfeitor fez uma exigência: a estrutura do prédio jamais poderia ser alterada.
Assim, quando a biblioteca precisou ser ampliada, os arquitetos construíram extensões no subsolo para cumprir com o acordo.
6. Os prédios têm curiosas rachaduras nas paredes
Ao andar pelo campus de Harvard, é possível observar algumas rachaduras, que seriam provenientes de balas de canhão disparadas das janelas dos dormitórios durante a Guerra Revolucionária.
7. Ivy League
Harvard é uma das oito universidades que compõem a Ivy League, conhecida pela alta qualidade acadêmica de suas instituições.
O termo “Ivy League” deriva de uma tradição dos anos 1800 em que os estudantes plantavam heras (ivy) no início do período letivo. Em algumas instituições, havia até mesmo um discurso de abertura para o evento, que ficou conhecido posteriormente como “Ivy Day”.
8. Filmagens são proibidas
Apesar de Harvard aparecer em diversos filmes e seriados, a universidade proibiu a gravação de filmes comerciais no campus em 1970. Assim, as filmagens que supostamente se passam no local precisam ser gravadas em outros campi, como UCLA, Caltech ou USC.
9. Doações bilionárias são frequentes
A faculdade de Harvard é a que acumula o maior número de doações financeiras (por volta de 46,7 bilhões de dólares!). Desse valor, aproximadamente 12,1 bilhões de dólares são provenientes de doações realizadas por ex-alunos da instituição, que são conhecidos como “alumni”.
10. O salário dos recém-formados é alto
Como Harvard é famosa por sua excelência acadêmica, o salário médio de um recém-formado pela instituição é superior a 60 mil dólares por ano!
Um engenheiro de software que se forma em Harvard ganha em média 105 mil dólares, enquanto os engenheiros elétricos recebem, em média, 97 mil dólares e um cientista de dados costuma receber 114 mil dólares anuais.
Neste vídeo você encontra mais informações importantes sobre Harvard:
Agora que você conhece as principais curiosidades da faculdade de Harvard, confira o depoimento de um aluno da Daqui pra Fora, que passou recentemente na instituição.
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Atividades Extracurriculares: o que são e quais fazer?
/101 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaAlém de notas escolares, teste de proficiência em inglês, redações e cartas de recomendação, outro importante critério utilizado pelas universidades no exterior durante o processo de candidatura de seus novos alunos são as atividades extracurriculares, por isso é importante entendê-las.
Vale ressaltar que um cuidado importante é não achar que é preciso fazer muitas atividades extracurriculares para conseguir a aprovação.
O essencial é participar ativamente de atividades que façam sentido para o seu perfil e para a área de formação desejada.
Veja a seguir o que são atividades extracurriculares e quais podem ser feitas para tornar a sua application ainda mais forte.
O que são atividades extracurriculares?
Tudo o que o estudante faz fora de sala de aula pode ser considerado uma atividade extracurricular, o importante é alinhar essas atividades ao perfil do aluno e ao curso que ele pretende fazer na universidade para dar mais significado a elas.
As atividades demostram o quão engajado o estudante é fora do ambiente escolar e o quanto ele poderá se desenvolver no ambiente acadêmico oferecido pela universidade.
Quanto mais competitivas forem as universidades, mais exigentes elas serão em relação às atividades extracurriculares, já que o nível acadêmico dos candidatos que aplicarem será muito próximo e esse pode ser um fator de diferenciação.
Ainda não começou suas atividades e não sabe no que focar? Conheça os 4 tipos mais comuns de extracurricular activities que são aceitos e ajudam a fortalecer a sua candidatura.
No webinar abaixo, você encontra informações relevantes sobre as atividades extracurriculares:
1. Olimpíadas científicas
As olimpíadas de conhecimento ou científicas são competições que têm o propósito de premiar aqueles estudantes que competitivamente apresentam projetos e habilidades melhores nas áreas de física, química e biologia, por exemplo. Essa competição pode acontecer durante o ensino fundamental ou ensino médio.
As olimpíadas científicas são avaliadas a nível nacional e internacional. Nesse último caso, as universidades norte-americanas dão bastante atenção.
Isso porque para elas é importante admitir estudantes que foram valorizados internacionalmente com iniciativas do meio científico, demonstrando talento excepcional em diversas áreas do conhecimento.
2. Ações na comunidade
Essa é mais uma das atividades extracurriculares. Trata-se de participar de atividades realizadas junto a grupos da sociedade em que você vive.
Isso significa que você pode se envolver no planejamento de eventos da comunidade ao seu redor, como jantares beneficentes, ou apoiar a condução de trabalhos voluntários.
Isso demonstra que você é uma pessoa que exerce a cidadania e tem proatividade a fim de ajudar a sua comunidade. Com essa postura, você ganha pontos na sua candidatura para estudar nos Estados Unidos.
3. Clubs
Nos EUA, os clubs são muito comuns. Não se trata de lugares para praticar esporte ou lazer. Na verdade, são grupos de estudos que reúnem pessoas com os mesmos interesses.
Essa é mais uma das extracurricular activities que contam muito na hora de se candidatar a uma vaga em uma universidade americana.
Então, participe de grupos de estudo de idiomas, de robótica, química ou até mesmo faça parte de um coral. O importante é se integrar a um grupo que tem a ver tanto com o seu perfil pessoal quanto acadêmico.
4. Governança
Você gostaria de fazer parte de comissões escolares, conselhos ou grêmios estudantis, mas não consegue entender qual é a vantagem de fazer parte disso?
Saiba que essas são atividades extracurriculares valorizadas para uma candidatura em instituições de ensino nos EUA.
É muito importante apresentar esse tipo de capacidade de governança, uma vez que as instituições prezam por estudantes participativos e presentes em questões políticas.
O que fazer agora?
Esses foram apenas alguns exemplos de atividades extracurriculares, agora é importante que o aluno entenda o que faz sentido para seu perfil e com o que mais se identifica.
Vale lembrar que o essencial não é apenas qual atividade você fez, mas como a realizou. Fazer algo que tenha significado para você e que possa te levar a posições de liderança serão valorizadas pelas universidades.
Afinal, as instituições de ensino buscam alunos com perfis parecidos com os delas e ser genuíno nessa etapa da candidatura te ajudará a ser aceito nas universidades que de fato combinam com você e elevará as possibilidades de sucesso dessa jornada.
Quanto antes você se preparar e começar a pensar nas atividades extracurriculares, mais força terá sua candidatura. Que tal começar agora?
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