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Como é o início do ano letivo em universidade do exterior?

9 de novembro de 2019/58 Comentários/em Canadá, Depoimentos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

O ano letivo no exterior tem o calendário bem diferente do nosso no Brasil. Além das férias e os feriados não coincidirem com os nossos, o início das aulas também acontece em outro período, começando em agosto.

Você já parou para pensar que essa diferença pode ser muito positiva para quem termina o Ensino Médio aqui e pensa em fazer faculdade fora?

Se ainda não tinha pensado, siga a leitura até o final para entender como funciona o ano letivo das faculdades no exterior e como você pode se beneficiar disso.

Quando começam o ano letivo nos EUA, Canadá e Inglaterra?

No hemisfério norte, o ano letivo começa em geral no segundo semestre. Nos Estados Unidos, as aulas na maioria das universidades têm início em agosto. É o final das férias de verão.

É justamente por causa do verão que há a inversão no calendário. As férias mais longas, de cerca de 3 meses (conhecidas como summer break), são no meio do ano, para coincidir com a estação de calor.

No Canadá e na Inglaterra é o mesmo sistema e as aulas iniciam, na maioria das instituições, em setembro.

Este “intervalo” entre o final do Ensino Médio no Brasil e o começo das aulas nos Estados Unidos pode ser o tempo necessário para o aluno que está indeciso definir seu futuro. Quem está em dúvida se quer ir ou não para o exterior tem um período para pensar e ainda aplicar nas faculdades lá fora (ou mesmo fazer vestibular no Brasil).

Também há a possibilidade de fazer um Gap Year, um ano que funciona como transição entre o Ensino Médio e a universidade. O objetivo é aproveitar esse período da melhor maneira possível, olhando para o futuro. É uma pausa na rotina, sim, mas não significa um ano só de descanso.

Além de poder se preparar e elaborar melhor sua application (a candidatura para as faculdades no exterior), o aluno pode usar o Gap Year para investir em outros interesses ou aprimorar algumas habilidades.

Mas para não desperdiçar esse tempo tão valioso, é importante definir um planejamento e desenvolver um cronograma bem alinhado com ele.

A seguir, você vai ver como foi essa transição e o início das aulas do Julio, aluno da Daqui pra Fora, que acaba de começar o curso de Psicologia em uma das melhores faculdades do Canadá e do mundo.

E como são os primeiros dias de aula?

Júlio César Silva tem 19 anos, é de São Paulo, onde estudou no Colégio Pentágono. Com a assessoria da Daqui Pra Fora, ele aplicou e foi aceito em várias universidades no exterior. Escolheu a University of British Columbia (UBC), no Canadá, para cursar Psicologia.

Confira abaixo como foi a escolha do Júlio, o período entre o Ensino Médio e o início da faculdade e os primeiros dias de aula dele na UBC.

Daqui Pra Fora: Por que você decidiu estudar no Canadá?

Júlio: Decidi estudar fora quando estava no 9º ano. Naquele momento, coloquei em minha mente que não faria vestibular no Brasil. Comecei a analisar muitas opções para estudar em diferentes lugares do mundo. Por fim, havia selecionado universidades no Canadá, EUA e Reino Unido. Escolhi o Canadá pois fiquei impressionado com a gentileza e com a diversidade da população – senti que me adequaria facilmente. Além disso, achei interessante saber que o Canadá possui excelentes universidades (entre as melhores do mundo) com uma competitividade menor que as americanas.

DpF: Para quantas universidades você aplicou e por que decidiu pela UBC?

Júlio: Apliquei para 6 universidades no Canadá (16 no geral). Decidi ir para a UBC porque era a mais bem ranqueada entre as faculdades para as quais apliquei (considerando a graduação em psicologia). Também gostei muito da localização da universidade (em uma cidade costeira que não faz tanto frio) e de seu interesse em pesquisa (um dos meus focos dentro de psicologia).

DpF: Você não aplicou para nenhuma universidade no Brasil mesmo?

Júlio: Não. No entanto, tive que fazer o ENEM para enviar as minhas notas para as universidades canadenses, pois eles querem a comparação dos possíveis estudantes estrangeiros com pessoas do mesmo país.

DpF: Você fez um Gap year? Como você aproveitou?

Júlio: Não fiz um Gap year, porém tive aproximadamente 10 meses para aproveitar meu tempo (meu colégio acabou finalizando o ano letivo um pouco antes para oferecer preparação para o vestibular). Neste tempo, viajei para o Egito por um mês e meio, para ensinar crianças a falarem português, discutir sobre a importância da igualdade de gênero e conhecer culturas novas. Também trabalhei por 5 meses, fiz cursos de psicologia online e passei o tempo com minha família, namorada e amigos.

DpF: Como era sua expectativa para o início das aulas?

Júlio: Eu acreditava que as aulas seriam muito diferentes em relação ao estilo das aulas de universidades brasileiras – e de fato são, mas não são diferenças tão discrepantes quanto eu imaginava. Esperava me envolver com muitas leituras, aprendizados e experiências. Mas tinha a insegurança de acreditar que sou menos inteligente do que meus futuros colegas (que apresentavam currículos e atividades absurdamente geniais). Consequentemente, o que eu mais aguardava era a chance de vivenciar o começo e aproveitar completamente a nova experiência que estava por vir.

DpF: Como foi o primeiro mês na UBC? Quais dificuldades você superou no início da jornada que já te fizeram crescer ou que você acredita que vão impactar a sua vida mais pra frente?

Júlio: Eu não vim preocupado com os desafios do idioma nem com o impacto das diferenças nos costumes. Achava que seria absorvido rapidamente pela cultura canadense e me desprenderia totalmente das minhas raízes. Mas percebi que fui ingênuo. Senti bastante no primeiro mês, cheguei até a duvidar de ter feito a escolha certa. Então, quando penso nas dificuldades, com certeza a primeira coisa que me vem à mente é a habilidade de se relacionar sem conhecer ninguém ao seu redor. Conhecer pessoas, espaços e culturas novas é algo muito presente no meu dia a dia. Há momentos em que recorremos às amizades antigas (nossa zona de conforto), e isto é normal – e saudável (pois mantemos as conexões firmadas anteriormente). Porém, é muito importante focar e viver o presente, crescer onde você está! Assim, estabelecemos uma nova rede de contatos e amizades. As pessoas passam por isso diariamente, em todo lugar. Nem sempre é fácil, mas o crescimento está muito ligado à capacidade de se adaptar!

DpF: Você tem colega de quarto (roommate)? Como foi a adaptação com ele?

Júlio: Tenho um roommate britânico (com cidadania canadense e raízes persas), portanto, a cultura é um pouco diferente da que estamos acostumados. No entanto, o meu convívio com ele é muito tranquilo – temos uma amizade forte e uma boa comunicação. Ele é bem respeitoso e sempre age evitando me incomodar (seja com barulhos, luzes ligadas ou visitas). Apesar de ser necessária uma certa adaptação, já que perdemos uma parte de nossa privacidade quando moram duas pessoas em um único quarto, ela é mais mental do que pensamos: a partir de conversas constantes, percebemos que o outro também quer ter o seu espaço. O importante é saber se comunicar e agir como gostaria que agissem com você. Assim, tentar entender o outro e demonstrar se preocupar com ele é algo que pode ter consequências extremamente positivas!

DpF: Que recomendações você daria sobre esse começo na universidade para quem irá em um futuro breve?

Júlio: Tenha uma cabeça muito aberta! Não carregue certezas sobre como será a sua vivência – tenha certeza de que aprenderá e crescerá com qualquer situação. Muitas vezes podemos nos sentir desapontados, desolados ou encorajados a desistir se nossas expectativas não forem atingidas. Portanto, não se prenda a ideias e planos como se fossem dogmas. Recomendo ter uma mente aberta e tentar aprender com todas as vivências (sejam elas agradáveis ou desagradáveis ao início – todas podem ser positivas no futuro).

Prepare-se para iniciar essa jornada

Pensando em percorrer esse caminho? A Daqui pra Fora é uma consultoria especializada em preparar alunos para esse projeto de vida. Oferece atendimento personalizado em todas as etapas do processo, desde a elaboração da melhor candidatura até o suporte para o aluno quando ele já está cursando a universidade no exterior.

São mais de 3.000 alunos assessorados nos últimos 18 anos. Para saber mas sobre o nosso trabalho, preencha o formulário abaixo para iniciarmos uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/11/guy-at-lesson.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-11-09 00:00:002024-01-23 21:27:29Como é o início do ano letivo em universidade do exterior?

Como é a vida de quem mora nos Estados Unidos

24 de outubro de 2019/40 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Morar nos Estados Unidos é o desejo de muitos brasileiros e também pessoas de outras nacionalidades que querem estudar no exterior. Não só por conta das ótimas instituições de ensino, mas também porque possibilita desenvolvimento profissional, ótima qualidade de vida e obtenção de renda muitas vezes superior à média anual dos trabalhadores que residem no Brasil.

Se você está na dúvida sobre essa ideia e quer entender um pouco mais sobre a vida nos Estados Unidos, basta continuar a leitura do texto. Aqui, reunimos algumas informações preciosas e depoimentos de alunos que estão por lá, que poderão ajudar você a se decidir sobre essa mudança de vida. Confira!

Entenda por que vale a pena morar nos Estados Unidos

Os Estados Unidos são conhecidos como um dos países mais desenvolvidos e cheios de oportunidades do mundo. Acredite: isso não é um exagero. É possível encontrar muitas possibilidades de emprego, especialmente se você for cedo e concluir seus estudos por lá.

Se ainda está no colégio, vale a pena pensar em estudar fora e construir uma vida nos Estados Unidos: essa pode ser uma ótima maneira de sair do Brasil e garantir um futuro promissor em uma atividade profissional.

Viajar com um visto de estudante para os Estados Unidos garante maior tempo de permanência e permite criar uma carreira com patamares muito além dos tradicionais intercâmbios.

Existem pesquisas feitas por instituições sérias, como o escritório de advocacia Hayman-Woodward PLLC, especializado em migração, que indica que a renda média dos brasileiros (nos presentes anos nos EUA) consiste em mais de sete vezes o que um cidadão brasileiro comum ganha no Brasil como renda anual.

Se você tem vontade de abrir um negócio próprio, por exemplo, a terra do Tio Sam pode ser o local ideal. Você será capaz de encontrar um mercado variado e muitas facilidades para empreender, como cargas tributárias mais baixas, encargos menores e pouca burocracia em comparação com o Brasil.

Neste vídeo, trazemos informações importantes sobre como escolher uma graduação nos Estados Unidos: 

Conheça um pouco da diversidade da vida nos Estados Unidos

Viver em outro país significa aprender a se adaptar a uma nova cultura e a conviver com pessoas com valores bastante diferentes dos seus. E isso pode ser uma experiência muito enriquecedora. Veja alguns pontos importantes sobre a diversidade norte-americana.

Os serviços

O primeiro ponto a levar em conta está relacionado à prestação de serviços: eles realmente funcionam como devem. Você não precisa ficar horas na fila para solicitar um atendimento nem se frustrar com mão de obra sem qualificação. Lá, se você paga por um serviço, vai receber pelo que pagou.

A economia

A economia do país é forte, e existem muitas oportunidades de emprego. Mas, ainda que você precise trabalhar por um salário-mínimo, é perfeitamente viável se sustentar com essa renda. Os aluguéis são razoáveis, e o custo de vida é condizente com a média salarial.

A alimentação

Algo que os imigrantes sentem muita diferença na vida nos Estados Unidos é a alimentação. A cultura dos fast foods é forte nos EUA, e a grande maioria das pessoas come alimentos muito gordurosos e industrializados. Por outro lado, as porções são generosas e bastante baratas.

Além disso, é possível encontrar alimentos de qualidade nos supermercados e boas comidas congeladas. Mas o difícil é encontrar quem prepare uma boa comida caseira, portanto, aproveite a oportunidade para aprender a cozinhar.

A natureza diversificada

As paisagens e as belezas naturais também são únicas e bem diferentes do que estamos habituados a ver no Brasil. Sua natureza única presenteia os admiradores com praias maravilhosas, como as da Flórida, Hawaii e Califórnia, até as paisagens frias do Minnesota. São muitos parques maravilhosos que você poderá explorar nas horas vagas.

Veja a opinião de quem já vive nos Estados Unidos

Embora seja possível realizar boas pesquisas sobre a vida nos Estados Unidos, nada se compara a conhecer a opinião de quem de fato já está vivendo por lá, certo? E quando essas pessoas são jovens que decidiram estudar fora do Brasil, isso é ainda mais relevante.

Uma experiência na Filadélfia

O jovem André Abudi, aluno na UPenn, fala sobre como é a sua experiência na Filadélfia. Ele conta que as pessoas na universidade em que estuda são bem sociáveis.

Há grande variedade de eventos, shows e clubes para as mais variadas modalidades esportivas. Assim, torna-se muito fácil encontrar pessoas com interesses em comum e estabelecer novas amizades.

Ele afirma ainda que o processo de adaptação foi bem tranquilo, especialmente porque ele já havia visitado o país outras vezes e a Filadélfia é uma cidade grande, com um milhão e meio de habitantes, e apresenta muitas coisas para fazer.

No entanto, o fato de não conhecer ninguém e ter que começar uma vida do zero foi um grande desafio para ele, que está sendo superado com as atividades extra-classe.

Uma experiência em San Diego

Julia Abegg conta que teve como maior desafio inicial a adaptação ao estilo acadêmico da San Diego State University, por conta das várias atividades fora de sala de aula. Outra diferença foi a adequação à vida social norte-americana, porque se trata de uma cultura mais reservada.

Ela começou a se enturmar um pouco mais com algumas pessoas (norte-americanas e de outros lugares do mundo) após o segundo semestre no local, quando se matriculou em um curso de Business. Relata, ainda, que a experiência tem ajudado a ser menos tímida e mais independente, aprendendo  a se virar sozinha.

A estudante já está na metade dos estudos, está empregada no setor de admissões internacionais de um escritório, e todas essas escolhas vão contribuir muito com ótimas oportunidades profissionais no país.

A vida nos Estados Unidos, como aconteceria em qualquer cultura nova, é surpreendente e desafiadora. Apesar do pequeno impacto cultural e do fato de estar longe da família, viver essa experiência pode ser algo muito enriquecedor, especialmente se você pretende conquistar uma carreira de sucesso. Para isso, uma ideia bem interessante é investir desde já nos seus estudos.

Contrate uma empresa especializada para ajudar a direcionar seus esforços e fortaleça seu currículo escolar. Assim, vai ser bem mais fácil se qualificar para uma universidade norte-americana e potencializar sua futura carreira e a vida nos Estados Unidos.

E você, gosta da ideia de estudar fora ou já está começando a se planejar para essa proposta? Está fazendo pesquisas para escolher a melhor universidade para seus interesses de estudo? Continue com a gente e descubra o que você precisa para estudar em Harvard.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/urbane-new-stone-suspension-tourist.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-24 00:00:002023-12-06 17:06:31Como é a vida de quem mora nos Estados Unidos

Tudo o que você precisa saber sobre estudar no Reino Unido

18 de outubro de 2019/90 Comentários/em Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar no Reino Unido é o desejo de muitas pessoas e não faltam motivos para que esse sonho se torne realidade. Afinal, o sistema de ensino britânico é reconhecido internacionalmente e o país conta com as melhores universidades do mundo.

Fazer faculdade no exterior pode enriquecer qualquer currículo e, além do ensino de alto nível, o Reino Unido ainda permite o aperfeiçoamento da língua inglesa e proporciona segurança e qualidade de vida aos seus moradores.

Se você tem interesse em estudar na Inglaterra e deseja conhecer todos os detalhes sobre o tema, acompanhe o post que vamos apresentar diversas dicas e informações importantes. Confira!

1. Como é a vida no Reino Unido?

A vida no Reino Unido, seja na Inglaterra, País de Gales, Escócia, países que fazem parte da Grã-Bretanha, seja na Irlanda do Norte — nações que fazem parte desse estado soberano —, conta com diversas vantagens, uma vez que o local fica acima da média geral em um comparativo com os demais países, apresentando índices superiores de segurança pessoal e qualidade de vida.

O custo de vida para morar no Reino Unido pode ser visto como elevado ao compará-lo com os demais países da Europa, uma vez que a região adota a Libra Esterlina como moeda de comercialização — importância que costuma ter valor maior do que o do Euro.

No entanto, o que muitas pessoas não sabem é que a região conta com diversas atividades gratuitas, como parques, jardins, pubs, baladas, mercados de rua, galerias e museus (como National Gallery, Tate Gallery, Museu Britânico, Museu de História Natural, Victoria & Albert e vários outros).

Isso tudo facilita a moradia no local e diminui o custo de vida, tornando a região ainda mais atrativa em razão do seu bom custo e qualidade de vida.

É claro que na região também existem atrações pagas, como a famosa roda gigante London Eye, que oferece uma incrível vista da cidade de Londres, e o museu de cera Madame Tussauds, que tem em seu acervo reproduções em cera em tamanho real de celebridades mundiais. No entanto, para esse tipo de atração é possível comprar ingressos combinados que oferecem descontos.

É extremamente recomendável que o estudante mantenha uma vida ativa paralelamente aos estudos e o Reino Unido permite tal prática, pois é possível conhecer indivíduos de outras nações, com culturas diferentes e ainda desfrutar de todos os benefícios culturais que o local é capaz de proporcionar.

A cultura também está muito presente na região, especialmente em razão da sua própria história — que por si só já apresenta diversas possibilidades de passeios. Dessa maneira, há a possibilidade de visitar a agradável cidade de Stratford-upon-Avon, local em que Shakespeare nasceu, ou os diversos castelos, palácios e ruínas medievais que a Grã-Bretanha abriga.

No mesmo sentido, é possível encontrar com facilidade opções de eventos culturais que são capazes de agradar a todos os gostos, como museus, castelos, peças de teatro, shows, festivais de música, cinema, dança e muitos outros.

Além disso, apesar de os britânicos terem fama de serem reservados, na realidade, se trata de um povo muito educado, prestativo e agradável de conviver.

Nos comércios e nas ruas, por exemplo, as pessoas, em geral, se esforçam para prestar informações e muitas vezes até mesmo se desviar de seus caminhos para ajudar um imigrante que não sabe como chegar a determinado local, além de utilizarem expressões, como “por favor”, “com licença” e “obrigado” constantemente.

O transporte público funciona muito bem e, por essa razão, é possível viver tranquilamente no Reino Unido sem ter carro, pois os demais meios de transporte funcionam de maneira segura, eficiente e conectada. Assim, é possível chegar a todos os lugares por meio de ônibus, trens e metrôs.

Além disso, assim como nos demais países da Europa, grande parte da população utiliza com frequência a bicicleta como meio de transporte — uma alternativa saudável, econômica e sustentável.

Outro ponto importante é que o ensino para os estudantes estrangeiros costuma ser bastante acessível, pois a região oferece cursos de excelente qualidade por valores competitivos.

2. Por que o Reino Unido atrai tantos estudantes?

Existem inúmeros motivos que fazem o Reino Unido atrair tantos imigrantes, especialmente com relação à economia, uma vez que a região é uma das dez maiores economias do mundo, o que faz com que pessoas de diferentes países sejam atraídas a morar no local.

Dessa maneira, mais de 71% das pessoas entre 15 e 64 anos contam com um emprego remunerado, o que proporciona qualidade de vida e as possibilidades de um futuro promissor.

Apesar de muitas pessoas pensarem que as dúvidas com relação à saída da União Europeia possam afetar economicamente o país, a realidade é que a economia continua forte e os investimentos na nação ocorrem normalmente — fator que gera empregos e que está ligado diretamente ao crescimento do país, o que interfere positivamente na população.

A segurança também é outro ponto forte do local e que atrai muitas pessoas, sendo que, inclusive, não é incomum encontrar bancas que vendem produtos, como ovos ou livros, sem nenhum vendedor ou segurança no local, apenas com o item exposto e basta o cliente pegá-lo e colocar as notas correspondentes ao seu valor no caixa.

A organização é mais um fator relevante, pois no local as coisas, em geral, funcionam muito bem. Itens como transporte público, trânsito, serviço e até mesmo greves e passeatas são movimentos bem organizados. A ordem é instituída em toda a sociedade e não apenas nas instituições públicas, pois os cidadãos locais apreciam a ordem e fazem questão de mantê-la.

Morar no Reino Unido também permite que viagens para as demais nações da região sejam realizadas com frequência, uma vez que as distâncias entre os países da Europa, em geral, são curtas e é possível encontrar trens, ônibus e aviões que fazem o percurso a preços convidativos, fator que atrai estudantes que gostam de viajar.

3. Quais as vantagens de morar e estudar no Reino Unido?

Existem milhares de universidades na região e a experiência de morar no Reino Unido também depende da localização da instituição de ensino. Por isso, é relevante considerar esse ponto no momento de escolher um local para estudar e residir.

As pessoas que gostam do frio mais rigoroso e querem um custo de vida mais em conta podem ir para o norte. Já aqueles que preferem uma metrópole e não se importam em pagar um pouco mais por isso, Londres é uma boa opção.

Quem gosta de cidades litorâneas e com clima universitário podem conferir a costa sul, que ainda apresenta preços interessantes. Já aqueles que preferem cidades universitárias tradicionais, com prestígio e a atmosfera acolhedora, Oxford e Cambridge são as melhores alternativas.

No entanto, independentemente da escolha do estudante, que deve ser feita de acordo com o seu perfil, estudar no Reino Unido é sempre uma boa opção e apresenta diversos benefícios.

Conheça as principais vantagens!

Imersão no idioma

Uma grande vantagem de estudar no Reino Unido é a possibilidade de se tornar fluente em inglês, pois viver na região permite uma imersão no idioma e na cultura britânica.

Isso ocorre porque é preciso utilizar o inglês em todas as aulas tanto para se comunicar com os professores quanto para entender a matéria, afinal, as disciplinas são ministradas na língua inglesa.

Além disso, o estudante também precisa se comunicar em inglês durante todo o dia com o seu grupo internacional de amigos e colegas de classe, que pode contar com integrantes de diversas nacionalidades.

Diversidade cultural

Em razão da sua forte economia, de sua história, das atrações turísticas e da grande qualidade de vida que a região proporciona, o Reino Unido atrai estudantes de todas as partes do mundo.

Por esse motivo, ao chegar no Reino Unido, o estudante se depara com um ambiente internacional preparado para acolher pessoas de outros países e que mistura diversas culturas.

As universidades da região são preparadas para receber bem os alunos internacionais, justamente em razão da longa experiência que o país tem com diferentes comunidades.

Programas curtos e eficazes

Os programas de ensino são mais curtos, intensivos, eficazes e focados na matéria de estudo, o que permite que o estudante termine os seus estudos de maneira mais rápida, mas adquira, da mesma forma, todas as competências que são necessárias para iniciar a sua carreira profissional, tanto no Reino Unido como no seu país de origem.

Em geral, os cursos de graduação no Reino Unido têm duração de 3 anos (mais o ano de Foundation Course), enquanto um mestrado dura por volta de 1 ano.

Boa relação custo-benefício

Estudar no Reino Unido com certeza é um investimento financeiro que vale a pena, pois a região tem garantia de qualidade de educação e as instituições de ensino apresentam diversas oportunidades de financiamento e bolsas de estudos para estudantes internacionais.

O aluno que se registra em um programa universitário de longa duração, ou seja, de mais de 90 dias, também pode utilizar o serviço de saúde gratuito do país, o que sem dúvidas contribui para diminuir os custos de residir na região.

O mesmo visto ainda concede permissão para que o estudante trabalhe por até 20 horas por semana durante o período de aulas e período integral durante as férias a fim de complementar a sua renda.

As empresas do Reino Unido de diversas áreas, em geral, costumam fornecer cupom de descontos aos estudantes. Assim, é possível obter descontos em itens que vão desde móveis para a sua nova casa até roupas e viagens.

Inclusive os estudantes que têm mais de 16 anos e estudam em alguma instituição de ensino que é afiliada a “NUS” (União Nacional de Estudantes do Reino Unido) têm a possibilidade de solicitar um cartão, que custa apenas 10 libras, e oferece descontos em diversos itens, como livros, roupas, bebidas, alimentos, restaurantes e cinemas.

Por fim, muitas instituições de ensino realizam feiras para os novos estudantes já nas primeiras semanas de aula, momento em que é possível adquirir os livros, usufruir do compartilhamento de conhecimento entre estudantes e até mesmo vender os materiais que não são mais interessantes para o seu estudo.

Além disso, as bibliotecas das instituições também costumam ser completas e contam com diversos livros didáticos relevantes que o estudante da instituição pode pegar emprestado, o que também reduz os custos com a aquisição de novos materiais.

Universidades reconhecidas mundialmente

Ter uma graduação internacional no currículo enriquece qualquer pessoa, no entanto, quando se trata de uma universidade britânica o prestígio pode ser ainda maior, o que permite que o estudante alcance uma carreira profissional de sucesso e obtenha uma boa remuneração no mercado de trabalho.

As qualificações que o estudante pode adquirir no Reino Unido são altamente reconhecidas ao nível internacional e o sistema de ensino britânico é conceituado e prepara os estudantes para os desafios do mercado global.

No Reino Unido é possível encontrar as melhores universidades do mundo — inclusive, 7 das 10 melhores universidades da Europa se encontram na região. Para garantir o elevado padrão de qualidade no nível do ensino, aprendizado e pesquisa, uma agência especializada do Governo realiza inspeções regularmente nas instituições.

4. O que fazer para conseguir estudar no Reino Unido?

Para estudar no Reino Unido é preciso entender o sistema de ensino britânico, sendo que o ensino superior é voltado aos estudantes que têm a partir de 18 anos (com exceção da Escócia, que a idade mínima é de 17 anos).

Os cursos podem ser divididos em duas etapas e a primeira delas é a graduação, que inclui cursos preparatórios bacharelados, diplomas nacionais (higher national diplomas), dentre outros.

A etapa seguinte é composta pelos cursos de pós-graduação, ou seja, mestrados, MBAs, doutorados etc. Em geral, o requisito para cursá-los é já ter concluído um curso de graduação.

Além disso, é importante saber que o ano letivo no Reino Unido tem início em setembro e termina em julho do ano seguinte. Contudo, existem instituições de ensino que oferecem datas de início de períodos letivos mais flexíveis, com cursos que se iniciam em janeiro ou fevereiro, por exemplo.

Exame de proficiência

Todos os cursos de nível superior e inclusive alguns de curta duração exigem a comprovação do domínio da língua inglesa a fim de assegurar que os alunos estrangeiros aproveitem ao máximo a experiência nas universidades britânicas.

Assim, é fundamental que o aluno que deseja fazer faculdade na Inglaterra ou nos demais países do Reino Unido realize uma preparação para o IELTS — o exame de proficiência mais popular na região e que tem, inclusive, uma versão específica para quem pretende obter o visto britânico.

O resultado do IELTS deve ser entregue para a faculdade britânica que o aluno pretende estudar, sendo que determinadas instituições solicitam o documento no momento da inscrição, enquanto outras realizam uma avaliação inicial da inscrição antes de solicitar o certificado.

Assim, é preciso conhecer a política da instituição escolhida com relação ao exame, sendo que uma nota alta aumenta a oportunidade do estudante ingressar nas melhores universidades.

Processo seletivo

A plataforma online UCAS (Universities and Colleges Admissions Service), o serviço oficial de inscrições (ou application, em inglês) do país, reúne todas as informações sobre graduação no Reino Unido.

No site há até mesmo uma área direcionada aos estudantes que ainda não decidiram o que e onde estudar e a application deve ser feita por meio do próprio UCAS, que cobra valores diferentes para quem deseja se inscrever em apenas um curso e para quem pretende realizar inscrições em até cinco cursos.

Para realizar o application é preciso inserir os seus dados pessoais, incluindo sua formação acadêmica e profissional, e providenciar determinados documentos, como:

  • Histórico escolar;
  • Resultado de exames de proficiência em inglês, especialmente o IELTS;
  • Certificado de conclusão do Ensino Médio e a sua tradução juramentada para o inglês;
  • Recomendações;
  • Carta pessoal de motivação (personal statement).

Quando a universidade pretendida não está disponível no UCAS, o application, em geral, deve ser realizado diretamente no site da universidade britânica escolhida, sendo que para tanto basta procurar pelo formulário de inscrição na página da universidade.

Assim, é imprescindível que o estudante verifique antecipadamente todas as informações sobre a universidade de destino e o curso que pretende realizar a fim de descobrir por qual canal deve realizar a sua application.

Instituições de ensino

Existem diversas instituições de ensino de qualidade no Reino Unido e o estudante terá que optar por aquela que mais se identificar, levando em consideração itens como localização, cursos disponíveis, qualidade do ensino e processo seletivo.

O Reino Unido conta com algumas das melhores universidades do mundo, sendo que as mais antigas, como Cambridge, fundada em 1209, e Oxford, de 1096, são as mais conhecidas.

Somente a Universidade de Cambridge contabiliza mais de 90 prêmios Nobel entre seus ex-alunos e ex-professores, sendo que personalidades como Isaac Newton e Charles Darwin passaram pela instituição. Já a Universidade de Oxford formou 26 vencedores do Nobel e 26 primeiros-ministros britânicos.

A Universidade de St. Andrews — a primeira faculdade da Escócia, fundada em 1413 — também é muito conceituada e se destaca entre as melhores universidades do Reino Unido, sendo que 40% dos estudantes que a frequentam são de fora da região, o que faz com que a instituição seja uma das mais internacionalizadas e preparadas para receber estrangeiros.

Além dessas ainda existem muitas outras instituições renomadas, como a Universidade Durham, Universidade Loughborough, Universidade de Bath, Imperial College London, Universidade Lancaster, dentre outras.

Visto

O UK Visas and Immigration (UKVI) é o órgão do governo britânico responsável por todas as questões sobre imigração no Reino Unido, inclusive a concessão de vistos, e pela entrada de estrangeiros nos países da região.

Assim, como os estudantes brasileiros obrigatoriamente precisam de visto para estudar no Reino Unido, é recomendado providenciar sua solicitação no mínimo três meses antes do início das aulas para que haja tempo hábil para a conclusão do processo.

Além disso, os alunos que pretendem realizar cursos universitários de graduação e pós-graduação devem apresentar o CAS para a emissão do visto, um número de referência único que é enviado ao estudante pela universidade.

5. Por que vale a pena contar com uma consultoria especializada?

Os alunos que contam com uma consultoria especializada têm um serviço de orientação personalizado para o processo de admissão em graduações no exterior.

Os especialistas prestam auxílio durante todas as etapas do processo de candidatura e ajudam o estudante, inclusive, a escolher a melhor universidade para o seu perfil. Além de realizarem orientações personalizadas, auxílio com o visto e outros itens relevantes.

Aqueles que contam com a consultoria especializada aumentam as suas chances de serem aprovados tanto nos exames de proficiência quanto nos processos seletivos da universidade, pois o especialista monta uma estratégia com o objetivo de posicionar o candidato da melhor forma possível de acordo com o histórico profissional e acadêmico de cada um.

Dessa maneira, ter o auxílio de uma consultoria especializada para estudar no Reino Unido pode fazer toda a diferença, pois contar com o conhecimento e a experiência de quem entende do tema é importante para que o aluno obtenha os melhores resultados possíveis dentro de seu perfil como estudante.

Agora que você já sabe quais são os benefícios de estudar no Reino Unido, como é a vida na região, quais são as instituições de ensino mais renomadas e como funciona o processo seletivo, basta iniciar a sua preparação para estudar no exterior e adquirir todas as vantagens que essa experiência é capaz de proporcionar!

Se você gostou do texto, compartilhe-o nas suas redes sociais e ajude os seus amigos a aprenderem sobre o tema.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/woman-with-tousled-hair.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-18 00:00:002024-02-20 14:21:46Tudo o que você precisa saber sobre estudar no Reino Unido

Quando começar a se preparar para fazer faculdade no exterior?

14 de outubro de 2019/119 Comentários/em Processo Seletivo, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Para estudar no exterior, é necessário saber que o processo seletivo não é composto apenas de uma prova, mas é holístico e envolve aspectos acadêmicos e pessoais do candidato. As instituições levam em conta tudo que o aluno faz do 9º ano do Ensino Fundamental até a 3ª série do Ensino Médio, dentro e fora da sala de aula.

Por isso, para fazer faculdade no exterior é fundamental construir uma candidatura forte. É preciso pensar nas diferentes exigências das universidades, trabalhar cada uma delas desde cedo para na hora H, a hora de finalmente aplicar, o aluno poder apresentar às universidades a melhor versão de si mesmo.

A Importância da Preparação

Como são avaliados os quatro últimos anos do colégio, a preparação para entrar em uma faculdade no exterior não pode se resumir a estudar para ir bem em uma prova, como acontece no vestibular.

Além de levar em conta o desempenho acadêmico nesse período, as universidades no exterior se preocupam bastante com o perfil do aluno. Querem saber como ele é, do que ele gosta e o que ele faz fora da sala de aula para identificar se combinam com elas.

Então, para poder apresentar uma boa candidatura, o ideal é o aluno começar a se preparar cedo e cuidar de todos os aspectos (notas escolares, preparação para as provas padronizadas, redações, atividades extracurriculares, cartas de recomendação, portfólio) da forma mais eficiente possível.

Essa preparação pode começar no 9º ano, mas nada impede que ela aconteça depois disso, até mesmo dois anos antes de começar a faculdade.

Como é o Programa de Preparação da Daqui pra Fora

O Programa de Preparação da Daqui pra Fora trabalha na construção do currículo do candidato.

Durante todo o processo o aluno é orientado individualmente por um mentor. Esse profissional acompanha de perto todos os passos do candidato e dá a direção correta para que ele não perca tempo, nem energia, durante a jornada.

Entenda como funciona o nosso Programa de Preparação:

1. Planejamento

Nessa fase, o mentor avalia as características do candidato, define estratégias, metas, prioridades e traça um plano de ação.

A preparação para o processo seletivo das universidades no exterior é trabalhosa e exige que o aluno “equilibre vários pratos ao mesmo tempo”: o dos estudos para a escola, o das atividades extracurriculares, o das redações, o da preparação para as provas padronizadas… Por isso, um bom planejamento é fundamental.

O mentor é responsável por manter a rota traçada. Em sessões individuais, ele ajuda o aluno a checar sua agenda semanal e ver o que está funcionando e o que não está. Assim, é possível reprogramar as ações para que ele consiga usar o tempo da forma mais eficiente.

Como parte do planejamento, o mentor ainda indica leituras semanais e mensais, de acordo com o perfil do aluno, que vão ajudar lá na frente nas provas e nas redações.

2. Atividades Extracurriculares

Parte importante do processo seletivo, as atividades extracurriculares ajudam a universidade a conhecer melhor o candidato e ver o quanto ele pode contribuir para o ambiente daquela instituição.

Nas sessões individuais com o aluno, o mentor descobre seus interesses, suas preferências, os problemas que gosta de resolver, e baseado nisso, faz o aluno refletir sobre atividades em que ele possa se engajar e que vão enriquecer sua candidatura.

São atividades diversas, que podem estar ligadas a artes, esporte, pesquisa, experiência profissional, voluntariado ou outras áreas. O aluno traz suas sugestões e depois de definidas as atividades, o mentor o ajuda a se organizar para colocar em prática cada uma delas.

3. Performance Acadêmica

Como essa é a primeira etapa de avaliações das universidades, o mentor acompanha de perto, durante toda a preparação, a performance do aluno na escola e define um plano de melhoria de notas, estabelecendo prazos e ajudando o candidato na sua organização, caso seja necessário.

 4. Planejamento para Provas

O processo seletivo para estudar no exterior inclui provas padronizadas, como o SAT e o ACT, que medem o conhecimento acadêmico, e o TOEFL, que avalia a proficiência no inglês.

Para que o aluno tenha uma boa performance nesses exames, o mentor orienta quando é melhor ele começar a se preparar e também se ele deve ou não fazer isso com a ajuda de um tutor. O mentor ainda estabelece um cronograma de provas e auxilia o aluno a definir quais provas ele deve fazer.

5. A Experiência Universitária

Todos os nossos mentores são formados em excelentes universidades no exterior. Durante as sessões individuais, eles passam para os alunos aspectos importantes dessa experiência.

Falam sobre a vida social e cultural do campus, sobre modelos de ensino e sobre a infraestrutura que as universidades oferecem em diferentes áreas. Mostram que, assim como há diferentes perfis de alunos, o mesmo acontece com as universidades. Cada uma tem características próprias. As diferenças podem estar no tamanho, na localização, nos cursos, no foco, e até no perfil dos professores e dos alunos.

Tudo isso ajuda o aluno a direcionar a candidatura e diminui a possibilidade de surpresas no ingresso.

Quando a Preparação Deve Começar

Quem pensa desde cedo em fazer faculdade fora pode começar o Programa de Preparação no 9º ano do Ensino Fundamental. Quanto antes o aluno iniciar a preparação, melhor. Ele terá mais tempo para trabalhar, se desenvolver e fazer tudo que é preciso para cumprir os requisitos exigidos pelas universidades.

Mas não é necessário começar no 9º ano. Muita gente só decide que quer estudar no exterior mais para frente.

Quem inicia o programa na 1ª ou na 2ª série do Ensino Médio tem o mesmo acompanhamento personalizado. O tempo é um pouco mais curto, mas é suficiente para que todas as orientações sejam dadas e todas as fases da Preparação sejam completadas com sucesso.

Para quem inicia na 3ª série ou já concluiu o Ensino Médio, o Programa de Candidatura é o mais indicado.

Os benefícios de ter o suporte da consultoria educacional Daqui pra Fora na preparação para estudar no exterior

Um processo seletivo holístico e trabalhoso, como é o das universidades americanas, precisa ser bem planejado. Muitos aspectos são levados em conta e não é simples saber onde focar os esforços .

A Consultoria Educacional conhece a fundo todas as etapas desse processo. Acompanha e orienta todos os passos do aluno. Passa todas as informações necessárias, ajuda o candidato a se organizar com prazos e a estabelecer prioridades.

Quer saber mais sobre o nosso Programa de Preparação? Assista ao depoimento de nosso aluno Pietro, que fez o programa e hoje estuda em Harvard.

Para tirar suas dúvidas, entre em contato conosco!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-14 00:00:002020-12-07 15:39:03Quando começar a se preparar para fazer faculdade no exterior?

Como uma Consultoria Educacional prepara estudantes para fazer faculdade no exterior?

10 de outubro de 2019/184 Comentários/em Daqui pra Fora, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

O processo seletivo das universidades no exterior não se resume a uma prova que mede os conhecimentos do aluno. Ele é longo e holístico. Aborda vários aspectos da vida pessoal e da trajetória acadêmica do candidato.

Por isso, muitas vezes é difícil saber onde focar os esforços, o que é fundamental para alcançar bons resultados nesse processo.

Uma consultoria educacional é essencial para maximizar as chances de aprovação do candidato. Mas como funciona esse trabalho? Vamos te explicar.

Como uma Consultoria Educacional funciona

O estudante pode começar a se preparar desde o 9º ano do Ensino Fundamental ou em qualquer série do Ensino Médio. Mas quanto antes, melhor, já que o processo seletivo leva em conta tudo o que o candidato fez nos quatro últimos anos do colégio, incluindo, entre outros aspectos, notas e atividades extracurriculares.

Como são muitos os fatores avaliados para a admissão nas universidades, é importante ter foco e dividir o tempo da preparação com eficiência.

A consultoria educacional vai orientar o candidato quanto a tudo que é importante no processo:

  • Histórico escolar;
  • Atividades extracurriculares;
  • Provas;
  • Redação;
  • Cartas de recomendação.

Enfim, tudo que é exigido pelas universidades no exterior, direcionando os esforços e fazendo com que o aluno não perca tempo nem energia fugindo da rota.

As Etapas do Trabalho de uma Consultoria Educacional

Na Daqui Pra Fora, a consultoria envolve três etapas. A primeira é a  Preparação, direcionada para alunos do 9º ano à 2ª série do Ensino Médio. Depois vem a Candidatura, que acontece no ano que antecede o início do curso universitário.

E, por fim, o Apoio e Desenvolvimento, que dá suporte ao aluno e família durante o período de graduação no exterior.

Os alunos podem iniciar a consultoria em qualquer momento dos últimos quatro anos de colégio. Mas vale lembrar que quanto mais tarde, menos tempo o aluno tem para fortalecer sua candidatura e jovens do mundo todo estão começando a se preparar cada vez mais cedo.

Conheça melhor cada uma das etapas:

 1. Preparação

Durante toda essa etapa, o aluno é orientado individualmente por um mentor. Este profissional estimula o candidato a se tornar a melhor versão dele mesmo, de acordo com as exigências do processo seletivo para construir uma candidatura forte e com mais chances de admissão.

Parte fundamental no processo, as atividades extracurriculares recebem atenção especial do mentor. Ele identifica os interesses do aluno, e busca encontrar junto com o estudante atividades em que ele pode se engajar. Em seguida, é hora de se organizar para colocar essas atividades em prática.

No quesito acadêmico, que envolve as notas que vão compor o histórico escolar, o mentor auxilia com um plano de melhoria, se necessário, ou de manutenção, estabelecendo prazos e ajudando o aluno a se organizar.

Com relação às provas (tanto as de conhecimento quanto as de proficiência em inglês), a orientação foca no planejamento, prazos, escolha de quais prestar, treino com simulados e curso específico de preparação para as provas.

Este atendimento individualizado envolve ainda sessões de planejamento. O mentor auxilia o aluno no cumprimento da sua agenda semanal e mensal.

Juntos, eles identificam o que está funcionando e o que não está. Assim, conforme a necessidade, é feito um replanejamento para que o aluno aproveite o seu tempo da maneira mais eficiente possível.

Todos os mentores da Daqui pra Fora estudaram em excelentes universidades no exterior. Durante a preparação, eles passam ao aluno informações importantes sobre a experiência universitária.

Falam sobre a vida social e cultural no campus, sobre a infraestrutura das instituições, o modelo de ensino e sobre os diferentes perfis de universidades.

Dessa forma, o candidato entende como é a vida lá fora, o mentor conhece mais o aluno e juntos eles vão direcionando as escolhas.

 2. Candidatura

Esta etapa acontece, em geral, no ano anterior ao início do curso universitário e a consultoria guia todos os passos que o candidato precisa cumprir durante este período.

O acompanhamento também é individual e personalizado, desta vez feito por uma equipe multidisciplinar. O trabalho inicia com o Estrategista, que definirá as estratégias, metas, prioridades e universidades adequadas para a candidatura de acordo com o perfil do aluno e investimento previsto pela família.

Para isso, leva em conta vários fatores, entre eles as chances de ser aceito, possibilidade de bolsa de estudos, a localização do campus e o tipo de faculdade (modelo de ensino, tamanho, perfil dos alunos, dos professores etc.).

O aluno será apresentado aos tipos de provas internacionais existentes, qual é o mais recomendado para ele, como praticar com simulados e que notas são esperadas de acordo com as universidades selecionadas.

A Daqui pra Fora oferece ainda Orientadores de Redações que darão suporte no desenvolvimento dos textos, com um método próprio da DpF, e revisa tudo várias vezes, até que estejam no nível esperado pelas universidades.

A equipe ainda orienta sobre as cartas de recomendação, feitas por professores e coordenadores do candidato. Dá dicas e revisa todas elas de acordo com a estratégia traçada inicialmente.

Quando tudo está pronto, os Orientadores de Applications não deixarão que o aluno perca nenhum prazo e guiarão quanto aos pré-requisitos e como preencher os documentos solicitados por cada universidade.

E após a admissão, a Daqui pra Fora apoia e orienta em tudo que é necessário para o aluno ir para a faculdade, desde escolher a universidade entre as admissões recebidas pelo aluno, documentação médica, visto, moradia, alimentação, até a efetivação da matrícula.

3. Apoio e Desenvolvimento

Depois que o aluno já alcançou seu objetivo e está estudando no exterior, a Daqui pra Fora mantém um canal aberto e os alunos podem entrar em contato para pedir ajuda em caso de qualquer dúvida, problema ou imprevisto.

Uma psicóloga especializada em experiências interculturais está sempre à disposição para atender pais e estudantes e oferecer todo o suporte necessário para esse período de adaptação de quem vai e também de quem fica no Brasil.

Nossa equipe também auxilia na conexão dos estudantes com o mercado de trabalho, quando necessário.

Bolsas de Estudos

Nos Estados Unidos as universidades oferecem basicamente três tipos de bolsas de estudos:

  • A bolsa por mérito acadêmico;
  • A bolsa por necessidade financeira;
  • A bolsa por talentos específicos.

Para aumentar as chances de conseguir uma delas, é importante, antes de mais nada, saber quais universidades oferecem esse auxílio e entre elas, quais têm o perfil que combina com o do aluno.

Além de ajudar a criar este “match”, a Daqui pra Fora ainda orienta o aluno no preenchimento estratégico de documentos complexos, que fazem parte do processo da requisição de bolsa.

Quer saber mais sobre como a consultoria educacional Daqui pra Fora pode ser importante nessa jornada? Teremos o prazer de tirar todas as suas dúvidas.

Agende uma conversa com nossos especialistas pelo Whatsapp!

 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-10 00:00:002024-03-19 21:29:17Como uma Consultoria Educacional prepara estudantes para fazer faculdade no exterior?

Como funciona o ano letivo nos EUA?

1 de outubro de 2019/109 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Como você deve imaginar, o ano letivo nos EUA é bem diferente do que estamos acostumados no Brasil. Fatores como a duração das aulas, o calendário de férias e até a aplicação de provas são encarados de forma diferente nos Estados Unidos. Além disso, durante o ensino regular, o aluno tem maior flexibilidade para montar sua grade de horários.

Uma boa notícia para os interessados em estudar no país é que as férias não são os únicos momentos de relaxamento no ano. Existem feriados prolongados e pausas nas atividades acadêmicas que modificam a experiência do estudante. Outra diferença importante é a forma como as notas são definidas no boletim.

Curioso para saber mais sobre essas diferenças? Neste texto, vamos falar sobre as características mais marcantes do ano letivo nos EUA e deixar claro sua diferença para o que acontece no Brasil. Confira!

Como funciona o ano letivo nos EUA?

Sendo um estudante brasileiro, você deve estar acostumado com longas férias que se iniciam em dezembro e vão até o final de janeiro, no mínimo.

Ao retornar desse período, a escola inicia um novo ano letivo, que se estende até as férias de meio do ano, iniciadas em julho.

Bem, nos Estados Unidos, as coisas são diferentes. Para começar, por mais contraditório que pareça, o ano letivo não começa no início do ano. Os estudantes americanos têm seu primeiro dia de aula no fim de julho ou início de agosto, quando terminam as famosas férias de verão.

Esse período é conhecido por lá como summer break e representa as férias mais longas do calendário. O motivo dessa diferença para o calendário brasileiro pode ser entendida pelo nome, que indica que elas ocorrem no verão.

Por essa razão, as escolas e universidades americanas preferem que o intervalo mais longo seja na época mais quente, e não no gelado dezembro.

Além das férias que estamos acostumados no Brasil, existem duas outras pausas no ano letivo nos EUA que chamam atenção. A primeira é o Thanksgiving, que ocorre toda última semana de novembro.

Trata-se de um feriado religioso em que o país praticamente para, dando uma excelente oportunidade para alunos viajarem e reencontrarem familiares ou conhecerem mais o país.

Durante o segundo semestre do ano letivo, que se inicia em novembro, as universidades têm uma pausa de uma semana conhecida como Spring Break. 

Como o nome sugere, esse break ocorre na primavera, mas a data exata varia de acordo com a instituição. Na maioria dos casos, porém, as aulas são paralisadas por uma semana no mês de março.

Como são as provas e o boletim?

A forma de avaliação em uma classe nos Estados Unidos pode variar de acordo com o professor e o objetivo do curso. É comum que alguns orientadores passem projetos semanais ou mensais que, ao fim do ano letivo, serão responsáveis por compor a nota do estudante e que atividades fora de sala de aula contem muito.

Normalmente, além de projetos e pesquisas periódicos, são aplicados dois períodos de provas: o midterm e as finals. O primeiro, acontece mais ou menos na metade do ano letivo enquanto o segundo ocorre nas últimas semanas de aula.

Por mais que os exames finais sejam determinantes para saber se o aluno vai ou não passar na matéria, dar valor aos dois períodos é fundamental.

Isso porque o midterm é muito importante para a formação da nota final. Em geral, seu valor é inferior ao das provas finais, já que aborda temas menos abrangentes.

Se o midterm é aplicado em abril, por exemplo, ele vai tocar apenas nos assuntos já discutidos em classe até ali. Já nas finals, o conteúdo inclui tudo o que foi passado pelo professor, desde o início do ano letivo.

Quem define o exato peso que cada exame vai ter para a formulação da nota final é o professor responsável pelo curso.

Tudo isso é discutido e esclarecido nos primeiros dias de aula, quando os alunos recebem um documento chamado syllabus. Ele serve como um guia para o aluno entender o método que será utilizado para calcular a sua nota.

É importante lembrar que, diferentemente do que ocorre no Brasil, as notas não seguem o padrão de 10 a 100. Em vez disso, as pontuações são dadas em letras. Elas podem, contudo, ser convertidas em uma escala de 10 a 100, conforme mostraremos a seguir:

  • A: 93 – 100;
  • A-: 90 – 92;
  • B+: 87 – 89;
  • B: 83 – 86;
  • B-: 80 – 82;
  • C+: 77 – 79;
  • C: 73 – 76;
  • C-: 70 – 72;
  • D+: 67 – 69;
  • D: 63 – 66;
  • D-: 60 – 62;
  • F: Menor que 60.

Para calcular a média geral de todas as classes, utiliza-se o GPA, que é sigla para Grading Point Avarage, ou pontuação média. 

O GPA varia entre 1 e 4 e, para defini-lo, é preciso converter as letras de volta para um valor numérico. Confira:

  • A: 4.0;
  • A-: 3.7;
  • B+ 3.3;
  • B: 3.0;
  • B-: 2.7;
  • C+: 2.3;
  • C: 2.0;
  • C-: 1.7;
  • D+: 1.3;
  • D: 1.0
  • D-: 0.7
  • F: 0.0.

Como é a transição entre escola e universidade?

No Brasil, temos o ensino médio, que representa os três anos finais de estudo em um colégio regular. Durante esse período, os alunos brasileiros têm disciplinas obrigatórias pré-definidas, baseadas nas exigências dos vestibulares. Com isso, resta pouca liberdade para os estudantes montarem suas grades.

Nos Estados Unidos, esse período é representado pela High School, mas apresenta diferenças estruturais. Para começar, são 4 anos, em que os alunos são classificados como Freshman, Sophomore, Junior e Senior.

Essa classificação é a mesma que ocorre em universidades, o que ajuda o jovem a se habituar ao que vem pela frente.

Nos EUA, os últimos quatro anos contam com apenas quatro disciplinas obrigatórias: inglês, história, matemática e política. As outras aulas podem ser escolhidas de acordo com a vocação da pessoa e de seus objetivos profissionais.

Contudo, o peso da nota obtida nessas aulas é ainda maior nos Estados Unidos. Isso porque as universidades analisam o boletim do aluno durante o processo seletivo.

Apesar das diferenças, a adaptação acontece naturalmente e o país conta com algumas das melhores universidades do mundo, garantindo uma experiência qualificada aos seus estudantes.

E aí, ficaram claras as diferenças entre o ano letivo americano e o brasileiro? Se tiver alguma dúvida ou quiser acrescentar alguma coisa, deixe seu comentário para a gente!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Ano-letivo-nos-EUA-qual-a-diferença-para-o-do-Brasil.jpg 683 1024 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-10-01 00:00:002023-12-27 20:40:47Como funciona o ano letivo nos EUA?

Por que fazer faculdade no exterior?

29 de setembro de 2019/117 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

A busca por vagas em universidades no exterior vem crescendo ano a ano no Brasil. Segundo dados publicados pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, em 2018 50,4 mil brasileiros procuraram por graduação no exterior, contra 36,6 mil em 2017, o que representa um aumento de 37,7%.

A preocupação com o futuro e novas carreiras é certamente um dos fatores que mais impulsionam estes números. Mas fazer faculdade no exterior não é apenas frequentar as aulas. A experiência de estudar fora vai muito além e os benefícios aparecem bem antes de o aluno ir atrás do primeiro emprego.

Vantagens de fazer faculdade no exterior

O ambiente internacional de uma universidade nos EUA, Canadá e Reino Unido é por si só uma experiência única e muito rica.

O networking multicultural e a rápida evolução da fluência no idioma são percebidos logo no início da experiência. Mas há outros aspectos, constantemente mencionados por pais e alunos, que passaram pela Daqui pra Fora nesses 18 anos de trabalho, que reforçam os benefícios de cursar uma faculdade no exterior.

Excelência Acadêmica

Não há dúvida que, academicamente, as melhores universidades do mundo estão, em sua maioria, no exterior. Segundo o ranking 2024 da Times Higher Education, 57 das 100 melhores universidades do mundo estão nos Estados Unidos, Reino Unido e Canadá.

O ranking, bastante prestigiado no meio acadêmico internacional, leva em conta vários aspectos, entre eles pesquisa, ensino, citações em publicações científicas e empregabilidade.

Entre as 10 melhores, 7 estão nos Estados Unidos e 3 no Reino Unido (entre elas, as duas primeiras colocadas). O Canadá tem 7 instituições entre as 50 primeiras do ranking.

Entre as 300 melhores do mundo, 98 são americanas, 38 britânicas e 14 canadenses. A universidade brasileira mais bem colocada é a USP, entre as posições 250 e 300.

Oportunidades

A experiência em universidades no exterior traz inúmeras oportunidades dentro e fora da sala de aula. A variedade de cursos é enorme e a estrutura do ensino favorece demais o aluno nesse sentido.

Primeiro, caso ele saia do Brasil ainda indeciso em relação à carreira que pretende seguir, não tem problema. Nos Estados Unidos, por exemplo, utiliza-se a metodologia de General Education, onde os dois primeiros anos são mais básicos. O estudante só precisa decidir realmente o foco da carreira quando vai para o junior year (terceiro ano).

Além disso, há a possibilidade de dupla graduação (muito comum), ou seja, o aluno pode optar por fazer duas faculdades ao mesmo tempo. E são tantas alternativas atraentes que é provável que a dificuldade passe a ser escolher só dois cursos.

Mas a vida de quem vai estudar fora não se resume a aulas e tarefas. Ao contrário, todas as universidades incentivam e valorizam uma série de atividades extracurriculares e a própria estrutura delas facilita uma vivência inesquecível fora da sala de aula.

Essas atividades são oferecidas em forma de “clubs”, e são tantas opções que ninguém fica de fora. Tem para todos os gostos e preferências. Cinema, política, fotografia teatro, artes plásticas, dança, religião, TV, rádio, esportes, música, videogame, idiomas, newspaper, voluntariado na comunidade, associações estudantis e muito mais.

E tanto para as aulas quanto para os clubs o que não falta é estrutura para que tudo aconteça em alto nível. Desde salas de aula confortáveis e tecnológicas até refeitórios, teatro, salas de projeção, laboratórios, bibliotecas, estúdios… tudo muito bem equipado, com material de ponta. Enfim, não falta nada para o aluno ter as melhores experiências dentro daquilo que ele escolher fazer.

Mais vantagens para fazer faculdade no exterior você encontra nesse vídeo:

Desenvolvimento pessoal

Tudo é novo para quem vai estudar fora e “adaptação” é a palavra-chave. Este já é o pontapé inicial no crescimento pessoal que a jornada em uma universidade no exterior proporciona.

Morar longe dos pais, organizar suas coisas e seus horários, ter disciplina, escolher os cursos e atividades, ter que cuidar de contas, alimentação, deslocamentos, saúde, tomar decisões… é o caminho rumo à independência, à autonomia. E com elas vêm a maturidade.

O cenário multicultural onde tudo isso acontece ainda ajuda a desenvolver a tolerância, a flexibilidade, as interações pessoais, itens cada vez mais valorizados tanto socialmente quanto no mundo corporativo. Fazer faculdade no exterior envolve muito autoconhecimento, crescimento e aprendizado.

Carreira Profissional

O conjunto de vantagens que a formação em uma universidade no exterior traz, desde a excelência acadêmica até a formação pessoal, é o que tem chamado a atenção de grandes empresas, nacionais e multinacionais.

Muitas delas, como Ambev, Itaú, J.P.Morgan e Red Bull, já têm programas específicos para quem se formou no exterior.

Além disso, são enormes as possibilidades de estágio durante as férias de verão, a melhor maneira de o aluno aprender e colocar em prática o que está estudando na faculdade e, ao mesmo tempo, incrementar o currículo.

Só aqui no Brasil, quem procurar por Summer Internship  no LinkedIn deve  encontrar mais de 300 vagas para alunos que foram estudar fora em grandes empresas ou startups, entre elas Nokia, City Group, Liv Up, Avenues, McKinsey & Company, HP, Disney e o próprio LinkedIn.

Bolsas de estudo

Muitos alunos que aplicam para faculdades no exterior têm interesse em bolsas de estudos. A boa notícia é que as universidades dos Estados Unidos, por exemplo, são reconhecidamente as que mais oferecem esse tipo de incentivo aos alunos, que pode variar de 5 % a 100%.

São basicamente três tipos de bolsas de estudos: por mérito acadêmico, por necessidade financeira e por talento artístico.

As bolsas por mérito acadêmico são oferecidas a alunos que têm médias (notas) superiores às dos que estão entrando sem bolsa. São levadas em consideração as notas do Ensino Médio (desde o 9º ano), as notas do SAT ou ACT e TOEFL (proficiência em inglês).

As bolsas por necessidade financeira também levam em consideração o desempenho acadêmico e para a ajuda financeira, a universidade analisa vários documentos, entre eles o imposto de renda da família.

As bolsas artísticas são dadas a quem vai estudar Artes (teatro, música, dança, artes plásticas) na faculdade. O processo inclui audições ou portfólio.

Para conquistar algum tipo de bolsa é essencial identificar as instituições que oferecem o benefício e aplicar de maneira estratégica para consegui-las.

Como Fazer Faculdade No Exterior

O processo seletivo para fazer faculdade no exterior, especialmente nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido , é bem diferente daquele que acontece no Brasil.

Não é uma única prova que define quem entra ou não em uma faculdade lá fora. As instituições estrangeiras olham o aluno como um todo, desde suas notas até suas atividades extracurriculares.

Inicialmente, são levadas em consideração as notas do Ensino Médio (do 9º ano do Fundamental ao 3º do Médio), as notas das provas direcionadas ao próprio processo (SAT ou ACT e TOEFL ou IELTS) e ainda participação em atividades extracurriculares (artes, esporte, trabalho comunitário, atividades de liderança etc).

Um dos itens mais importantes do processo é a Redação ou Essay. Com temas bem pessoais, a redação vai mostrar muito do que o aluno é para a universidade, desde como ele escreve até o que ele pensa e como ele age. Isso ajuda a própria universidade a definir se este aluno combina ou não com o perfil da instituição.

Além disso, as universidades ainda pedem cartas de recomendação de pessoas que conhecem a fundo a personalidade e a trajetória do aluno, geralmente professores, coordenadores ou tutores.

Se você tem interesse sobre o processo de candidatura para faculdades no exterior e quer saber mais como uma consultoria educacional pode te ajudar nessa jornada, acompanhe nossos conteúdos recebendo-os por e-mail em nossa newsletter.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-03.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-29 00:00:002024-03-15 16:57:02Por que fazer faculdade no exterior?

Vale a pena estudar em Boston? Descubra agora!

26 de setembro de 2019/102 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Cidade mais populosa do estado americano de Massachusetts, Boston é um dos destinos mais procurados por brasileiros que decidem ir para os Estados Unidos. A receptividade da cidade aos estrangeiros não é de hoje. Sua fundação, em 1630, foi realizada por recém-chegados imigrantes ingleses.

De lá para cá, a cidade recebeu uma enorme quantidade de pessoas vindas de todo o mundo, o que acelerou seu desenvolvimento. Hoje, Boston é conhecida pelo estilo de vida ativo, diversas atrações culturais e, principalmente, pela excelência das universidades localizadas na cidade e nos seus arredores.

E aí, será que vale a pena estudar em Boston? Neste texto, você vai conhecer mais sobre a vida na capital de Massachusetts e sobre as melhores universidades localizadas por lá. Além disso, vamos falar sobre como tal experiência pode significar uma verdadeira vantagem profissional. Confira!

Como é a vida em Boston?

Viver em uma cidade como Boston é uma experiência rara para qualquer pessoa. Isso porque sua arquitetura, que interage diretamente com cenários naturais, cria um ambiente único. O contraste das águas do Rio Charles, sempre repletas de veleiros, com a estrutura espelhada dos prédios que o cercam é uma visão para não ser esquecida.

Essa união entre natureza e civilização, aliás, é o que dá o tom à vida em Boston. Repleta de parques e jardins urbanos, a cidade oferece aos cidadãos opções de entretenimento que contemplam todos os gostos. Naturalmente, as atrações podem mudar conforme a estação do ano. O clima na cidade não é dos mais quentes, podendo atingir níveis abaixo de zero durante o inverno.

Independentemente da época do ano, porém, uma coisa não muda na cidade: a paixão por eventos esportivos. A maratona de Boston, por exemplo, é uma referência mundial de corridas em longa distância. Apenas um ano mais nova que os primeiros jogos olímpicos, o evento acontece, sem interrupções, desde o ano de 1897.

O artigo “A Maratona de Boston: Uma Tradição Centenária”, publicado no site oficial da maratona, destaca “como o evento se tornou uma parte integrante da identidade de Boston ao longo dos anos, atraindo não apenas atletas, mas também turistas e espectadores de todo o mundo”. 

Além do clima, arquitetura e eventos esportivos, Boston é conhecida por ser um dos maiores polos intelectuais e estudantis da América. Uma ponte separa a cidade de Cambridge, onde fica localizada a Universidade de Harvard. No próximo tópico, falaremos sobre as melhores instituições de ensino da região. Continue a leitura.

Conheça as melhores universidades para estudar em Boston

Já pensou em estudar nas melhores universidades do planeta? Se sim, Boston pode ser uma boa opção para você. Além das instituições que ficam em sua área metropolitana, outras que ficam em seus arredores contam com transporte e acesso facilitado. A seguir, falaremos das principais.

Boston University

Com mais de 3.900 membros acadêmicos e aproximadamente 33.000 estudantes, a Boston University fica localizada no coração da cidade. A universidade é reconhecida por investir na vida estudantil, proporcionando aos alunos diversas atrações esportivas e culturais: são mais de 500 shows e concertos recebidos no campus a cada ano.

No quesito excelência acadêmica a BU, como é conhecida, também se destaca. A instituição é considerada uma das líderes globais em pesquisas, o que atrai investimentos pesados que possibilitam a constante melhoria da estrutura. A universidade, que abrange 250 campos de estudo, conta com 17 escolas e 23 livrarias.

Entre os intelectuais graduados na Boston University estão sete vencedores do Prêmio Nobel. O mais notório foi o ativista pelos direitos humanos Martin Luther King que, antes de se tornar famoso pela luta contra o preconceito racial, obteve um PhD em teologia na instituição.

Harvard University

Lembra que falamos que uma ponte separa Boston de Cambridge, casa da Universidade de Harvard? Pois é, são apenas 15 minutos a bordo de um transporte para ir do centro da cidade até a sede da instituição, que é considerada pelo Times Higher Education Ranking a quarta melhor universidade do mundo.

A mais antiga universidade dos Estados Unidos é quase um mundo à parte. Em seu extenso campus, estão localizados nada menos que dois teatros e cinco museus, além da maior biblioteca acadêmica do mundo, que reúne mais de vinte milhões de volumes.

Com mais de 3.700 cursos oferecidos em 50 campos de estudos diferentes, não é surpresa constatar o sucesso alcançado por antigos alunos de Harvard. A universidade, membro da famosa Ivy League, produziu mais de 45 vencedores do Prêmio Nobel, diversos ganhadores do prêmio Pulitzer e mais de 30 chefes de Estado, incluindo o ex-presidente americano George W. Bush.

Massachusetts Institute of Technology

Classificada como a terceira melhor universidade do mundo no ranking Times Higher Education, o Massachusetts Institute of Technology é localizado à beira do Rio Charles. Focada em pesquisas, a instituição conta com 32 departamentos acadêmicos, distribuídos em cinco áreas: arquitetura, engenharia, humanas, artes e ciência.

Fundada em 1861, o MIT, como é conhecido, adotou um slogan que reflete bem sua visão e seus valores: “Mens et Manus”. Traduzido do latim, o termo significa “mentes e mãos”, refletindo a abordagem científica da universidade, que dá extremo valor não apenas à teoria, mas também à aplicação da prática.

Entre os diversos edifícios dentro dos domínios do MIT estão 18 instalações estudantis, que servem para acomodar alguns dos mais de 11.000 estudantes vindos de todas as partes do planeta. Entre aqueles que já se formaram, estão 85 vencedores do Prêmio Nobel. Além disso, a instituição estima que seus antigos alunos sejam responsáveis por 30.000 companhias e 4,6 milhões de empregos.

Partiu Boston?

Estudar em Boston representa uma oportunidade única para aprimorar seu inglês, conhecer outra cultura e, acima de tudo, ganhar uma vantagem considerável no mercado de trabalho.

Além de contar com um dos polos intelectuais mais famosos do mundo, a cidade é repleta de empresas e pessoas que podem servir como impulso para sua carreira profissional.

E aí, ficou com vontade de saber como é possível estudar em Boston? Preencha o formulário abaixo para começar uma conversa com o nosso time de especialistas!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-02.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-26 00:00:002024-03-14 20:14:04Vale a pena estudar em Boston? Descubra agora!

Por que contratar uma consultoria para estudar no exterior?

23 de setembro de 2019/52 Comentários/em Daqui pra Fora, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Enviar o seu filho para estudar no exterior é uma decisão enorme, que abre o caminho para um desenvolvimento acadêmico e profissional qualificado. Para facilitar esse processo, contratar uma consultoria especializada pode ser uma boa ideia.

Se a ideia é estudar fora do Brasil, existem países como  a Inglaterra, Canadá e os Estados Unidos que reúnem as melhores universidades do planeta, segundo o ranking da Times Higher Education.

Às vezes pode parecer que o período entre a preparação para o processo seletivo e o início dos estudos é longo e complicado demais, mas sua execução é completamente viável.

Com a ajuda de uma consultoria para estudar no exterior, você tem chance de focar nos pontos mais relevantes da jornada, deixando que a empresa resolva os pormenores.

Neste artigo, vamos citar algumas vantagens que a contratação de uma agência especializada pode trazer para você e sua família. Confira!

Para que serve a consultoria especializada?

Como acontece no Brasil, os alunos interessados em ingressar em uma universidade precisam passar por um processo seletivo. Acontece que, para o estudante internacional, esse procedimento não é nem um pouco parecido com os vestibulares realizados por aqui.

Para começar, existem provas específicas que precisam ser realizadas para comprovar o nível de domínio da língua inglesa.

Nos Estados Unidos, por exemplo, existe o exame TOEFL, composto por testes de interpretação de texto, redação, compreensão de áudio e habilidades orais.

Além do exame de proficiência na língua do país de destino, algumas instituições exigem avaliações mais amplas, como o SAT ou o ACT.

Aí sim, a abordagem é mais similar com o ENEM brasileiro, já que a prova inclui áreas como matemática, história e gramática.

Outro item crítico para garantir a aprovação em uma universidade estrangeira é o histórico do ensino fundamental e médio. Não é preciso que o aluno seja o melhor da turma, mas boas notas facilitam bastante o processo.

Vale ressaltar que não há uma padronização de critérios para aprovação, fato que permite que cada instituição estabeleça os próprios parâmetros. É aí que entra a consultoria. 

Com o acompanhamento de uma empresa especializada, você conta com maior segurança para conduzir o processo.

Será feito um planejamento individual com o aluno e família para construir o melhor currículo possível, se preparar para os testes exigidos, reunir os documentos corretos e cumprir todos os requisitos para admissão, além de identificar a universidade que mais combina com o perfil de cada um. Dessa forma, as chances de aprovação dão um salto significativo.

Veja neste vídeo informações importantes sobre o programa de preparação para a aplicação em uma universidade do exterior:

Acesso a um atendimento personalizado e especializado

Já falamos que o procedimento para seguir a vida acadêmica fora do país envolve muitas variáveis, como as exigências apresentadas por cada instituição.

Além delas, fatores como o desejo pessoal do aluno, a área de estudo desejada e o orçamento disponível para investimento por parte dos responsáveis podem alterar o processo.

Por isso, é fundamental contar com uma consultoria para estudar no exterior. Uma empresa que conte com profissionais experientes tem maior facilidade em visualizar a melhor abordagem para cada situação, buscar caminhos alternativos de acordo com as características da família e identificar as instituições mais adequadas.

Suponhamos, por exemplo, que você esteja disposto a gastar apenas um certo montante durante a jornada.

Com isso em mente, é fundamental conhecer as universidades que cobrem anuidades que caibam no seu bolso, ou que ofereçam bolsas de estudos no valor necessário, e que ao mesmo tempo sejam compatíveis com o perfil do aluno. Contudo, é preciso ter cuidado.

Mesmo que você tenha condições de pagar a anuidade, esse não é o único gasto envolvido. É preciso ter um conhecimento mais amplo sobre a experiência para apontar, por exemplo, as cidades que têm um custo de vida mais acessível e aquelas que requerem uma situação financeira mais adequada.

Com o apoio da consultoria, você não precisa se desgastar tanto com esses detalhes, que serão simplificados pelos profissionais envolvidos na parceria.

Maior agilidade na documentação

No primeiro tópico, mencionamos que a posse da documentação correta é essencial para possibilitar a aprovação pela faculdade desejada.

Mais do que isso, os documentos são fatores imprescindíveis na obtenção do visto de estudante, cuja ausência impossibilita todo o processo.

Como você deve saber, a aplicação para um visto é algo que pode ser um tanto complexo, já que as embaixadas responsáveis pela emissão do documento não toleram nenhum tipo de erro. Por isso, antes de tudo, você deve ter uma lista de tudo o que precisa para o dia da entrevista.

Fazer isso tudo sozinho pode ser uma ideia desestimulante, mas a boa notícia é que o caminho se torna muito mais fácil com a ajuda de uma consultoria.

Graças a experiência de atuação na área, a empresa pode te orientar quanto aos detalhes burocráticos da operação, deixando o processo mais assertivo.

Além disso, os profissionais em sua maioria são brasileiros que também estudaram fora e conhecem os procedimentos de entrevistas que precedem a aprovação do visto, o que os torna uma fonte excelente de dicas para obter sucesso na aplicação.

Prevenção de erros no processo

Não é só o órgão responsável pela emissão de vistos que é intolerante com falhas e erros. Durante o processo de aplicação, a equipe de admissão da universidade avalia cada ficha, selecionando aqueles que estão aptos e cumprem os requisitos estabelecidos.

Portanto, é crucial garantir que os documentos, redações e cartas sejam enviados sem qualquer tipo de erro ou atraso. É preciso, por exemplo, ficar atento às datas marcadas como limite para a conclusão de cada etapa do processo seletivo. Com o apoio de uma consultoria, você não precisa ocupar sua mente com questões como essa.

Mediação na comunicação com a universidade

Ao longo do processo, será preciso manter contato constante com os profissionais da instituição em questão. É preciso saber, por exemplo, se a instituição oferece algum tipo de dormitório, planos para refeição ou até mesmo transporte entre residência e faculdade.

Além disso, casos específicos como a transferência de um curso no Brasil para um curso no exterior podem exigir comunicações mais complexas e específicas.

Se você conta com um serviço de consultoria, a empresa vai agir como mediadora das partes, garantindo o alinhamento necessário para a conclusão da jornada.

Uma experiência acadêmica nas melhores universidades do mundo é um diferencial e tanto para o currículo do seu filho. Então, por que não tomar medidas para garantir que o processo seja realizado da melhor forma possível?

Ao contratar uma consultoria para estudar no exterior, você se preocupa menos com detalhes burocráticos e foca suas energias no que é realmente relevante para a admissão.

E aí, viu como uma consultoria especializada pode ser importante no processo para estudar no exterior? Quer saber como podemos ajudar? Preencha o formulário abaixo para começarmos uma conversa.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2016/07/Imagem-geral-blog-01.png 667 1000 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-23 00:00:002023-12-19 14:09:45Por que contratar uma consultoria para estudar no exterior?

Por que deixar seu filho estudar e morar fora do Brasil?

17 de setembro de 2019/113 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Atualmente, estudar e morar fora do Brasil é o sonho de muitos estudantes. Enquanto a promessa de liberdade e um mundo novo cheio de possibilidades se oferecem aos jovens, pais e responsáveis se voltam às questões práticas desse processo e se veem em um mar de dúvidas e inseguranças.

Não se preocupe: você não está nessa sozinho. Cercar-se de informação é a primeira medida para reduzir as interrogações sobre como tornar esse sonho possível para seu filho.

Outra boa saída é conhecer as vantagens que essa experiência pode trazer a um jovem. Quer saber mais sobre elas? Então acompanhe este texto até o fim!

Desenvolver a autonomia e a responsabilidade

Abrir mão do conforto da casa dos pais não é uma decisão que todos os jovens estão dispostos a tomar, mas que cedo ou tarde precisam enfrentar.

Independentemente da modalidade de moradia escolhida no exterior (homestay, dormitório na faculdade etc.), isso implica assumir novas responsabilidades — que podem ir de pagar as próprias contas a lavar as próprias roupas, por exemplo.

Por mais que seu filho ainda não desempenhe essas atividades na sua casa, esse é justamente um bom momento de treinar a independência dele e de prepará-lo para a vida adulta.

Além disso, as novas responsabilidades podem não vir apenas na forma de atividades domésticas. Existe também a oportunidade de trabalhar algumas lições financeiras.

Afinal, como ele vai se sustentar no exterior? Ele terá uma bolsa, uma mesada ou precisará trabalhar durante o período?

A gente sabe que é dever dos pais se preocupar, mas pode ser mais interessante deixar que o jovem administre seus recursos durante essa experiência. Certamente ele retornará com diferentes noções e valores acerca do dinheiro.

Trabalhar o autoconhecimento

Morar fora do Brasil e longe da família é uma experiência que pode ser enriquecedora. Sair de casa pode significar a perda de alguns mimos e confortos. Porém, é uma forma de o jovem se conhecer mais e até mesmo amadurecer.

Diferenças culturais, dificuldades de comunicação e outros fatores influenciam (e podem dificultar) a socialização no exterior. A saudade de casa e a distância dos amigos e dos familiares que ficaram em solo brasileiro também não deixam essa situação mais confortável.

Assim, alguns momentos de solidão acabam sendo comuns — mas isso não deve ser encarado como algo inteiramente negativo.

A cobrança e a influência dos familiares diminui e o jovem pode, finalmente, tomar as próprias decisões. Em contrapartida, terá de lidar sozinho com as consequências de seus atos.

Outra vantagem é a possibilidade de conhecer pessoas com outros tipos de repertórios e experiências, que talvez não cruzassem seu caminho no Brasil.

Aperfeiçoar um idioma

Em muitos casos, o principal objetivo de morar no exterior é justamente o de aperfeiçoar um segundo idioma — mais comumente o inglês. Apesar de termos grande acesso a produções musicais, cinematográficas e de outras formas de entretenimento internacionais, estar em um país que fala inglês de forma nativa é decisivo na aquisição da fluência.

Isso acontece especialmente por conta da utilização da língua em diferentes domínios. Ao sair do país, você não usa o idioma apenas para escutar música ou ver um filme, que são as utilizações mais comuns da língua no Brasil.

Ao contrário, o contato com o inglês se dá nas mais diferentes esferas da vida cotidiana — algo semelhante com o que ocorre quando se aprende uma língua nativa, mesmo que ninguém realmente se dê conta disso.

Desde pedir um pão na padaria a perguntar por informações para pegar um ônibus ou assistir às aulas na faculdade: toda a comunicação é feita em inglês, o que certamente traz grandes vantagens no desenvolvimento do idioma.

Investir na carreira nacional e internacional

Nem todo mundo tem a oportunidade de estudar ou morar fora do país. Assim, quem faz isso com pretensões profissionais certamente se destaca da concorrência ao retornar ao Brasil.

Em 2018, mais de 50 mil universitários brasileiros iniciaram uma graduação internacional, e a busca por esse tipo de especialização tem crescido. E o investimento vale a pena: o salário de quem tem inglês fluente chega a ser 61% maior do que o de quem não domina a segunda língua.

Existem diversas empresas com recrutamento focado em estudantes que se formaram no exterior e oferecem carreiras promissoras.

Quanto mais elevado o cargo em uma empresa, maior é a exigência com relação a um segundo idioma, visto que são os altos executivos que costumam negociar com o mercado externo.

Assim, o quanto antes seu filho dominar uma segunda língua — de forma realmente fluente — melhores as chances de ser bem-sucedido no mercado.

Existe ainda a possibilidade de seu filho almejar uma carreira acadêmica. A experiência em uma universidade no exterior pode abrir novas portas e permitir o contato com tecnologias e pesquisas ainda não disponíveis no Brasil, também tornando-o valioso ao mercado interno.

Ou ainda, abrir a mente para novos negócios e se tornar empreendedor. Muitos alunos da Daqui pra Fora voltaram ao Brasil com grandes ideias e fundaram startups que estão revolucionando o mercado nacional.

Aumenta a bagagem cultural

Falamos brevemente sobre o contato com pessoas (e até pesquisas) diferenciadas — situações que não aconteceriam no Brasil. Podemos entender todas essas situações com o aumento da bagagem cultural do seu filho.

Estudar no exterior, especialmente em escolas que já têm tradição em receber estudantes internacionais, permite o contato com pessoas de outras nacionalidades. Essa experiência garante maior conhecimento acerca de outras culturas e costumes.

Esse contato com a diversidade é um divisor de águas não só no desenvolvimento da empatia — soft skill cada vez mais cobiçado por grandes empresas —, mas pode ser entendido também como uma lição sobre a vida adulta. Afinal, frequentemente somos obrigados a lidar com o que é diferente ou “estranho” aos nossos olhos.

Mas, como você deve saber, uma experiência no exterior não se resume apenas à dedicação aos estudos ou a uma futura carreira. Assim, pontuamos também a possibilidade de seu filho realizar passeios a lazer. Imagine a quantidade de lugares que ele poderá visitar e criar memórias incríveis!

As vantagens de morar fora do Brasil vão desde aspectos pessoais a profissionais e acadêmicos. Seu filho pode almejar novas oportunidades ao regressar ao Brasil, como também já dar início a uma possível carreira internacional de sucesso.

Ainda tem dúvidas se você deve realmente investir nessa experiência ou o que fazer para garantir que ela seja a melhor possível para seu filho? Inscreva-se em nossa newsletter e receba mais conteúdos sobre o assunto. Estamos aqui para ajudá-lo!

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