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Guia completo para estudar nos Estados Unidos

13 de setembro de 2019/71 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar nos Estados Unidos representa não apenas a chance de conhecer novas pessoas e culturas, mas também a oportunidade de garantir um dos ensinos mais qualificados do planeta. Afinal, o país conta com universidades frequentemente listadas entre as melhores do mundo, como as que integram o seleto grupo da Ivy League.

Além da qualidade de ensino, as faculdades americanas oferecem uma experiência universitária rica, possibilitando a expansão de horizontes, desenvolvimento pessoal e o acesso ao mercado de trabalho.

Naturalmente, frequentar uma dessas instituições requer algum investimento, tanto de tempo quanto de dinheiro. Contudo, com foco, planejamento e ajuda dos pais, trata-se de um projeto totalmente realizável.

Se você considera a ideia de estudar nos Estados Unidos, este artigo é para você. Nele, vamos passar dicas valiosas para possibilitar essa jornada, desde os documentos necessários até os gastos envolvidos. Falaremos ainda sobre a escolha da universidade, funcionamento do processo seletivo e mais. Continue a leitura!

Entenda se você está pronto para estudar nos Estados Unidos

Adquirir fluência em uma nova língua, visitar lugares incríveis, fazer novas amizades, estudar em campus que são referências no mundo inteiro… os motivos para investir em uma faculdade nos Estados Unidos são muitos. Não adianta, porém, se precipitar e iniciar o processo sem estar devidamente preparado.

Ao tomar medidas inteligentes para o planejamento desse grande passo, você evita ser surpreendido com as peculiaridades do processo. Por isso, antes de qualquer coisa, é essencial entender se você está realmente preparado para se tornar um estudante internacional nos EUA.

É natural que, ao pensar profundamente sobre o assunto, preocupações venham a surgir. Viver fora do país representa tomar para si uma parcela maior de responsabilidade, já que grande parte da experiência se dará com a distância de pais, amigos e familiares.

Contudo, não é preciso se assustar. A forma como o ano letivo é organizado nos Estados Unidos possibilita diversas oportunidades para visitas.

Além das férias de meio e fim de ano, períodos como o Spring Break e o Thanksgiving costumam ser reservados pelos estudantes americanos para visitar os parentes e matar a saudade de casa.

Fora isso, tecnologias como o Skype e as chamadas de vídeo do WhatsApp diminuem bastante os efeitos da distância.

Vale lembrar também que as faculdades americanas contam com um processo seletivo holístico que, embora não envolva a realização de um vestibular, exige o cumprimento de diversas etapas.

Além de preparar os documentos de forma certeira para obter o visto de estudante, você vai precisar de um planejamento financeiro organizado e seguir os passos do processo de aplicação.

Ao final desse texto, você terá maior conhecimento sobre o processo e entenderá como ele pode ser realizado. No fim das contas, as vantagens envolvidas nessa empreitada se sobressaem aos desafios existentes.

Como escolher a cidade dos Estados Unidos para estudar

A escolha da sua região de moradia nos Estados Unidos durante seus estudos é um ponto fundamental. O país conta com mais de 4.000 instituições que oferecem curso superior, o que faz com que as opções do aluno sejam praticamente inacabáveis.

Além disso, por se tratar de um dos maiores territórios nacionais do planeta, cada região conta com particularidades que as diferenciam de outras.

Sendo assim, a escolha da cidade é determinante para a experiência. É possível, por exemplo, morar em uma cidade em que a neve é algo comum e o tempo frio predomina.

Ao mesmo tempo, estados como a Flórida e a Califórnia se destacam por seu clima mais quente que, por lembrar temperaturas do nosso país, acabam atraindo muitos brasileiros.

Como sabemos, o clima não deve ser o único parâmetro considerado para a definição da melhor região para você. Algo que deve ser levado em conta são as atrações de entretenimento disponíveis para os estudantes.

Afinal, além do estudo qualificado, a experiência de estudar nos Estados Unidos abre espaço para turismo, diversão e atividades culturais.

Portanto, se você é um fã de cinema, cidades como Los Angeles, San Francisco e Nova York podem ser mais atrativas para o seu perfil.

Da mesma forma, alguém que é fã de esportes americanos pode procurar por regiões que contem com times e ligas competitivas. Jogos de campeonatos como a MLS, NBA ou NFL são uma atração que movimentam toda a cidade.

Mais um ponto que pode entrar nessa conta é a proximidade com comunidades brasileiras. Por meio de uma rápida pesquisa, você pode levantar informações sobre os locais com maior concentração de brasileiros.

Morar em uma dessas regiões pode facilitar a adaptação de alguns, já que permite o contato com pessoas em situações semelhantes e facilita a identificação cultural.

Por outro lado, algumas pessoas podem preferir cidades que não contam com tantos imigrantes. O motivo para isso é potencializar o contato com a língua inglesa e imergir de forma mais completa na cultura americana. Na maioria dos casos, esses locais são situados mais para o meio do mapa dos EUA.

É melhor morar em cidade grande ou pequena?

Uma discussão muito comum até mesmo entre estudantes americanos é a diferença entre as experiências em cidades grandes e pequenas.

Isso acontece porque a maior parte das grandes faculdades dos Estados Unidos está localizada em regiões consideradas pequenas, atraindo diversos estudantes de todas as áreas do país.

Dessa forma, as comunidades acabam se desenvolvendo em torno da universidade, criando um ambiente intensamente acadêmico e estudantil.

Além do ambiente escolar, uma grande vantagem de cidades de menor porte é o custo de vida, que costuma ser bastante reduzido.

Além disso, por contarem com as pesquisas realizadas na faculdade, essas cidades costumam oferecer uma enorme qualidade para seus moradores.

A escolha de buscar uma cidade grande também é justificável. Com maior facilidade para o uso de transportes públicos e mais opções de entretenimento, as metrópoles proporcionam um cotidiano mais agitado, além de estarem mais próximas das grandes empresas. Um meio-termo para essas duas opções são as áreas situadas ao redor dos centros urbanos.

Como escolher a universidade para estudar nos Estados Unidos

Bem como na escolha da região, o tamanho também tem um papel importante na maioria das ponderações sobre qual universidade escolher.

É verdade que a maioria dos universitários internacionais se matriculam em instituições de maior porte, já que essas costumam contar com um investimento mais robusto por parte do governo estadunidense e a vida no campus pode ser mais chamativa.

Porém, é importante não descartar por completo as faculdades de menor porte. Com menos estudantes, os professores que lecionam nesses estabelecimentos conseguem dar maior atenção a cada um de seus alunos.

Isso é essencial não apenas para o processo acadêmico, mas também para a preparação para a fase que vem depois da obtenção do diploma.

Quando falamos em estudantes estrangeiros, essa característica se torna ainda mais relevante. Com a barreira natural imposta pela língua e pela diferença cultural, contar com maior atenção por parte de professores e staff pode ser um diferencial na adaptação do aluno.

Contudo, não existe uma regra quando o assunto é a escolha da faculdade. É importante que você e seus familiares busquem conhecer os serviços oferecidos pela instituição.

Algumas delas, inclusive, oferecem bolsas para pessoas vindas de certas partes do mundo. Analise, também, a estrutura da faculdade e a modernidade dos métodos e equipamentos utilizados pelo corpo docente.

Por fim, é essencial verificar se a opção escolhida é devidamente credenciada nos Estados Unidos. No país, não existe um órgão específico que seja responsável pela definição dos padrões acadêmicos das escolas.

Em vez disso, elas se juntam e formam associações que determinam o requisito mínimo para um estabelecimento ser credenciado.

Confira 4 dicas para calcular o custo de vida ao estudar nos Estados Unidos

Agora que você tem uma noção maior sobre os fatores que influenciam a escolha da cidade e da universidade, vamos focar no lado financeiro do projeto.

Naturalmente, as definições citadas anteriormente serão essenciais para você calcular o custo de estudar nos EUA, uma vez que isso varia de acordo com a localidade e até a personalidade de cada um.

Neste tópico, vamos abordar 4 fatores que devem ser considerados para você estimar quanto será necessário para levar uma vida tranquila no seu período acadêmico. Confira!

1. Moradia

Se não o maior, a moradia costuma representar um dos maiores gastos que precisam ser feitos por um estudante internacional. É verdade que muitas universidades oferecem quartos nos dormitórios dos campus, mas, ainda assim, exigem um investimento considerável. A boa notícia, porém, é que esse é um gasto que pode ser dividido com outras pessoas.

O custo do aluguel de um apartamento, como já mencionado, varia de cidade para cidade. Em centros mais populosos, como San Francisco, esse valor costuma ser mais elevado, já que a procura por apartamentos é maior do que a oferta.

No entanto, em áreas mais espaçosas, como o estado do Kansas, é viável encontrar diversas boas opções de aluguel por um preço menor.

Para elucidar essa questão, basta uma rápida busca no Craiglist, site que funciona como um classificado de imóveis nos Estados Unidos. Na capital do Kansas, a média de preço para um apartamento de 80 metros quadrados e um quarto é de $950. Um imóvel com o mesmo tamanho em San Francisco não sai por menos de $2200 por mês.

Sendo assim, observamos que a localidade da universidade escolhida é determinante para o custo da moradia. Naturalmente, grandes centros urbanos apresentam opções mais custosas, embora possam compensar com as características da vida na cidade.

2. Contas a pagar

Uma vez definida a moradia, é importante dar atenção às contas que são naturais em qualquer residência. Para gastos relacionados à eletricidade, ao processamento do lixo, ao gás e ao uso da água, você deve estar preparado para desembolsar algo entre $100 e $150. Esse valor não é absoluto, mas sua variação de região para região não costuma ser muito grande.

Além desses gastos básicos, é crucial assinar um serviço de internet. Uma conexão rápida e eficiente é muito importante não apenas para a comunicação do aluno com as pessoas queridas que ficaram no Brasil, mas também para fins de pesquisa e estudo.

Por sorte, a intensa competição entre os provedores de internet nos Estados Unidos garante diversas opções qualificadas e preços justos. Nesse quesito, as marcas Comcast, AT&T e Cox Communications se destacam, sendo as mais populares entre o público americano.

Dito isso, basta verificar a disponibilidade dos serviços em sua região e escolher o melhor para você. Embora o valor varie, ele costuma ficar entre $65 e $100.

Outro custo que deve ser levado em conta é o pagamento de um seguro de saúde, obrigatório no país, pois os Estados Unidos não contam com um serviço de atendimento médico público, fazendo com que a assinatura do seguro seja essencial para garantir tratamento em caso de necessidade.

O valor desse tipo de serviço fica entre $150 e $300 mensais, mas opções mais acessíveis podem ser oferecidas para estudantes internacionais.

3. Transporte

Se a sua universidade não fica a uma distância curta do seu alojamento, é essencial incluir o transporte na estimativa dos gastos. Os preços para viagens unitárias em ônibus circulares não passam de $2.75 e é possível, ainda, comprar um passe mensal, que permite um número ilimitado de viagens por um custo que varia de local para local. A média, contudo, costuma ser de $100.

4. Extras

É extremamente recomendado reservar uma quantia para gastos extras, que podem incluir desde atividades de entretenimento até o serviço de lavagem de roupas.

Com o mercado extremamente movimentado, a estadia nos Estados Unidos representa uma chance de adquirir roupas, dispositivos e acessórios da moda.

Além disso, as vastas opções de museus, cinemas e parques indicam que algum dinheiro deve ser reservado para que a experiência possa ser completa. O setor de restaurantes também é bastante chamativo, o que demanda certo planejamento para conciliar os gastos com uma alimentação saudável.

Como fazer o planejamento financeiro para estudar nos Estados Unidos

Mesmo que a família esteja preparada para realizar o investimento de enviar o aluno para estudar nos Estados Unidos, um planejamento financeiro bem-estruturado é necessário para garantir a segurança e estabilidade da jornada. Para começar, a primeira atitude deve ser buscar uma relação com os gastos previstos junto à instituição de ensino.

Sendo assim, durante o processo de aplicação, seja franco com os profissionais do departamento de admissão e peça uma estimativa dos gastos. Isso pode ser observado em uma das seções do I-20, documento geralmente enviado pela instituição para viabilizar a retirada do visto.

Com essas informações em mente, é possível se programar para o pagamento das tuition-fees, que são as taxas administrativas das faculdades.

Em muitos casos, é possível elaborar um plano de pagamento, o qual permite que a taxa seja paga de forma parcelada. Uma dica para facilitar esse planejamento financeiro é sempre buscar possibilidades de bolsas de estudo.

As escolas americanas distribuem diversos tipos de incentivos, alguns destinados a estudantes com bons resultados acadêmicos ou necessidade financeira, entre outros. Ao obter uma dessas bolsas, você abate uma parte do valor da tuition-fee, facilitando o investimento.

Fique por dentro da cultura local antes de estudar nos Estados Unidos

Um dos desafios que fazem a experiência ainda mais interessante está nos contrastes culturais entre Brasil e Estados Unidos. Sendo assim, esteja preparado para diferenças sutis no modo de vida e até mesmo de relacionamento do povo americano.

Algo que você vai notar de primeira é o tamanho das refeições, que costumam ser mais robustas que as brasileiras. Sendo assim, acostume-se com porções maiores de refrigerante e petiscos em restaurantes.

Além disso, muitos estabelecimentos contam com a política de refil, permitindo que você repita quantas vezes quiser uma porção de acompanhamento ou bebida.

A forma como a tecnologia é utilizada por lá também é um pouco diferente. Um dos grandes polos de inovação do mundo, o país proporciona a seus moradores acesso mais fácil a novidades tecnológicas.

Por isso, a digitalização dos processos é algo muito mais comum por lá, dispensando o uso de papel para atividades corriqueiras, como a apresentação de ingressos para um evento.

No modo como lidam com outras pessoas, os americanos costumam ser mais reservados em um primeiro momento. Então, não se surpreenda se o aperto de mão for mais frequente do que abraços e beijos na bochecha na hora dos cumprimentos, pelo menos até que a relação se torne menos formal.

Essa formalidade nas relações se reflete no vocabulário utilizado para conversas. Em vez de utilizar o primeiro nome, é comum, em um ambiente mais profissional, que as pessoas se refiram umas às outras com um pronome de tratamento acompanhado pelo sobrenome.

Além disso, professores costumam ser tratados com títulos mais formais, como “Sir” para homens ou “Miss” para mulheres.

Informe-se sobre o processo seletivo das universidades nos Estados Unidos

O processo seletivo para iniciar os estudos em uma faculdade americana é diferente do que conhecemos no Brasil. Para começar, o sistema de vestibular não impera por lá, embora o resultado em determinados exames possa ser fundamental para uma aplicação de sucesso. Os requisitos mínimos, porém, dependem da universidade.

O processo é holístico e avalia o candidato como um todo. Uma das primeiras etapas de avaliação são as notas escolares, especialmente as dos quatro últimos anos do colégio.

Na maioria dos casos, eles solicitam também uma redação escrita à mão e uma carta de recomendação de diretores ou professores. O objetivo é conhecer melhor o aplicante e identificar se o perfil é compatível com o da universidade.

O estudante terá que prestar também provas como o SAT ou o ACT, exames internacionais que poderiam ser chamados de “ENEM americano”. Os testes têm uma dinâmica específica e muito diferente das provas brasileiras, por isso é importante se preparar adequadamente para realizar um deles.

Além disso, é preciso prestar o TOEFL, um exame que mede o seu nível na língua inglesa. Cada instituição define uma nota que precisa ser alcançada pelo aluno para que ele seja considerado apto.

É necessário também ter boas atividades extracurriculares, feitas durante esses quatros últimos anos, que são muito analisadas pelas equipes de admissão.

Por fim, em alguns casos, pode ser que um representante da instituição realize uma entrevista com o aplicante a fim de definir os últimos detalhes da aplicação. Se tudo correr bem, a faculdade vai enviar os documentos e orientações necessárias para a retirada do visto de estudante.

Verifique qual é a documentação necessária para estudar nos Estados Unidos

Durante o processo de aplicação em uma universidade, a equipe de admissão vai solicitar o envio de alguns documentos a fim de verificar a aptidão do candidato para ingressar na instituição. Assim, esteja preparado para enviar o histórico escolar e o diploma de conclusão, caso seja aplicável.

Com tudo resolvido com a universidade após a admissão, é preciso se preparar para a retirada do visto de estudante. Para isso, é crucial que você esteja em posse de um passaporte válido. Para essa etapa, tenha todos os seus documentos disponíveis e atualizados. A lista de documentos requeridos é a seguinte:

  • I-20 enviado pela universidade;
  • Passaporte;
  • Fotos 2X2;
  • Recibos das taxas MRV e SEVIS;
  • Formulário DS-160 preenchido.

Além dos citados, o consulado pode exigir transcrições de diplomas obtidos anteriormente, resultados de testes padronizados e comprovantes financeiros de que você é capaz de se sustentar nos EUA.

Descubra a importância de uma consultoria ao estudar nos Estados Unidos

Estudar nos Estados Unidos só é possível caso o processo descrito ao longo desse texto seja realizado com eficiência. Sendo assim, é essencial contar com uma agência de consultoria especializada nesse tipo de operação.

Uma empresa com experiência no mercado conhece cada detalhe do procedimento e, por isso, costuma indicar os caminhos mais seguros, além de proporcionar que o aluno foque sua energia onde realmente importa.

Além de assessorar o planejamento de cada etapa, uma consultoria de confiança prepara o aluno para que ele mostre às universidades todo o seu potencial, facilita a comunicação com as instituições e apresenta dicas para você tomar as decisões mais inteligentes.

Estudar nos Estado Unidos representa um crescimento não apenas profissional, mas também pessoal. Além da excelência acadêmica, a vivência em outra cultura é fundamental para preparar o jovem para o futuro.

Embora se trate de um procedimento complexo, o objetivo pode ser atingido com um bom planejamento e o acompanhamento adequado.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/09/portrait-pretty-teen-girl-holding-usa-flag-isolated-gray-4th-july-celebration.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-13 00:00:002024-03-08 20:18:06Guia completo para estudar nos Estados Unidos

Entenda como escolher uma faculdade no Canadá

13 de agosto de 2019/110 Comentários/em Canadá, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar no exterior é o desejo de muitos brasileiros. E um dos locais preferidos para a realização dos estudos é o Canadá, uma vez que o país é conhecido por proporcionar excelente qualidade de vida e ainda conta com um ótimo sistema de ensino. 

No entanto, após a escolha do país para realizar os estudos, é comum surgir a dúvida: como escolher uma faculdade? Nesse momento, é importante considerar que existem algumas diferenças entre as instituições do Brasil e do Canadá. 

Se você quer conhecer mais a respeito das faculdades do Canadá, acompanhe o post que vamos apresentar todos os detalhes. Confira! 

Como escolher uma faculdade no Canadá? 

Para fazer a escolha certa é importante ficar atento a alguns pontos no momento de selecionar uma faculdade no Canadá. Veja as nossas dicas sobre o tema! 

Analise as suas expectativas em relação à graduação 

É claro que é fundamental considerar alguns aspectos da cidade em que se pretende morar, como clima, ambiente local, os tipos de moradia ofertados, a localização da faculdade, atividades extracurriculares e até mesmo o custo de vida. 

Mas também é importante o aluno levar em consideração os professores que lecionam na instituição de ensino escolhida e o que ela promete oferecer. 

Para tanto, é importante realizar uma autoanálise sobre os seus talentos, seus desejos para o futuro e seus sonhos para escolher de maneira estratégica a instituição que deseja estudar. 

Confira a grade de disciplinas dos cursos em cada faculdade 

Outro passo fundamental é verificar se a faculdade escolhida tem em sua grade as disciplinas do curso que você pretende fazer e se o departamento da sua área de graduação tem boa reputação.

Além disso, também é importante verificar se as matérias ofertadas pela instituição atendem às suas expectativas. 

Pesquise ainda pelos diferenciais da instituição de ensino, como o corpo discente e as suas premiações, cursos extras e laboratórios — a Carleton University, localizada na cidade de Ottawa, capital do Canadá, por exemplo, permite que os alunos realizem pesquisas práticas em seus laboratórios desde o primeiro ano da faculdade. 

Os alunos que desejam um atendimento mais individualizado durante as aulas devem buscar pelas faculdades menores — determinadas instituições têm turmas que contam com apenas poucos alunos. 

Já os estudantes que desejam ter interação com outras pessoas e vivenciar um ambiente multicultural podem optar pelas instituições de ensino maiores. 

Assim, a melhor instituição de ensino sempre será a que tiver o curso que você deseja realizar e uma grade curricular que atenda às suas expectativas. 

Compreenda as diferenças entre college e university 

No Canadá existem dois modelos de instituição — college e university — que se diferenciam na forma de ensino em cada um. 

O objetivo da university é formar o estudante bacharel em uma determinada área do conhecimento. Assim como as universidades brasileiras, podem alternar entre um aprendizado teórico e prático, podendo haver foco em pesquisa.

Esse modelo de instituição fornece diploma de graduação ao final e é o mais recomendado para as pessoas que pretendem seguir carreira na área escolhida. 

Os cursos nas universidades do Canadá também duram, em média, 4 anos. Caso seja na área da saúde ou educação, por exemplo, costumam ocorrer em período integral. 

Já os colleges oferecem cursos mais técnicos, com o objetivo de preparar o estudante diretamente para o mercado de trabalho. Não fornecem diploma de bacharel, de modo que o estudante com intenção de cursar uma graduação, ainda precisará ingressar em uma universidade. 

Os cursos nos colleges costumam ter duração que podem variar de 6 meses a 4 anos. 

Verifique a forma de ingresso na faculdade 

Após selecionar algumas instituições que gostaria de estudar, o aluno deve considerar o processo seletivo de cada uma delas, uma vez que cada faculdade canadense tem a sua forma própria de seleção. Assim, para obter a aprovação é fundamental conhecer a forma de ingresso e observar toda a documentação solicitada. 

Para a realização desse processo, chamado de application, é preciso inicialmente realizar uma inscrição no site da instituição.

Em geral, os documentos solicitados são o certificado de conclusão do ensino médio e a sua tradução juramentada, o histórico escolar e o comprovante de proficiência em inglês ou francês, sendo que a pontuação mínima varia de acordo com os critérios de cada faculdade e do curso escolhido. 

Quando o idioma escolhido for o inglês, os testes que costumam ser aceitos para certificar a proficiência na língua são:

  • IELTS (International English Language Testing System);
  • TOEFL (Test of English as a Foreign Language);
  • CELPIP (Canadian English Language Proficiency Index Program);
  • TEF (Test d’évaluation de français), para a proficiência no francês. 

Assim, na prática, o ideal é que as informações sejam verificadas junto à instituição que se pretende estudar, uma vez que os critérios, requisitos e até mesmo o teste de proficiência solicitado podem variar de uma para outra. 

Fique atento ao período de inscrição 

No Canadá, o ano letivo ocorre em um período diferente do Brasil, por isso é preciso ficar atento às datas para inscrição, processo seletivo, matrícula e mesmo do começo das aulas — o ideal é que o aluno tenha ao menos um ano para se candidatar a uma vaga em uma faculdade canadense. 

O ano letivo das escolas e das faculdades no Canadá tem início em setembro e término em maio, antes do verão. Enquanto no Brasil, as instituições de ensino superior, em geral, têm processos seletivos tanto em janeiro quanto em agosto. 

Dessa maneira, durante todo o processo é essencial que o aluno se mantenha em contato com a instituição para tirar as suas dúvidas, ficar atento a todas as informações e ainda demonstrar interesse pela admissão. 

Tenha uma boa consultoria durante o processo 

Como vimos, existem diversos passos que devem ser seguidos e cuidados que precisam ser tomados para que o desejo de estudar em uma faculdade no Canadá dê certo. 

Portanto, para não cometer qualquer equívoco que comprometa o processo, o ideal é contar com uma consultoria que preste auxílio ao estudante e à sua família durante todo o período. 

Apenas uma boa consultoria é capaz de indicar as melhores instituições de ensino, ajudá-lo com o processo seletivo, com a documentação necessária durante o procedimento para a emissão do visto e em muitos outros fatores. 

Agora que você já sabe como escolher uma faculdade no Canadá, basta seguir as nossas dicas e procurar pelos cursos e pelas instituições de ensino que mais o agradam para acertar na sua escolha e ter uma graduação internacional no currículo. 

Se você quer estudar fora, não perca tempo e fale com a gente, nós podemos ajudá-lo. Preencha o formulário abaixo e converse com o nosso time de especialistas. 

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Conheça as 6 melhores faculdades da Inglaterra

22 de julho de 2019/121 Comentários/em Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar na terra da rainha é uma oportunidade de ouro para ter acesso a uma educação de qualidade, aprimorar a compreensão da língua inglesa e passar por uma rara experiência cultural. Somados, todos esses pontos representam uma grande vantagem ao desenvolvimento pessoal e profissional de uma pessoa.

Naturalmente, antes de realizar o investimento no futuro do jovem, é fundamental conhecer as melhores faculdades da Inglaterra, é possível conduzir o processo da forma mais benéfica para o estudante.

Para ajudar nessa questão, trazemos uma lista com as seis melhores instituições de ensino superior do país, segundo o ranking Times Higher Education. Falaremos um pouco da história de cada instituição e da relevância que têm atualmente. Continue a leitura e saiba mais sobre elas!

1. Oxford University

A universidade de Oxford, localizada na cidade homônima, é simplesmente a instituição de ensino superior mais antiga entre as que utilizam a língua inglesa. 

Mais importante do que a idade, porém, é sua excelência — fato que garante uma presença constante nas listas das melhores faculdades do mundo.

Com mais de 23 mil estudantes, sendo 40% deles provenientes de outros países, Oxford é um grande centro de conexões culturais.

Isso, aliado à alta qualidade do ensino, faz com que a instituição seja uma verdadeira fábrica de profissionais que se destacam em suas carreiras.

Para se ter uma ideia, 27 dos 54 primeiros-ministros que o Reino Unido já teve concluíram seus estudos em Oxford. Como se não bastasse, a universidade já teve 69 vencedores no prêmio Nobel.

2. University of Cambridge

Localizada na cidade de Cambridge, essa é outra instituição reconhecida mundialmente pela qualidade do ensino e pelo sucesso de seus graduados.

Curiosamente, sua história é bem relacionada à Universidade de Oxford, faculdade com a qual mantém certo nível de rivalidade.

Isso porque a Universidade de Cambridge foi fundada por antigos acadêmicos de Oxford, que se mudaram para a cidade fugindo de uma onda de violência.

Hoje, mais de 800 anos depois, Cambridge é referência mundial em pesquisas e estudos relevantes para a população, contando inclusive com um programa de parceria com o MIT.

Os feitos alcançados por antigos estudantes de Cambridge também são notáveis, incluindo 118 prêmios Nobel (distribuídos por todas as modalidades). Entre seus alumni mais notáveis, estão Charles Darwin, pai da teoria evolucionista, além de Isaac Newton e Stephen Hawking.

3. Imperial College London

Fundada em 1907, essa instituição tem como principal foco a aplicação prática de ciências e tecnologias. Seus principais campos acadêmicos são: Ciências Naturais, Engenharia, Medicina e Negócios, área criada em 2004 pela Rainha Elizabeth II.

O Imperial College London conta com uma vasta comunidade internacional e representantes de 140 países entre seus alunos.

De acordo com o New York Times, a universidade figura entre as dez mais conceituadas entre empregadores ao redor do mundo, sendo uma excelente opção para quem quer aumentar suas chances no mercado de trabalho.

Entre seus estudantes notáveis, está Sir Alexander Fleming, um dos 14 vencedores do prêmio Nobel que passaram pela universidade. Fleming é o responsável pela descoberta da penicilina, grupo de antibióticos que revolucionou a saúde mundial.

4. UCL

A University College London está localizada na capital da Inglaterra. Fundada em 1878, a UCL foi a primeira instituição de ensino no Reino Unido a aceitar o ingresso de mulheres sob os mesmos termos dos homens.

De acordo com o Research Excellence Framework, trata-se da faculdade com o maior potencial de conduzir pesquisas em todo o Reino Unido.

Não é à toa, portanto, que a UCL detém 29 prêmios Nobel — incluindo o entregue a William Ramsay, que descobriu os gases nobres enquanto trabalhava como professor na instituição.

Mas a universidade não formou apenas grandes pesquisadores. O líder da revolução indiana, Mahatma Gandhi, frequentou a UCL para estudar Direito, enquanto o renomado diretor de Hollywood Cristopher Nolan iniciou seu contato com a arte no curso de Literatura da faculdade.

5. London School of Economics and Political Science

Também localizada na capital da Inglaterra, essa instituição é conhecida como LSE e foi fundada em 1895. Hoje, com mais de nove mil estudantes ativos, a universidade é extremamente receptiva com estrangeiros, tendo 70% de seu corpo estudantil formado por pessoas de fora do país.

Para tornar mais clara essa integração cultural, a faculdade mantém parcerias com universidades ao redor do planeta, incluindo a Columbia University (em Nova York).

Embora seu nome possa sugerir o contrário, a LSE oferece graduações nas mais diversas áreas, contando com 25 campos de estudo diferentes. 

Se você é um fã de Rolling Stones, já pode ter ouvido falar da faculdade. Foi lá que o cantor Mick Jagger iniciou seu ensino superior, que logo foi deixado de lado para fundar a banda.

Outro membro importante foi Bertrand Russel, considerado o mais influente filósofo britânico do século XX. 

6. King’s College London

Inaugurada em 1829, a KCL, como é conhecida, recebeu esse nome em homenagem ao rei George IV, responsável por sua fundação. A universidade integra, ao lado de Oxford e Cambridge, o grupo conhecido como triângulo de ouro, composto por instituições reconhecidas pela excelência em pesquisa.

Entre seus feitos mais relevantes, está a enorme contribuição para o entendimento do DNA, fato que rendeu um dos 12 prêmios Nobel entregues a integrantes da faculdade.

Localizada no coração de Londres, capital da Inglaterra, a King’s College London oferece ao corpo de alunos uma experiência única na vida estudantil.

Além de contar com professores e pesquisadores vindos de todas as partes do mundo, a faculdade utiliza sua localização estratégica para formar parcerias pontuais com estabelecimentos importantes de Londres.

Assim, edifícios como o Museu de Londres e a Biblioteca Britânica se tornam acessíveis tanto para o staff quanto para estudantes.

Estudar nas melhores faculdades da Inglaterra é um diferencial inigualável no currículo de qualquer pessoa, pois essas instituições proporcionam ganhos de conhecimento que vão além das atividades curriculares.

Para tanto, é necessário um investimento acadêmico e financeiro, além de analisar as possibilidades de bolsas de estudos. 

E aí, gostou de conhecer as melhores faculdades da Inglaterra? Continue sua leitura e entenda como é possível conseguir bolsas de estudo em universidades estrangeiras!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-07-22 00:00:002023-12-27 09:15:59Conheça as 6 melhores faculdades da Inglaterra

Descubra as 7 melhores cidades dos EUA para viver

15 de julho de 2019/124 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Se você busca qualidade de ensino, então, precisa considerar os Estados Unidos em seu roteiro. Você sabe quais são as melhores cidades dos EUA para viver ou estudar e por que ganharam esse título?

Além de todo o conhecimento de nível superior, essa nação tem qualidade de vida e culturas diferenciadas. Portanto, quanto melhor souber delas, maior será a sua identificação na hora de escolher a graduação.

Continue a leitura e saiba quais são as melhores cidades dos EUA para viver, de acordo com o US News, e por que você deveria estudar em uma delas.

1. Austin

Foi inaugurada em 1839 e construída ao longo do rio Colorado. Austin, no Texas, foi originalmente chamada de Waterloo e atrai visitantes pelas suas atrações culturais e lugares ao ar livre.

Hoje, tem, aproximadamente, 965 mil habitantes e é conhecida pelo seu investimento em inovação. De lá surgem grandes empresas e o mercado de trabalho é promissor, com uma taxa de desemprego bem menor que a média regional, com apenas 2,9% de desempregados. Austin conta com seis faculdades, sendo a University of Texas at Austin a mais conhecida.

2. San Francisco

San Francisco está entre as melhores cidades dos EUA e conta com cerca de 884 mil habitantes atualmente. Os transportes públicos são excelentes e você poderá fazer muitos passeios para explorar a cultura, visitar os lindos museus e também os centros comerciais, populares entre quem mora lá.

É a cidade mais famosa da Califórnia, por causa da Ponte Golden Gate, mas há outros destaques, sobretudo no mercado profissional, como as gigantes Google e Apple. É lá que fica o grande e famoso centro tecnológico, o Silicon Valley.

É grande investidora em qualidade de ensino, em todas as áreas. A região tem uma média de 20 faculdades, entre as mais conhecidas está a University of California.

3. Seattle

Uma cidade limpa e arborizada, assim é Seattle. Mesmo com seus mais de 724 mil habitantes, ela tem cara de cidadezinha do interior. Assim, pode ser que você se sinta bem acolhido por conta dessas características.

Por lá, você vai encontrar muitos cachorros, barcos e cafeterias. Essas são algumas das peculiaridades de Seattle. Um lugar seguro e familiar para se viver, mesmo para um estudante sozinho.

Uma das faculdades mais importantes é a Universidade de Washington, fundada em 1861, que está entre as que têm melhor custo-benefício em relação aos estudos. Seus índices de conclusão escolar na graduação são de 94,2%.

4. Nashville

É a capital do Tennessee e também uma das mais populosas do estado, com cerca de 600 mil habitantes. Bastante focada em tecnologia e desejo de inovação, em especial, com o foco na área da saúde, inclusive, sedia um grande centro de saúde.

Os maiores empregadores desse ramo são o Hospital Corporation of American (HCA), Vanderbilt University Medical Center e Community Health Systems. Sendo considerada uma das melhores cidades dos EUA para se viver, por conta de todo esse investimento em pesquisa e tecnologia.

Algumas universidades muito boas dos EUA são de Nashville, como a Vanderbilt University School, Tennesee Technological University e Lincoln Memorial University.

5. Washington DC

A capital dos EUA não poderia ficar de fora da lista, certo? Com aproximadamente 702 mil habitantes, vai além das belas fotos em frente ao Capitólio ou da Casa Branca. Por lá, você aprenderá muito com os museus que pode visitar, muitos deles com entrada gratuita.

Se você gosta de andar de bicicleta, vai adorar conhecer todas as atrações turísticas de Washington DC com ela, pois é uma cidade completamente plana, sem muito sacrifício para pedalar.

Explorar os parques públicos e ter belas vistas também é atração cultural por quem passa por Washington DC. Os esportes populares são: futebol, basquete, hóquei e beisebol, que costumam reunir torcedores de todas as idades. Se prepare para algum desses esportes se decidir morar na cidade.

A cidade tem 22 faculdades. Algumas de qualidade reconhecida são Georgetown e George Washington e grande parte da população da cidade é composta por jovens, por conta dos estudos.

6. Boston

Com 675 mil habitantes, Boston é a cidade mais populosa do estado de Massachussetts. Foi fundada em 1630, pelos ingleses. É lá que se encontram duas das faculdades mais conhecidas do mundo: MIT e Harvard.

A cidade é, também, muito segura para se viver, mas em contrapartida, uma das mais caras. Mesmo conseguindo uma bolsa de estudos por lá, os gastos com moradia e alimentação podem ser elevados, se comparados com outras regiões. Vale a pena uma pesquisa aprofundada sobre isso antes de partir.

Um lugar visualmente lindo, com seus prédios luxuosos. Além das riquezas culturais de arte e música, que são muito fortes por lá. Ela realmente tem um clima acadêmico, seja dentro da faculdade ou, até mesmo, em pubs, por exemplo. Por isso, você pode se sentir em casa já nos primeiros dias.

7. Chicago

Esse é um dos municípios mais populosos dos Estados Unidos, com 2,7 milhões de habitantes. Suas ruas repletas de arquitetura e grandes prédios encantam os olhos de quem passa por lá. Grandes museus guardam excelentes histórias, como o Art Institute of Chicago, com quadros de pintura de Monet, ou o Field Museum, com inúmeros artefatos do Egito.

A Universidade de Chicago é considerada uma das melhores do país, sendo uma instituição privada fundada em 1890. Localizada em Hyde Park, fica a 15 minutos do centro. Além dela, a cidade tem, pelo menos, outras 28 faculdades.

Essas são apenas algumas das melhores cidades dos EUA para viver. Assim, já se pode ter uma base de como é a cultura e vivência por lá, em especial, para quem vai estudar.

Escolher cursar uma faculdade no exterior é, além de ter excelente ensino e reconhecimento pelo mundo todo, uma ótima opção para uma experiência de vida diferente. A vivência com outras culturas, povos e costumes é essencial para o amadurecimento como ser humano.

Conheça um pouco dessa experiência com o depoimento de uma estudante da Daqui pra Fora sobre seus seis primeiros meses na North Carolina State University e sinta a sensação do que é a vida no exterior.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-07-15 00:00:002024-01-15 21:41:36Descubra as 7 melhores cidades dos EUA para viver

Estudar no exterior: entenda como aliviar as saudades de casa

27 de junho de 2019/114 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Uma situação bastante comum para quem vai estudar no exterior é sentir saudades de casa. Mesmo que tenha sido a realização de um sonho, é natural ter o sentimento de vazio em alguns momentos. Assim como, ao voltar para casa, pode ocorrer a mesma sensação pelo destino que foi deixado.

Estar longe dos familiares e amigos nem sempre é fácil. Para alguns, essa é uma experiência mais tranquila do que para outros, que são mais apegados. De qualquer maneira, é bom aproveitar todos os recursos para aliviar a angústia que bate de vez em quando, não é? Descubra algumas formas de facilitar essa missão!

Aproveite a tecnologia

Se antigamente as pessoas sofriam com a distância física e não tinham como se comunicar com frequência, hoje as coisas são bem diferentes. Antes da internet, era preciso gastar com ligações internacionais muito caras ou até mandar cartas e cartões-postais que demoravam para chegar ao destinatário.

Agora, em questão de segundos é possível se conectar com pessoas que estão do outro lado do mundo — as conversas por áudio e vídeo ajudam bastante a matar a saudade, reduzindo as distâncias geográficas que são inevitáveis.

O Skype e outros aplicativos de comunicação têm sido grandes aliados de quem mora fora. E hoje grande parte das pessoas tem um smartphone no bolso o tempo todo ou, pelo menos, fácil acesso a um computador e outros tipos de dispositivos eletrônicos.

Não dá para negar que a tecnologia ajudou a diminuir essa distância. Então explore as plataformas disponíveis para manter-se em contato com quem está longe. É sempre bom dar notícias para os familiares e compartilhar experiências com os amigos que ficaram no seu país, mas cuidado para não deixar outros afazeres de lado. Mantenha-se aberto às novidades.

Faça novas amizades

Uma outra forma de não ficar sempre mal por estar distante das pessoas queridas e evitar o sentimento de solidão é fazer amizades. Talvez essa seja uma tarefa difícil para quem é mais tímido, mas vale a pena se esforçar para vencer essa barreira.

Conhecer gente nova permite distrair a mente e traz a oportunidade de criar laços afetivos. Conversar sobre diferentes assuntos, trocar experiências, descobrir costumes diferentes, viajar em grupo, enfim, tudo isso vai contribuir para a sua rotina ser mais leve e agradável.

A companhia de outras pessoas faz parte do nosso bem-estar. Pode ser que os novos conhecidos não se tornem amigos do peito, o que importa é fazer daquele momento o mais legal possível e cheio de boas memórias.

Por outro lado, muita gente que viaja para estudar no exterior consegue fazer amizades para a vida inteira. Mesmo depois de retornar dos estudos, o contato e o carinho permanecem — sem contar que outras viagens são programadas para visitar os colegas ao redor do mundo, o que é uma ótima chance para quem ama viajar ou receber amigos em casa.

Nesse contexto, um detalhe muito discutido é sobre fazer amigos da mesma nacionalidade ou não. Há quem diga que fazer amizades só com brasileiros é prejudicial, especialmente por causa do aprendizado da língua e de outras culturas.

Sob outro ponto de vista, isso não deve ser um problema, já que o importante é ter novos amigos para dividir o cotidiano. Muitas vezes, é natural que os estudantes de um mesmo país formem uma turma, há até clubs formais sobre o tema, que podem ser utilizados para o início da socialização, te apresentando a outros colegas de diversas nacionalidades.

Organize o seu espaço

Chegar “em casa” e se sentir em um lugar estranho não é a melhor das situações. Sendo assim, uma ótima saída é organizar o seu espaço para que ele fique mais parecido com você e seja aconchegante.

Faça uma decoração agradável sem precisar investir muito e respeitando as regras da sua moradia. Coloque fotos, seus itens preferidos e tudo o que for capaz de garantir a sensação de ter um lar realmente agradável.

Mantenha a mente ocupada

Quanto mais ocupados ficamos, menos tempo temos para as bobagens que rondam a nossa cabeça — nesse caso, a saudade.

Não que seja errado ou uma besteira se sentir sozinho, só que isso não pode atrapalhar essa fase tão incrível. Por isso, o ideal é evitar o ócio e ter uma rotina agitada.

Os compromissos de estudo já devem ocupar uma boa parte da agenda e os espaços livres devem ser preenchidos. Passeios, trabalhos voluntários, atividades extracurriculares, esportes e, até mesmo, as tarefas domésticas são capazes de ajudar.

É claro que ter momentos de descanso faz bem, porém, ficar muito tempo sozinho e sem ter o que fazer pode deixar qualquer pessoa angustiada. Sair da zona de conforto e encontrar ocupações diferentes será um desafio, mas é bom pensar que a recompensa será valiosa.

Além de diminuir as chances de sentir tristeza, você vai aproveitar ao máximo esse período fora, pois fará um monte de atividades legais. Procure alternativas diferentes ao seu redor e aventure-se!

Convide as pessoas queridas para visitas

Se você for passar um bom tempo fora, não deixe de convidar as pessoas queridas para visitar a sua nova casa. É uma chance de elas viajarem para conhecer o lugar em que você está morando, além de ajudar a matar as saudades.

Aproveite a ideia de ser um guia turístico para elas e comece a visitar toda a cidade para saber o que mais vale a pena. Ocupe o seu tempo montando um roteiro interessante e descobrindo o que há de melhor à sua volta.

Se possível, programem-se para viajar (nem que seja por um fim de semana) pelos arredores para explorarem um outro local.

Encontre um colega de quarto

Por último, não deixe de considerar a opção de ter um colega de quarto. No começo, pode parecer estranho dividir a vida com alguém desconhecido, mas aos poucos tudo se ajeita.

É preciso respeitar a individualidade e tentar encontrar pontos em comum para que essa convivência seja saudável.

Uma boa sugestão é compartilhar alguns momentos e também manter as programações individuais (ou com pessoas diferentes) para que o convívio excessivo não seja um problema.

Se tudo caminhar bem, vai ser como ganhar um irmão ou irmã durante o tempo no exterior. Caso isso não aconteça, é só verificar a possibilidade de troca.

No fim das contas, sentir saudades de casa é algo extremamente comum para quem vai estudar fora. O que não pode acontecer é deixar que isso seja maior do que os benefícios, pois há muito para ser aproveitado quando estamos vivendo uma oportunidade dessa. Acredite: você não está sozinho e tudo vai ficar bem!

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/06/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-06-27 00:00:002024-03-13 21:14:30Estudar no exterior: entenda como aliviar as saudades de casa

Como a Páscoa é comemorada fora do Brasil?

21 de abril de 2019/66 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Apesar de no Brasil a Páscoa ser caracterizada por muitos ovos de chocolate, em outros países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido o costume é um pouco diferente.

Entender essas diferenças culturais antes de começar a faculdade no exterior é essencial para entender como cada um desses grandes momentos é celebrado em cada país.

Assim como também será importante vivenciar essas comemorações diferentes para adquirir bagagem cultural e conhecimento sobre outros costumes.

Acompanhe a leitura até o final para entender como a Páscoa funciona ao redor do mundo.  

Como é a Páscoa nos Estados Unidos?

Você sabia que o doce mais comum nos Estados Unidos para essa época é o marshmallow e não o chocolate? Os ovos utilizados na famosa “Easter Egg Hunt” são de verdade, cozidos e decorados ou de plástico.

Com esses ovos, a Casa Branca promove anualmente a “Egg Rolling Race”, brincadeira tradicional entre as crianças que consiste em uma corrida onde se devem rolar os ovos pela grama com uma colher.

Além da caça aos ovos, nos Estados Unidos a data é celebrada com desfiles, missas e peru assado para o almoço com família e amigos. Apesar de não ser feriado nacional, fique atento, pois alguns estabelecimentos não abrem no domingo de Páscoa.

 Como é a Páscoa no Reino Unido?

Além da Sexta-Feira Santa, no Reino Unido também se comemora a “Easter Monday”, prolongando o feriado até a segunda-feira após a Páscoa.

A “Easter Egg Hunt” também é famosa no Reino Unido. Promovida por prefeituras, chega a parar as cidades para a celebração. Além deste, ocorrem muitos outros eventos beneficentes pela região nessa data.

Se ao passar a Páscoa por lá você cruzar com pessoas fantasiadas de coelhos pela rua, não estranhe, faz parte do costume para a comemoração.

 Como é a Páscoa no Canadá?

A caça ao ovo também é a principal atração entre as crianças canadenses que saem pela cidade com suas cestas à procura de ovos nos mais diversos cantos das cidades.

Assim como no Reino Unido, no Canadá se celebra a “Good Friday” e a “Easter Monday”, feriado conhecido como “Long Weekend”.

As famílias aproveitam para se reunir, viajar e celebrar. Por isso é comum que o comércio não abra, principalmente no domingo.

Também é no Canadá, mais especificamente na cidade de Vegreville Pysanka, que fica a segunda maior escultura de ovo de Páscoa do mundo. Com 9 metros de altura, o monumento foi construído em 1975 com decoração ao estilo dos ovos Ucranianos.

E você, já passou a Páscoa em um país com um costume diferente do Brasil? A Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência necessária para que você vá fazer faculdade no exterior e celebrar uma Páscoa diferente.

Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa para entender como podemos lhe ajudar.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-04-21 00:00:002024-03-08 20:35:58Como a Páscoa é comemorada fora do Brasil?

Estudar em Harvard: sim, é possível!

17 de abril de 2019/57 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Aluno dedicado na escola e motivado a estudar nos Estados Unidos pelos programas de TV e notícias que acompanhava, Pedro, aluno DpF, nem sonhava estudar em uma das maiores universidades do mundo: Harvard.

Admitido para Engenharia Biomédica em Harvard e em mais 5 universidades americanas, Pedro decidiu estudar fora do país após muitas pesquisas e com base em alguns dados:

“As melhores instituições de ensino e pesquisa do mundo estão no exterior e concentradas nos EUA. Se eu quisesse ter a melhor formação possível, teria que ir para lá. Além disso, o mercado americano de engenharia não é saturado, os EUA precisam de engenheiros para suprir as necessidades nacionais. Também sempre tive vontade de conhecer o mundo, mas não como turista, e sabia que isso não aconteceria se ficasse em um lugar só.”

Ainda assim, ele não acreditava ser possível estudar em Harvard e quase não se candidatou para a universidade.

“Meu sonho desde criança era o MIT, parecia que a maiores cabeças do mundo estavam lá. Mas também havia uma ‘expectativa’ em relação a Harvard, por ser a universidade de maior nome no mundo. Meus amigos brincavam que eu iria para Harvard, mas eu nunca dava muita bola. Na realidade, esta foi a última universidade que eu escolhi para aplicar, por incentivo do Felipe Fonseca. Parece ironia do destino, mas eu não poderia estar mais feliz. Hoje, acho que meu perfil realmente se encaixa melhor em Harvard.”

Apesar de não querer criar muita expectativa após o envio da candidatura, Pedro estava confiante, principalmente após os primeiros resultados que recebeu, de cinco respostas, todas tinham sido positivas.

Depois, no entanto, vieram 10 rejeições seguidas. “Quando abri o site de Harvard, já esperava ser rejeitado novamente e quando vi que havia sido aceito, não acreditei. Foi uma das melhores surpresas da minha vida. Depois que assimilei que havia mesmo passado, não consegui parar quieto por umas duas horas. Após essa notícia, só consegui dormir naquele dia às 6h da manhã.”

O resultado não poderia ser outro quando olhamos sua dedicação durante o colégio. Pedro não se acomodava e nem deixava de estudar o necessário, o que lhe garantiu notas altas, ponto que é muito levado em consideração pelas universidades na candidatura.

“No final do ensino médio meu coeficiente foi de 95%”- . Mas no meio da rotina de estudos também havia espaço para tempo livre, no qual ele se dedicava às atividades extracurriculares, como olimpíadas acadêmicas, dava aulas particulares, fazia viagens de cunho acadêmico e também ia para academia, praticava jiu-jitsu, karatê e muay thai.

Com a aproximação da 3ª série do Ensino Médio, e o acompanhamento da Daqui pra Fora, Pedro se dedicou às provas americanas e realizou seu estágio/voluntariado.

“A DPF me ajudou demais nesse processo. Principalmente na questão de cronograma e na parte burocrática, em um primeiro momento. Confesso que eu ficaria completamente perdido. Eu iniciei o ano já buscando fazer as provas o mais cedo possível, para tirar essa responsabilidade das minhas costas. Estudei por conta própria para algumas coisas e com um tutor para outras. Não me matava de estudar, mantinha meu tempo de lazer, mas garantia que estava aprendendo o suficiente. Depois que eu terminei as provas, o Felipe me indicou fazer algum estágio ou algo do tipo para provar minha aptidão em engenharia biomédica. Corri atrás e fiz, o que realmente enriqueceu e deu coesão para o meu currículo. Foi corrido e estressante, mas muito menos do que seria sem a Daqui pra Fora”.

Pedro embarca para essa nova etapa da jornada em agosto e está animado em poder extrair da experiência tudo o que conseguir: “o caminho que vou traçar lá dentro só o tempo dirá, mas tenho certeza que vou ter o total amparo para que seja o melhor possível para mim”.

Quando questionado sobre se há algum receio, Pedro menciona a distância da família e a preocupação com um clima diferente do Brasil –“já fiquei longe da minha família quando era mais novo, mas nunca por longos períodos. E o frio de Boston com o qual não estou acostumado. Mas acredito que consigo contornar tudo isso e ter uma experiência excepcional”.

Para quem ainda está pensando sobre a possibilidade de estudar no exterior ou já sonha com Harvard e outras grandes universidades, Pedro deixa uma dica:

“Não é porque uma faculdade possui nome ou excelência acadêmica que é a melhor escolha para você. Cada universidade tem um perfil individual e se não bater com o perfil do estudante, a chance de admissão diminui, e se for aceito sem ter certeza do que quer, a chance da experiência não ser boa é grande. E se as coisas não forem como o planejado, sempre é possível reavaliar e partir para o plano B. Muito sucesso para quem irá buscar esse caminho!”

Que sejam anos incríveis para sua formação, Pedro.

Parabéns de toda a equipe DpF pela conquista, temos certeza de seu sucesso!!!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/04/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-04-17 00:00:002024-03-01 10:13:01Estudar em Harvard: sim, é possível!

5 curiosidades imperdíveis sobre a universidade de Yale

19 de fevereiro de 2019/52 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Fundada em 1701, a universidade de Yale carrega o título de terceira instituição de ensino superior mais antiga dos Estados Unidos.

Famosa pela excelência e tradição, não é à toa que faz parte da Ivy League — a liga que reúne as oito universidades americanas de maior prestígio.

Estudar em Yale significa ter a oportunidade de receber um dos melhores ensinos do mundo, além de vivenciar uma experiência única.

Com tanta fama, alunos e história passeando por seu campus, é natural que Yale seja lar de curiosidades interessantes. Quer conhecer as mais legais? Então confira este post!

1. Mudanças de nome

Assim que inaugurou, a universidade tinha um nome diferente daquele que tem hoje. Criada como The Collegiate School, apenas 17 anos depois — em 1718 — teve seu nome trocado para Yale. A mudança foi uma homenagem a Welsh Elihu Yale, comerciante considerado benfeitor pelas doações que fez à instituição.

2. Sociedade secreta

Yale é conhecida por abrigar sociedades secretas. Apesar do natural mistério que envolve esses tipos de grupos, alguns deles se tornaram bastante conhecidos ao longo dos tempos. O mais famoso é o Skull and Bones, fundado em 1832 e que existe até os dias de hoje.

Muito restrito, apenas 15 pessoas são admitidas no clube a cada ano. Entre seus seletos membros já estiveram alguns nomes importantes, como os dos políticos George W. Bush e John Kerry.

O que o grupo faz quando se reúne não dá para saber exatamente, mas isso não impede que sejam criadas muitas suposições — elas vão de grandes teorias conspiratórias illuminati até a acusação de que roubam itens colecionáveis de outros campi universitários.

3. Eventos estilo Harry Potter

Você já se imaginou participando de um daqueles banquetes do castelo de Hogwarts? Sabia que a universidade de Yale também oferece, anualmente, uma grande refeição festiva para seus calouros?

O cenário do evento guarda semelhanças com o filme Harry Potter: alunos reunidos em um grande salão, para um banquete formal, aproveitando as muitas delícias servidas e interagindo entre si.

4. Biblioteca rara e protegida

Existem muitas construções e ambientes notáveis em Yale e um dos principais é sua biblioteca de livros e manuscritos raros. O acervo do prédio é um dos mais importantes do mundo quando se fala de obras raras. Entre elas estão exemplares de grande valor histórico, como uma das 21 bíblias originais de Gutemberg.

O que também chama a atenção é a maneira como essa preciosa coleção é protegida. Para se ter uma ideia, toda a fachada da biblioteca conta com painéis de mármore para controlar a luz.

E não termina por ai. Aproximadamente 180 mil volumes do acervo ficam dentro de uma torre de vidro que só pode ser manuseada por funcionários. A segurança da torre é tanta que, no caso de uma emergência, ela cai em um cofre subterrâneo e as obras conseguem ser preservadas.

5. Manuscrito misterioso

O mais curioso manuscrito presente na biblioteca rara de Yale é o Manuscrito Voynich. Estudiosos acreditam que a obra foi escrita há 600 anos e, por muito tempo, vêm tentando decifrar o que está registrado ao longo de suas 240 páginas.

Com ilustrações de plantas, mulheres e uma linguagem aparentemente desconhecida, o objeto é considerado um dos mais misteriosos já encontrados.

Recentemente, um historiador britânico afirmou ter desvendado o manuscrito. Segundo ele, o conteúdo é relacionado à medicina medieval e fala sobre saúde feminina.

Outros especialistas, entretanto, refutam essa descoberta e acreditam que essa é mais uma suposição falha. Pelo jeito, o mistério ainda vai continuar.

Cenários cinematográficos, prédios espetaculares, sociedades secretas, livros misteriosos: as singularidades da universidade de Yale conseguem torná-la ainda mais fascinante.

As curiosidades presentes em seus corredores só confirmam que, além de ser uma das melhores, a instituição também pode ser considerada uma das mais marcantes devido a tudo que a cerca.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/02/imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.webp 862 1300 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-02-19 00:00:002023-12-20 09:04:355 curiosidades imperdíveis sobre a universidade de Yale

Qual o salário de recém-formados em universidades americanas?

14 de fevereiro de 2019/106 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar nos Estados Unidos tem muitas vantagens, uma vez que essa experiência proporciona grande contato com outra cultura, aprofundamento na língua inglesa (o idioma mais popular do mundo) e maiores oportunidades no mercado de trabalho.

Você deseja estudar fora e quer saber qual é o salário inicial dos formandos de universidades americanas? Então, vamos mostrar as médias salariais de acordo com os cursos e universidades, conforme o ranking do site Payscale. Confira!

Massachusetts Institute of Technology (MIT)

O Instituto de Tecnologia de Massachusetts, mais conhecido como MIT, localizado em Cambridge, no estado de Massachusetts, é uma universidade privada de pesquisa com bastante reconhecimento ao redor do mundo. Por isso, os formados na instituição recebem um dos maiores salários — o segundo maior dos Estados Unidos.

O instituto tem tradição e é conhecido pela pesquisa e educação em engenharia e em ciências físicas. Atualmente também passou a ter reconhecimento nas áreas de economia, biologia, administração e linguística.

O salário inicial dos profissionais formados na instituição em início de carreira costuma ser de US$ 83,6 mil anuais. Um profissional já estabelecido, após uma década do primeiro ano de faculdade, recebe quase o dobro — em média, mais de US$ 150 mil.

Um cientista de dados formado pelo MIT ganha um salário de US$ 115.263 por ano, uma média de mais de US$ 9 mil por mês. Já um engenheiro de software costuma ganhar US$ 107.845 anuais, enquanto um engenheiro aeroespacial recebe US$ 96.153. Por fim, um cientista de pesquisa tem um salário médio de US$ 103.604.

United States Merchant Marine Academy (USMMA)

A Academia da Marinha Mercante dos Estados Unidos (também conhecida como USMMA ou Kings Point), uma das cinco academias de serviço dos Estados Unidos, está localizada em Great Neck, Nova Iorque.

É uma instituição famosa por formar militares da marinha norte-americana e especialista nos cursos de navegação, relações internacionais e engenharia naval.

Um engenheiro marinho formado na instituição costuma receber um salário de US$ 83.353 por ano. Já os engenheiros portuários recebem ainda mais e tem uma média salarial de US$ 125.696. Os engenheiros mecânicos recebem US$ 79.238 anuais.

Um recém-formado da USMMA recebe em média US$ 80,8 mil, enquanto o profissional bem estabelecido ganha por volta de US$ 136,6 mil.

Harvard University

A Universidade de Harvard, uma das mais famosas e reconhecidas do mundo, é uma universidade privada que fica localizada na cidade de Cambridge, em Massachusetts, e os formados na instituição costumam receber os maiores salários do país.

Os profissionais em início de carreira ganham US$ 85,6 mil por ano e os especialistas que já se formaram há alguns anos recebem US$ 157,4 mil.

Um engenheiro de software que se forma em Harvard ganha em média US$ 105.496, enquanto um cientista de dados costuma receber US$ 114.338 anuais, os engenheiros elétricos ganham o salário médio de US$ 97.436.

Georgetown University

A Universidade de Georgetown é uma universidade privada católica e jesuíta de ensino superior localizada em Washington, DC, no distrito de Georgetown.

A instituição tem uma das mais tradicionais escolas de Direito dos EUA e um aluno formado na universidade ganha, em média, US$ 140.000 por ano (os recém-formados costumam receber um salário de US$ 65.700).

Um gerente de projetos gerais tem a remuneração média de US$ 73.977, um consultor de gerenciamento recebe US$ 83.891 por ano e um gerente de marketing ganha aproximadamente US$ 66.296.

Stevens Institute of Technology (SIT)

O Instituto de Tecnologia de Stevens é uma universidade de pesquisa privada e educacional que fica em Hoboken, Nova Jersey.

É uma das universidades mais antigas dos Estados Unidos (fundada em 1870) e oferece cursos de bacharelado, mestrado e doutorado especializados, principalmente, em Gestão da Tecnologia e Engenharia.

Após alguns anos do término da faculdade, os formandos na instituição recebem cerca de US$ 138,9 mil por ano. Já uma pessoa que se formou recentemente na instituição costuma ganhar US$ 73,6 mil.

Um engenheiro mecânico que concluiu a graduação no SIT tem o salário médio de US$ 67.048, um engenheiro de software recebe US$ 94.753 e um engenheiro de projetos costuma ter a remuneração de US$ 69.366 anuais.

Stanford University

A Universidade de Stanford, fundada em 1885, fica situada em Palo Alto, na Califórnia, e é uma das melhores e mais prestigiadas instituições do mundo. A universidade conta com um dos melhores salários iniciais dos formandos de universidades americanas, ficando em quarto lugar do ranking.

Um profissional formado em Stanford com mais de 10 anos de experiência recebe por volta de US$ 156.700 anuais, ao mesmo tempo em que um especialista com até 5 anos no mercado ganha a média de US$ 80,9 mil por ano.

Um engenheiro de software recebe um salário médio de US$ 114.492, um cientista de dados ganha US$ 113.530 e um cientista de pesquisa tem a remuneração por volta de US$ 99.082.

California Institute of Technology (Caltech)

O Instituto de Tecnologia da Califórnia, também conhecido como Caltech, fica localizado em Pasadena, no estado da Califórnia, e é uma instituição com tradição em engenharia e em ciências naturais.

Um profissional formado na Caltech em início de carreira recebe a remuneração de US$ 83,4 mil por ano, enquanto aqueles que já têm mais experiência costumam ganhar por volta de US$ 143,1 mil.

Um engenheiro de software recebe US$ 107.777, um cientista de dados ganha em média US$ 117.916, um pesquisador cientista tem a remuneração de US$ 99.996 e um engenheiro aeroespacial tem salário por volta de US$ 91.953 anuais.

É claro que no momento em que o estudante for escolher uma faculdade a expectativa salarial dos profissionais formados naquela instituição não deve ser a sua única preocupação, uma vez que outras questões como metodologia de ensino, a reputação da escola, o processo seletivo e até mesmo o campus são fatores que devem ser avaliados.

Entretanto, saber o salário inicial dos formandos de universidades americanas fornece uma base para que o estudante saiba como os alunos que estudaram em cada instituição de ensino são vistos pelo mercado de trabalho.

Gostou das nossas dicas? Então compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude os seus amigos a também conhecerem essas valiosas informações!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/02/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-02-14 00:00:002023-12-11 10:56:49Qual o salário de recém-formados em universidades americanas?

Conheça 6 brasileiros que estudaram em Harvard

14 de fevereiro de 2019/44 Comentários/em Carreira, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar em uma universidade fora do Brasil é um privilégio para poucos e uma oportunidade única. Imagine, então, se for na mais antiga e prestigiada faculdade dos Estados Unidos? Essa, por incrível que pareça, foi a realidade vivida por algumas pessoas: os brasileiros em Harvard.

Em meio a tantos nomes importantes nas mais diversas áreas, como é o caso de Mark Zuckerberg, Natalie Portman, Al Gore e Bill Gates, parece impossível imaginar que nossos conterrâneos façam parte da lista de alumni de uma instituição como Harvard, não é mesmo?

Hoje em dia, com a globalização crescente e os constantes programas de internacionalização das universidades (inclusive as que fazem parte da Ivy League), viver a experiência universitária norte-americana se tornou um plano cada vez mais palpável. Com algum planejamento e muito esforço, é possível conquistar esse passo e fazer parte desse seleto grupo.

Mas afinal, quem são esses brasileiros? Quais foram os seus feitos durante e após a universidade? Continue a leitura e confira a história de pessoas que tiveram a chance de estudar em uma das melhores universidades do mundo e de representar, nas terras do Tio Sam. o nosso país!

1. Jorge Paulo Lemman

Nascido em 26 de agosto de 1939, na cidade do Rio de Janeiro, o empresário e empreendedor Jorge Paulo Lemman tem origem brasileira e suíça. Ele estudou economia na Universidade de Harvard e hoje figura na lista de pessoas mais ricas de todo o planeta.

Fundador da empresa de laticínios Leco e com o nome ligado às Lojas Americanas, esse empreendedor adquiriu muito de sua visão de mercado ao estudar em Harvard. Hoje, o empresário atua no patrocínio de uma série de instituições ligadas à educação e aos esportes (especialmente o tênis, do qual ele foi jogador).

2. Eduardo Saverin

Nascido na cidade de São Paulo em 19 de março de 1982, você provavelmente já ouviu falar sobre Eduardo Luiz Saverin, mesmo que ainda não se lembre disso. Esse empreendedor é um dos nomes responsáveis pela criação do Facebook, junto com Mark Zuckerberg.

Retratado pelo ator Andrew Garfield no drama ‘’A Rede Social’’, de 2010, Eduardo teve uma ativa participação na formação da maior rede social dos dias atuais. Isso gerou, posteriormente, uma série de brigas na justiça pelos ganhos do site. Em Harvard, Eduardo cursou economia.

3. Renan Ferreirinha

Um dos mais jovens nomes a figurar a nossa lista, Renan Ferreirinha nasceu no estado do Rio de Janeiro e foi candidato a Deputado Estadual pelo estado nas eleições de 2018. As principais bandeiras levantadas pelo jovem diziam respeito à democratização da educação e ao aumento da visibilidade das pessoas mais jovens na sociedade.

A experiência internacional de Renan em Harvard com certeza expandiu os seus horizontes para que tudo isso seja colocado em prática. Em Harvard, Renan escolheu os cursos de Ciências Políticas e Economia, que ampliaram a sua visão política e o seu olhar crítico em relação não só ao Brasil, mas a toda a conjuntura política do planeta.

4. Larissa Maranhão

A alagoana Larissa Maranhão é um exemplo de perseverança e mostra que insistir em seus objetivos é fundamental para alcançá-los. A jovem foi rejeitada por Harvard em sua primeira tentativa de ingresso na universidade, mas persistiu e hoje faz parte da seleta lista de alumni dessa instituição.

Apesar de já ter sido aceita (e estar, inclusive, matriculada) na Universidade Federal do Rio de Janeiro, Larissa sonhava em estudar em Harvard e não descansou até receber a carta de aprovação.

Assim como outras pessoas de nossa lista, a jovem de Alagoas decidiu estudar Economia nos Estados Unidos. Esse é um curso em expansão cada vez mais significativa e que tem tudo para se tornar uma das áreas mais fundamentais nos próximos anos.

5. Pietro Leite

Pietro Leite é outro exemplo de força de vontade e da importância de um planejamento cuidadoso para entrar em universidades concorridas como Harvard. O jovem, que fez um extenso preparo para o processo seletivo, fala da importância da ajuda especializada para conquistar esse objetivo.

Para ele, o planejamento é fundamental. Assim como a Larissa, o Pietro fez um trabalho que durou anos, desde o seu ensino médio (que deve ser bem fundamentado, com bases sólidas e muito estudo) até o momento da tão sonhada aprovação.

Por isso, lembre-se que estudar em Harvard é possível, desde que você comece o quanto antes a se preparar e siga à risca as recomendações de seu orientador. Afinal, são muitos testes e etapas até a chegada da carta que mudará a sua vida!

6. Tábata Amaral de Pontes

Por fim, citaremos a história de Tábata Amaral de Pontes, uma das mais jovens Deputadas Federais do Brasil. Nascida em 14 de novembro de 1993, na periferia de São Paulo, em uma região pobre na zona sul, Tábata persistiu e chegou ao ponto de ser uma estudante da Universidade de Harvard.

Tendo sua educação em escola pública, a jovem precisou ralar muito para alcançar os seus colegas em termos de conteúdo. No entanto, a sua disciplina foi fundamental para garantir a tão sonhada vaga nessa universidade, onde cursou Ciências Políticas e Astrofísica.

Hoje, eleita como a sexta deputada mais votada pelo estado de São Paulo, Tábata tem um árduo trabalho pela frente: o de mostrar como a educação pode efetivamente mudar o mundo e inserir políticas que democratizem o ensino para camadas mais pobres, fazendo com que, no futuro, outros jovens periféricos tenham a mesma oportunidade que ela teve.

E aí, gostou de conhecer um pouco sobre os brasileiros em Harvard? Que tal fazer parte dessa lista em uma publicação futura? Para isso, inicie o quanto antes a sua preparação e conte com a orientação de uma equipe especializada, que fará com que as suas chances de entrar em uma faculdade renomada sejam muito maiores!

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