Para muitos brasileiros, a ideia de ter um desconhecido como colega de quarto na faculdadepode soar estranha. Nas universidades dos Estados Unidos, porém, a cultura do roommate é muito forte e são raros os alunos que escolhem ou têm a oportunidade de dormir em um aposento individual.
Em algumas universidades, esse tipo de quarto é exclusivo para pessoas do segundo, terceiro ou quarto anos de faculdade e/ou que cumpram certos requisitos — como um GPA acima de 3.5, praticar um esporte específico ou fazer parte de determinada fraternidade/irmandade.
Assim, todos os calouros têm que passar por essa experiência, mas ela não é ruim; na verdade, é até mesmo importante, e é sobre isso que falamos neste artigo. Continue lendo para conhecer as vantagens de ter um roommate e confira algumas dicas para manter uma relação saudável com seu colega de quarto!
Os benefícios de contar com um colega de quarto
O roommate, assim como você, é um aluno da faculdade que está longe de casa e iniciando uma nova experiência. Trata-se da pessoa com quem você conviverá de forma direta, por dividir as rotinas do dia a dia, dificuldades e até mesmo as trapalhadas de quem não tem muita experiência em “se virar” sozinho!
As universidades costumam reunir duas pessoas desconhecidas, possivelmente de países diferentes, mas que tenham comportamentos e hábitos similares. Assim, possibilitam a experiência de ter contato com uma nova cultura, apender um idioma, mas ao lado de uma pessoa com características parecidas, a fim de evitar conflitos.
O roommate é um parceiro, por isso, contar com ele no primeiro ano traz diversas vantagens:
Facilita a transição
Os colegas de quarto são indivíduos que estão passando pela mesma situação e compreendem a dificuldade de se adequar a uma nova rotina, viver longe dos pais ou até se adaptar à cultura e sociedade de um país novo.
Assim, roommates podem ser grandes aliados nesse processo de transição, dando apoio ao compreender verdadeiramente as angústias comuns aos calouros nessa fase. Seu colega é alguém com quem você pode conversar, pedir ajuda e esclarecer dúvidas quando tiver dificuldades.
Conecta você a uma pessoa com costumes parecidos
Como dito, as universidades fazem o possível para que os colegas de quarto tenham um “match” perfeito. As instituições pedem que calouros preencham formulários sobre seus hábitos diários — horários de acordar/dormir, hábitos de limpeza, costume de ingerir álcool, entre outros — para conectar pessoas com hábitos parecidos.
Desse modo, o risco de conflitos sobre atividades do dia a dia diminui substancialmente. Ademais, os alunos podem conviver com indivíduos que compartilham certos gostos e aspectos de personalidade similares, favorecendo a relação entre eles.
Ajuda na sociabilização
Ter um roommate pode dar um boost no ciclo social dos estudantes, principalmente no caso de pessoas mais tímidas. O colega de quarto pode incentivar a participar de eventos sociais e atividades extracurriculares diferentes, ajudar a conhecer pessoas, além de garantir que você tenha sempre uma companhia para ir a eventos, shows e festas.
Sendo um calouro, pensar em fazer tudo isso sozinho poderia gerar certo constrangimento — você poderia se sentir um “peixe fora d‘água”. Mas, com o colega de quarto, será mais fácil já chegar a esses locais acompanhado e tendo com quem dividir experiências.
Promove o intercâmbio cultural
Dividir o quarto com um colega é uma ótima oportunidade para conhecer melhor uma pessoa com uma história de vida diferente. O contato com indivíduos de outras culturas é crucial para o crescimento pessoal de um aluno e contribui para o desenvolvimento da empatia.
Também trabalha a curiosidade perante o novo, o conhecimento de mundo e as habilidades novas no decorrer do dia a dia, como a aprendizagem de uma nova língua com um falante nativo. Essa experiência de intercâmbio cultural é tão valorizada pelas universidades que algumas até evitam deixar dois estudantes do mesmo país juntos.
Integra o aluno na comunidade da universidade
Em muitas universidades americanas, os dormitórios são os centros da vida social. Na Universidade de Chicago, por exemplo, os estudantes são divididos em “casas” nos seus dormitórios, as quais fornecem suporte acadêmico e social aos membros.
Dessa forma, viver junto aos membros de uma comunidade torna-se um aspecto de extrema importância para a experiência universitária dos alunos, permitindo que os jovens criem um senso comunitário e de pertencimento a um grupo desde o primeiro ano.
Fornece ajuda em situações de necessidade
O roommate tem mais facilidade em notar quando o estudante está precisando de ajuda emocional, pois perceberá facilmente uma mudança de hábitos ou atitude. Dessa forma, viver com alguém garante que a comunidade da universidade — ou, no mínimo, uma pessoa — fique ciente de que um aluno está passando por dificuldades.
Ao estar longe de casa e da família, esses momentos podem acontecer, seja por saudade, alguma dificuldade de adaptação ou com as matérias da faculdade. Então, o colega de quarto possibilita que o jovem receba apoio emocional de outros estudantes para não se sentir sozinho.
Os roommates também podem ajudar uns aos outros em caso de algum deles ficar doente, como comunicando a um staff rapidamente, caso necessário, notando possíveis pioras durante a noite ou até fazendo pequenos “mimos”, como levar comida ao estudante.
Dicas para ser um bom roommate
Dividir o quarto, mesmo que seja com um irmão, pode ser muito difícil e gerar conflitos, que dirá, então, de fazer essa divisão com uma pessoa desconhecida? É por isso que o ideal é que ambos procurem manter boas práticas para tornar essa convivência amigável.
Pensando nisso, listamos algumas dicas para que você saiba como ser um bom roommate e não tenha nenhuma dificuldade para dividir o mesmo espaço com outra pessoa. Veja!
Siga as regras
É interessante que você e seu colega de quarto estabeleçam algumas regras de boa convivênciacom as quais ambos estejam de acordo. Você pode fazer essa proposta para ele a fim de evitar situações desagradáveis e mal entendidos. Mas lembre-se de que, ao estabelecer regras, é precisa segui-las.
Respeite o espaço do outro
O quarto é dividido entre vocês dois, o que significa que cada um tem o seu espaço. É fundamental que você respeite o que é do outro, evite ocupar mais do que deveria, além de não mexer naquilo que não é seu. Sempre peça autorização para usar algo do seu colega e mantenha o que é seu no seu espaço.
Mantenha a organização
A bagunça pode surgir, é verdade, mas o ideal é que você arrume aquilo que bagunçar. O correto é deixar o espaço como estava antes de passar por ali, colocando as coisas em seu devido lugar depois de usar e não deixar tudo para o outro fazer.
Seja cauteloso com a higiene
Além da organização, é fundamental manter uma boa higiene, tanto a pessoal quanto a do próprio espaço. Tudo o que você sujar procure limpar para que nada fique acumulado. Isso é importante para a boa convivência, mas também para que o quarto se mantenha saudável.
Tenha bom senso
Detalhes do dia a dia fazem toda a diferença para manter uma boa relação com o colega de quarto, como usar o fone de ouvido, não fazer barulho até tarde, apagar a luz quando ele for dormir, não tagarelar se ele não quiser conversar, entre outros. O bom senso é fundamentalpara não se tornar inconveniente ou chato.
Se, mesmo assim, a convivência não der certo, os calouros podem trocar de colega de quarto depois de um tempo. A cultura americana de roommate permite que os estudantes, nos anos seguintes, escolham viver com seus melhores amigos durante a faculdade.
Seja um futuro melhor amigo ou apenas um colega de quarto, ter um roommate é uma experiência fundamental para um universitário nos Estados Unidos. Essa convivência e parceria facilita a vida dos estudantes e promove momentos inesquecíveis, além do desenvolvimento de habilidades valiosas para complementar a formação.
Você tem alguma dica de convivência com colegas de quarto? Já viveu essa experiência? Deixe seu comentário e conte para a gente!
Roommate – por que ter um colega de quarto é muito importante no primeiro ano?
/92 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaPara muitos brasileiros, a ideia de ter um desconhecido como colega de quarto na faculdadepode soar estranha. Nas universidades dos Estados Unidos, porém, a cultura do roommate é muito forte e são raros os alunos que escolhem ou têm a oportunidade de dormir em um aposento individual.
Em algumas universidades, esse tipo de quarto é exclusivo para pessoas do segundo, terceiro ou quarto anos de faculdade e/ou que cumpram certos requisitos — como um GPA acima de 3.5, praticar um esporte específico ou fazer parte de determinada fraternidade/irmandade.
Assim, todos os calouros têm que passar por essa experiência, mas ela não é ruim; na verdade, é até mesmo importante, e é sobre isso que falamos neste artigo. Continue lendo para conhecer as vantagens de ter um roommate e confira algumas dicas para manter uma relação saudável com seu colega de quarto!
Os benefícios de contar com um colega de quarto
O roommate, assim como você, é um aluno da faculdade que está longe de casa e iniciando uma nova experiência. Trata-se da pessoa com quem você conviverá de forma direta, por dividir as rotinas do dia a dia, dificuldades e até mesmo as trapalhadas de quem não tem muita experiência em “se virar” sozinho!
As universidades costumam reunir duas pessoas desconhecidas, possivelmente de países diferentes, mas que tenham comportamentos e hábitos similares. Assim, possibilitam a experiência de ter contato com uma nova cultura, apender um idioma, mas ao lado de uma pessoa com características parecidas, a fim de evitar conflitos.
O roommate é um parceiro, por isso, contar com ele no primeiro ano traz diversas vantagens:
Facilita a transição
Os colegas de quarto são indivíduos que estão passando pela mesma situação e compreendem a dificuldade de se adequar a uma nova rotina, viver longe dos pais ou até se adaptar à cultura e sociedade de um país novo.
Assim, roommates podem ser grandes aliados nesse processo de transição, dando apoio ao compreender verdadeiramente as angústias comuns aos calouros nessa fase. Seu colega é alguém com quem você pode conversar, pedir ajuda e esclarecer dúvidas quando tiver dificuldades.
Conecta você a uma pessoa com costumes parecidos
Como dito, as universidades fazem o possível para que os colegas de quarto tenham um “match” perfeito. As instituições pedem que calouros preencham formulários sobre seus hábitos diários — horários de acordar/dormir, hábitos de limpeza, costume de ingerir álcool, entre outros — para conectar pessoas com hábitos parecidos.
Desse modo, o risco de conflitos sobre atividades do dia a dia diminui substancialmente. Ademais, os alunos podem conviver com indivíduos que compartilham certos gostos e aspectos de personalidade similares, favorecendo a relação entre eles.
Ajuda na sociabilização
Ter um roommate pode dar um boost no ciclo social dos estudantes, principalmente no caso de pessoas mais tímidas. O colega de quarto pode incentivar a participar de eventos sociais e atividades extracurriculares diferentes, ajudar a conhecer pessoas, além de garantir que você tenha sempre uma companhia para ir a eventos, shows e festas.
Sendo um calouro, pensar em fazer tudo isso sozinho poderia gerar certo constrangimento — você poderia se sentir um “peixe fora d‘água”. Mas, com o colega de quarto, será mais fácil já chegar a esses locais acompanhado e tendo com quem dividir experiências.
Promove o intercâmbio cultural
Dividir o quarto com um colega é uma ótima oportunidade para conhecer melhor uma pessoa com uma história de vida diferente. O contato com indivíduos de outras culturas é crucial para o crescimento pessoal de um aluno e contribui para o desenvolvimento da empatia.
Também trabalha a curiosidade perante o novo, o conhecimento de mundo e as habilidades novas no decorrer do dia a dia, como a aprendizagem de uma nova língua com um falante nativo. Essa experiência de intercâmbio cultural é tão valorizada pelas universidades que algumas até evitam deixar dois estudantes do mesmo país juntos.
Integra o aluno na comunidade da universidade
Em muitas universidades americanas, os dormitórios são os centros da vida social. Na Universidade de Chicago, por exemplo, os estudantes são divididos em “casas” nos seus dormitórios, as quais fornecem suporte acadêmico e social aos membros.
Dessa forma, viver junto aos membros de uma comunidade torna-se um aspecto de extrema importância para a experiência universitária dos alunos, permitindo que os jovens criem um senso comunitário e de pertencimento a um grupo desde o primeiro ano.
Fornece ajuda em situações de necessidade
O roommate tem mais facilidade em notar quando o estudante está precisando de ajuda emocional, pois perceberá facilmente uma mudança de hábitos ou atitude. Dessa forma, viver com alguém garante que a comunidade da universidade — ou, no mínimo, uma pessoa — fique ciente de que um aluno está passando por dificuldades.
Ao estar longe de casa e da família, esses momentos podem acontecer, seja por saudade, alguma dificuldade de adaptação ou com as matérias da faculdade. Então, o colega de quarto possibilita que o jovem receba apoio emocional de outros estudantes para não se sentir sozinho.
Os roommates também podem ajudar uns aos outros em caso de algum deles ficar doente, como comunicando a um staff rapidamente, caso necessário, notando possíveis pioras durante a noite ou até fazendo pequenos “mimos”, como levar comida ao estudante.
Dicas para ser um bom roommate
Dividir o quarto, mesmo que seja com um irmão, pode ser muito difícil e gerar conflitos, que dirá, então, de fazer essa divisão com uma pessoa desconhecida? É por isso que o ideal é que ambos procurem manter boas práticas para tornar essa convivência amigável.
Pensando nisso, listamos algumas dicas para que você saiba como ser um bom roommate e não tenha nenhuma dificuldade para dividir o mesmo espaço com outra pessoa. Veja!
Siga as regras
É interessante que você e seu colega de quarto estabeleçam algumas regras de boa convivênciacom as quais ambos estejam de acordo. Você pode fazer essa proposta para ele a fim de evitar situações desagradáveis e mal entendidos. Mas lembre-se de que, ao estabelecer regras, é precisa segui-las.
Respeite o espaço do outro
O quarto é dividido entre vocês dois, o que significa que cada um tem o seu espaço. É fundamental que você respeite o que é do outro, evite ocupar mais do que deveria, além de não mexer naquilo que não é seu. Sempre peça autorização para usar algo do seu colega e mantenha o que é seu no seu espaço.
Mantenha a organização
A bagunça pode surgir, é verdade, mas o ideal é que você arrume aquilo que bagunçar. O correto é deixar o espaço como estava antes de passar por ali, colocando as coisas em seu devido lugar depois de usar e não deixar tudo para o outro fazer.
Seja cauteloso com a higiene
Além da organização, é fundamental manter uma boa higiene, tanto a pessoal quanto a do próprio espaço. Tudo o que você sujar procure limpar para que nada fique acumulado. Isso é importante para a boa convivência, mas também para que o quarto se mantenha saudável.
Tenha bom senso
Detalhes do dia a dia fazem toda a diferença para manter uma boa relação com o colega de quarto, como usar o fone de ouvido, não fazer barulho até tarde, apagar a luz quando ele for dormir, não tagarelar se ele não quiser conversar, entre outros. O bom senso é fundamentalpara não se tornar inconveniente ou chato.
Se, mesmo assim, a convivência não der certo, os calouros podem trocar de colega de quarto depois de um tempo. A cultura americana de roommate permite que os estudantes, nos anos seguintes, escolham viver com seus melhores amigos durante a faculdade.
Seja um futuro melhor amigo ou apenas um colega de quarto, ter um roommate é uma experiência fundamental para um universitário nos Estados Unidos. Essa convivência e parceria facilita a vida dos estudantes e promove momentos inesquecíveis, além do desenvolvimento de habilidades valiosas para complementar a formação.
Você tem alguma dica de convivência com colegas de quarto? Já viveu essa experiência? Deixe seu comentário e conte para a gente!
TOEFL ITP e TOEFL IBT: qual a diferença entre elas?
/92 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra ForaAs faculdades dos Estados Unidos exigem que aplicantes estrangeiros atestem seu nível na língua por meio de exames de proficiência, como o TOEFL, para que o estudante possa iniciar os estudos em uma instituição americana. Normalmente, os resultados da avaliação são requisitados pelo departamento de admissão, assim como históricos escolares, diplomas e, eventualmente, redações sobre temas específicos.
Neste artigo, vamos focar em duas das principais modalidades desse exame: o TOEFL ITP E TOEFL IBT. Apontaremos suas principais características e a forma como a pontuação é computada. Ao fim, você vai enxergar com clareza a diferença entre as duas certificações. Confira!
Como funciona o TOEFL?
Para começar, vamos entender o significado de TOEFL. Trata-se de um acrônimo para Test of English as a Foreign Language, que pode ser traduzido como Teste de Inglês como Segunda Língua. Como o nome deixa claro, o exame é utilizado para avaliar o nível de inglês em pessoas cuja língua nativa é outra.
Em relação à pontuação, não existe o conceito de passar ou reprovar. Cada instituição de ensino estabelece uma nota mínima a ser alcançada para que a aplicação do estudante seja considerada. Portanto, é importante conhecer os requisitos das universidades para as quais deseja aplicar.
Muitas vezes, a pontuação exigida varia dentro da mesma universidade. É comum que cursos de curta duração sejam mais brandos nesse quesito, enquanto currículos de pós-graduação tendem a ser mais exigentes. O TOEFL conta com cinco categorias, sendo duas delas — Primary e Junior — destinadas ao público infantil.
As outras três são o TOEFL PBT, TOEFL ITP e TOEFL IBT. O primeiro é uma versão em papel do exame, aplicada apenas em países com restrições no acesso à internet. As outras duas, portanto, são as mais relevantes e serão o tema do restante deste artigo. Continue a leitura.
O que é o TOEFL IBT?
A sigla IBT significa Internet Based Test, ou seja, indica que esse exame é realizado de forma online. Trata-se da versão mais completa da prova, abordando as quatro habilidades consideradas essenciais para o ingresso em uma faculdade americana: compreensão de texto, compreensão de voz, escrita e oralidade.
Essa modalidade é solicitada pela maioria das instituições dos Estados Unidos, principalmente aquelas que oferecem cursos de maior duração. Embora seja feito pela internet, o participante não tem a opção de realizá-lo em casa. É necessário, portanto, marcar um horário em uma das unidades que oferecem o TOEFL.
Com duração de 4 horas, o exame é dividido em quatro seções. A primeira é nomeada reading e tem um tempo limite de 60 a 80 minutos. São apresentados ao candidato uma série de artigos acadêmicos e perguntas relacionadas a eles.
Depois vem o listening, com tempo limite de 60 a 90 minutos. Nessa parte, o aplicante escuta palestras, discussões e conversas para, ao fim, responder perguntas relacionadas aos conteúdos apresentados. Ao fim dessa seção há um intervalo de 10 minutos.
Depois de recarregar as energias, vem a parte de speaking, em que o prestador do exame deve responder, utilizando o headset disponibilizado, a algumas questões apresentadas. Vinte minutos depois inicia-se o writing, que cobra o sustento de uma opinião por meio de linguagem escrita.
Cada uma das seções da prova valem exatos 30 pontos, sendo 120 a pontuação máxima do exame.
O que é o TOEFL ITP?
Diferentemente da modalidade apresentada no tópico anterior, o TOEFL ITP é realizado de forma completamente offline, sem o uso de computador. Portanto, a prova é feita com o uso de lápis e papel. Outra diferença em relação ao TOEFL IBT é o formato: são apenas três seções.
O exame é dividido entre compreensão auditiva, compreensão de texto e estrutura da língua. Por ser menos extensa, a prova é realizada no período de duas horas, sem necessidade de intervalo. Devido a sua característica menos complexa, o exame é geralmente requisitado para a realização de cursos de menor duração.
No que diz respeito ao formato, o teste inicia na seção Listening Comprehension. São 50 questões de múltipla escolha que devem ser respondidas de acordo com o conteúdo de um áudio. A atenção nessa etapa é fundamental, já que não é possível parar ou repetir a reprodução.
A etapa seguinte é a Structure and Written Expression e apresenta 40 questões. Parte delas desafia o aplicante a identificar erros gramaticais, enquanto a outra pede o preenchimento de espaços vazios em sentenças. Por fim, vem Reading Comprehension.
Essa seção consiste em 5 textos com 10 perguntas cada. Os assuntos abordados em cada texto variam, mas as respostas podem sempre ser encontradas a partir de uma leitura atenta e detalhista.
Qual tipo de certificação escolher?
Antes de definir qual modalidade do exame melhor se aplica para a sua situação, é imprescindível pedir uma recomendação para a escola em questão. Geralmente, programas de estudo que lidam com um nível mais avançado exigem a realização do TOEFL IBT.
Por outro lado o TOEFL ITP é muito requisitado por instituições que oferecem cursos em um grau hierárquico menor que a graduação. Portanto, se o objetivo é estudar inglês no exterior ou participar de aulas de um conteúdo específico, essa pode ser a melhor opção.
Em todos os casos, é importante conhecer todos os pré-requisitos da instituição acadêmica. Isso porque, como já mencionamos, a equipe de admissão é responsável por estabelecer a nota mínima para o ingresso do aluno.
As certificações TOEFL ITP e TOEFL IBP são aceitas em diversas escolas, cursos e universidades nos Estados Unidos. Por meio do resultado desses exames, o aluno pode provar seu nível de inglês, informação que é utilizada tanto no processo de aplicação, quanto no nivelamento das disciplinas.
E então, ficaram claras as diferenças entre TOEFL ITP E TOEFL IBT? Para ficar por dentro de mais conteúdos como este, siga nossas redes sociais. Estamos presentes no Facebook e no Instagram!
Seguro-saúde internacional: entenda a sua importância
/62 Comentários/em Dicas /por Daqui pra ForaAlém das malas prontas e da documentação em mãos, você sabia que o seguro-saúde internacional é obrigatório para quem vai estudar fora? Sim!
Além disso, ele facilita a nova vida e traz muitas vantagens para quem o contrata. Por isso, é essencial incluí-lo no planejamento, se você organiza uma estadia longa no exterior.
A maioria das universidades no exterior tem parcerias com seguradoras e já indicam a melhor empresa local para os estudantes fecharem seus planos.
Além disso, elas também contam com excelentes estruturas de enfermarias internas, à qual recomendamos aos alunos recorrerem antes de buscar hospitais ou médicos do plano. A universidade dará todo o apoio necessário ou encaminhará para o especialista adequado.
Conheça, agora, as informações mais importantes e saiba o que conferir na hora de fazer o seu!
Como contratar o seguro-saúde internacional?
Existem muitas empresas especializadas em seguro saúde internacional e os planos funcionam de maneiras diferentes do Brasil. Não são todas as especialidades que os convênios cobrem, por exemplo.
Os valores podem variar, quanto maior a cobertura, mais caro o plano médico. Aqui, vale a pena mensurar o custo-benefício, se o aluno precisa de demandas urgentes ou algo de acordo com a rotina de cada um.
A contratação não é imediata e precisa de um cadastro prévio, com informações pessoais pedidas pela seguradora. Por isso, não deixe para contratar em cima da hora, pois poderá atrasar o processo e você pode fazer direto com a seguradora que preferir.
Você não recebe uma carteirinha em casa após contratar o plano. Para isso, é necessário entrar no site e solicitar o documento comprovando a sua solicitação, juntamente com o número de identificação que você precisará apresentar na hora de utilizar.
Qual seguro-saúde internacional contratar?
O Health Insurance, como é chamado o acordo, pode ser feito por diferentes empresas. A quantidade é enorme, basta que o aluno e sua família escolham, conforme as necessidades.
Algumas das seguradoras que você pode conhecer:
Como comentamos anteriormente, algumas universidades têm parcerias com empresas e, assim, o aluno precisará contratar aquela que for indicada, escolhendo entre as opções mais adequadas.
Também, vale conhecer melhor cada tipo de contrato, bem como os lugares que aceitam o convênio, buscando sempre a praticidade e segurança nos atendimentos.
Quais são os tipos de seguro-saúde internacional?
São dois os tipos mais conhecidos de seguros saúde internacionais: o Health Maintenance Organization (HMO) e o Preferred Provider Organization (PPO), e a principal diferença entre eles se refere à flexibilidade.
Enquanto ao contratar o PPO, você pode ser atendido por médicos ou instituições de qualquer rede, mesmo a que não contratou. No HMO, você está restrito a atendimentos conveniados (exceto em caso de emergência).
Outro ponto, é que o HMO deve custar menos, justamente pelo fato de limitar os atendimentos. Também, a primeira consulta do aluno sempre passará pelo clínico geral, o Primary Care Physician, que vai avaliar o paciente e, se houver necessidade, encaminhar para o especialista. Já no PPO, você pode escolher passar direto para um especialista.
As universidades também são bem equipadas com enfermarias de qualidade, por isso, consulte a da sua, antes de se dirigir ao hospital. Assim, você pode resolver sem precisar usar o seguro.
Como funciona a cobertura?
Nem sempre o seguro saúde internacional privado funciona com método de reembolso, ou seja, quando o turista efetua os devidos pagamentos nas consultas e depois solicita a devolução dos valores. Para isso, é preciso entender alguns termos previstos em contrato, como:
Deductible
Deductible é o valor que mostra quanto o estudante vai pagar, de maneira integral, até que o ressarcimento passe a valer. Ou seja, é possível escolher uma quantia e, até que as despesas não cheguem a esse preço, quem arca com os custos é o aluno, sem a possibilidade de reembolso. Esse custo é cumulativo pelo período válido.
Isso não significa que a seguradora paga totalmente os seus gastos após atingir o teto do Deductible, isso vai depender da modalidade escolhida na hora da compra. As informações detalhadas sobre quais valores para cada especialidade, o aluno recebe junto da apólice. Por isso, esteja atento a esses pontos, até mesmo, depois da contratação.
Coinsurance
Outro ponto importante a conhecer na cobertura do seguro é o Coinsurance, é ele que vai definir as suas divisões com o plano após ultrapassar o Deductible. Nem sempre a divisão é exatamente igual, pode ser apenas uma porcentagem, isso depende do contrato e da seguradora.
Copayment
Caso os valores do seu Deductible sejam ultrapassados, podem haver custos extras com consultas ou emergências, mas isso é previamente definido com a companhia, chamado de Copayment.
Além disso, é possível definir um teto máximo a ser gasto com o amparo, chamado de Out-of-pocket maximum/limit. Caso esse valor passe o estipulado, quem arca com as despesas totais é o seguro. Por isso, programe-se antes mesmo de contratar o seu seguro saúde internacional.
Importante ressaltar que um plano dificilmente cobre todas as especialidades, portanto, fique atento a isso e escolha as mais adequadas. Em especial, sobre a forma de usá-lo, uma vez que, não seguidos corretamente os procedimentos, você não terá o atendimento coberto.
Vantagens em contratar o seguro-saúde internacional
O principal benefício em ter um seguro saúde internacional é a despreocupação em caso de imprevistos, além da redução de custos, uma vez que os atendimentos médicos no exterior são extremamente altos.
Além disso, é muito comum, ao visitar pela primeira vez um país, ter dificuldades com a mudança de clima ou, até mesmo, por conta da alimentação diferenciada, por exemplo, e nunca se sabe quando se precisará de atendimento médico.
O benefício também pode ser usado a qualquer momento durante os estudos no exterior, não apenas em casos de emergência. Ou seja, contratar um seguro-saúde internacional é sinônimo de amparo mesmo longe de casa.
Por quanto tempo contratar o seguro-saúde?
Já que é um procedimento obrigatório, que tem como objetivo auxiliar no que for preciso fora do país, compre por todo o período de estudo. Assim, você vai ter mais segurança sob todas as possibilidades listadas.
Portanto, além de pesquisar sobre a faculdade ou como funciona a seleção de alunos, é importante também se atentar na hora de contratar seu seguro-saúde internacional.
Inclua a contratação do seguro-saúde internacional no seu checklist para estudar no exterior e conte com a assistência da Daqui pra Fora para realizar esse seu sonho. Nosso time de especialistas está à sua disposição.
Entenda como escolher uma faculdade no Canadá
/110 Comentários/em Canadá, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEstudar no exterior é o desejo de muitos brasileiros. E um dos locais preferidos para a realização dos estudos é o Canadá, uma vez que o país é conhecido por proporcionar excelente qualidade de vida e ainda conta com um ótimo sistema de ensino.
No entanto, após a escolha do país para realizar os estudos, é comum surgir a dúvida: como escolher uma faculdade? Nesse momento, é importante considerar que existem algumas diferenças entre as instituições do Brasil e do Canadá.
Se você quer conhecer mais a respeito das faculdades do Canadá, acompanhe o post que vamos apresentar todos os detalhes. Confira!
Como escolher uma faculdade no Canadá?
Para fazer a escolha certa é importante ficar atento a alguns pontos no momento de selecionar uma faculdade no Canadá. Veja as nossas dicas sobre o tema!
Analise as suas expectativas em relação à graduação
É claro que é fundamental considerar alguns aspectos da cidade em que se pretende morar, como clima, ambiente local, os tipos de moradia ofertados, a localização da faculdade, atividades extracurriculares e até mesmo o custo de vida.
Mas também é importante o aluno levar em consideração os professores que lecionam na instituição de ensino escolhida e o que ela promete oferecer.
Para tanto, é importante realizar uma autoanálise sobre os seus talentos, seus desejos para o futuro e seus sonhos para escolher de maneira estratégica a instituição que deseja estudar.
Confira a grade de disciplinas dos cursos em cada faculdade
Outro passo fundamental é verificar se a faculdade escolhida tem em sua grade as disciplinas do curso que você pretende fazer e se o departamento da sua área de graduação tem boa reputação.
Além disso, também é importante verificar se as matérias ofertadas pela instituição atendem às suas expectativas.
Pesquise ainda pelos diferenciais da instituição de ensino, como o corpo discente e as suas premiações, cursos extras e laboratórios — a Carleton University, localizada na cidade de Ottawa, capital do Canadá, por exemplo, permite que os alunos realizem pesquisas práticas em seus laboratórios desde o primeiro ano da faculdade.
Os alunos que desejam um atendimento mais individualizado durante as aulas devem buscar pelas faculdades menores — determinadas instituições têm turmas que contam com apenas poucos alunos.
Já os estudantes que desejam ter interação com outras pessoas e vivenciar um ambiente multicultural podem optar pelas instituições de ensino maiores.
Assim, a melhor instituição de ensino sempre será a que tiver o curso que você deseja realizar e uma grade curricular que atenda às suas expectativas.
Compreenda as diferenças entre college e university
No Canadá existem dois modelos de instituição — college e university — que se diferenciam na forma de ensino em cada um.
O objetivo da university é formar o estudante bacharel em uma determinada área do conhecimento. Assim como as universidades brasileiras, podem alternar entre um aprendizado teórico e prático, podendo haver foco em pesquisa.
Esse modelo de instituição fornece diploma de graduação ao final e é o mais recomendado para as pessoas que pretendem seguir carreira na área escolhida.
Os cursos nas universidades do Canadá também duram, em média, 4 anos. Caso seja na área da saúde ou educação, por exemplo, costumam ocorrer em período integral.
Já os colleges oferecem cursos mais técnicos, com o objetivo de preparar o estudante diretamente para o mercado de trabalho. Não fornecem diploma de bacharel, de modo que o estudante com intenção de cursar uma graduação, ainda precisará ingressar em uma universidade.
Os cursos nos colleges costumam ter duração que podem variar de 6 meses a 4 anos.
Verifique a forma de ingresso na faculdade
Após selecionar algumas instituições que gostaria de estudar, o aluno deve considerar o processo seletivo de cada uma delas, uma vez que cada faculdade canadense tem a sua forma própria de seleção. Assim, para obter a aprovação é fundamental conhecer a forma de ingresso e observar toda a documentação solicitada.
Para a realização desse processo, chamado de application, é preciso inicialmente realizar uma inscrição no site da instituição.
Em geral, os documentos solicitados são o certificado de conclusão do ensino médio e a sua tradução juramentada, o histórico escolar e o comprovante de proficiência em inglês ou francês, sendo que a pontuação mínima varia de acordo com os critérios de cada faculdade e do curso escolhido.
Quando o idioma escolhido for o inglês, os testes que costumam ser aceitos para certificar a proficiência na língua são:
Assim, na prática, o ideal é que as informações sejam verificadas junto à instituição que se pretende estudar, uma vez que os critérios, requisitos e até mesmo o teste de proficiência solicitado podem variar de uma para outra.
Fique atento ao período de inscrição
No Canadá, o ano letivo ocorre em um período diferente do Brasil, por isso é preciso ficar atento às datas para inscrição, processo seletivo, matrícula e mesmo do começo das aulas — o ideal é que o aluno tenha ao menos um ano para se candidatar a uma vaga em uma faculdade canadense.
O ano letivo das escolas e das faculdades no Canadá tem início em setembro e término em maio, antes do verão. Enquanto no Brasil, as instituições de ensino superior, em geral, têm processos seletivos tanto em janeiro quanto em agosto.
Dessa maneira, durante todo o processo é essencial que o aluno se mantenha em contato com a instituição para tirar as suas dúvidas, ficar atento a todas as informações e ainda demonstrar interesse pela admissão.
Tenha uma boa consultoria durante o processo
Como vimos, existem diversos passos que devem ser seguidos e cuidados que precisam ser tomados para que o desejo de estudar em uma faculdade no Canadá dê certo.
Portanto, para não cometer qualquer equívoco que comprometa o processo, o ideal é contar com uma consultoria que preste auxílio ao estudante e à sua família durante todo o período.
Apenas uma boa consultoria é capaz de indicar as melhores instituições de ensino, ajudá-lo com o processo seletivo, com a documentação necessária durante o procedimento para a emissão do visto e em muitos outros fatores.
Agora que você já sabe como escolher uma faculdade no Canadá, basta seguir as nossas dicas e procurar pelos cursos e pelas instituições de ensino que mais o agradam para acertar na sua escolha e ter uma graduação internacional no currículo.
Se você quer estudar fora, não perca tempo e fale com a gente, nós podemos ajudá-lo. Preencha o formulário abaixo e converse com o nosso time de especialistas.
Conheça as 6 melhores faculdades da Inglaterra
/121 Comentários/em Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaEstudar na terra da rainha é uma oportunidade de ouro para ter acesso a uma educação de qualidade, aprimorar a compreensão da língua inglesa e passar por uma rara experiência cultural. Somados, todos esses pontos representam uma grande vantagem ao desenvolvimento pessoal e profissional de uma pessoa.
Naturalmente, antes de realizar o investimento no futuro do jovem, é fundamental conhecer as melhores faculdades da Inglaterra, é possível conduzir o processo da forma mais benéfica para o estudante.
Para ajudar nessa questão, trazemos uma lista com as seis melhores instituições de ensino superior do país, segundo o ranking Times Higher Education. Falaremos um pouco da história de cada instituição e da relevância que têm atualmente. Continue a leitura e saiba mais sobre elas!
1. Oxford University
A universidade de Oxford, localizada na cidade homônima, é simplesmente a instituição de ensino superior mais antiga entre as que utilizam a língua inglesa.
Mais importante do que a idade, porém, é sua excelência — fato que garante uma presença constante nas listas das melhores faculdades do mundo.
Com mais de 23 mil estudantes, sendo 40% deles provenientes de outros países, Oxford é um grande centro de conexões culturais.
Isso, aliado à alta qualidade do ensino, faz com que a instituição seja uma verdadeira fábrica de profissionais que se destacam em suas carreiras.
Para se ter uma ideia, 27 dos 54 primeiros-ministros que o Reino Unido já teve concluíram seus estudos em Oxford. Como se não bastasse, a universidade já teve 69 vencedores no prêmio Nobel.
2. University of Cambridge
Localizada na cidade de Cambridge, essa é outra instituição reconhecida mundialmente pela qualidade do ensino e pelo sucesso de seus graduados.
Curiosamente, sua história é bem relacionada à Universidade de Oxford, faculdade com a qual mantém certo nível de rivalidade.
Isso porque a Universidade de Cambridge foi fundada por antigos acadêmicos de Oxford, que se mudaram para a cidade fugindo de uma onda de violência.
Hoje, mais de 800 anos depois, Cambridge é referência mundial em pesquisas e estudos relevantes para a população, contando inclusive com um programa de parceria com o MIT.
Os feitos alcançados por antigos estudantes de Cambridge também são notáveis, incluindo 118 prêmios Nobel (distribuídos por todas as modalidades). Entre seus alumni mais notáveis, estão Charles Darwin, pai da teoria evolucionista, além de Isaac Newton e Stephen Hawking.
3. Imperial College London
Fundada em 1907, essa instituição tem como principal foco a aplicação prática de ciências e tecnologias. Seus principais campos acadêmicos são: Ciências Naturais, Engenharia, Medicina e Negócios, área criada em 2004 pela Rainha Elizabeth II.
O Imperial College London conta com uma vasta comunidade internacional e representantes de 140 países entre seus alunos.
De acordo com o New York Times, a universidade figura entre as dez mais conceituadas entre empregadores ao redor do mundo, sendo uma excelente opção para quem quer aumentar suas chances no mercado de trabalho.
Entre seus estudantes notáveis, está Sir Alexander Fleming, um dos 14 vencedores do prêmio Nobel que passaram pela universidade. Fleming é o responsável pela descoberta da penicilina, grupo de antibióticos que revolucionou a saúde mundial.
4. UCL
A University College London está localizada na capital da Inglaterra. Fundada em 1878, a UCL foi a primeira instituição de ensino no Reino Unido a aceitar o ingresso de mulheres sob os mesmos termos dos homens.
De acordo com o Research Excellence Framework, trata-se da faculdade com o maior potencial de conduzir pesquisas em todo o Reino Unido.
Não é à toa, portanto, que a UCL detém 29 prêmios Nobel — incluindo o entregue a William Ramsay, que descobriu os gases nobres enquanto trabalhava como professor na instituição.
Mas a universidade não formou apenas grandes pesquisadores. O líder da revolução indiana, Mahatma Gandhi, frequentou a UCL para estudar Direito, enquanto o renomado diretor de Hollywood Cristopher Nolan iniciou seu contato com a arte no curso de Literatura da faculdade.
5. London School of Economics and Political Science
Também localizada na capital da Inglaterra, essa instituição é conhecida como LSE e foi fundada em 1895. Hoje, com mais de nove mil estudantes ativos, a universidade é extremamente receptiva com estrangeiros, tendo 70% de seu corpo estudantil formado por pessoas de fora do país.
Para tornar mais clara essa integração cultural, a faculdade mantém parcerias com universidades ao redor do planeta, incluindo a Columbia University (em Nova York).
Embora seu nome possa sugerir o contrário, a LSE oferece graduações nas mais diversas áreas, contando com 25 campos de estudo diferentes.
Se você é um fã de Rolling Stones, já pode ter ouvido falar da faculdade. Foi lá que o cantor Mick Jagger iniciou seu ensino superior, que logo foi deixado de lado para fundar a banda.
Outro membro importante foi Bertrand Russel, considerado o mais influente filósofo britânico do século XX.
6. King’s College London
Inaugurada em 1829, a KCL, como é conhecida, recebeu esse nome em homenagem ao rei George IV, responsável por sua fundação. A universidade integra, ao lado de Oxford e Cambridge, o grupo conhecido como triângulo de ouro, composto por instituições reconhecidas pela excelência em pesquisa.
Entre seus feitos mais relevantes, está a enorme contribuição para o entendimento do DNA, fato que rendeu um dos 12 prêmios Nobel entregues a integrantes da faculdade.
Localizada no coração de Londres, capital da Inglaterra, a King’s College London oferece ao corpo de alunos uma experiência única na vida estudantil.
Além de contar com professores e pesquisadores vindos de todas as partes do mundo, a faculdade utiliza sua localização estratégica para formar parcerias pontuais com estabelecimentos importantes de Londres.
Assim, edifícios como o Museu de Londres e a Biblioteca Britânica se tornam acessíveis tanto para o staff quanto para estudantes.
Estudar nas melhores faculdades da Inglaterra é um diferencial inigualável no currículo de qualquer pessoa, pois essas instituições proporcionam ganhos de conhecimento que vão além das atividades curriculares.
Para tanto, é necessário um investimento acadêmico e financeiro, além de analisar as possibilidades de bolsas de estudos.
E aí, gostou de conhecer as melhores faculdades da Inglaterra? Continue sua leitura e entenda como é possível conseguir bolsas de estudo em universidades estrangeiras!
Entenda quanto custa estudar em uma faculdade nos EUA
/51 Comentários/em Bolsas de Estudo, Estados Unidos /por Daqui pra ForaO caminho para entrar e se estabelecer no mercado de trabalho envolve muitos fatores. Além do estudo de qualidade, contar com habilidades extracurriculares é essencial para obter um diferencial na busca por um emprego. Exemplo disso é o domínio de outras línguas e de conhecimentos gerais ou culturais.
Portanto, cada vez mais famílias optam pela educação nos Estados Unidos para incentivar o desenvolvimento dos jovens. Trata-se de uma excelente oportunidade para frequentar as melhores universidades do planeta, conhecer novas culturas e, de quebra, aprender a falar inglês de forma fluente.
Naturalmente, tal processo requer um investimento financeiro. Saiba quais são os principais gastos envolvidos e entenda quanto custa estudar nos EUA.
Realização de testes
Uma vez tomada a decisão de enviar seu filho para estudar nos EUA, uma das primeiras etapas é a realização dos testes requeridos pela instituição pretendida. Sendo assim, você pode considerar o custo de cursos especializados, que varia de local para local. Mas existem também os gastos que são fixos, como as taxas de inscrição.
Então, é preciso compreender exatamente quais exames são exigidos e se planejar para realizar a inscrição com antecedência. Afinal, alguns deles só ocorrem periodicamente e contam com um número limitado de participantes.
Um dos principais exames prestados por estudantes internacionais antes de ingressar nos EUA é o TOEFL — um teste de proficiência na língua inglesa. No Brasil, o valor de inscrição é, em média, de USD 215 com possíveis variações.
Além dele, algumas instituições podem pedir a realização do SAT ou ACT, exames que abordam temas mais amplos, semelhante a um Enem. Nesse caso, a taxa varia entre USD 95 e USD 170.
Documentação
Outro item que deve constar no seu planejamento financeiro é a documentação exigida tanto pela faculdade quanto pelo governo americano. A primeira pedirá cópias do certificado de conclusão do ensino médio, diploma e histórico escolar para fins acadêmicos, além do pagamento de uma taxa de aplicação.
Tudo isso pode ser resolvido com a instituição de ensino frequentada pelo aluno, que também é responsável pela definição dos preços. Já entre os documentos requeridos pelo governo, incluem-se o passaporte e o visto de estudante, entre outros. Esses dois itens são essenciais para garantir a entrada do passageiro nos Estados Unidos.
Portanto, caso a pessoa ainda não conte com um passaporte, será necessário o investimento de R$257,25 para viabilizar um. Já o visto se divide em duas cobranças: primeiramente, é preciso pagar a taxa de solicitação, prevista em USD 160,00; depois, vem a taxa SEVIS, no valor de USD 200,00.
Tuition Fees
Essas são as taxas administrativas que precisam ser pagas para garantir o acesso do aluno à universidade. O conceito é parecido com o das mensalidades no Brasil, exceto por um ponto: as tuition fees são cobradas de forma anual. Contudo, muitas instituições se mostram flexíveis e aceitam a divisão do valor em parcelas mensais.
O montante necessário nesse sentido depende, mais uma vez, da universidade e do curso escolhido. Ainda assim, é possível fazer uma estimativa. De acordo com um estudo do Value Penguin, o valor médio para universidades públicas em 2018 foi de USD 25,620 anuais.
É importante ressaltar que essa quantia pode ser significativamente diminuída com a obtenção de bolsas de diversas naturezas. Em algumas faculdades, existem bolsas oferecidas para estudantes internacionais que apresentem uma boa nota geral no ensino médio.
Além disso, é possível obter descontos pela boa performance acadêmica ou participação em algum grupo de estudo.
Material escolar
O material escolar inclui — além de itens pessoais como mochilas, cadernos e canetas — tudo o que será utilizado para o aprendizado e desenvolvimento do estudante. Naturalmente, isso varia de acordo com a instituição e o curso escolhido, o que faz com que o valor a ser investido dependa de muitos fatores.
Ainda assim, não se preocupe. Durante o processo de aplicação, a escola poderá informar com antecedência o tipo de material exigido. Em cursos de exatas, por exemplo, é comum o uso de papel milimetrado e calculadoras. De qualquer forma, o principal gasto certamente será com os livros acadêmicos.
Tais obras são imprescindíveis para a formação do aluno e, por isso, é crucial que sejam adquiridas. Muitas pessoas gostam de manter esses materiais mesmo quando acabam os estudos, graças ao enorme nível de conhecimento que proporcionam. Outras, porém, preferem economizar. Nesse caso, temos uma dica valiosa.
Nos EUA, existe a opção de aluguel de livros acadêmicos. Por um valor muito menor, o aluno tem acesso à obra durante todo o período letivo, mas precisa devolvê-la sem danos assim que o semestre acaba.
É possível encontrar o serviço na bookstore de algumas instituições ou até mesmo na internet, em empresas como a Amazon.
Custo de vida
Reservar uma quantia para garantir a qualidade de vida do estudante no exterior é fundamental. Embora muitas instituições ofereçam refeições no campus, algumas pessoas preferem cozinhar a própria comida ou se alimentar em outros restaurantes. Portanto, é importante considerar o dinheiro que será gasto com essa finalidade.
Sabemos, porém, que a alimentação não é o único custo de vida. É preciso se atentar aos preços de transporte, moradia e até conforto. Para estudantes morando fora do campus, é essencial contar com serviços como internet, televisão e telefone (além da conta de celular, é claro).
Por fim, vale reservar um montante para ser gasto com entretenimento. Afinal, estudar nos EUA é uma excelente oportunidade para conhecer parques, museus, cinemas, shoppings e demais atrativos.
Passagens aéreas
Com a documentação resolvida, resta um investimento para garantir o início da jornada: a compra das passagens. Trata-se de um gasto que varia de acordo com a cidade de partida e chegada e por isso é necessário uma pesquisa específica sobre seu destino.
É importante pesquisar pelas passagens aéreas em mais de uma empresa, a fim de encontrar o melhor custo-benefício. Geralmente, quanto mais cedo os bilhetes são adquiridos, menor é o valor do investimento.
Agora que você já sabe os tipos de custos envolvidos para estudar nos EUA, tem um maior embasamento para planejar esse grande investimento no futuro do seu(a) filho(a).
Para tanto, é importante contar com um apoio especializado. A Daqui pra Fora é uma consultoria educacional que prepara e acompanha o estudante ao longo de todo o processo, desde a realização dos testes até o fim da trajetória universitária.
E aí, nosso conteúdo ajudou a esclarecer suas dúvidas sobre os custos relacionados à educação nos EUA? Que tal conhecer mais sobre os programas oferecidos pela Daqui pra Fora? Nossa equipe especializada está pronta para lhe oferecer toda a assistência necessária.
Descubra as 7 melhores cidades dos EUA para viver
/124 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaSe você busca qualidade de ensino, então, precisa considerar os Estados Unidos em seu roteiro. Você sabe quais são as melhores cidades dos EUA para viver ou estudar e por que ganharam esse título?
Além de todo o conhecimento de nível superior, essa nação tem qualidade de vida e culturas diferenciadas. Portanto, quanto melhor souber delas, maior será a sua identificação na hora de escolher a graduação.
Continue a leitura e saiba quais são as melhores cidades dos EUA para viver, de acordo com o US News, e por que você deveria estudar em uma delas.
1. Austin
Foi inaugurada em 1839 e construída ao longo do rio Colorado. Austin, no Texas, foi originalmente chamada de Waterloo e atrai visitantes pelas suas atrações culturais e lugares ao ar livre.
Hoje, tem, aproximadamente, 965 mil habitantes e é conhecida pelo seu investimento em inovação. De lá surgem grandes empresas e o mercado de trabalho é promissor, com uma taxa de desemprego bem menor que a média regional, com apenas 2,9% de desempregados. Austin conta com seis faculdades, sendo a University of Texas at Austin a mais conhecida.
2. San Francisco
San Francisco está entre as melhores cidades dos EUA e conta com cerca de 884 mil habitantes atualmente. Os transportes públicos são excelentes e você poderá fazer muitos passeios para explorar a cultura, visitar os lindos museus e também os centros comerciais, populares entre quem mora lá.
É a cidade mais famosa da Califórnia, por causa da Ponte Golden Gate, mas há outros destaques, sobretudo no mercado profissional, como as gigantes Google e Apple. É lá que fica o grande e famoso centro tecnológico, o Silicon Valley.
É grande investidora em qualidade de ensino, em todas as áreas. A região tem uma média de 20 faculdades, entre as mais conhecidas está a University of California.
3. Seattle
Uma cidade limpa e arborizada, assim é Seattle. Mesmo com seus mais de 724 mil habitantes, ela tem cara de cidadezinha do interior. Assim, pode ser que você se sinta bem acolhido por conta dessas características.
Por lá, você vai encontrar muitos cachorros, barcos e cafeterias. Essas são algumas das peculiaridades de Seattle. Um lugar seguro e familiar para se viver, mesmo para um estudante sozinho.
Uma das faculdades mais importantes é a Universidade de Washington, fundada em 1861, que está entre as que têm melhor custo-benefício em relação aos estudos. Seus índices de conclusão escolar na graduação são de 94,2%.
4. Nashville
É a capital do Tennessee e também uma das mais populosas do estado, com cerca de 600 mil habitantes. Bastante focada em tecnologia e desejo de inovação, em especial, com o foco na área da saúde, inclusive, sedia um grande centro de saúde.
Os maiores empregadores desse ramo são o Hospital Corporation of American (HCA), Vanderbilt University Medical Center e Community Health Systems. Sendo considerada uma das melhores cidades dos EUA para se viver, por conta de todo esse investimento em pesquisa e tecnologia.
Algumas universidades muito boas dos EUA são de Nashville, como a Vanderbilt University School, Tennesee Technological University e Lincoln Memorial University.
5. Washington DC
A capital dos EUA não poderia ficar de fora da lista, certo? Com aproximadamente 702 mil habitantes, vai além das belas fotos em frente ao Capitólio ou da Casa Branca. Por lá, você aprenderá muito com os museus que pode visitar, muitos deles com entrada gratuita.
Se você gosta de andar de bicicleta, vai adorar conhecer todas as atrações turísticas de Washington DC com ela, pois é uma cidade completamente plana, sem muito sacrifício para pedalar.
Explorar os parques públicos e ter belas vistas também é atração cultural por quem passa por Washington DC. Os esportes populares são: futebol, basquete, hóquei e beisebol, que costumam reunir torcedores de todas as idades. Se prepare para algum desses esportes se decidir morar na cidade.
A cidade tem 22 faculdades. Algumas de qualidade reconhecida são Georgetown e George Washington e grande parte da população da cidade é composta por jovens, por conta dos estudos.
6. Boston
Com 675 mil habitantes, Boston é a cidade mais populosa do estado de Massachussetts. Foi fundada em 1630, pelos ingleses. É lá que se encontram duas das faculdades mais conhecidas do mundo: MIT e Harvard.
A cidade é, também, muito segura para se viver, mas em contrapartida, uma das mais caras. Mesmo conseguindo uma bolsa de estudos por lá, os gastos com moradia e alimentação podem ser elevados, se comparados com outras regiões. Vale a pena uma pesquisa aprofundada sobre isso antes de partir.
Um lugar visualmente lindo, com seus prédios luxuosos. Além das riquezas culturais de arte e música, que são muito fortes por lá. Ela realmente tem um clima acadêmico, seja dentro da faculdade ou, até mesmo, em pubs, por exemplo. Por isso, você pode se sentir em casa já nos primeiros dias.
7. Chicago
Esse é um dos municípios mais populosos dos Estados Unidos, com 2,7 milhões de habitantes. Suas ruas repletas de arquitetura e grandes prédios encantam os olhos de quem passa por lá. Grandes museus guardam excelentes histórias, como o Art Institute of Chicago, com quadros de pintura de Monet, ou o Field Museum, com inúmeros artefatos do Egito.
A Universidade de Chicago é considerada uma das melhores do país, sendo uma instituição privada fundada em 1890. Localizada em Hyde Park, fica a 15 minutos do centro. Além dela, a cidade tem, pelo menos, outras 28 faculdades.
Essas são apenas algumas das melhores cidades dos EUA para viver. Assim, já se pode ter uma base de como é a cultura e vivência por lá, em especial, para quem vai estudar.
Escolher cursar uma faculdade no exterior é, além de ter excelente ensino e reconhecimento pelo mundo todo, uma ótima opção para uma experiência de vida diferente. A vivência com outras culturas, povos e costumes é essencial para o amadurecimento como ser humano.
Conheça um pouco dessa experiência com o depoimento de uma estudante da Daqui pra Fora sobre seus seis primeiros meses na North Carolina State University e sinta a sensação do que é a vida no exterior.
Estudar no exterior: entenda como aliviar as saudades de casa
/114 Comentários/em Dicas, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaUma situação bastante comum para quem vai estudar no exterior é sentir saudades de casa. Mesmo que tenha sido a realização de um sonho, é natural ter o sentimento de vazio em alguns momentos. Assim como, ao voltar para casa, pode ocorrer a mesma sensação pelo destino que foi deixado.
Estar longe dos familiares e amigos nem sempre é fácil. Para alguns, essa é uma experiência mais tranquila do que para outros, que são mais apegados. De qualquer maneira, é bom aproveitar todos os recursos para aliviar a angústia que bate de vez em quando, não é? Descubra algumas formas de facilitar essa missão!
Aproveite a tecnologia
Se antigamente as pessoas sofriam com a distância física e não tinham como se comunicar com frequência, hoje as coisas são bem diferentes. Antes da internet, era preciso gastar com ligações internacionais muito caras ou até mandar cartas e cartões-postais que demoravam para chegar ao destinatário.
Agora, em questão de segundos é possível se conectar com pessoas que estão do outro lado do mundo — as conversas por áudio e vídeo ajudam bastante a matar a saudade, reduzindo as distâncias geográficas que são inevitáveis.
O Skype e outros aplicativos de comunicação têm sido grandes aliados de quem mora fora. E hoje grande parte das pessoas tem um smartphone no bolso o tempo todo ou, pelo menos, fácil acesso a um computador e outros tipos de dispositivos eletrônicos.
Não dá para negar que a tecnologia ajudou a diminuir essa distância. Então explore as plataformas disponíveis para manter-se em contato com quem está longe. É sempre bom dar notícias para os familiares e compartilhar experiências com os amigos que ficaram no seu país, mas cuidado para não deixar outros afazeres de lado. Mantenha-se aberto às novidades.
Faça novas amizades
Uma outra forma de não ficar sempre mal por estar distante das pessoas queridas e evitar o sentimento de solidão é fazer amizades. Talvez essa seja uma tarefa difícil para quem é mais tímido, mas vale a pena se esforçar para vencer essa barreira.
Conhecer gente nova permite distrair a mente e traz a oportunidade de criar laços afetivos. Conversar sobre diferentes assuntos, trocar experiências, descobrir costumes diferentes, viajar em grupo, enfim, tudo isso vai contribuir para a sua rotina ser mais leve e agradável.
A companhia de outras pessoas faz parte do nosso bem-estar. Pode ser que os novos conhecidos não se tornem amigos do peito, o que importa é fazer daquele momento o mais legal possível e cheio de boas memórias.
Por outro lado, muita gente que viaja para estudar no exterior consegue fazer amizades para a vida inteira. Mesmo depois de retornar dos estudos, o contato e o carinho permanecem — sem contar que outras viagens são programadas para visitar os colegas ao redor do mundo, o que é uma ótima chance para quem ama viajar ou receber amigos em casa.
Nesse contexto, um detalhe muito discutido é sobre fazer amigos da mesma nacionalidade ou não. Há quem diga que fazer amizades só com brasileiros é prejudicial, especialmente por causa do aprendizado da língua e de outras culturas.
Sob outro ponto de vista, isso não deve ser um problema, já que o importante é ter novos amigos para dividir o cotidiano. Muitas vezes, é natural que os estudantes de um mesmo país formem uma turma, há até clubs formais sobre o tema, que podem ser utilizados para o início da socialização, te apresentando a outros colegas de diversas nacionalidades.
Organize o seu espaço
Chegar “em casa” e se sentir em um lugar estranho não é a melhor das situações. Sendo assim, uma ótima saída é organizar o seu espaço para que ele fique mais parecido com você e seja aconchegante.
Faça uma decoração agradável sem precisar investir muito e respeitando as regras da sua moradia. Coloque fotos, seus itens preferidos e tudo o que for capaz de garantir a sensação de ter um lar realmente agradável.
Mantenha a mente ocupada
Quanto mais ocupados ficamos, menos tempo temos para as bobagens que rondam a nossa cabeça — nesse caso, a saudade.
Não que seja errado ou uma besteira se sentir sozinho, só que isso não pode atrapalhar essa fase tão incrível. Por isso, o ideal é evitar o ócio e ter uma rotina agitada.
Os compromissos de estudo já devem ocupar uma boa parte da agenda e os espaços livres devem ser preenchidos. Passeios, trabalhos voluntários, atividades extracurriculares, esportes e, até mesmo, as tarefas domésticas são capazes de ajudar.
É claro que ter momentos de descanso faz bem, porém, ficar muito tempo sozinho e sem ter o que fazer pode deixar qualquer pessoa angustiada. Sair da zona de conforto e encontrar ocupações diferentes será um desafio, mas é bom pensar que a recompensa será valiosa.
Além de diminuir as chances de sentir tristeza, você vai aproveitar ao máximo esse período fora, pois fará um monte de atividades legais. Procure alternativas diferentes ao seu redor e aventure-se!
Convide as pessoas queridas para visitas
Se você for passar um bom tempo fora, não deixe de convidar as pessoas queridas para visitar a sua nova casa. É uma chance de elas viajarem para conhecer o lugar em que você está morando, além de ajudar a matar as saudades.
Aproveite a ideia de ser um guia turístico para elas e comece a visitar toda a cidade para saber o que mais vale a pena. Ocupe o seu tempo montando um roteiro interessante e descobrindo o que há de melhor à sua volta.
Se possível, programem-se para viajar (nem que seja por um fim de semana) pelos arredores para explorarem um outro local.
Encontre um colega de quarto
Por último, não deixe de considerar a opção de ter um colega de quarto. No começo, pode parecer estranho dividir a vida com alguém desconhecido, mas aos poucos tudo se ajeita.
É preciso respeitar a individualidade e tentar encontrar pontos em comum para que essa convivência seja saudável.
Uma boa sugestão é compartilhar alguns momentos e também manter as programações individuais (ou com pessoas diferentes) para que o convívio excessivo não seja um problema.
Se tudo caminhar bem, vai ser como ganhar um irmão ou irmã durante o tempo no exterior. Caso isso não aconteça, é só verificar a possibilidade de troca.
No fim das contas, sentir saudades de casa é algo extremamente comum para quem vai estudar fora. O que não pode acontecer é deixar que isso seja maior do que os benefícios, pois há muito para ser aproveitado quando estamos vivendo uma oportunidade dessa. Acredite: você não está sozinho e tudo vai ficar bem!
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Como a Páscoa é comemorada fora do Brasil?
/66 Comentários/em Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaApesar de no Brasil a Páscoa ser caracterizada por muitos ovos de chocolate, em outros países como Estados Unidos, Canadá e Reino Unido o costume é um pouco diferente.
Entender essas diferenças culturais antes de começar a faculdade no exterior é essencial para entender como cada um desses grandes momentos é celebrado em cada país.
Assim como também será importante vivenciar essas comemorações diferentes para adquirir bagagem cultural e conhecimento sobre outros costumes.
Acompanhe a leitura até o final para entender como a Páscoa funciona ao redor do mundo.
Como é a Páscoa nos Estados Unidos?
Você sabia que o doce mais comum nos Estados Unidos para essa época é o marshmallow e não o chocolate? Os ovos utilizados na famosa “Easter Egg Hunt” são de verdade, cozidos e decorados ou de plástico.
Com esses ovos, a Casa Branca promove anualmente a “Egg Rolling Race”, brincadeira tradicional entre as crianças que consiste em uma corrida onde se devem rolar os ovos pela grama com uma colher.
Além da caça aos ovos, nos Estados Unidos a data é celebrada com desfiles, missas e peru assado para o almoço com família e amigos. Apesar de não ser feriado nacional, fique atento, pois alguns estabelecimentos não abrem no domingo de Páscoa.
Como é a Páscoa no Reino Unido?
Além da Sexta-Feira Santa, no Reino Unido também se comemora a “Easter Monday”, prolongando o feriado até a segunda-feira após a Páscoa.
A “Easter Egg Hunt” também é famosa no Reino Unido. Promovida por prefeituras, chega a parar as cidades para a celebração. Além deste, ocorrem muitos outros eventos beneficentes pela região nessa data.
Se ao passar a Páscoa por lá você cruzar com pessoas fantasiadas de coelhos pela rua, não estranhe, faz parte do costume para a comemoração.
Como é a Páscoa no Canadá?
A caça ao ovo também é a principal atração entre as crianças canadenses que saem pela cidade com suas cestas à procura de ovos nos mais diversos cantos das cidades.
Assim como no Reino Unido, no Canadá se celebra a “Good Friday” e a “Easter Monday”, feriado conhecido como “Long Weekend”.
As famílias aproveitam para se reunir, viajar e celebrar. Por isso é comum que o comércio não abra, principalmente no domingo.
Também é no Canadá, mais especificamente na cidade de Vegreville Pysanka, que fica a segunda maior escultura de ovo de Páscoa do mundo. Com 9 metros de altura, o monumento foi construído em 1975 com decoração ao estilo dos ovos Ucranianos.
E você, já passou a Páscoa em um país com um costume diferente do Brasil? A Daqui pra Fora pode oferecer toda a assistência necessária para que você vá fazer faculdade no exterior e celebrar uma Páscoa diferente.
Basta preencher o formulário abaixo para começarmos uma conversa para entender como podemos lhe ajudar.
Estudar em Harvard: sim, é possível!
/57 Comentários/em Depoimentos, Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra ForaAluno dedicado na escola e motivado a estudar nos Estados Unidos pelos programas de TV e notícias que acompanhava, Pedro, aluno DpF, nem sonhava estudar em uma das maiores universidades do mundo: Harvard.
Admitido para Engenharia Biomédica em Harvard e em mais 5 universidades americanas, Pedro decidiu estudar fora do país após muitas pesquisas e com base em alguns dados:
Ainda assim, ele não acreditava ser possível estudar em Harvard e quase não se candidatou para a universidade.
Apesar de não querer criar muita expectativa após o envio da candidatura, Pedro estava confiante, principalmente após os primeiros resultados que recebeu, de cinco respostas, todas tinham sido positivas.
Depois, no entanto, vieram 10 rejeições seguidas. “Quando abri o site de Harvard, já esperava ser rejeitado novamente e quando vi que havia sido aceito, não acreditei. Foi uma das melhores surpresas da minha vida. Depois que assimilei que havia mesmo passado, não consegui parar quieto por umas duas horas. Após essa notícia, só consegui dormir naquele dia às 6h da manhã.”
O resultado não poderia ser outro quando olhamos sua dedicação durante o colégio. Pedro não se acomodava e nem deixava de estudar o necessário, o que lhe garantiu notas altas, ponto que é muito levado em consideração pelas universidades na candidatura.
“No final do ensino médio meu coeficiente foi de 95%”- . Mas no meio da rotina de estudos também havia espaço para tempo livre, no qual ele se dedicava às atividades extracurriculares, como olimpíadas acadêmicas, dava aulas particulares, fazia viagens de cunho acadêmico e também ia para academia, praticava jiu-jitsu, karatê e muay thai.
Com a aproximação da 3ª série do Ensino Médio, e o acompanhamento da Daqui pra Fora, Pedro se dedicou às provas americanas e realizou seu estágio/voluntariado.
Pedro embarca para essa nova etapa da jornada em agosto e está animado em poder extrair da experiência tudo o que conseguir: “o caminho que vou traçar lá dentro só o tempo dirá, mas tenho certeza que vou ter o total amparo para que seja o melhor possível para mim”.
Quando questionado sobre se há algum receio, Pedro menciona a distância da família e a preocupação com um clima diferente do Brasil –“já fiquei longe da minha família quando era mais novo, mas nunca por longos períodos. E o frio de Boston com o qual não estou acostumado. Mas acredito que consigo contornar tudo isso e ter uma experiência excepcional”.
Para quem ainda está pensando sobre a possibilidade de estudar no exterior ou já sonha com Harvard e outras grandes universidades, Pedro deixa uma dica:
Que sejam anos incríveis para sua formação, Pedro.
Parabéns de toda a equipe DpF pela conquista, temos certeza de seu sucesso!!!