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Guia completo para estudar nos Estados Unidos

13 de setembro de 2019/71 Comentários/em Estados Unidos, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar nos Estados Unidos representa não apenas a chance de conhecer novas pessoas e culturas, mas também a oportunidade de garantir um dos ensinos mais qualificados do planeta. Afinal, o país conta com universidades frequentemente listadas entre as melhores do mundo, como as que integram o seleto grupo da Ivy League.

Além da qualidade de ensino, as faculdades americanas oferecem uma experiência universitária rica, possibilitando a expansão de horizontes, desenvolvimento pessoal e o acesso ao mercado de trabalho.

Naturalmente, frequentar uma dessas instituições requer algum investimento, tanto de tempo quanto de dinheiro. Contudo, com foco, planejamento e ajuda dos pais, trata-se de um projeto totalmente realizável.

Se você considera a ideia de estudar nos Estados Unidos, este artigo é para você. Nele, vamos passar dicas valiosas para possibilitar essa jornada, desde os documentos necessários até os gastos envolvidos. Falaremos ainda sobre a escolha da universidade, funcionamento do processo seletivo e mais. Continue a leitura!

Entenda se você está pronto para estudar nos Estados Unidos

Adquirir fluência em uma nova língua, visitar lugares incríveis, fazer novas amizades, estudar em campus que são referências no mundo inteiro… os motivos para investir em uma faculdade nos Estados Unidos são muitos. Não adianta, porém, se precipitar e iniciar o processo sem estar devidamente preparado.

Ao tomar medidas inteligentes para o planejamento desse grande passo, você evita ser surpreendido com as peculiaridades do processo. Por isso, antes de qualquer coisa, é essencial entender se você está realmente preparado para se tornar um estudante internacional nos EUA.

É natural que, ao pensar profundamente sobre o assunto, preocupações venham a surgir. Viver fora do país representa tomar para si uma parcela maior de responsabilidade, já que grande parte da experiência se dará com a distância de pais, amigos e familiares.

Contudo, não é preciso se assustar. A forma como o ano letivo é organizado nos Estados Unidos possibilita diversas oportunidades para visitas.

Além das férias de meio e fim de ano, períodos como o Spring Break e o Thanksgiving costumam ser reservados pelos estudantes americanos para visitar os parentes e matar a saudade de casa.

Fora isso, tecnologias como o Skype e as chamadas de vídeo do WhatsApp diminuem bastante os efeitos da distância.

Vale lembrar também que as faculdades americanas contam com um processo seletivo holístico que, embora não envolva a realização de um vestibular, exige o cumprimento de diversas etapas.

Além de preparar os documentos de forma certeira para obter o visto de estudante, você vai precisar de um planejamento financeiro organizado e seguir os passos do processo de aplicação.

Ao final desse texto, você terá maior conhecimento sobre o processo e entenderá como ele pode ser realizado. No fim das contas, as vantagens envolvidas nessa empreitada se sobressaem aos desafios existentes.

Como escolher a cidade dos Estados Unidos para estudar

A escolha da sua região de moradia nos Estados Unidos durante seus estudos é um ponto fundamental. O país conta com mais de 4.000 instituições que oferecem curso superior, o que faz com que as opções do aluno sejam praticamente inacabáveis.

Além disso, por se tratar de um dos maiores territórios nacionais do planeta, cada região conta com particularidades que as diferenciam de outras.

Sendo assim, a escolha da cidade é determinante para a experiência. É possível, por exemplo, morar em uma cidade em que a neve é algo comum e o tempo frio predomina.

Ao mesmo tempo, estados como a Flórida e a Califórnia se destacam por seu clima mais quente que, por lembrar temperaturas do nosso país, acabam atraindo muitos brasileiros.

Como sabemos, o clima não deve ser o único parâmetro considerado para a definição da melhor região para você. Algo que deve ser levado em conta são as atrações de entretenimento disponíveis para os estudantes.

Afinal, além do estudo qualificado, a experiência de estudar nos Estados Unidos abre espaço para turismo, diversão e atividades culturais.

Portanto, se você é um fã de cinema, cidades como Los Angeles, San Francisco e Nova York podem ser mais atrativas para o seu perfil.

Da mesma forma, alguém que é fã de esportes americanos pode procurar por regiões que contem com times e ligas competitivas. Jogos de campeonatos como a MLS, NBA ou NFL são uma atração que movimentam toda a cidade.

Mais um ponto que pode entrar nessa conta é a proximidade com comunidades brasileiras. Por meio de uma rápida pesquisa, você pode levantar informações sobre os locais com maior concentração de brasileiros.

Morar em uma dessas regiões pode facilitar a adaptação de alguns, já que permite o contato com pessoas em situações semelhantes e facilita a identificação cultural.

Por outro lado, algumas pessoas podem preferir cidades que não contam com tantos imigrantes. O motivo para isso é potencializar o contato com a língua inglesa e imergir de forma mais completa na cultura americana. Na maioria dos casos, esses locais são situados mais para o meio do mapa dos EUA.

É melhor morar em cidade grande ou pequena?

Uma discussão muito comum até mesmo entre estudantes americanos é a diferença entre as experiências em cidades grandes e pequenas.

Isso acontece porque a maior parte das grandes faculdades dos Estados Unidos está localizada em regiões consideradas pequenas, atraindo diversos estudantes de todas as áreas do país.

Dessa forma, as comunidades acabam se desenvolvendo em torno da universidade, criando um ambiente intensamente acadêmico e estudantil.

Além do ambiente escolar, uma grande vantagem de cidades de menor porte é o custo de vida, que costuma ser bastante reduzido.

Além disso, por contarem com as pesquisas realizadas na faculdade, essas cidades costumam oferecer uma enorme qualidade para seus moradores.

A escolha de buscar uma cidade grande também é justificável. Com maior facilidade para o uso de transportes públicos e mais opções de entretenimento, as metrópoles proporcionam um cotidiano mais agitado, além de estarem mais próximas das grandes empresas. Um meio-termo para essas duas opções são as áreas situadas ao redor dos centros urbanos.

Como escolher a universidade para estudar nos Estados Unidos

Bem como na escolha da região, o tamanho também tem um papel importante na maioria das ponderações sobre qual universidade escolher.

É verdade que a maioria dos universitários internacionais se matriculam em instituições de maior porte, já que essas costumam contar com um investimento mais robusto por parte do governo estadunidense e a vida no campus pode ser mais chamativa.

Porém, é importante não descartar por completo as faculdades de menor porte. Com menos estudantes, os professores que lecionam nesses estabelecimentos conseguem dar maior atenção a cada um de seus alunos.

Isso é essencial não apenas para o processo acadêmico, mas também para a preparação para a fase que vem depois da obtenção do diploma.

Quando falamos em estudantes estrangeiros, essa característica se torna ainda mais relevante. Com a barreira natural imposta pela língua e pela diferença cultural, contar com maior atenção por parte de professores e staff pode ser um diferencial na adaptação do aluno.

Contudo, não existe uma regra quando o assunto é a escolha da faculdade. É importante que você e seus familiares busquem conhecer os serviços oferecidos pela instituição.

Algumas delas, inclusive, oferecem bolsas para pessoas vindas de certas partes do mundo. Analise, também, a estrutura da faculdade e a modernidade dos métodos e equipamentos utilizados pelo corpo docente.

Por fim, é essencial verificar se a opção escolhida é devidamente credenciada nos Estados Unidos. No país, não existe um órgão específico que seja responsável pela definição dos padrões acadêmicos das escolas.

Em vez disso, elas se juntam e formam associações que determinam o requisito mínimo para um estabelecimento ser credenciado.

Confira 4 dicas para calcular o custo de vida ao estudar nos Estados Unidos

Agora que você tem uma noção maior sobre os fatores que influenciam a escolha da cidade e da universidade, vamos focar no lado financeiro do projeto.

Naturalmente, as definições citadas anteriormente serão essenciais para você calcular o custo de estudar nos EUA, uma vez que isso varia de acordo com a localidade e até a personalidade de cada um.

Neste tópico, vamos abordar 4 fatores que devem ser considerados para você estimar quanto será necessário para levar uma vida tranquila no seu período acadêmico. Confira!

1. Moradia

Se não o maior, a moradia costuma representar um dos maiores gastos que precisam ser feitos por um estudante internacional. É verdade que muitas universidades oferecem quartos nos dormitórios dos campus, mas, ainda assim, exigem um investimento considerável. A boa notícia, porém, é que esse é um gasto que pode ser dividido com outras pessoas.

O custo do aluguel de um apartamento, como já mencionado, varia de cidade para cidade. Em centros mais populosos, como San Francisco, esse valor costuma ser mais elevado, já que a procura por apartamentos é maior do que a oferta.

No entanto, em áreas mais espaçosas, como o estado do Kansas, é viável encontrar diversas boas opções de aluguel por um preço menor.

Para elucidar essa questão, basta uma rápida busca no Craiglist, site que funciona como um classificado de imóveis nos Estados Unidos. Na capital do Kansas, a média de preço para um apartamento de 80 metros quadrados e um quarto é de $950. Um imóvel com o mesmo tamanho em San Francisco não sai por menos de $2200 por mês.

Sendo assim, observamos que a localidade da universidade escolhida é determinante para o custo da moradia. Naturalmente, grandes centros urbanos apresentam opções mais custosas, embora possam compensar com as características da vida na cidade.

2. Contas a pagar

Uma vez definida a moradia, é importante dar atenção às contas que são naturais em qualquer residência. Para gastos relacionados à eletricidade, ao processamento do lixo, ao gás e ao uso da água, você deve estar preparado para desembolsar algo entre $100 e $150. Esse valor não é absoluto, mas sua variação de região para região não costuma ser muito grande.

Além desses gastos básicos, é crucial assinar um serviço de internet. Uma conexão rápida e eficiente é muito importante não apenas para a comunicação do aluno com as pessoas queridas que ficaram no Brasil, mas também para fins de pesquisa e estudo.

Por sorte, a intensa competição entre os provedores de internet nos Estados Unidos garante diversas opções qualificadas e preços justos. Nesse quesito, as marcas Comcast, AT&T e Cox Communications se destacam, sendo as mais populares entre o público americano.

Dito isso, basta verificar a disponibilidade dos serviços em sua região e escolher o melhor para você. Embora o valor varie, ele costuma ficar entre $65 e $100.

Outro custo que deve ser levado em conta é o pagamento de um seguro de saúde, obrigatório no país, pois os Estados Unidos não contam com um serviço de atendimento médico público, fazendo com que a assinatura do seguro seja essencial para garantir tratamento em caso de necessidade.

O valor desse tipo de serviço fica entre $150 e $300 mensais, mas opções mais acessíveis podem ser oferecidas para estudantes internacionais.

3. Transporte

Se a sua universidade não fica a uma distância curta do seu alojamento, é essencial incluir o transporte na estimativa dos gastos. Os preços para viagens unitárias em ônibus circulares não passam de $2.75 e é possível, ainda, comprar um passe mensal, que permite um número ilimitado de viagens por um custo que varia de local para local. A média, contudo, costuma ser de $100.

4. Extras

É extremamente recomendado reservar uma quantia para gastos extras, que podem incluir desde atividades de entretenimento até o serviço de lavagem de roupas.

Com o mercado extremamente movimentado, a estadia nos Estados Unidos representa uma chance de adquirir roupas, dispositivos e acessórios da moda.

Além disso, as vastas opções de museus, cinemas e parques indicam que algum dinheiro deve ser reservado para que a experiência possa ser completa. O setor de restaurantes também é bastante chamativo, o que demanda certo planejamento para conciliar os gastos com uma alimentação saudável.

Como fazer o planejamento financeiro para estudar nos Estados Unidos

Mesmo que a família esteja preparada para realizar o investimento de enviar o aluno para estudar nos Estados Unidos, um planejamento financeiro bem-estruturado é necessário para garantir a segurança e estabilidade da jornada. Para começar, a primeira atitude deve ser buscar uma relação com os gastos previstos junto à instituição de ensino.

Sendo assim, durante o processo de aplicação, seja franco com os profissionais do departamento de admissão e peça uma estimativa dos gastos. Isso pode ser observado em uma das seções do I-20, documento geralmente enviado pela instituição para viabilizar a retirada do visto.

Com essas informações em mente, é possível se programar para o pagamento das tuition-fees, que são as taxas administrativas das faculdades.

Em muitos casos, é possível elaborar um plano de pagamento, o qual permite que a taxa seja paga de forma parcelada. Uma dica para facilitar esse planejamento financeiro é sempre buscar possibilidades de bolsas de estudo.

As escolas americanas distribuem diversos tipos de incentivos, alguns destinados a estudantes com bons resultados acadêmicos ou necessidade financeira, entre outros. Ao obter uma dessas bolsas, você abate uma parte do valor da tuition-fee, facilitando o investimento.

Fique por dentro da cultura local antes de estudar nos Estados Unidos

Um dos desafios que fazem a experiência ainda mais interessante está nos contrastes culturais entre Brasil e Estados Unidos. Sendo assim, esteja preparado para diferenças sutis no modo de vida e até mesmo de relacionamento do povo americano.

Algo que você vai notar de primeira é o tamanho das refeições, que costumam ser mais robustas que as brasileiras. Sendo assim, acostume-se com porções maiores de refrigerante e petiscos em restaurantes.

Além disso, muitos estabelecimentos contam com a política de refil, permitindo que você repita quantas vezes quiser uma porção de acompanhamento ou bebida.

A forma como a tecnologia é utilizada por lá também é um pouco diferente. Um dos grandes polos de inovação do mundo, o país proporciona a seus moradores acesso mais fácil a novidades tecnológicas.

Por isso, a digitalização dos processos é algo muito mais comum por lá, dispensando o uso de papel para atividades corriqueiras, como a apresentação de ingressos para um evento.

No modo como lidam com outras pessoas, os americanos costumam ser mais reservados em um primeiro momento. Então, não se surpreenda se o aperto de mão for mais frequente do que abraços e beijos na bochecha na hora dos cumprimentos, pelo menos até que a relação se torne menos formal.

Essa formalidade nas relações se reflete no vocabulário utilizado para conversas. Em vez de utilizar o primeiro nome, é comum, em um ambiente mais profissional, que as pessoas se refiram umas às outras com um pronome de tratamento acompanhado pelo sobrenome.

Além disso, professores costumam ser tratados com títulos mais formais, como “Sir” para homens ou “Miss” para mulheres.

Informe-se sobre o processo seletivo das universidades nos Estados Unidos

O processo seletivo para iniciar os estudos em uma faculdade americana é diferente do que conhecemos no Brasil. Para começar, o sistema de vestibular não impera por lá, embora o resultado em determinados exames possa ser fundamental para uma aplicação de sucesso. Os requisitos mínimos, porém, dependem da universidade.

O processo é holístico e avalia o candidato como um todo. Uma das primeiras etapas de avaliação são as notas escolares, especialmente as dos quatro últimos anos do colégio.

Na maioria dos casos, eles solicitam também uma redação escrita à mão e uma carta de recomendação de diretores ou professores. O objetivo é conhecer melhor o aplicante e identificar se o perfil é compatível com o da universidade.

O estudante terá que prestar também provas como o SAT ou o ACT, exames internacionais que poderiam ser chamados de “ENEM americano”. Os testes têm uma dinâmica específica e muito diferente das provas brasileiras, por isso é importante se preparar adequadamente para realizar um deles.

Além disso, é preciso prestar o TOEFL, um exame que mede o seu nível na língua inglesa. Cada instituição define uma nota que precisa ser alcançada pelo aluno para que ele seja considerado apto.

É necessário também ter boas atividades extracurriculares, feitas durante esses quatros últimos anos, que são muito analisadas pelas equipes de admissão.

Por fim, em alguns casos, pode ser que um representante da instituição realize uma entrevista com o aplicante a fim de definir os últimos detalhes da aplicação. Se tudo correr bem, a faculdade vai enviar os documentos e orientações necessárias para a retirada do visto de estudante.

Verifique qual é a documentação necessária para estudar nos Estados Unidos

Durante o processo de aplicação em uma universidade, a equipe de admissão vai solicitar o envio de alguns documentos a fim de verificar a aptidão do candidato para ingressar na instituição. Assim, esteja preparado para enviar o histórico escolar e o diploma de conclusão, caso seja aplicável.

Com tudo resolvido com a universidade após a admissão, é preciso se preparar para a retirada do visto de estudante. Para isso, é crucial que você esteja em posse de um passaporte válido. Para essa etapa, tenha todos os seus documentos disponíveis e atualizados. A lista de documentos requeridos é a seguinte:

  • I-20 enviado pela universidade;
  • Passaporte;
  • Fotos 2X2;
  • Recibos das taxas MRV e SEVIS;
  • Formulário DS-160 preenchido.

Além dos citados, o consulado pode exigir transcrições de diplomas obtidos anteriormente, resultados de testes padronizados e comprovantes financeiros de que você é capaz de se sustentar nos EUA.

Descubra a importância de uma consultoria ao estudar nos Estados Unidos

Estudar nos Estados Unidos só é possível caso o processo descrito ao longo desse texto seja realizado com eficiência. Sendo assim, é essencial contar com uma agência de consultoria especializada nesse tipo de operação.

Uma empresa com experiência no mercado conhece cada detalhe do procedimento e, por isso, costuma indicar os caminhos mais seguros, além de proporcionar que o aluno foque sua energia onde realmente importa.

Além de assessorar o planejamento de cada etapa, uma consultoria de confiança prepara o aluno para que ele mostre às universidades todo o seu potencial, facilita a comunicação com as instituições e apresenta dicas para você tomar as decisões mais inteligentes.

Estudar nos Estado Unidos representa um crescimento não apenas profissional, mas também pessoal. Além da excelência acadêmica, a vivência em outra cultura é fundamental para preparar o jovem para o futuro.

Embora se trate de um procedimento complexo, o objetivo pode ser atingido com um bom planejamento e o acompanhamento adequado.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/09/portrait-pretty-teen-girl-holding-usa-flag-isolated-gray-4th-july-celebration.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-13 00:00:002024-03-08 20:18:06Guia completo para estudar nos Estados Unidos

É possível um brasileiro estudar e trabalhar no Canadá?

11 de setembro de 2019/118 Comentários/em Canadá, Carreira /por Daqui pra Fora

Muitas pessoas buscam por uma oportunidade de estudar e trabalhar no Canadá, uma vez que morar no exterior é uma experiência que não só proporciona benefícios profissionais, mas também pessoais, especialmente em um país que é considerado um dos locais com maior qualidade de vida do mundo.

Morar em outra localidade possibilita o convívio com outras línguas e imersão em uma nova cultura, com diferentes hábitos e costumes, além de permitir o contato com empresas e instituições de ensino estrangeiras, itens muito úteis para a construção de uma carreira profissional de sucesso.

Se você deseja conhecer mais sobre o tema, acompanhe o post para descobrir tudo sobre o Canadá, vamos mostrar para você todos os detalhes. Confira!

Quais são os benefícios de morar no Canadá?

O Canadá é o segundo maior país em extensão territorial, um dos mais seguros do mundo e repleto por uma diversidade cultural incrível.

Por ser um local tão grande, há a possibilidade de morar em grandes centros como Toronto e Vancouver, em cidades mais pacatas e interioranas como a moderna Calgary ou até mesmo em locais que remetem a cultura europeia, como Montreal. Assim, existem opções para todos os gostos!

O local que proporciona uma excelente qualidade de vida aos moradores do país, é também um dos mais receptivos a jovens imigrantes, o que faz com que diversas pessoas o escolham como destino.

Não faltam motivos para que tantas pessoas queiram morar, estudar e trabalhar no Canadá, pois além das questões já mencionadas, o país ainda conta com transporte público acessível, infraestrutura de primeiro mundo, belezas naturais estonteantes, inúmeras opções de lazer e diversas oportunidades de trabalho.

No quesito clima, as estações do ano são bem definidas, com muito frio no inverno e temperaturas que podem chegar a números negativos. Já no verão é possível atingir facilmente os 33 ºC.

No Canadá ainda há a possibilidade de aprender dois idiomas, pois o país conta com mais de uma língua oficial — o inglês e o francês.

Por fim, o custo de vida costuma ser mais em conta do que em outras localidades, o que possibilita viajar por todo o país durante os estudos ou permanência no país.

Como um brasileiro pode estudar e trabalhar no Canadá?

Há algumas possibilidades para os estudantes brasileiros que desejam estudar e trabalhar no país. Confira!

Sistema de ensino

Inicialmente é preciso entender o sistema educacional canadense, que é diferente do que estamos acostumados no Brasil.

Para cursos com menos de 6 meses de duração não é preciso ter o visto de estudante. Nesse caso, é possível contar somente com o visto de visitante, contudo, não há a permissão para trabalhar.

Para poder estudar e trabalhar no país o estudante deve escolher um curso em período integral, com duração de no mínimo 6 meses (não pode ser um programa de aprendizado de idiomas) e a instituição de ensino escolhida deve estar na lista de Designated Learning Institutions.,

Ou seja, a escola precisa ter autorização do governo para oferecer cursos que exigem o visto de estudo (requisito obrigatório para os cursos com mais de 6 meses de duração).

Existem dois tipos de instituições que oferecem os programas: Colleges e Universities. Os Colleges oferecem cursos mais técnicos voltados para uma preparação para o mercado de trabalho, com menor duração (em geral, de 6 meses a 2 anos) e não oferecem diploma de bacharel.

Já a University oferece cursos de maior duração, como bacharelados, mestrados e doutorados, oferecendo diploma de graduação ao final dos, em média, 4 anos de curso.

As universidades canadenses estão no ranking das melhores do mundo e são conhecidas como instituições de prestígio em todos os locais.

Em ambas as instituições (Colleges e Universities), as aulas, em geral, se iniciam em janeiro ou setembro, sendo que em algumas escolas ainda há a opção de ingresso no mês de maio.

Mercado de trabalho

Após ser aprovado no processo seletivo e ingressar em uma instituição de ensino o aluno deve solicitar uma Letter of Acceptance (LOA) — carta fornecida pela escola para os alunos que estão matriculados em um curso — para dar início ao processo do visto de estudos com permissão de trabalho.

Com o visto em mãos, os alunos brasileiros (tanto de Colleges, quanto de Universidades) podem trabalhar 20 horas semanais — os estudantes que têm o direito à permissão de trabalho devem respeitar rigorosamente o período máximo de trabalho semanal.

A única exceção é durante o período em que as instituições de ensino entram de férias e os alunos podem trabalhar até 40 horas por semana, enquanto as aulas não retornam.

Os estudantes internacionais que concluem o seu curso em uma instituição de ensino canadense credenciada pelo governo podem permanecer e trabalhar no país com o Post Graduation Work Permit (PGWP) — um visto de trabalho em tempo integral que tem validade de 1 a 3 anos.

Para obter a aprovação do PGWP é preciso solicitá-lo em até 90 dias após a conclusão dos estudos, ainda com o visto de estudante válido. Caso contrário, se perde o benefício e não há mais a possibilidade de requisitá-lo.

No Canadá, o estudante é responsável por buscar por um emprego nos programas de estudo e trabalho.

É comum encontrar emprego na área de serviços, hotelaria e atendimento ao público, e o salário-mínimo no país é por volta de 10,85 dólares canadenses por hora.

Também é possível que o estudante realize estágios em sua área de estudo — o que possibilita que ele arrume um emprego após a formatura de maneira mais fácil.

Como vimos, os brasileiros podem estudar e trabalhar no Canadá de maneira simples, uma vez que o país facilita esse processo. Além disso, o país conta com diversos benefícios, como qualidade de vida, oportunidades no mercado de trabalho e sistema de ensino com excelência.

Assim, o destino se torna uma excelente opção para as pessoas que desejam morar no exterior!

Se você se interessou sobre o tema, continue a visita no blog e descubra como é a vida de um estudante em uma universidade do Canadá!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/09/young-student-looking-camera-sitting-university.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-11 00:00:002024-03-18 16:22:46É possível um brasileiro estudar e trabalhar no Canadá?

Como funciona o mercado de trabalho nos Estados Unidos?

5 de setembro de 2019/107 Comentários/em Carreira, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

Estudar e morar nos Estados Unidos tem diversas vantagens, afinal, não é à toa que esse é o desejo de muitos brasileiros. O país proporciona segurança, qualidade de ensino, de vida e ainda conta com um avançado desenvolvimento tecnológico.

No entanto, é comum surgir a seguinte dúvida quando se pensa em mudar de país: como é o mercado de trabalho nos Estados Unidos? É possível continuar no país após a graduação?

Assim, se você quer saber mais sobre o tema, acompanhe o post que explicaremos as possibilidades de trabalhos para brasileiros nos Estados Unidos. Confira!

Quais são as principais áreas de trabalho nos Estados Unidos?

Os ramos mais atrativos no mercado de trabalho nos Estados Unidos e que precisam de profissionais qualificados são aqueles ligados à tecnologia da informação, desenvolvimento de software, ciência de dados, engenharia de operação de sistemas, redes de computadores, entre outros.

Mas fora da área tecnológica, também há muitas outras que empregam brasileiros, como marketing, recursos humanos, turismo, gestão de tributos, engenharia, contabilidade,  terapia ocupacional, auditoria, automação e mercado financeiro.

Além disso, fazer um curso no país aumenta as chances de conseguir um trabalho. Por isso, se o seu objetivo é morar nos Estados Unidos, é interessante cursar uma graduação em território norte-americano.

Com um diploma local em mãos, o processo é menos complexo, uma vez que dessa maneira você tem o mesmo preparo e mesma qualificação acadêmica que os americanos.

Há a possibilidade de trabalhar durante a graduação?

Durante os estudos há a possibilidade de realizar um estágio — o que posteriormente auxilia o estudante a entrar no mercado de trabalho —, e para tanto é preciso ter o visto F-1 ou J-1 e verificar as regras de sua universidade.

Dessa maneira, é possível trabalhar como voluntário por até 20 horas semanais durante o período de aulas ou aceitar estágios não remunerados em algumas ocasiões, como:

  • O estágio deve ser como um treinamento e realizado dentro de um ambiente educacional (como na universidade);
  • O foco deve ser a formação e a educação do estudante, portanto, não pode beneficiar apenas o empregador;
  • O estagiário não pode substituir a vaga de um funcionário assalariado;
  • Não há a obrigatoriedade de efetivar o estagiário ao final da experiência;
  • O estágio não pode ser remunerado (exceto se o aluno tiver visto com autorização especial, como os vistos F-1 com CPT ou OPT ou estudante J-1 com Academic Training).

Assim, a maioria dos vistos americanos exige que os alunos aceitem apenas trabalhos dentro da universidade ou relacionados ao seu curso. Portanto, a melhor forma de encontrar um trabalho é consultando diretamente a sua instituição de ensino superior.

Cada universidade americana tem departamentos distintos com sites e serviços de carreiras próprios, que os alunos devem aproveitar. Os serviços estudantis costumam auxiliar os jovens a se inscreverem em programas de treinamento conforme as limitações do seu visto.

Até mesmo para realizar trabalhos voluntários e estágios externamente (desde que dentro da sua área de estudos), é preciso ter a autorização da sua universidade.

Por fim, os estudantes com visto F-1 que concluírem o primeiro ano da graduação em uma faculdade americana podem buscar por vagas utilizando agências de emprego ou bancos de dados externos.

Como entrar no mercado de trabalho nos Estados Unidos após concluir a universidade?

Após o término da faculdade é comum que os estudantes brasileiros queiram continuar morando nos Estados Unidos e, nesse momento, eles têm o objetivo de ingressar de fato no mercado de trabalho.

Por isso, é importante saber que, após o término da universidade, o aluno pode permanecer no país pelo prazo de carência para trocar o seu visto ou programar o seu retorno ao Brasil.

A duração do período varia conforme o visto do estudante, aqueles que têm o F-1 podem ficar até 60 dias, já os que têm o visto M-1 ou J-1 contam com um prazo de 30 dias.

Durante essa etapa, o estudante deve procurar por um trabalho em sua área de formação, caso não tenha saído empregado da faculdade.

Após estar empregado (tanto para os estudantes que já saem da graduação empregados quanto para os que encontram um trabalho durante o prazo de carência), o visto de estudante F1 por meio do programa OPT (Optional Practical Training) pode ser estendido por até 1 ano para o profissional adquirir experiência no mercado de trabalho, sendo que o emprego deve estar diretamente relacionado à área de formação.

Para adquirir esse visto é preciso enviar para a secretaria de sua universidade uma solicitação de OPT I-20. Se o pedido for aceito, a instituição encaminha os dados do estudante para o Student and Exchange Visitor System (SEVIS), que recebe os documentos de imigração necessários para completar a sua inscrição no OPT e que devem ser enviados ao Departamento de Imigração dos EUA.

Como trabalhar nos Estados Unidos após a conclusão da faculdade?

Passado o período de 1 ano concedido para os estudantes, aqueles que estiverem empregados devem solicitar um visto de trabalho americano.

Existem diversos tipos de vistos de trabalho, mas os estudantes internacionais recém-formados no país, em geral, recebem o visto temporário de trabalho (H-1B). Com ele é possível permanecer no país por 3 anos, com possibilidade de estender o período para 6 anos.

No entanto, é válido ressaltar que os graduados estrangeiros não podem fazer a solicitação do visto do trabalho por conta própria, quem deve preencher o requerimento em seu nome é o próprio empregador.

Para realizar a troca do visto de estudante para o de trabalho, é preciso ter uma qualificação acadêmica, como um bacharelado ou outro diploma.

Por fim, para ficar permanentemente nos Estados Unidos é preciso de um Green Card. Para requerê-lo é preciso estar no país com um visto de trabalho temporário e, assim como no caso anterior, é o empregador que preenche os formulários em seu nome.

Fazer uma faculdade no exterior proporciona inúmeras vantagens, pois além da vivência em outro local e os benefícios citados, o mercado de trabalho nos Estados Unidos conta com diversas oportunidades —especialmente para os profissionais que concluem uma graduação no país.

O que achou das nossas dicas? Se você gostou do texto, compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude os seus amigos a aprenderem sobre o mercado de trabalho americano.

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Como as universidades do Canadá selecionam estudantes

4 de setembro de 2019/110 Comentários/em Canadá, Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

Quando pensamos em conciliar qualidade de ensino e qualidade de vida, o Canadá é um dos primeiros países a serem considerados. Algumas das melhores universidades do mundo, segundo o Ranking Times Higher Education, ficam no Canadá, como a University of Toronto, University of British Columbia ou ainda a McGill University.

Quer saber mais sobre as universidades canadenses e como é processo seletivo para entrar em uma delas? Continue a leitura.

Por que fazer faculdade no Canadá? 

A qualidade do ensino canadense é mundialmente conhecida. Além disso, as universidades do Canadá têm muitos alunos estrangeiros em suas turmas, por isso, se preocupam com a igualdade de acesso. Isso torna o ambiente mais receptivo aos estudantes internacionais, e não apenas nas salas de aula.

Os estudantes que pretendem ficar no país após a graduação conseguem a permissão de maneira mais fácil que em outros países. Em até 90 dias após a conclusão dos estudos, basta o estudante solicitar o Post Graduation Work Permit (PGWP).

Essa é uma permissão de trabalho que pode te dar permanência entre um e três anos no Canadá, dependendo da duração total da sua graduação.

Outro atrativo são os custos que, em geral, são mais baixos se comparados à outras opções no exterior, como por exemplo, universidades nos Estados Unidos. O país ainda é um dos mais seguros para se viver e em algumas regiões é possível praticar não só o inglês, mas também o francês.

Como fazer então para estudar no Canadá? Conheça as etapas do processo seletivo.

Como funciona o processo seletivo das universidades no Canadá? 

É muito comum que cada universidade canadense defina seus próprios critérios de avaliação, por isso não há um processo padrão para todas. A seguir você vai encontrar todas as etapas que podem aparecer em uma candidatura para estudar nas instituições do país, mas é sempre importante consultar o que a instituição, para onde você deseja se candidatar, solicita.

Notas Escolares

As universidades canadenses avaliarão as suas notas durante os últimos 4 anos na escola – o histórico escolar – a fim de verificar seu grau de dedicação com os estudos, ou seja, quanto maior for suas notas, maior a chance de você ser aprovado nessa primeira etapa.

Existe um sistema para converter as notas em uma média final que sirva de referência, o GPA (Grade Point Average). Essa é uma das principais diferenças do sistema brasileiro, já que por aqui os alunos deixam para focar nos estudos apenas quando se preparam para o vestibular.

Nota do TOEFL

Você precisará realizar também o TOEFL (Test of English as a Foreign Language), que é o exame que comprova sua proficiência em ler, escrever, entender e falar inglês. Isso mostrar às universidades que você está apto para frequentar as aulas e acompanhar o conteúdo no idioma.

Cada instituição define uma nota mínima exigida para que o candidato possa concorrer à vaga no curso desejado, e esse costuma ser um pré-requisito para quase todas as universidades no Canadá. As faculdades mais competitivas pedem notas acima de 80 ou 90 pontos e o aluno não pode tirar menos que 20 pontos em nenhuma das quatro partes da prova.

Nota do Enem e do SAT/ACT

Além das notas escolares, a maioria das universidades canadenses aceitam a nota do ENEM como um dos critérios de avaliação do processo.

Ou seja, ao prestar o Exame Nacional do Ensino Médio no Brasil, você pode aproveitar essa nota e utilizá-la para sua candidatura no Canadá. A nota utilizada no application deve ser a nota do ano anterior à candidatura.

Algumas universidades também podem exigir que o estudante realize um dos exames padronizados — chamados de SAT ou ACT.  Não são todas as universidades do Canadá que exigem as notas desses testes, mas é bom conhecê-los, pois são como um “vestibular”, utilizados na avaliação da admissão. E se suas notas forem boas, pode ser um diferencial positivo.

O SAT é composto por três partes, sendo elas: redação, matemática e leitura/interpretação de textos. Também há uma outra versão, o SAT Subjects, que testa conhecimentos específicos do candidato em áreas como línguas, história, física e química, sendo essa uma exigência de determinadas faculdades ou cursos.

O ACT nada mais é do que um teste semelhante ao SAT, mas que apresenta questões de múltipla escolha de áreas como matemática, inglês, ciências e interpretação de textos. Algumas universidades também exigem uma redação dos candidatos feita dentro deste exame.

As notas de todos esses exames podem te ajudar também a conseguir uma bolsa de estudos, dependendo de seu desempenho.

Outras Etapas

Embora menos comum, é possível que algumas universidades ainda solicitem como avaliação o envio de algumas redações, cartas de recomendação e queiram avaliar suas atividades extracurriculares. Se sua universidade dos sonhos tem esses pré-requisitos, entenda como eles serão analisados.

Redações

A redação normalmente é solicitada somente pelas universidades mais fortes do país. São utilizadas para conhecer mais sobre quem é o estudante e auxiliar a universidade a selecionar candidatos academicamente parecidos.

Afinal, elas buscam alunos com perfil semelhante ao delas. Por isso, essa é a oportunidade de demonstrar sua personalidade, realizações e, especialmente, os projetos que participou e que ajudaram no seu desenvolvimento como pessoa.

Cartas de Recomendação

As cartas de recomendação também servem para a instituição conhecer um pouco mais sobre o perfil do aluno e suas experiências acadêmicas. Elas devem ser feitas por professores e coordenadores do colégio do estudante.

Atividades Extracurriculares

Atividades extracurriculares são todas as atividades que você faz fora de sala de aula que auxiliam no desenvolvimento pessoal, demonstrem liderança e engajamento com a comunidade ao seu redor.

Alguns exemplos de atividades são trabalhos voluntários, participar de olimpíadas acadêmicas, organizar eventos beneficentes, entre outras possibilidades que façam sentido para o perfil do aluno.

Portfólio

Quando os cursos são voltados para artes, moda, design, fotografia, cinema entre outros do segmento artístico, a maioria das faculdades exige que o estudante envie um portfólio com os seus melhores trabalhos. Essa é uma maneira de avaliar se os requisitos técnicos demandados pelo curso são atendidos ou não.

Quer saber mais?

Uma de nossas alunas, Ana Letícia, contou como está sendo a jornada dela em Mount Royal, confira o depoimento dela.

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https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-04 00:00:002024-01-08 11:28:58Como as universidades do Canadá selecionam estudantes

Roommate – por que ter um colega de quarto é muito importante no primeiro ano?

3 de setembro de 2019/92 Comentários/em Dicas /por Daqui pra Fora

Para muitos brasileiros, a ideia de ter um desconhecido como colega de quarto na faculdadepode soar estranha. Nas universidades dos Estados Unidos, porém, a cultura do roommate é muito forte e são raros os alunos que escolhem ou têm a oportunidade de dormir em um aposento individual.

Em algumas universidades, esse tipo de quarto é exclusivo para pessoas do segundo, terceiro ou quarto anos de faculdade e/ou que cumpram certos requisitos — como um GPA acima de 3.5, praticar um esporte específico ou fazer parte de determinada fraternidade/irmandade.

Assim, todos os calouros têm que passar por essa experiência, mas ela não é ruim; na verdade, é até mesmo importante, e é sobre isso que falamos neste artigo. Continue lendo para conhecer as vantagens de ter um roommate e confira algumas dicas para manter uma relação saudável com seu colega de quarto!

Os benefícios de contar com um colega de quarto

O roommate, assim como você, é um aluno da faculdade que está longe de casa e iniciando uma nova experiência. Trata-se da pessoa com quem você conviverá de forma direta, por dividir as rotinas do dia a dia, dificuldades e até mesmo as trapalhadas de quem não tem muita experiência em “se virar” sozinho!

As universidades costumam reunir duas pessoas desconhecidas, possivelmente de países diferentes, mas que tenham comportamentos e hábitos similares. Assim, possibilitam a experiência de ter contato com uma nova cultura, apender um idioma, mas ao lado de uma pessoa com características parecidas, a fim de evitar conflitos.

O roommate é um parceiro, por isso, contar com ele no primeiro ano traz diversas vantagens:

Facilita a transição

Os colegas de quarto são indivíduos que estão passando pela mesma situação e compreendem a dificuldade de se adequar a uma nova rotina, viver longe dos pais ou até se adaptar à cultura e sociedade de um país novo.

Assim, roommates podem ser grandes aliados nesse processo de transição, dando apoio ao compreender verdadeiramente as angústias comuns aos calouros nessa fase. Seu colega é alguém com quem você pode conversar, pedir ajuda e esclarecer dúvidas quando tiver dificuldades.

Conecta você a uma pessoa com costumes parecidos

Como dito, as universidades fazem o possível para que os colegas de quarto tenham um “match” perfeito. As instituições pedem que calouros preencham formulários sobre seus hábitos diários — horários de acordar/dormir, hábitos de limpeza, costume de ingerir álcool, entre outros — para conectar pessoas com hábitos parecidos.

Desse modo, o risco de conflitos sobre atividades do dia a dia diminui substancialmente. Ademais, os alunos podem conviver com indivíduos que compartilham certos gostos e aspectos de personalidade similares, favorecendo a relação entre eles.

Ajuda na sociabilização

Ter um roommate pode dar um boost no ciclo social dos estudantes, principalmente no caso de pessoas mais tímidas. O colega de quarto pode incentivar a participar de eventos sociais e atividades extracurriculares diferentes, ajudar a conhecer pessoas, além de garantir que você tenha sempre uma companhia para ir a eventos, shows e festas.

Sendo um calouro, pensar em fazer tudo isso sozinho poderia gerar certo constrangimento — você poderia se sentir um “peixe fora d‘água”. Mas, com o colega de quarto, será mais fácil já chegar a esses locais acompanhado e tendo com quem dividir experiências.

Promove o intercâmbio cultural

Dividir o quarto com um colega é uma ótima oportunidade para conhecer melhor uma pessoa com uma história de vida diferente. O contato com indivíduos de outras culturas é crucial para o crescimento pessoal de um aluno e contribui para o desenvolvimento da empatia.

Também trabalha a curiosidade perante o novo, o conhecimento de mundo e as habilidades novas no decorrer do dia a dia, como a aprendizagem de uma nova língua com um falante nativo. Essa experiência de intercâmbio cultural é tão valorizada pelas universidades que algumas até evitam deixar dois estudantes do mesmo país juntos.

Integra o aluno na comunidade da universidade

Em muitas universidades americanas, os dormitórios são os centros da vida social. Na Universidade de Chicago, por exemplo, os estudantes são divididos em “casas” nos seus dormitórios, as quais fornecem suporte acadêmico e social aos membros.

Dessa forma, viver junto aos membros de uma comunidade torna-se um aspecto de extrema importância para a experiência universitária dos alunos, permitindo que os jovens criem um senso comunitário e de pertencimento a um grupo desde o primeiro ano.

Fornece ajuda em situações de necessidade

O roommate tem mais facilidade em notar quando o estudante está precisando de ajuda emocional, pois perceberá facilmente uma mudança de hábitos ou atitude. Dessa forma, viver com alguém garante que a comunidade da universidade — ou, no mínimo, uma pessoa — fique ciente de que um aluno está passando por dificuldades.

Ao estar longe de casa e da família, esses momentos podem acontecer, seja por saudade, alguma dificuldade de adaptação ou com as matérias da faculdade. Então, o colega de quarto possibilita que o jovem receba apoio emocional de outros estudantes para não se sentir sozinho.

Os roommates também podem ajudar uns aos outros em caso de algum deles ficar doente, como comunicando a um staff rapidamente, caso necessário, notando possíveis pioras durante a noite ou até fazendo pequenos “mimos”, como levar comida ao estudante.

Dicas para ser um bom roommate

Dividir o quarto, mesmo que seja com um irmão, pode ser muito difícil e gerar conflitos, que dirá, então, de fazer essa divisão com uma pessoa desconhecida? É por isso que o ideal é que ambos procurem manter boas práticas para tornar essa convivência amigável.

Pensando nisso, listamos algumas dicas para que você saiba como ser um bom roommate e não tenha nenhuma dificuldade para dividir o mesmo espaço com outra pessoa. Veja!

Siga as regras

É interessante que você e seu colega de quarto estabeleçam algumas regras de boa convivênciacom as quais ambos estejam de acordo. Você pode fazer essa proposta para ele a fim de evitar situações desagradáveis e mal entendidos. Mas lembre-se de que, ao estabelecer regras, é precisa segui-las.

Respeite o espaço do outro

O quarto é dividido entre vocês dois, o que significa que cada um tem o seu espaço. É fundamental que você respeite o que é do outro, evite ocupar mais do que deveria, além de não mexer naquilo que não é seu. Sempre peça autorização para usar algo do seu colega e mantenha o que é seu no seu espaço.

Mantenha a organização

A bagunça pode surgir, é verdade, mas o ideal é que você arrume aquilo que bagunçar. O correto é deixar o espaço como estava antes de passar por ali, colocando as coisas em seu devido lugar depois de usar e não deixar tudo para o outro fazer.

Seja cauteloso com a higiene

Além da organização, é fundamental manter uma boa higiene, tanto a pessoal quanto a do próprio espaço. Tudo o que você sujar procure limpar para que nada fique acumulado. Isso é importante para a boa convivência, mas também para que o quarto se mantenha saudável.

Tenha bom senso

Detalhes do dia a dia fazem toda a diferença para manter uma boa relação com o colega de quarto, como usar o fone de ouvido, não fazer barulho até tarde, apagar a luz quando ele for dormir, não tagarelar se ele não quiser conversar, entre outros. O bom senso é fundamentalpara não se tornar inconveniente ou chato.

Se, mesmo assim, a convivência não der certo, os calouros podem trocar de colega de quarto depois de um tempo. A cultura americana de roommate permite que os estudantes, nos anos seguintes, escolham viver com seus melhores amigos durante a faculdade.

Seja um futuro melhor amigo ou apenas um colega de quarto, ter um roommate é uma experiência fundamental para um universitário nos Estados Unidos. Essa convivência e parceria facilita a vida dos estudantes e promove momentos inesquecíveis, além do desenvolvimento de habilidades valiosas para complementar a formação.

Você tem alguma dica de convivência com colegas de quarto? Já viveu essa experiência? Deixe seu comentário e conte para a gente!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/09/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-3.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-09-03 00:00:002020-12-07 16:52:26Roommate – por que ter um colega de quarto é muito importante no primeiro ano?

TOEFL ITP e TOEFL IBT: qual a diferença entre elas?

30 de agosto de 2019/92 Comentários/em Processo Seletivo /por Daqui pra Fora

As faculdades dos Estados Unidos exigem que aplicantes estrangeiros atestem seu nível na língua por meio de exames de proficiência, como o TOEFL, para que o estudante possa iniciar os estudos em uma instituição americana. Normalmente, os resultados da avaliação são requisitados pelo departamento de admissão, assim como históricos escolares, diplomas e, eventualmente, redações sobre temas específicos.

Neste artigo, vamos focar em duas das principais modalidades desse exame: o TOEFL ITP E TOEFL IBT. Apontaremos suas principais características e a forma como a pontuação é computada. Ao fim, você vai enxergar com clareza a diferença entre as duas certificações. Confira!

Como funciona o TOEFL?

Para começar, vamos entender o significado de TOEFL. Trata-se de um acrônimo para Test of English as a Foreign Language, que pode ser traduzido como Teste de Inglês como Segunda Língua. Como o nome deixa claro, o exame é utilizado para avaliar o nível de inglês em pessoas cuja língua nativa é outra.

Em relação à pontuação, não existe o conceito de passar ou reprovar. Cada instituição de ensino estabelece uma nota mínima a ser alcançada para que a aplicação do estudante seja considerada. Portanto, é importante conhecer os requisitos das universidades para as quais deseja aplicar.

Muitas vezes, a pontuação exigida varia dentro da mesma universidade. É comum que cursos de curta duração sejam mais brandos nesse quesito, enquanto currículos de pós-graduação tendem a ser mais exigentes. O TOEFL conta com cinco categorias, sendo duas delas — Primary e Junior — destinadas ao público infantil.

As outras três são o TOEFL PBT, TOEFL ITP e TOEFL IBT. O primeiro é uma versão em papel do exame, aplicada apenas em países com restrições no acesso à internet. As outras duas, portanto, são as mais relevantes e serão o tema do restante deste artigo. Continue a leitura.

O que é o TOEFL IBT?

A sigla IBT significa Internet Based Test, ou seja, indica que esse exame é realizado de forma online. Trata-se da versão mais completa da prova, abordando as quatro habilidades consideradas essenciais para o ingresso em uma faculdade americana: compreensão de texto, compreensão de voz, escrita e oralidade.

Essa modalidade é solicitada pela maioria das instituições dos Estados Unidos, principalmente aquelas que oferecem cursos de maior duração. Embora seja feito pela internet, o participante não tem a opção de realizá-lo em casa. É necessário, portanto, marcar um horário em uma das unidades que oferecem o TOEFL.

Com duração de 4 horas, o exame é dividido em quatro seções. A primeira é nomeada reading e tem um tempo limite de 60 a 80 minutos. São apresentados ao candidato uma série de artigos acadêmicos e perguntas relacionadas a eles.

Depois vem o listening, com tempo limite de 60 a 90 minutos. Nessa parte, o aplicante escuta palestras, discussões e conversas para, ao fim, responder perguntas relacionadas aos conteúdos apresentados. Ao fim dessa seção há um intervalo de 10 minutos.

Depois de recarregar as energias, vem a parte de speaking, em que o prestador do exame deve responder, utilizando o headset disponibilizado, a algumas questões apresentadas. Vinte minutos depois inicia-se o writing, que cobra o sustento de uma opinião por meio de linguagem escrita.

Cada uma das seções da prova valem exatos 30 pontos, sendo 120 a pontuação máxima do exame.

O que é o TOEFL ITP?

Diferentemente da modalidade apresentada no tópico anterior, o TOEFL ITP é realizado de forma completamente offline, sem o uso de computador. Portanto, a prova é feita com o uso de lápis e papel. Outra diferença em relação ao TOEFL IBT é o formato: são apenas três seções.

O exame é dividido entre compreensão auditiva, compreensão de texto e estrutura da língua. Por ser menos extensa, a prova é realizada no período de duas horas, sem necessidade de intervalo. Devido a sua característica menos complexa, o exame é geralmente requisitado para a realização de cursos de menor duração.

No que diz respeito ao formato, o teste inicia na seção Listening Comprehension. São 50 questões de múltipla escolha que devem ser respondidas de acordo com o conteúdo de um áudio. A atenção nessa etapa é fundamental, já que não é possível parar ou repetir a reprodução.

A etapa seguinte é a Structure and Written Expression e apresenta 40 questões. Parte delas desafia o aplicante a identificar erros gramaticais, enquanto a outra pede o preenchimento de espaços vazios em sentenças. Por fim, vem Reading Comprehension.

Essa seção consiste em 5 textos com 10 perguntas cada. Os assuntos abordados em cada texto variam, mas as respostas podem sempre ser encontradas a partir de uma leitura atenta e detalhista.

Qual tipo de certificação escolher?

Antes de definir qual modalidade do exame melhor se aplica para a sua situação, é imprescindível pedir uma recomendação para a escola em questão. Geralmente, programas de estudo que lidam com um nível mais avançado exigem a realização do TOEFL IBT.

Por outro lado o TOEFL ITP é muito requisitado por instituições que oferecem cursos em um grau hierárquico menor que a graduação. Portanto, se o objetivo é estudar inglês no exterior ou participar de aulas de um conteúdo específico, essa pode ser a melhor opção.

Em todos os casos, é importante conhecer todos os pré-requisitos da instituição acadêmica. Isso porque, como já mencionamos, a equipe de admissão é responsável por estabelecer a nota mínima para o ingresso do aluno.

As certificações TOEFL ITP e TOEFL IBP são aceitas em diversas escolas, cursos e universidades nos Estados Unidos. Por meio do resultado desses exames, o aluno pode provar seu nível de inglês, informação que é utilizada tanto no processo de aplicação, quanto no nivelamento das disciplinas.

E então, ficaram claras as diferenças entre TOEFL ITP E TOEFL IBT? Para ficar por dentro de mais conteúdos como este, siga nossas redes sociais. Estamos presentes no Facebook e no Instagram!

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Seguro-saúde internacional: entenda a sua importância

20 de agosto de 2019/62 Comentários/em Dicas /por Daqui pra Fora

Além das malas prontas e da documentação em mãos, você sabia que o seguro-saúde internacional é obrigatório para quem vai estudar fora? Sim!

Além disso, ele facilita a nova vida e traz muitas vantagens para quem o contrata. Por isso, é essencial incluí-lo no planejamento, se você organiza uma estadia longa no exterior.

A maioria das universidades no exterior tem parcerias com seguradoras e já indicam a melhor empresa local para os estudantes fecharem seus planos.

Além disso, elas também contam com excelentes estruturas de enfermarias internas, à qual recomendamos aos alunos recorrerem antes de buscar hospitais ou médicos do plano. A universidade dará todo o apoio necessário ou encaminhará para o especialista adequado.

Conheça, agora, as informações mais importantes e saiba o que conferir na hora de fazer o seu!

Como contratar o seguro-saúde internacional?

Existem muitas empresas especializadas em seguro saúde internacional e os planos funcionam de maneiras diferentes do Brasil. Não são todas as especialidades que os convênios cobrem, por exemplo.

Os valores podem variar, quanto maior a cobertura, mais caro o plano médico. Aqui, vale a pena mensurar o custo-benefício, se o aluno precisa de demandas urgentes ou algo de acordo com a rotina de cada um.

A contratação não é imediata e precisa de um cadastro prévio, com informações pessoais pedidas pela seguradora. Por isso, não deixe para contratar em cima da hora, pois poderá atrasar o processo e você pode fazer direto com a seguradora que preferir.

Você não recebe uma carteirinha em casa após contratar o plano. Para isso, é necessário entrar no site e solicitar o documento comprovando a sua solicitação, juntamente com o número de identificação que você precisará apresentar na hora de utilizar.

Qual seguro-saúde internacional contratar?

O Health Insurance, como é chamado o acordo, pode ser feito por diferentes empresas. A quantidade é enorme, basta que o aluno e sua família escolham, conforme as necessidades.

Algumas das seguradoras que você pode conhecer:

  • Aetna;
  • Humana;
  • AARP;
  • Cigna;
  • Anthem;
  • UnitedHealtcare.

Como comentamos anteriormente, algumas universidades têm parcerias com empresas e, assim, o aluno precisará contratar aquela que for indicada, escolhendo entre as opções mais adequadas.

Também, vale conhecer melhor cada tipo de contrato, bem como os lugares que aceitam o convênio, buscando sempre a praticidade e segurança nos atendimentos.

Quais são os tipos de seguro-saúde internacional?

São dois os tipos mais conhecidos de seguros saúde internacionais: o Health Maintenance Organization (HMO) e o Preferred Provider Organization (PPO), e a principal diferença entre eles se refere à flexibilidade.

Enquanto ao contratar o PPO, você pode ser atendido por médicos ou instituições de qualquer rede, mesmo a que não contratou. No HMO, você está restrito a atendimentos conveniados (exceto em caso de emergência).

Outro ponto, é que o HMO deve custar menos, justamente pelo fato de limitar os atendimentos. Também, a primeira consulta do aluno sempre passará pelo clínico geral, o Primary Care Physician, que vai avaliar o paciente e, se houver necessidade, encaminhar para o especialista. Já no PPO, você pode escolher passar direto para um especialista.

As universidades também são bem equipadas com enfermarias de qualidade, por isso, consulte a da sua, antes de se dirigir ao hospital. Assim, você pode resolver sem precisar usar o seguro.

Como funciona a cobertura?

Nem sempre o seguro saúde internacional privado funciona com método de reembolso, ou seja, quando o turista efetua os devidos pagamentos nas consultas e depois solicita a devolução dos valores. Para isso, é preciso entender alguns termos previstos em contrato, como:

Deductible

Deductible é o valor que mostra quanto o estudante vai pagar, de maneira integral, até que o ressarcimento passe a valer. Ou seja, é possível escolher uma quantia e, até que as despesas não cheguem a esse preço, quem arca com os custos é o aluno, sem a possibilidade de reembolso. Esse custo é cumulativo pelo período válido.

Isso não significa que a seguradora paga totalmente os seus gastos após atingir o teto do Deductible, isso vai depender da modalidade escolhida na hora da compra. As informações detalhadas sobre quais valores para cada especialidade, o aluno recebe junto da apólice. Por isso, esteja atento a esses pontos, até mesmo, depois da contratação.

Coinsurance

Outro ponto importante a conhecer na cobertura do seguro é o Coinsurance, é ele que vai definir as suas divisões com o plano após ultrapassar o Deductible. Nem sempre a divisão é exatamente igual, pode ser apenas uma porcentagem, isso depende do contrato e da seguradora.

Copayment

Caso os valores do seu Deductible sejam ultrapassados, podem haver custos extras com consultas ou emergências, mas isso é previamente definido com a companhia, chamado de Copayment.

Além disso, é possível definir um teto máximo a ser gasto com o amparo, chamado de Out-of-pocket maximum/limit. Caso esse valor passe o estipulado, quem arca com as despesas totais é o seguro. Por isso, programe-se antes mesmo de contratar o seu seguro saúde internacional.

Importante ressaltar que um plano dificilmente cobre todas as especialidades, portanto, fique atento a isso e escolha as mais adequadas. Em especial, sobre a forma de usá-lo, uma vez que, não seguidos corretamente os procedimentos, você não terá o atendimento coberto.

Vantagens em contratar o seguro-saúde internacional

O principal benefício em ter um seguro saúde internacional é a despreocupação em caso de imprevistos, além da redução de custos, uma vez que os atendimentos médicos no exterior são extremamente altos.

Além disso, é muito comum, ao visitar pela primeira vez um país, ter dificuldades com a mudança de clima ou, até mesmo, por conta da alimentação diferenciada, por exemplo, e nunca se sabe quando se precisará de atendimento médico.

O benefício também pode ser usado a qualquer momento durante os estudos no exterior, não apenas em casos de emergência. Ou seja, contratar um seguro-saúde internacional é sinônimo de amparo mesmo longe de casa.

Por quanto tempo contratar o seguro-saúde?

Já que é um procedimento obrigatório, que tem como objetivo auxiliar no que for preciso fora do país, compre por todo o período de estudo. Assim, você vai ter mais segurança sob todas as possibilidades listadas.

Portanto, além de pesquisar sobre a faculdade ou como funciona a seleção de alunos, é importante também se atentar na hora de contratar seu seguro-saúde internacional.

Inclua a contratação do seguro-saúde internacional no seu checklist para estudar no exterior e conte com a assistência da Daqui pra Fora para realizar esse seu sonho. Nosso time de especialistas está à sua disposição.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-08-20 00:00:002024-02-23 10:01:50Seguro-saúde internacional: entenda a sua importância

Entenda como escolher uma faculdade no Canadá

13 de agosto de 2019/110 Comentários/em Canadá, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar no exterior é o desejo de muitos brasileiros. E um dos locais preferidos para a realização dos estudos é o Canadá, uma vez que o país é conhecido por proporcionar excelente qualidade de vida e ainda conta com um ótimo sistema de ensino. 

No entanto, após a escolha do país para realizar os estudos, é comum surgir a dúvida: como escolher uma faculdade? Nesse momento, é importante considerar que existem algumas diferenças entre as instituições do Brasil e do Canadá. 

Se você quer conhecer mais a respeito das faculdades do Canadá, acompanhe o post que vamos apresentar todos os detalhes. Confira! 

Como escolher uma faculdade no Canadá? 

Para fazer a escolha certa é importante ficar atento a alguns pontos no momento de selecionar uma faculdade no Canadá. Veja as nossas dicas sobre o tema! 

Analise as suas expectativas em relação à graduação 

É claro que é fundamental considerar alguns aspectos da cidade em que se pretende morar, como clima, ambiente local, os tipos de moradia ofertados, a localização da faculdade, atividades extracurriculares e até mesmo o custo de vida. 

Mas também é importante o aluno levar em consideração os professores que lecionam na instituição de ensino escolhida e o que ela promete oferecer. 

Para tanto, é importante realizar uma autoanálise sobre os seus talentos, seus desejos para o futuro e seus sonhos para escolher de maneira estratégica a instituição que deseja estudar. 

Confira a grade de disciplinas dos cursos em cada faculdade 

Outro passo fundamental é verificar se a faculdade escolhida tem em sua grade as disciplinas do curso que você pretende fazer e se o departamento da sua área de graduação tem boa reputação.

Além disso, também é importante verificar se as matérias ofertadas pela instituição atendem às suas expectativas. 

Pesquise ainda pelos diferenciais da instituição de ensino, como o corpo discente e as suas premiações, cursos extras e laboratórios — a Carleton University, localizada na cidade de Ottawa, capital do Canadá, por exemplo, permite que os alunos realizem pesquisas práticas em seus laboratórios desde o primeiro ano da faculdade. 

Os alunos que desejam um atendimento mais individualizado durante as aulas devem buscar pelas faculdades menores — determinadas instituições têm turmas que contam com apenas poucos alunos. 

Já os estudantes que desejam ter interação com outras pessoas e vivenciar um ambiente multicultural podem optar pelas instituições de ensino maiores. 

Assim, a melhor instituição de ensino sempre será a que tiver o curso que você deseja realizar e uma grade curricular que atenda às suas expectativas. 

Compreenda as diferenças entre college e university 

No Canadá existem dois modelos de instituição — college e university — que se diferenciam na forma de ensino em cada um. 

O objetivo da university é formar o estudante bacharel em uma determinada área do conhecimento. Assim como as universidades brasileiras, podem alternar entre um aprendizado teórico e prático, podendo haver foco em pesquisa.

Esse modelo de instituição fornece diploma de graduação ao final e é o mais recomendado para as pessoas que pretendem seguir carreira na área escolhida. 

Os cursos nas universidades do Canadá também duram, em média, 4 anos. Caso seja na área da saúde ou educação, por exemplo, costumam ocorrer em período integral. 

Já os colleges oferecem cursos mais técnicos, com o objetivo de preparar o estudante diretamente para o mercado de trabalho. Não fornecem diploma de bacharel, de modo que o estudante com intenção de cursar uma graduação, ainda precisará ingressar em uma universidade. 

Os cursos nos colleges costumam ter duração que podem variar de 6 meses a 4 anos. 

Verifique a forma de ingresso na faculdade 

Após selecionar algumas instituições que gostaria de estudar, o aluno deve considerar o processo seletivo de cada uma delas, uma vez que cada faculdade canadense tem a sua forma própria de seleção. Assim, para obter a aprovação é fundamental conhecer a forma de ingresso e observar toda a documentação solicitada. 

Para a realização desse processo, chamado de application, é preciso inicialmente realizar uma inscrição no site da instituição.

Em geral, os documentos solicitados são o certificado de conclusão do ensino médio e a sua tradução juramentada, o histórico escolar e o comprovante de proficiência em inglês ou francês, sendo que a pontuação mínima varia de acordo com os critérios de cada faculdade e do curso escolhido. 

Quando o idioma escolhido for o inglês, os testes que costumam ser aceitos para certificar a proficiência na língua são:

  • IELTS (International English Language Testing System);
  • TOEFL (Test of English as a Foreign Language);
  • CELPIP (Canadian English Language Proficiency Index Program);
  • TEF (Test d’évaluation de français), para a proficiência no francês. 

Assim, na prática, o ideal é que as informações sejam verificadas junto à instituição que se pretende estudar, uma vez que os critérios, requisitos e até mesmo o teste de proficiência solicitado podem variar de uma para outra. 

Fique atento ao período de inscrição 

No Canadá, o ano letivo ocorre em um período diferente do Brasil, por isso é preciso ficar atento às datas para inscrição, processo seletivo, matrícula e mesmo do começo das aulas — o ideal é que o aluno tenha ao menos um ano para se candidatar a uma vaga em uma faculdade canadense. 

O ano letivo das escolas e das faculdades no Canadá tem início em setembro e término em maio, antes do verão. Enquanto no Brasil, as instituições de ensino superior, em geral, têm processos seletivos tanto em janeiro quanto em agosto. 

Dessa maneira, durante todo o processo é essencial que o aluno se mantenha em contato com a instituição para tirar as suas dúvidas, ficar atento a todas as informações e ainda demonstrar interesse pela admissão. 

Tenha uma boa consultoria durante o processo 

Como vimos, existem diversos passos que devem ser seguidos e cuidados que precisam ser tomados para que o desejo de estudar em uma faculdade no Canadá dê certo. 

Portanto, para não cometer qualquer equívoco que comprometa o processo, o ideal é contar com uma consultoria que preste auxílio ao estudante e à sua família durante todo o período. 

Apenas uma boa consultoria é capaz de indicar as melhores instituições de ensino, ajudá-lo com o processo seletivo, com a documentação necessária durante o procedimento para a emissão do visto e em muitos outros fatores. 

Agora que você já sabe como escolher uma faculdade no Canadá, basta seguir as nossas dicas e procurar pelos cursos e pelas instituições de ensino que mais o agradam para acertar na sua escolha e ter uma graduação internacional no currículo. 

Se você quer estudar fora, não perca tempo e fale com a gente, nós podemos ajudá-lo. Preencha o formulário abaixo e converse com o nosso time de especialistas. 

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/08/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-2.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-08-13 00:00:002024-03-27 15:32:37Entenda como escolher uma faculdade no Canadá

Conheça as 6 melhores faculdades da Inglaterra

22 de julho de 2019/121 Comentários/em Reino Unido, Universidade no Exterior /por Daqui pra Fora

Estudar na terra da rainha é uma oportunidade de ouro para ter acesso a uma educação de qualidade, aprimorar a compreensão da língua inglesa e passar por uma rara experiência cultural. Somados, todos esses pontos representam uma grande vantagem ao desenvolvimento pessoal e profissional de uma pessoa.

Naturalmente, antes de realizar o investimento no futuro do jovem, é fundamental conhecer as melhores faculdades da Inglaterra, é possível conduzir o processo da forma mais benéfica para o estudante.

Para ajudar nessa questão, trazemos uma lista com as seis melhores instituições de ensino superior do país, segundo o ranking Times Higher Education. Falaremos um pouco da história de cada instituição e da relevância que têm atualmente. Continue a leitura e saiba mais sobre elas!

1. Oxford University

A universidade de Oxford, localizada na cidade homônima, é simplesmente a instituição de ensino superior mais antiga entre as que utilizam a língua inglesa. 

Mais importante do que a idade, porém, é sua excelência — fato que garante uma presença constante nas listas das melhores faculdades do mundo.

Com mais de 23 mil estudantes, sendo 40% deles provenientes de outros países, Oxford é um grande centro de conexões culturais.

Isso, aliado à alta qualidade do ensino, faz com que a instituição seja uma verdadeira fábrica de profissionais que se destacam em suas carreiras.

Para se ter uma ideia, 27 dos 54 primeiros-ministros que o Reino Unido já teve concluíram seus estudos em Oxford. Como se não bastasse, a universidade já teve 69 vencedores no prêmio Nobel.

2. University of Cambridge

Localizada na cidade de Cambridge, essa é outra instituição reconhecida mundialmente pela qualidade do ensino e pelo sucesso de seus graduados.

Curiosamente, sua história é bem relacionada à Universidade de Oxford, faculdade com a qual mantém certo nível de rivalidade.

Isso porque a Universidade de Cambridge foi fundada por antigos acadêmicos de Oxford, que se mudaram para a cidade fugindo de uma onda de violência.

Hoje, mais de 800 anos depois, Cambridge é referência mundial em pesquisas e estudos relevantes para a população, contando inclusive com um programa de parceria com o MIT.

Os feitos alcançados por antigos estudantes de Cambridge também são notáveis, incluindo 118 prêmios Nobel (distribuídos por todas as modalidades). Entre seus alumni mais notáveis, estão Charles Darwin, pai da teoria evolucionista, além de Isaac Newton e Stephen Hawking.

3. Imperial College London

Fundada em 1907, essa instituição tem como principal foco a aplicação prática de ciências e tecnologias. Seus principais campos acadêmicos são: Ciências Naturais, Engenharia, Medicina e Negócios, área criada em 2004 pela Rainha Elizabeth II.

O Imperial College London conta com uma vasta comunidade internacional e representantes de 140 países entre seus alunos.

De acordo com o New York Times, a universidade figura entre as dez mais conceituadas entre empregadores ao redor do mundo, sendo uma excelente opção para quem quer aumentar suas chances no mercado de trabalho.

Entre seus estudantes notáveis, está Sir Alexander Fleming, um dos 14 vencedores do prêmio Nobel que passaram pela universidade. Fleming é o responsável pela descoberta da penicilina, grupo de antibióticos que revolucionou a saúde mundial.

4. UCL

A University College London está localizada na capital da Inglaterra. Fundada em 1878, a UCL foi a primeira instituição de ensino no Reino Unido a aceitar o ingresso de mulheres sob os mesmos termos dos homens.

De acordo com o Research Excellence Framework, trata-se da faculdade com o maior potencial de conduzir pesquisas em todo o Reino Unido.

Não é à toa, portanto, que a UCL detém 29 prêmios Nobel — incluindo o entregue a William Ramsay, que descobriu os gases nobres enquanto trabalhava como professor na instituição.

Mas a universidade não formou apenas grandes pesquisadores. O líder da revolução indiana, Mahatma Gandhi, frequentou a UCL para estudar Direito, enquanto o renomado diretor de Hollywood Cristopher Nolan iniciou seu contato com a arte no curso de Literatura da faculdade.

5. London School of Economics and Political Science

Também localizada na capital da Inglaterra, essa instituição é conhecida como LSE e foi fundada em 1895. Hoje, com mais de nove mil estudantes ativos, a universidade é extremamente receptiva com estrangeiros, tendo 70% de seu corpo estudantil formado por pessoas de fora do país.

Para tornar mais clara essa integração cultural, a faculdade mantém parcerias com universidades ao redor do planeta, incluindo a Columbia University (em Nova York).

Embora seu nome possa sugerir o contrário, a LSE oferece graduações nas mais diversas áreas, contando com 25 campos de estudo diferentes. 

Se você é um fã de Rolling Stones, já pode ter ouvido falar da faculdade. Foi lá que o cantor Mick Jagger iniciou seu ensino superior, que logo foi deixado de lado para fundar a banda.

Outro membro importante foi Bertrand Russel, considerado o mais influente filósofo britânico do século XX. 

6. King’s College London

Inaugurada em 1829, a KCL, como é conhecida, recebeu esse nome em homenagem ao rei George IV, responsável por sua fundação. A universidade integra, ao lado de Oxford e Cambridge, o grupo conhecido como triângulo de ouro, composto por instituições reconhecidas pela excelência em pesquisa.

Entre seus feitos mais relevantes, está a enorme contribuição para o entendimento do DNA, fato que rendeu um dos 12 prêmios Nobel entregues a integrantes da faculdade.

Localizada no coração de Londres, capital da Inglaterra, a King’s College London oferece ao corpo de alunos uma experiência única na vida estudantil.

Além de contar com professores e pesquisadores vindos de todas as partes do mundo, a faculdade utiliza sua localização estratégica para formar parcerias pontuais com estabelecimentos importantes de Londres.

Assim, edifícios como o Museu de Londres e a Biblioteca Britânica se tornam acessíveis tanto para o staff quanto para estudantes.

Estudar nas melhores faculdades da Inglaterra é um diferencial inigualável no currículo de qualquer pessoa, pois essas instituições proporcionam ganhos de conhecimento que vão além das atividades curriculares.

Para tanto, é necessário um investimento acadêmico e financeiro, além de analisar as possibilidades de bolsas de estudos. 

E aí, gostou de conhecer as melhores faculdades da Inglaterra? Continue sua leitura e entenda como é possível conseguir bolsas de estudo em universidades estrangeiras!

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-07-22 00:00:002023-12-27 09:15:59Conheça as 6 melhores faculdades da Inglaterra

Entenda quanto custa estudar em uma faculdade nos EUA

18 de julho de 2019/51 Comentários/em Bolsas de Estudo, Estados Unidos /por Daqui pra Fora

O caminho para entrar e se estabelecer no mercado de trabalho envolve muitos fatores. Além do estudo de qualidade, contar com habilidades extracurriculares é essencial para obter um diferencial na busca por um emprego. Exemplo disso é o domínio de outras línguas e de conhecimentos gerais ou culturais.

Portanto, cada vez mais famílias optam pela educação nos Estados Unidos para incentivar o desenvolvimento dos jovens. Trata-se de uma excelente oportunidade para frequentar as melhores universidades do planeta, conhecer novas culturas e, de quebra, aprender a falar inglês de forma fluente.

Naturalmente, tal processo requer um investimento financeiro. Saiba quais são os principais gastos envolvidos e entenda quanto custa estudar nos EUA.

Realização de testes

Uma vez tomada a decisão de enviar seu filho para estudar nos EUA, uma das primeiras etapas é a realização dos testes requeridos pela instituição pretendida. Sendo assim, você pode considerar o custo de cursos especializados, que varia de local para local. Mas existem também os gastos que são fixos, como as taxas de inscrição.

Então, é preciso compreender exatamente quais exames são exigidos e se planejar para realizar a inscrição com antecedência. Afinal, alguns deles só ocorrem periodicamente e contam com um número limitado de participantes.

Um dos principais exames prestados por estudantes internacionais antes de ingressar nos EUA é o TOEFL — um teste de proficiência na língua inglesa. No Brasil, o valor de inscrição é, em média, de USD 215 com possíveis variações.

Além dele, algumas instituições podem pedir a realização do SAT ou ACT, exames que abordam temas mais amplos, semelhante a um Enem. Nesse caso, a taxa varia entre USD 95 e USD 170.

Documentação

Outro item que deve constar no seu planejamento financeiro é a documentação exigida tanto pela faculdade quanto pelo governo americano. A primeira pedirá cópias do certificado de conclusão do ensino médio, diploma e histórico escolar para fins acadêmicos, além do pagamento de uma taxa de aplicação. 

Tudo isso pode ser resolvido com a instituição de ensino frequentada pelo aluno, que também é responsável pela definição dos preços. Já entre os documentos requeridos pelo governo, incluem-se o passaporte e o visto de estudante, entre outros. Esses dois itens são essenciais para garantir a entrada do passageiro nos Estados Unidos.

Portanto, caso a pessoa ainda não conte com um passaporte, será necessário o investimento de R$257,25 para viabilizar um. Já o visto se divide em duas cobranças: primeiramente, é preciso pagar a taxa de solicitação, prevista em USD 160,00; depois, vem a taxa SEVIS, no valor de USD 200,00.

Tuition Fees

Essas são as taxas administrativas que precisam ser pagas para garantir o acesso do aluno à universidade. O conceito é parecido com o das mensalidades no Brasil, exceto por um ponto: as tuition fees são cobradas de forma anual. Contudo, muitas instituições se mostram flexíveis e aceitam a divisão do valor em parcelas mensais.

O montante necessário nesse sentido depende, mais uma vez, da universidade e do curso escolhido. Ainda assim, é possível fazer uma estimativa. De acordo com um estudo do Value Penguin, o valor médio para universidades públicas em 2018 foi de USD 25,620 anuais.

É importante ressaltar que essa quantia pode ser significativamente diminuída com a obtenção de bolsas de diversas naturezas. Em algumas faculdades, existem bolsas oferecidas para estudantes internacionais que apresentem uma boa nota geral no ensino médio.

Além disso, é possível obter descontos pela boa performance acadêmica ou participação em algum grupo de estudo.

Material escolar

O material escolar inclui — além de itens pessoais como mochilas, cadernos e canetas — tudo o que será utilizado para o aprendizado e desenvolvimento do estudante. Naturalmente, isso varia de acordo com a instituição e o curso escolhido, o que faz com que o valor a ser investido dependa de muitos fatores.

Ainda assim, não se preocupe. Durante o processo de aplicação, a escola poderá informar com antecedência o tipo de material exigido. Em cursos de exatas, por exemplo, é comum o uso de papel milimetrado e calculadoras. De qualquer forma, o principal gasto certamente será com os livros acadêmicos.

Tais obras são imprescindíveis para a formação do aluno e, por isso, é crucial que sejam adquiridas. Muitas pessoas gostam de manter esses materiais mesmo quando acabam os estudos, graças ao enorme nível de conhecimento que proporcionam. Outras, porém, preferem economizar. Nesse caso, temos uma dica valiosa.

Nos EUA, existe a opção de aluguel de livros acadêmicos. Por um valor muito menor, o aluno tem acesso à obra durante todo o período letivo, mas precisa devolvê-la sem danos assim que o semestre acaba.

É possível encontrar o serviço na bookstore de algumas instituições ou até mesmo na internet, em empresas como a Amazon.

Custo de vida

Reservar uma quantia para garantir a qualidade de vida do estudante no exterior é fundamental. Embora muitas instituições ofereçam refeições no campus, algumas pessoas preferem cozinhar a própria comida ou se alimentar em outros restaurantes. Portanto, é importante considerar o dinheiro que será gasto com essa finalidade.

Sabemos, porém, que a alimentação não é o único custo de vida. É preciso se atentar aos preços de transporte, moradia e até conforto. Para estudantes morando fora do campus, é essencial contar com serviços como internet, televisão e telefone (além da conta de celular, é claro).

Por fim, vale reservar um montante para ser gasto com entretenimento. Afinal, estudar nos EUA é uma excelente oportunidade para conhecer parques, museus, cinemas, shoppings e demais atrativos.

Passagens aéreas

Com a documentação resolvida, resta um investimento para garantir o início da jornada: a compra das passagens. Trata-se de um gasto que varia de acordo com a cidade de partida e chegada e por isso é necessário uma pesquisa específica sobre seu destino.

É importante pesquisar pelas passagens aéreas em mais de uma empresa, a fim de encontrar o melhor custo-benefício. Geralmente, quanto mais cedo os bilhetes são adquiridos, menor é o valor do investimento.

Agora que você já sabe os tipos de custos envolvidos para estudar nos EUA, tem um maior embasamento para planejar esse grande investimento no futuro do seu(a) filho(a). 

Para tanto, é importante contar com um apoio especializado. A Daqui pra Fora é uma consultoria educacional que prepara e acompanha o estudante ao longo de todo o processo, desde a realização dos testes até o fim da trajetória universitária.

E aí, nosso conteúdo ajudou a esclarecer suas dúvidas sobre os custos relacionados à educação nos EUA? Que tal conhecer mais sobre os programas oferecidos pela Daqui pra Fora? Nossa equipe especializada está pronta para lhe oferecer toda a assistência necessária.

https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Ajuste-das-imagens-grandes-demais-para-o-blog-1.jpg 995 1500 Daqui pra Fora https://daquiprafora.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Logo-Menu-2.png Daqui pra Fora2019-07-18 00:00:002024-03-27 14:30:44Entenda quanto custa estudar em uma faculdade nos EUA
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